10 diferentes tipos de conteúdo para Inbound Marketing

10 diferentes tipos de conteúdo para Inbound Marketing

Não queremos comprar pessoas: esse negócio não existe no mercado. Desejamos, sim, atrair a atenção delas para as soluções que podemos oferecer.

O conceito de atração tornou-se praticamente um sinônimo do Inbound Marketing. Mas para atrair um público com potencial de compra, é importantíssimo entregar relevância e agregar valor à sua marca ou produto, principalmente quando falamos em produção de conteúdo.

Afinal, ao vender um serviço ou produto, acredita-se que ele seja compatível ao que se propõe, certo?

De nada adianta desenvolver o melhor produto ou serviço e não conseguir vendê-lo. Da mesma forma, não adianta empurrá-lo goela abaixo para cumprir tal feito.

A boa notícia é que existem diferentes tipos de conteúdo para Inbound Marketing que podem – e muito – auxiliá-lo nessa empreitada.  

Nesse sentido, a versatilidade do Inbound é sua melhor amiga. Selecionamos 10 formatos de conteúdo para Inbound Marketing para ajudar você a vender o seu peixe de forma realmente eficaz.

Neste conteúdo, você vai ler sobre:

 

  • 10 diferentes tipos de conteúdos para Inbound Marketing
  • Como entregar conteúdos de maneira satisfatória

 

Primeiramente, Você sabia que o Inbound Marketing custa nada mais, nada menos do que 62% mais barato do que o Outbound Marketing?

Com o Inbound Marketing, você entrega mais do que um produto ou serviço: você disponibiliza conhecimento. E informações relevantes são sempre bem-vindas.

Antes de começar, vale lembrar que o conteúdo é a cereja do bolo da sua estratégia. É ele quem cativará as pessoas com quem você quer dialogar. Sabendo como falar para o seu público alvo – e, principalmente, o que falar – já há uma grande possibilidade de obter sucesso com estratégias Inbound.

Depois, é só escolher sob qual formato você deseja entregar esse conteúdo ou, em outras palavras, como você deseja sanar uma necessidade ou dúvida de sua audiência.

Como sabemos que o Inbound é versátil e possibilita um universo de escolhas,  selecionamos 10 tipos de conteúdo para Inbound Marketing e listamos suas principais vantagens.

 

1. Blogpost: igual coração de mãe

 

 

Eles são como coração de mãe: sempre cabe mais um. E eles aceitam qualquer assunto, sem distinção nenhuma.

Por conta desse formato eclético, são uma boa pedida quando o assunto é ranquear o blog nas buscas do Google ou outros buscadores. Por meio dos blogposts você pode se posicionar, também, como um especialista naquilo que vende.

Outra coisa importante é que não há um formato – e sim vários – para o blogpost. Ele não tem limite de tamanho: quanto maior, melhor! Você pode divulgar um evento, falar sobre um assunto específico que tenha a ver com a sua área de atuação, descrever um vídeo ou até mesmo uma webinar.

Com o blogpost, você mostra que está sempre atualizado, informa e educa ao mesmo tempo em que pode oferecer um conteúdo interativo. E, assim, continua atraindo mais e mais tráfego.

 

2. E-books – isca para leads

 

 

Para quem quer saber mais poder se aprofundar no tema que necessita, você estará lá para levar essa informação mais detalhada.

É por isso que o e-book pode ser considerado uma isca para leads. E se engana quem pensa que ele precisa ser enorme: na verdade, ele pode ter o mesmo tamanho de um blogpost – ainda que o recomendável é que tenha duas vezes esse tamanho.

O que importará, de verdade, é o que você entregará. A informação precisa ser mais específica e responder as perguntas que o seu possível lead tem. Esse formato garante, ainda, a atualização da sua lista de e-mails.

O e-book é entregue, geralmente, no formato de um PDF – para ser baixado. E como o próprio nome sugere, não esqueça de dividir o assunto em capítulos. Eles também não são livros digitais apenas de palavras: abuse das cores, infográficos e imagens.

Quem lê um e-book quer terminar o material sem nenhuma dúvida. Então, novamente: foco no conteúdo.

 

3. Webinars – quem sabe faz ao vivo

 

 

“Quem sabe do que está falando, não precisa de power point”, dizia Steve Jobs.

Se você também faz parte desse time, a produção de webinars é perfeita para o seu negócio.

Com baixo custo – é possível utilizar plataforma gratuitas de webinar, a produção desse formato costuma atender a diferentes objetivos.

Enquanto para a empresa representa uma poderosa arma de atração de leads, para o usuário, o formato é uma tendência cada vez mais aceita.

Afinal, nada melhor do que ouvir e ver quem sabe do que está falando! E, de quebra, em tempo real. Essa interação permite muito mais interatividade e ainda garante informação de qualidade para os seus seguidores.

Você não só irá gerar leads, como oferecerá um dos conteúdos mais procurados e acessados pelos usuários de hoje, que são os vídeos.

As webinars servem de ponto de encontro para quem se interessa pelo mesmo assunto; elas funcionam ainda como chats de vídeo em tempo real.

Mesmo após uma campanha de divulgação, é possível continuar gerando leads com webinars, já que, existe a possibilidade de disponibilizar o conteúdo para aqueles que perderem a live.

Um recurso realmente imbatível quando o falamos em custo x benefício de geração de leads.

 

 

4. Vídeos: quando a combinação som-imagem fala mais alto

 

Eles são os queridinhos do momento. Ao pensar em internet, automaticamente se faz a conexão com o vídeo. Eles informam de forma dinâmica, são versáteis e de fácil compreensão.

Mais do que terem caído no gosto da maioria esmagadora dos usuários, são a tendência para os próximos anos porque combinam interação de forma didática. Não tem como não pensar em sair na frente da concorrência e aumentar o tráfego do seu blog sem pensar em vídeos.

Eles permitem mais informação em um espaço de tempo menor. Podem ser curtos, com até 90 segundos, ou mais extensos. Podem ser educativos, institucionais ou altamente explicativos.

Há tipos de vídeos que podem, ainda, serem associados a outros tipos de conteúdo. Por exemplo: você pode combinar um vídeo com um blogpost que fala sobre o mesmo tema. Um pode complementar o outro.

A lista de possibilidades para os vídeos é enorme e muito rica, assim como as chances de você ranquear bem o seu negócio por meio deles, também.

Aqui você encontra um conteúdo sobre como utilizar vídeos para vendas e escolher o melhor formato para cada etapa do funil. Acessando esse material, você saberá exatamente como incluir e usar de maneira adequada os vídeos em sua estratégia de marketing digital.

 

5. Listas – numere motivos

 

As listas podem organizar a vida, o início de todos os anos e ainda os conteúdos em um blogpost. É isso mesmo: as pessoas amam listas.  

Elas não só estão na moda também na internet, como representam um conteúdo de fácil assimilação. Quando o post está enumerado, mostra exatamente o que você aprenderá com ele. É excelente para o usuário compreender o conteúdo sem nenhuma enrolação.

Então, não esqueça de cumprir com as resoluções de início de ano que estão na sua listinha e abuse das listas também em seus conteúdos digitais.

6. Infográficos: utilize recursos visuais

 

O infográfico é uma boa forma de ilustrar aquilo que você precisa falar ou informar. Ele organiza palavras e imagens e, por isso, aumenta a compreensão ao mesmo tempo em que gera um efeito visual interessante para o conteúdo.

Eles podem aumentar o tráfego do seu blog em até 12%. Então, não é apenas uma questão visual, não!

Em suma, o infográfico é um bom tipo de conteúdo, porque atrai a atenção do lead e ainda geram tráfego. Se for optar por este formato, não esqueça: ele precisa ser completo e bem feito.

 

7. Tutoriais – passo a passo eficiente

 

Quando você alcança a posição de especialista na área, a sua credibilidade começa a falar por você. Os tutoriais são uma excelente ferramenta para que você alcance essa marca.

Para os usuários e leitores, eles são a chance de realmente aprender tudo como desejam, ou seja, com um passo a passo detalhado e eficiente.

Você já sabe que mais informação não é sinônimo de apenas mais palavras, né?  Então, abuse de imagens e de artifícios que possam complementar o conteúdo e torná-lo ainda mais atraente.

Ou, melhor ainda: grave um vídeo! Com certeza, você nem percebe, mas assiste a muitos tutorias na internet – que ensinam da troca de um chuveiro até como retocar uma foto no Adobe Photoshop.

 

8. Estudos de caso – nada como o exemplo!

 

Por meio dos estudos de casos, os usuários podem compreender como o produto ou serviço à disposição auxiliou a vida de outras pessoas. Eles poderão identificar o problema e também a solução.

Outra dica importante no caso de você escolher um estudo de caso para o seu blog é que ele não precisa ser marketing puro, não! Uma história bem contada resolve bem essa questão. Melhor do que isso: conquista quem a ouve, lê ou assiste.

Para o último caso, vale conferir a tendência dos cases em vídeo. Os depoimentos geram empatia e, muitas vezes, resultam até em divulgações espontâneas – gerando engajamento de sobra.

 

9. Entrevistas: perguntas e respostas

 

Uma entrevista pode estar no blog em formato de texto ou de vídeo. E se o entrevistado for um especialista no assunto, melhor ainda.

As entrevistas são um bom formato porque respondem as dúvidas dos usuários em um formato descontraído, que apresenta boas soluções para os seus problemas.

Elas aumentam a empatia e ainda o seu relacionamento com as pessoas que querem saber mais sobre o que você oferece para o mercado. Além disso, podem render boas ações de marketing em conjunto – quando ambas as partes possuem interesse em divulgar o mesmo material.

Lembre-se: um post com entrevista pode ser o início de uma próspera parceria entre dois negócios complementares.

 

10. Pesquisas – dados que comprovam

 

De mercado, de segmento, sobre resultados ou para apresentar alguma tendência: uma pesquisa é sempre um dado relevante. Uma estatística, por exemplo, mostra o que se quer dizer em números que falam por si só. São indiscutivelmente bons argumentos.

Dados são sempre relevantes, além de serem uma forma rápida de comprovação do que se quer informar.

As pesquisas podem trazer informações sobre vários assuntos que servirão de base para muitos usuários.

Mas é fato que não se pode desenvolver uma boa pesquisa sem ter um planejamento. E isso leva tempo. Então, se optar por divulgar uma pesquisa, procure a melhor maneira de captar e divulgar essa informação.

Profissionais da área estão sempre à disposição para ajudar nessa tarefa. Vale a pena contar com esse serviço.

Capriche nas entregas de conteúdo

 

Agora que você já imaginou as possibilidades com esses dez diferentes tipos de conteúdo para Inbound Marketing, não esqueça de caprichar na produção: não importa o que você escolher produzir ou combinar para o seu blog, faça-o com carinho e informações relevantes.

Outro ponto bem importante nesse momento é planejar as publicações. Não adianta postar uma vez por mês. Lembre-se de diversificar os conteúdos e incluir esse planejamento em sua escala de produção, também.

Imagens e recursos visuais não apenas podem, como devem casar com conteúdo e áudio – e devem também ser tão atrativas quanto aquilo que você tem a falar.

Por último mas, talvez, o mais importante: conheça o seu público-alvo, a sua persona, principalmente. Saber quem é o seu possível lead, quais são suas dores e necessidades, é essencial para construir um conteúdo assertivo e que vá direto ao ponto.

 

Essa é a única maneira de conquistar mais visualizações, com palavras que falem diretamente para quem precisa delas.

 

Finalmente, se a produção de conteúdo for um problema para você, pense na possibilidade de terceirizar essa missão para que ela realmente se torne uma solução interessante para os seus negócios.

gerar resultados com vídeo

Nós esperamos que você tenha aprendido e tido bons insights com esse conteúdo sobre diferentes formatos de conteúdo para Inbound Marketing! Em nosso blog há muito mais informações à sua espera. Até a próxima!

 

Posição zero do Google: como alcançar

Posição zero do Google: como alcançar

Focar exclusivamente na primeira posição é para os fracos: a sacada da vez agora é alcançar a posição zero do Google, também conhecida como Featured Snippets.

Você já deve ter percebido: o mecanismo de busca se atualizou e hoje é capaz de entregar algumas informações na própria página de resultados. Elas se destacam das demais e geralmente atraem o maior número de cliques, trazendo novos visitantes para sua página.

A pergunta agora é: mas como posso conquistar esta posição tão privilegiada do Google? Não existe resposta exata, mas existem diversos testes e estudos que apontam para algumas formas eficientes de aumentar suas chances de chegar lá! 

Nesta postagem, ensinaremos a você tudo sobre a posição zero do Google e como fazer otimização de sites e conteúdos para entrar nesse páreo e conquistar o topo da lista de resultados.

Você vai ler sobre:

  • Os diferentes snippets para garantir a posição zero do Google;
  • Como otimizar conteúdos para alcançar a posição zero Google;
  • Razões para os snippets serem tão importantes para a estratégia de conteúdo.

Posição zero do Google? Featured Snippet? O básico que você precisa saber!

As chances de você já ter se deparado com alguma dessas caixas de informação na na busca orgânica do Google são imensas. Não poderia ser diferente: 41% das questões já têm Featured Snippet e eles estão roubando cliques da primeira posição.

A posição zero é uma invenção criada para otimizar as buscas do usuário. São caixas com respostas curtas e diretas pensadas naquelas pesquisas rápidas em que precisamos apenas de uma informação específica. 

Por um lado, pode parecer que a medida acaba diminuindo do tráfego do seu site, mas a verdade é que ela melhora sua qualidade. Um usuário que deseja uma informação rápida dificilmente perderá tempo lendo um blogpost inteiro. Logo, este tipo de clique seria apenas uma métrica de vaidade! 

Entretanto, pelo destaque que os snippets recebem (eles são mostrados antes mesmo dos anúncios pagos!) as chances de que um visitante realmente interessado clique nele são enormes. 

Apesar não ser claro como conquistar a posição zero do Google, é possível reconhecer alguns padrões. Primeiramente: não esqueça de otimizar os conteúdos para SEO focando na primeira página. Produza conteúdos épicos para estar entre os 10 primeiros, pois os snippets costumam vir de alguma destas páginas.

Nesse sentido, é importante ranquear as palavras-chave certas, evitar frases muito longas e sem pontuação, entre outras técnicas básicas de SEO. A maior particularidade é o sucesso das palavras-chave de cauda-longa nesse tipo de resposta.

A boa notícia é que não é necessário estar na primeira colocação para ganhar a posição zero do Google. Na verdade, os featured snippets da primeira página recebem apenas aproximadamente 30% dos cliques. Os outros 70% estão distribuídos entre outros resultados da primeira página.

Batalhando pela posição zero do Google

Pode parecer difícil ganhar uma posição assim tão concorrida, mas garantimos que não é impossível. Com trabalho árduo,  uma boa estratégia SEO e profissionais qualificados você também pode chegar lá. 

Como na maioria dos casos do Marketing Digital não existe uma fórmula definitiva para chegar lá. Porém, estas são algumas das técnicas mais eficientes para ranquear a posição zero do Google

  • Foco em responder perguntas:

A frequência de snippets é muito maior em buscas com palavras-chave de cauda longa e que efetivamente respondem perguntas. Por isso, um bom ponto de partida é identificar quais são as perguntas mais frequentes de suas personas e desenvolver conteúdos bem didáticos que respondam a elas.

Conteúdos muito técnicos, cheios de storytellings ou jornalísticos demais são péssimos para a posição zero do Google. Porém, muita calma nessa hora: eles são fundamentais para complementar a estratégia de conteúdo e precisam ser produzidos também! Mas, quando desenvolver material voltado para essa finalidade, o melhor é ser objetivo.

O foco destes conteúdos deve ser em respostas a perguntas do tipo: 

  • “Quem?”; 
  • “Onde?”; 
  • O que?”; 
  • “Como?”; 
  • “Por que?”. 

Elas devem estar anunciadas no texto, especialmente em títulos e subtítulos dentro do conteúdo. Depois, basta responder de forma sucinta, idealmente algo em torno de 40 e 55 palavras. 

  • Tipos de respostas para Featured Snippets:

Certamente, as respostas precisam ser curtas, mas não precisam ser todas iguais. Existem basicamente três tipos de respostas que costumam ficar na posição zero do Google:

1) Parágrafos:

posição zero do Google

Representam a maioria dos Featured Snippets. São pequenos parágrafos em texto corrido, como você pode ver na imagem acima. Costumam ser mais comuns nas buscas por definições de palavras ou termos, mas também podem aparecer em outras circunstâncias.

Exemplos de perguntas comuns para este tipo de resposta:

  • O que é…?
  • O que significa…?
  • Quem foi…?

2) Listas:

posição zero do google

O segundo tipo de respostas que normalmente ficam na posição zero do Google são as listas. Internautas gostam deste tipo de conteúdo, especialmente quando estão buscando sugestões sobre algum tema relevante.

Os tipos mais comuns de listas são:

  • Ranking;
  • Passo a passo;
  • Receita;
  • Melhores/piores;
  • Filmografias/bibliografias.

Não existe limite no número de itens que você pode listar. Listar mais do que os que aparecem na busca é até positivo, pois instiga a curiosidade do leitor para ver o resto! Porém, tome cuidado com a extensão de cada item: não coloque mais do que 10 termos em cada um deles. 

3) Tabela:

posição zero do Google

O terceiro e último tipo de resposta para garantir a posição zero do Google é a tabela. Ela é utilizada especialmente em casos de comparações, mas também aparece em pesquisas de horários e preços.

Assim como as listas, podem ter itens ilimitados. Entretanto, não podem ter mais do que três colunas. Apesar disso, você pode colocar mais informações em abas, como é o caso dos horários da pesquisa do exemplo.

  • Auxílio de especialistas: 

Outro fator importante sobre a posição 0 do Google é que ela muda frequentemente. Logo, é uma tarefa que demanda certo conhecimento e atenção. É importante ter um profissional dedicado a acompanhar as modificações dos snippets. E estudando seu comportamento para encontrar as melhores estratégias! 

Uma alternativa eficiente é contratar uma produtora de conteúdo para auxiliar na criação e monitoramento destes conteúdos. Profissionais especializados já estão acostumados com esses recursos na estratégia de conteúdo e estão se informando de forma recente acerca dos avanços do mecanismo de busca.

Esses três itens são as bases para que você possa desenvolver conteúdos relevantes e, de quebra, garantir a posição zero do Google. Agregue esta prática na sua estratégia de Inbound e observe o resultado! 

Só não vale focar exclusivamente disso e esquecer de outras técnicas igualmente importantes para o crescimento da empresa. Um bom exemplo de ferramenta que funciona perfeitamente na estratégia de conteúdo é o uso de e-mail marketing.

Então, aproveite o ritmo e leia também este blogpost para entender como utilizar e-mail marketing no seu planejamento. Boa leitura! 🙂

5 dicas para criar vídeos tutoriais de alta qualidade

5 dicas para criar vídeos tutoriais de alta qualidade

“Como trocar a resistência do chuveiro”… Certamente, você já digitou algo parecido com isso na barra de pesquisas do seu navegador! E não é para menos: os vídeos tutoriais são uma verdadeira febre entre os usuários no mundo inteiro. 

Em tempos de heavy users de tecnologia digital, podemos encontrar o passo a passo de quase tudo na rede. 

Nesta postagem, separamos uma série de dicas para ajudá-lo a criar vídeos tutoriais para . Está na hora de você também aproveitar as vantagens deste formato e aprimorar sua estratégia de vídeo marketing.

Você vai ler sobre:

  • As vantagens do uso de vídeos tutoriais em estratégia de Marketing Digital;
  • Dicas para produzir vídeos tutoriais incríveis;
  • Quando contar com a ajuda de uma produtora para criar vídeos tutoriais.

O grande potencial dos vídeos tutoriais no Inbound Marketing

É seguro que o potencial dos vídeos para atrair leads e instruir clientes pode ser extraído de diferentes maneiras. Rapidamente, algumas formas possíveis para trabalhar com vídeo são:

  • Vídeos explicativos;
  • Vídeos tutoriais;
  • Webinars;
  • Vídeos de depoimentos;
  • Video Motion;
  • Animação;
  • Live Streams;

E muitos outros! Enfim, existem vídeos para todo tipo de propósito. Seja para o topo ou para o fundo do funil de vendas ou até como estratégia de sucesso para o cliente, o formato está lá e é o favorito do momento. 

Há vários motivos para a preferência pelos vídeos e seus diferentes formatos:

  • Vídeos são conteúdos fáceis de entender:

Pense rápido: é mais fácil compreender informações em um longo texto ou em um vídeo curto com imagens explicativas? 

Estudos mostram que assimilamos melhor a informação através de recursos audiovisuais. Logo, o mais comum é que as pessoas prefiram a segunda opção. 

Dessa maneira, é possível transmitir um grande volume de informação em pouco tempo. Assim você facilita a compreensão do lead e garante que sua mensagem será entregue 100%.

  • Vídeos são conteúdos fáceis de consumir:

É muito mais difícil parar para ler um texto na correria do dia a dia. Textos exigem tempo: é preciso entrar em estado de concentração, encontrar um ambiente minimamente silencioso e focar completamente a sua atenção. 

Com os vídeos isso não acontece. Especialmente hoje, que smartphones fazem parte do cotidiano de quase todo mundo, esse formato se mostra ainda mais amigável. Como a informação é passada de modo mais eficiente, a duração do vídeo também costuma ser menor.

Isso quer dizer que são alguns minutos que cabem no seu dia. E o melhor, podem ser assistidos em uma fila de espera, no caminho para o trabalho, no trânsito com o carro parado… Basta ter o celular em mãos!

Além disso, há o dinamismo da imagem em movimento e a possibilidade de trabalhar com cores e design interessante. Isso tudo torna os conteúdos em vídeo mais engajantes e chamativos – garantindo a atenção do lead por mais tempo.

  • Vídeos são conteúdos fáceis de compartilhar:

Devido à preferência por esse tipo de conteúdo, todas as redes sociais são otimizadas para o compartilhamento de vídeos. Não é à toa que os vídeos em redes sociais tem 12x mais compartilhamentos do que textos combinados com imagens.

Por meio de vídeos fica mais fácil causar emoções no lead e gerar efeitos estéticos mais complexos. Isso engaja o usuário e faz com que ele se sinta motivado a compartilhar o vídeo em suas redes e, de quebra, auxiliá-lo a divulgar sua marca.

Diante dessa contextualização sobre a relevância dos vídeos em geral, focaremos agora no formato de vídeos tutoriais. Eles apresentam todas as vantagens listadas acima e mais! 

São conteúdos cada vez mais populares devido ao espírito ”faça você mesmo” que tomou conta da nossa geração.

Isso sem contar que vídeos tutoriais auxiliam os clientes no uso correto de sua solução. Desse modo, eles funcionam também como uma forma eficiente de garantir o sucesso do consumidor e criar experiências positivas.

Então, sem mais rodeios, vamos às nossas dicas práticas para criar vídeos tutoriais e inserí-los em sua produção de conteúdo.

5 dicas dicas para produzir vídeos tutoriais para sua estratégia de marketing

Os vídeos tutoriais são conteúdos muito didáticos e simples de compreender.

É uma forma rápida de tirar dúvidas ou resolver um problema – tudo sem ter de perder tempo lendo artigos complexos ou mesmo manuais de instrução. 

Esse comportamento de buscar soluções rápidas e pontuais já ganhou até um nome próprio. Especialistas em comportamento de consumidores no ambiente digital chamam-no de micro-momento. Ou seja, o momento onde um usuário busca questões muito específicas para resolver problemas práticos do dia-a-dia.

São momentos em que o lead quer saber uma informação específica, um dado, ou mesmo como fazer algo por conta própria: que é onde entra a grande relevância dos tutoriais.

Esses vídeos são capazes de entregar um conteúdo breve e objetivo para satisfazer esse desejo de conhecimento do usuário.

Além disso, conta-se com a facilidade de conseguir assistir ou escutar o tutorial ao mesmo tempo em que você executa o que está aprendendo. 

Nesse sentido, os vídeos tutoriais são muito mais adequados para os adeptos do faça você mesmo, pois são um tipo conteúdo que tem completa sinergia com a prática.

Além disso, os vídeos tutoriais são muito versáteis. Eles podem ser voltados para a atração, mostrando como resolver alguma dor inicial que o lead esteja pesquisando na internet. Mas também servem para o fundo, quando o lead precisa ver uma demonstração ou manual de uso da solução que pretende comprar.

Alguns exemplos de vídeos tutoriais são: 

  • Tutoriais de maquiagem;
  • Tutoriais de uso de uma solução;
  • Tutoriais de culinária;
  • Tutoriais de artesanato;
  • Tutoriais com hacks para o dia a dia. 

Seja qual for o tipo escolhido por você, basta seguir estes 5 passos para fazer vídeos tutoriais perfeitos e alinhados com sua estratégia de Marketing. Vamos lá?

1. Escolher o tema que será abordado no tutorial

Naturalmente, o primeiro passo é o mesmo para a produção de qualquer outro tipo de conteúdo. Se você vai falar sobre algo, primeiro precisa decidir sobre o que falará.

Nesse momento, precisará de toda a informação que tem sobre seu público. Volte às suas personas e avalie o que elas desejam consumir. Considere fatores como:

  • Idade;
  • Cargo;
  • Interesses pessoais;
  • Localidade;
  • Dores mais comuns.

 

São informações como estas que apontarão para a temática mais importante no momento. É de extrema importância que o tema seja relevante – caso contrário o conteúdo não terá o efeito esperado e não será capaz de engajar os leads.

Por fim, quando tiver definido as temáticas, pesquise e estude profundamente sobre o assunto. Você precisa ser um verdadeiro especialista no tema para que o conteúdo tenha valor. 

Poucos erros descredibilizam mais uma empresa do que passar uma informação errada ou superficial! 

Surpreenda seu lead com uma visão única acerca do tópico e com informações novas. Desse modo, ele será verdadeiramente tocado, confiará na empresa e sentirá vontade de compartilhar seu conteúdo com parceiros e amigos. 

2. Desenvolver um roteiro com tudo que será apresentado no tutorial

O segundo passo é desenvolver o roteiro para a criação dos vídeos tutoriais. Nesse momento, é  importante que você já tenha decidido qual o tipo de tutorial que você deseja criar.

Este assunto é tão importante que resolvemos dedicar uma seção inteira do texto para ele. Então, se essa for sua dúvida, guarde-a um pouquinho que logo teremos alguns exemplos para você se inspirar! 

O importante agora é ter consciência de que improvisar o material não é uma boa ideia. Claro, salvo raras exceções de pessoas absolutamente comunicativas e que dominam tanto o assunto, quanto a linguagem audiovisual com maestria. 

Por segurança (especialmente se você estiver começando a produzir vídeos agora), monte roteiros para cada peça de conteúdo.

O roteiro é um documento que serve para guiar toda a produção do vídeo tutorial. Nele estão especificadas quais são as necessidades técnicas:

  • Tipo de câmera;
  • Número de atores;
  • Técnicas de animação.

E qualquer outra que o material demande. Além disso, também é nesse documento que estará o texto a ser falado no tutorial – bem como a ordem de cada acontecimento no vídeo.

Lembre-se sempre de criar roteiros com início, meio e fim:

  1. Um momento inicial voltado para a apresentação do tema que será desenvolvido;
  2. O desenvolvimento contendo o modo como essa temática será revelada para o espectador; 
  3. Uma conclusão resolvendo o assunto e apresentando o produto/empresa – caso seja um vídeo de fundo de funil.

Você pode optar pelo modelo de script ou storyboards – vai da preferência de cada profissional da área.

3.Garantir as necessidades técnicas para a gravação

Trabalhar com audiovisual exige investimento. Se a sua empresa não possui estrutura para a produção desse tipo de material, talvez seja interessante considerar uma produtora especializada. 

De todo modo, caso esteja disposto a arcar com os custos, faça um levantamento detalhado de todas as necessidades técnicas.

Primeiramente, avalie quanto equipamento de audiovisual será necessário. 

Considere adquirir itens como:

  • Microfone de qualidade para captar som com clareza e sem ruídos;
  • Câmeras de qualidade para captar imagens com boa definição;
  • Objetos e produtos que venham a ser utilizados durante os vídeos tutoriais;
  • Equipamento de iluminação para garantir a qualidade da gravação;
  • Custo das licenças de softwares próprios para produção, edição e manipulação de som e imagem.

Depois disso é hora de pensar nos custos com equipe:

  • Custo do cachê dos atores que participarão da gravação;
  • Custo do tempo do operador de câmera que gravará o material;
  • Custo do serviço dos animadores;
  • Custo de serviço dos editores e responsáveis pela pós-produção.

Por fim, entram os custos ligados à locação onde acontecerá a gravação:

  • Custo de aluguel do espaço onde ocorrerá a gravação;
  • Custo de deslocamento da equipe até o local para a produção;

 

É claro que muitos destes custos podem ser eliminados a partir de parcerias, acúmulo de funções ou permutas. 

Contudo, o ideal é sempre considerar trabalhar com profissionais especializados em cada função. Assim você terá a certeza de produzir vídeos tutoriais satisfatórios e de qualidade.

4. Ensaiar o roteiro antes da gravação

Essa dica é mais voltada para quem escolhe trabalhar com formatos onde há atores falando com o público. Entretanto, isso não quer dizer que outros formatos também não precisem de alguns testes antes de fazer para valer.

No caso das produções envolvendo a fala de um ou mais atores com o público, faça dinâmicas de ensaio próprias do cinema e do teatro. Junte os atores e leia o texto junto deles. 

Encaminhe o material com antecedência para que eles também possam fazer esse trabalho individualmente – assim, aprende-se o texto e ganha-se naturalidade na hora de falar diante das câmeras.

Quando estiver tudo decorado, faça algumas passagens do início ao fim para pegar o ritmo antes de gravar. Nesse ensaio, você poderá também ter dimensão de quanto tempo terá o material pronto e escolher fazer eventuais cortes ou outras alterações. 

Já no caso dos vídeos tutoriais que não precisam de atores, é bom fazer alguns esboços e versões de teste do projeto antes de dar o acabamento. Assim, você têm uma ideia do resultado final e também têm tempo para fazer correções.

Outro caso comum é o uso de narradores em off (uma voz que não aparece na cena). Mesmo nessa modalidade o ensaio é importante. Portanto, grave a narração de diferentes formas para ver qual fica mais interessante antes de optar pela versão definitiva.

O sucesso de qualquer resultado audiovisual está diretamente ligado à quantidade de esforço dedicado aos ensaios. 

Quanto mais você puder praticar, mais perfeitos os vídeos tutoriais ficarão! 

5. Pós-produção: editar e distribuir o material produzido

Por fim, os últimos passos são aqueles ligados à pós-produção do material. Especificamente, é o momento da edição para depois lançar os vídeos tutoriais nos canais escolhidos.

A edição é o momento de colocar a cereja no topo do bolo. Muito defeitos da gravação podem ser resolvidos nessa etapa. Bem como os acertos também podem ser especialmente valorizados para aumentar a qualidade do vídeo.

Durante a edição, costuma-se acertar as seguintes questões:

  • Inserção de trilhas sonoras para gerar o efeito desejado;
  • Trabalhar as cores da imagem para deixar o vídeo visualmente atraente;
  • Tratamento do áudio para garantir que tudo esteja audível e equalizado;
  • Seleção de cenas para filtrar o melhor de tudo aquilo que foi gravado.
  • Cortes para eliminar defeitos como: atrasos na fala, vícios de linguagem, vícios corporais, barulho externo, etc.

 

Além disso, a finalização também é o momento para acrescentar legendas, efeitos visuais e a thumbnail dos vídeos tutoriais.

Tudo pronto? Hora de soltar seus filhos no mundo! Escolha os melhores canais para divulgação e dispare. Os canais devem sempre serem escolhidos com base naqueles que são mais relevantes para suas personas. 

Os horários de lançamento do material também devem levar em conta os hábitos e atividades do lead. Se você lançar o material em um momento que suas personas não costumam estar nas redes, seu vídeo será soterrado pelo flood da timeline e não será visto!

Portanto, não esqueça de trabalhar muito bem o SEO para vídeos a fim de garantir que seus vídeos tutoriais sejam encontrados e consumidos pelo público-alvo.

Para não ficar só na teoria, temos alguns exemplos e sugestões de modelos de vídeos tutoriais para inspirar você. Dê uma olhada!

Inspire-se: 3 tipos de vídeos tutoriais para você experimentar

Para quem está começando inspiração é fundamental. E para quem já está no meio do caminho e deseja dar um novo frescor à estratégia, conhecer outras alternativas também é revigorante. 

O fato é que sua estratégia de Marketing Digital precisa estar sempre evoluindo e, por isso, você está aqui.

Pensando nisso, selecionamos três tipos de vídeos tutoriais que você pode utilizar em sua estratégia de marketing. Esperamos que eles sirvam de inspiração e possam complementar suas atuais práticas de sucesso. 

Experimente-os:

1.Tutorial visual

Os vídeos tutoriais visuais são semelhantes às animações ou motion graphics. São vídeos que não contam com nenhum ator falando diretamente com o público. Para comunicar a informação são utilizados principalmente narração em off e animações simples para ilustrar o que está sendo dito.

É uma modalidade excelente para explicações simples e também para quem está com um orçamento mais apertado para investir agora. 

Basta um computador equipado dos softwares e ferramentas adequados e um animador para executar a produção dos vídeos. O segredo está em criar uma visualidade agradável e acrescentar trilha sonora e narrativas envolventes. 

O conteúdo deve ser simples e compreensível para sanar as dúvidas que o lead possa ter.

Como exemplo trouxemos o vídeo tutorial de um aplicativo de táxis corporativos chamado ECX. Nele, podemos ver claramente como o formato é usado para transmitir a identidade da empresa – ao mesmo tempo em que ensina aos taxistas como utilizar o aplicativo detalhadamente.


2. Vídeo-aula:

A vídeo-aula não é um formato tão novo assim. Afinal, o telecurso ajudou muitos estudantes entre 1968 e 2014. Por isso. é muito provável que você já tenha tido algum tipo de contato com esse formato.

Entretanto, igual a tudo no mundo, os vídeos tutoriais em formato de vídeo-aula também evoluíram. Hoje, muitas delas estão disponíveis gratuitamente no YouTube e ajudam milhares de curiosos todos os dias.

Geralmente, na vídeo-aula temos um ator/professor que ensinará determinado conteúdo em formato de monólogo. Porém, é importante sempre deixar interações com o espectador “soltas no ar”. Assim, você engaja mais o seu público e convida-o a pensar junto do professor sobre os temas abordados.

Veja abaixo o exemplo de uma vídeo-aula de português do professor Noslem:

 

Temos também uma postagem só sobre este formato aqui no blog. Leia também para não fazer feio na hora de montar a sua!

3.Passo a passo:

Os vídeos tutoriais de passo a passo estão entre os mais populares na rede. Eles possuem uma linguagem dinâmica e moderna para prender a atenção do usuário.

Geralmente, esse tipo de tutorial aborda assuntos diversos e pode ser mais ou menos complexo. A grande aposta está em manter um ritmo de fala interessante, trilha sonora envolvente e uma boa edição!

É uma modalidade muito utilizada por marcas que querem se aproximar do público de modo mais natural. Para tanto, é comum que a linguagem usada seja informal e direta – a fim de realmente criar rapport com o lead, como se em uma conversa. 

Entretanto, também é comum vermos tutoriais passo a passo sem fala ou narração, apenas com imagens e texto. Tal como o exemplo abaixo, do famoso canal Tastemade.

Quem é que nunca ficou babando em uma dessas receitas ao ver um dos vídeos nas redes sociais? Então, confira só essa receita de pão de alho e, de quebra, já entenda melhor sobre o que estamos falando:

 

E aí, preparado(a) para acrescentar os vídeos tutoriais na sua estratégia de marketing? Esperamos que sim, pois os resultados são incríveis! 

Lançamos o desafio: experimente agregar esse formato com um vídeo, inicialmente. Após lançá-lo, avalie o seu sucesso e calcule o ROI da estratégia de Vídeo Marketing. 

Se der certo, basta replicar o que você aprendeu e aproveitar o máximo disso. Se não funcionar como o esperado, não desista. Hora de reavaliar o que foi feito, aprender com os erros e melhorar na próxima! 

Em todo caso, sempre existirão as produtoras de conteúdo para te dar aquela força! Contratar uma agência é uma forma eficaz de assegurar a qualidade do produto final – sem ter de fazer todo o investimento necessário para produzir um audiovisual! 

Como vimos anteriormente, algo perfeito pode sair mais caro do que o esperado! Logo, certamente investir em uma produtora terceirizada vale muito a pena. 

Em outras palavras, a decisão está em suas mãos e nós estamos sempre aqui para ajudá-lo no que for preciso! Então, qual será o primeiro dos seus vídeos tutoriais? Comente nas redes que estamos curiosos para saber!

E, se quiser aprender ainda mais sobre como gerar resultados incríveis com Vídeo Marketing, aqui vai um presentinho: preparamos um eBook gratuito com tudo que você precisa saber sobre o uso de vídeos no Marketing digital!

Clique aqui e baixe agora mesmo! 

Até mais! 😉

Textos que vendem: como produzir?

Textos que vendem: como produzir?

Conteúdos genéricos que alimentam blogs sem tráfego é algo simples de ser feito. Mas criar textos que vendem, encantem e oferecem informações realmente relevantes para o público não é para qualquer um. 

Mas por que não é para qualquer um? Pois, muitos profissionais e marcas ao constatarem que Marketing de Conteúdo dá resultados resolveram implementar a estratégia sem, de fato, dominarem o todos os seus aspectos.

Justamente por não dominarem o assunto, acabam produzindo conteúdos acreditando que basta escolher algumas palavras-chave e publicar um artigo por semana. E qual o resultado disso? Acabam se frustrando com o retorno lento e muito abaixo do esperado em relação ao investimento.

Durante os meus 10 anos de trabalho com Marketing Digital presenciei inúmeras situações parecidas com esta. Atualmente, quando sou questionado por algum colega empresário acerca da dificuldade de seu negócio obter resultados satisfatórios através da produção de conteúdo, costumo elencar a seguinte reflexão:

  • Ok. Você está produzindo conteúdos para seu blog, mas como você espera transformar este conteúdo em venda?

Grande parte das empresas, ao serem questionadas sobre este assunto, demonstram inabilidade para responder.

Pensando nisso, resolvi redigir este conteúdo. Mas, antes de começarmos, peço que leia as questões abaixo:

  • Você costuma comparar os conteúdos produzidos para o seu blog com os da concorrência e acha que poderia melhorar?
  • Você sente que está perdendo tempo e dinheiro produzindo este tipo de conteúdo?
  • Os resultados desejados ainda não apareceram? 

Se sua resposta for SIM para qualquer uma destas perguntas, VOCÊ PRECISA LER ESTE TEXTO!

Nele você encontrará: 

  • Dicas para produzir textos que vendem de verdade;
  • Importância de escolher bons profissionais e criar um bom processo;
  • Como usar de gatilhos mentais para transformar seu conteúdo em vendas;
  • Como produzir conteúdos com foco em resultados;

Primeiros passos para  produzir textos que vendem

 

Para produzir textos que vendem você precisa, primeiramente, conhecer os detalhes de mercado, os diferenciais e produtos oferecidos pela marca.

Isto é o que chamamos de copywriting no Marketing Digital.

O significado de copywriting é escrever pensando nos resultados, ou seja, produzir um texto capaz de convencer o leitor a tomar ações efetivas e que façam com que ele avance em sua jornada de compra. Para isso, além da técnica de escrita persuasiva, é preciso escrever com embasamento e autoridade sobre o assunto que será tratado.

Sendo assim, não adianta escrever qualquer tipo de material e publicá-lo às pressas, pois desta forma ele não cumprirá seu objetivo e nem trará resultados. 

Você precisa ter em mente, também, que nem todo redator é adequado ao seu projeto, cada um deles possui um conhecimento diferenciado e poderá tratar do assunto com níveis de conhecimento técnico específicos.

Ao escolher quem produzirá este conteúdo é preciso ter muito cuidado, selecione alguém que realmente domine o assunto ao qual o negócio é associado.

Caso seja necessário, você pode treiná-lo para que adquira este conhecimento, mas sempre respeitando suas limitações e curva de aprendizado. 

Em suma, se você realmente quiser produzir conteúdos que tragam resultados, precisará conhecer o DNA da marca e seu público, mas também investir em profissionais qualificados e estabelecer o processo adequado para que eles redijam materiais efetivos

É justamente sobre isso que falaremos a seguir.

Processo de Produção de Conteúdo

O processo de produção de conteúdo é um conjunto de sucessivas atividades envolvendo pessoas, procedimentos e informações, cujo esforço combinado, organizado e sistematizado produz valor. No caso da Gummy, chamamos nosso processo produção de conteúdo de método WOW.  

Através do método WOW, produzimos planejamentos, textos, vídeos e melhorias SEO para marcas brasileiras, latino-americanas e estadunidenses – ajudando nossos clientes a alcançarem seus objetivos e baterem suas metas.

Não é conversa de vendedor. Quer prova maior do que nossos resultados empresariais?

A Gummy registrou crescimento de quase 300% ao ano, apesar da recessão, desde que abrimos as portas há quase três anos.

Não tenho dúvidas de que nossa expansão está ligada à efetividade do método WOW. Com base nisso, considero que, além de contar com profissionais altamente qualificados, é fundamental estruturar muito bem o processo de produção de conteúdo. 

O método WOW

gummyconteúdodigital

Etapas do Método WOW

Ao explicar detalhadamente sobre o método WOW, pretendo ajudar na construção de processos tão efetivos quanto ele para produção de textos que vendem.

Para criar nosso jeito de entregar textos que grudam, aproveitei tudo que aprendi como Gerente de Projetos e em minhas experiências no mundo da publicidade. 

Estabeleci como prioridade, junto de meus sócios, imputar boas práticas de Gerenciamento de Projetos, Gestão do Conhecimento e Design Thinking no método que criamos.

Para entender um pouco melhor, vamos relembrar as premissas destas áreas:

A ) GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Gerenciamento de projetos é a junção de conhecimentos, habilidades e ferramentas que serão utilizadas para planejar e executar um projeto. O gerenciamento de projetos é dividido em cinco etapas, sendo elas: o início do planejamento, a execução, o acompanhamento/controle e o encerramento. 

Podemos resumir o gerenciamento de projetos como um conjunto de conhecimentos e técnicas que irão garantir o sucesso do seu projeto.

B ) GESTÃO DO CONHECIMENTO

Gestão de conhecimento é a capacidade de gerenciar, multiplicar e distribuir conhecimento com eficiência para que uma empresa ou organização esteja em posição de vantagem competitiva para gerar lucro e garantir seu crescimento no mercado. 

Para que sua empresa alcance o resultado esperado, é necessário ter conhecimento e dominá-lo em determinadas áreas. Pense que o conhecimento transforma seu negócio. Porém, reter muita informação e conhecimento, por si só, não significa estar acima de seus concorrentes.

C ) DESIGN THINKING

O design thinking, sob uma visão prática, pode ser resumido em um conjunto de métodos, ferramentas e técnicas, organizadas em um processo que irá pensar e criar soluções baseadas no que o cliente necessita e deseja, por meio de uma pesquisa aprofundada, geração de ideias e testes.

Uma vez compreendidos os fundamentos, estabelecemos as etapas e procedimentos mais importantes para que o produto final, o texto, tornar-se muito diferenciado.

A seguir mergulhamos em cada uma das etapas que o compõe:

1. IMERSÃO

Nesta primeira etapa do processo, nós mergulharemos na operação através de reuniões e entrevistas com a equipe responsável pela comunicação da marca, para que assim possamos saber quais as estratégias de marketing, vendas e seus objetivos. 

É nesta parte do processo que faremos as devidas adaptações para que o andamento e os resultados do projeto sejam satisfatórios.

2. WAY2GO – PLAN

O way2go é o passo mais importante para que o projeto seja bem sucedido. Nele mergulhamos no universo da marca, através de entrevistas e netnografia dos públicos e seus consumidores em potencial. A análise desses dados é cruzada com os objetivos de negócio e ferramentas de branding e fornecem direcionais para produção de conteúdo, a estratégia e KPIS para ativação de cada canal (site, blog, facebook, instagram, stories, pinterest, twitter, youtube, vimeo etc).

Com isso, com ajuda de ferramentas como SEMRush, entre outras, é construído o Plano de SEO e calendário editorial com temas que serão convertidos em textos para os diversos canais. 

Por fim, todo esforço desta etapa é revisado, montado e apresentação para aprovação do cliente.

3. EXECUÇÃO – TEXTO 

Assim que o way2go é aprovado, chegou a hora de colocar as mãos na massa! Nesta etapa do processo o primeiro time a trabalhar é o de Administração da Conta, são eles que autorizam o Time de Planejamento a detalhar cada tema para cada canal em um briefing e/roteiro, cujo modelo disponibilizamos para download aqui

Em seguida, estes briefings são enviados para o Gestor de Conteúdo responsável pela conta e, por fim, a tarefa é atribuída ao redator mais adequado ao tema e nível técnico daquele briefing.

4. IMPROVING

O Improving é nossa etapa final e acontece ao longo de todo o projeto.

Nela o cliente confere notas a diferentes aspectos de cada entrega para que saibamos como estão performando. 

O Gerente de Projeto acompanha estes resultados e juntamente aos outputs de uma conversa objetiva com os clientes alimenta um banco de conhecimento, o Brainbox, que ajuda nossos Gestores de Conteúdo e Redatores a entregarem conteúdos cada vez mais alinhados à expectativa dos clientes, garantindo a felicidade com os resultados e,por consequência, com nossos esforços.

Uma vez apresentado nosso processo, acho importante compartilhar algumas dicas e aprendizados que obtivemos a partir desses anos em que estamos no mercado. Organizamos o que aprendemos com os anos de experiência e diversas adaptações (design thinking) do processo para diferentes empresas e segmentos para ajudá-los a alcançar resultados consistentes com sua estratégia de produção de texto para marketing digital. Confira:

Dica 1: Utilize gatilhos mentais

Você provavelmente já fez uma compra e, somente após adquirir o produto ou solução se deu conta de que, na verdade, foi influenciado e que não necessariamente precisava daquela compra.

Isso acontece em boa parte pelo uso dos gatilhos mentais na publicidade e no marketing.

Gatilhos mentais são mecanismos inseridos em materiais de campanhas que aceleram a tomada de decisão do cliente.

Fazendo com que o receptor se sinta mais confortável em tomar sua decisão de compra, e consequentemente, aumentar as taxas de conversão de quem os utiliza. 

Alguns exemplos de gatilhos mentais que podem ser aplicados para a produção de textos que vendem são:

  •  Autoridade

Pessoas compram de empresas nas quais elas confiam, bem como pessoas que confiam em quem demonstra autoridade em determinado setor.

Este selo de autoridade pode ser obtido ao compartilhar conteúdos relevantes, ser recomendado, prêmios de destaque para a persona e cases de sucesso que mostrem a prova social.

O processo de construir autoridade depende não somente de quanto conteúdo você produz, mas, principalmente, de como você os produz, como se inserem na jornada de compra de seu público e o quão relevantes eles são.

Para isso, algumas dicas são:

A) Produzir conteúdos de alto valor agregado e oferecê-los gratuitamente, como Ebooks, pesquisas e Whitepapers;

B) Estabelecer uma presença digital forte, com esforços de conteúdo em diferentes canais (exemplo: agregar a produção de vídeos e e-mail marketing à sua estratégia);

C) Criar parcerias com players de importante destaque em seu mercado.

  • Urgência

Infelizmente, um hábito comum de grande parte das pessoas é tomar medidas somente quando não há mais alternativas. Isso acontece pois o estado de urgência obriga você a agir para evitar que algo pior aconteça. 

Sendo assim, conteúdos que mostram, por exemplo, as consequências de não investir ou ressaltam a possibilidade de perda são formas de despertar este gatilho.

  • Escassez 

Semelhante ao gatilho anterior, a escassez é outro aspecto que convida o lead a agir. Ela é ligada especialmente ao medo da perda: ninguém gosta da sensação de ficar para trás. Por isso, acabam acelerando o processo de decisão para garantir o produto. 

É muito comum em promoções e conteúdos que fazem o lead acreditar que está diante de uma oferta temporária e limitada.

Existem outros gatilhos mentais, mas estes três são os mais utilizados em textos que vendem

Quer conhecer o uso de gatilhos em diferentes formatos de conteúdo? Então, acesse este conteúdo aqui e veja como eles podem ser usados também em vídeos. 

Dica 2: Faça um bom trabalho de SEO

Hoje em dia, todo mundo pergunta qualquer coisa para o Google. Com a facilidade de acesso à internet, esta é a primeira alternativa da grande maioria de pessoas quando surgem dúvidas.

Isso acaba tornando o motor de buscas uma porta de entrada para grande parte dos leads na jornada de compra. Portanto, nada mais inteligente do que investir esforços em estar bem posicionado no Google. 

Para isso, recomendo que você aplique boas práticas de SEO em suas produções.  

Exemplos práticos de SEO incluem:

  • Pesquisa e aplicação de palavras-chave:

Grande parte do sucesso dos textos que vendem está na escolha das palavras-chave certas. Afinal, seu conteúdo só será encontrado se você antecipar quais termos suas personas estão pesquisando.

Isso parte do conhecimento aprofundado das personas, mas também de análises semânticas para encontrar variações de um mesmo termo. O ideal é trabalhar com palavras-chave primárias e secundárias para cobrir um número maior de possibilidades.

Elas podem ser pesquisadas em ferramentas como o UberSuggest e o próprio Planejador de Palavras-Chave do Google. 

Dica importante na hora de planejar: considere quesitos além do volume de buscas de cada palavra-chave.

Pense naquilo que seu público pesquisaria, nos termos que melhor se adequem à sua intenção de busca e não deixe comparar suas produções com o nível de autoridade e qualidade dos artigos mais bem posicionados no Google.

Uma vez selecionadas as palavras-chaves, basta otimizar os textos garantindo sua inclusão em meta tags e atributos rastreáveis pelo motor de buscas.

[Leia mais sobre boas práticas de SEO aqui!]

  • Escaneabilidade:

Tanto o Google quanto seus leitores gostam de compreender rapidamente do que se trata um determinado conteúdo.

 Imagine que boa parte dos visitantes costuma varrer a página antes de ler para verificar se o material atende a suas expectativas.

Por isso, títulos e subtítulos interessantes são tão importantes. Eles chamam a atenção e fazem com que o leitor identifique rapidamente do que se trata cada parte do texto. 

Se eles forem relevantes, ele irá parar e ler o texto. Se não forem, são grandes as chances de que abandone o conteúdo imediatamente e não leia o material inteiro para descobrir se vale a pena.

  • Links e CTAs:

Links e CTAs são de grande importância, eles  melhoram o tráfego da sua página e engajam o lead na jornada de compra. Pense na estratégia de Inbound como uma sucessão de passos para chegar até o momento da compra.

Acima de tudo, um texto vencedor deve sempre direcionar o usuário para o próximo passo. Isso é feito através de links internos e Calls to Action (CTAs) para materiais mais aprofundados. Passando, assim, de um conteúdo de topo para um de meio e em seguida para um de fundo de funil.

Dica 3: Trabalhe com profissionais qualificados

Finalmente, como citamos mais cedo: Inbound Marketing não é trabalho para amadores. Não basta chamar o “primo da amiga que escreve bem” e pedir para que produza um conteúdo sobre tal assunto. Há uma série de conhecimentos específicos que precisam ser levados em consideração na hora de comprar artigos para blog.

Se optar por produzir internamente, busque profissionais com experiência em Marketing de Conteúdo e faça testes de redação para verificar se eles entendem verdadeiramente de SEO. 

Caso não esteja disposto a investir em profissionais com conhecimento técnico aprofundado, terceirizar a produção é uma excelente alternativa!

Vale lembrar que, mesmo que você produza internamente, deverá, antes, articular processo de produção de conteúdo.

Este processo deve deixar claro as responsabilidades de cada área, os touchpoints com redatores, os prazos a serem cumpridos e os sistemas de avaliação de cada entregável.

Espero que nosso exemplo o ajude a, também, alcançar bons resultados com a criação de textos que vendem.

Ficou com alguma dúvida em relação ao funcionamento do nosso processo?

Quer ajuda para replicar este processo ou está pronto para confiar em nosso trabalho e começar a produzir textos incríveis com a Gummy? Não deixe de entrar em contato, será um prazer ajudar você nessa jornada para produzir textos que vendem.

Ferramentas para criação de vídeos online

Ferramentas para criação de vídeos online

Para ser bem sucedido a frente do departamento de Marketing, você precisa se atualizar constantemente. Diante disso, imaginamos que você já esteja com o olhar voltado para a tendência do vídeo marketing e as ferramentas de vídeos para essa produção.

Como o assunto está em alta (inclusive, temos vários conteúdos sobre vídeos aqui em nosso blog), muitos estão se aventurando em criar seus próprios vídeos e diversificando a produção de Inbound. É justamente pensando nesse pessoal que decidimos criar um post para apresentar algumas das melhores ferramentas de vídeos disponíveis no mercado. 

Você vai ler sobre:

  • 3 ferramentas de vídeos para você utilizar em sua empresa;
  • Como potencializar a criação audiovisual com ferramentas de vídeos;
  • A importância de criar vídeos de qualidade.

O potencial do audiovisual com ferramentas de vídeos

Com o avanço das tecnologias digitais, o vídeo se tornou um verdadeiro divisor de águas para as estratégias de Inbound. 

Não adianta mais investir apenas em conteúdos tradicionais do Marketing Digital – como blogposts e redes sociais.

O consumidor de hoje exige um passo além: você precisa produzir conteúdos que façam jus ao dinamismo e interatividade dos nativos digitais. A prova disso é o dado de que 68% dos consumidores prefere se informar sobre um produto através de vídeos curtos.

Vídeos estes que podem estar em diferentes formatos, para abranger todas as etapas da jornada de compra. 

Conforme a mesma pesquisa da HubSpot, estes são os formatos que os leads desejam consumir:

  • 39% quer mais vídeos explicativos;
  • 20% gostaria de assistir mais virais;
  • 12% preferem os demos;
  • 10% gostam de vídeo blogs;
  • 9% prezam pela interatividade no conteúdo em vídeo;
  • 6% querem ver mais tutoriais de softwares.

Certamente, a demanda por vídeos é grande e o investimento por parte das empresas também: 87% já está produzindo esse tipo de material – e a perspectiva é que o número cresça cada vez mais. 

Nesse cenário, você precisa de muita qualidade para chamar a atenção e ter diferencial competitivo.

É um trabalho para profissionais capacitados-  e que precisa das ferramentas certas para proporcionar bons resultados. Afinal, boas ideias com execuções medíocres são apenas desperdício do seu potencial.

Não deixaremos você cair nessa: se estiver buscando ferramentas de vídeos para deixar suas produções cada vez mais incríveis, está no lugar certo! 

Sem mais delongas, conheça nossas sugestões para fazer a diferença na execução de sua estratégia de Marketing. 

3 ferramentas de vídeos para criação de conteúdo online

A concorrência é grande. Quase todo mundo pode produzir conteúdo em vídeo, basta ter um smartphone que já é possível gerar muito material. 

Entretanto, o diferencial está em conferir ao material um aspecto profissional, que faz com que ele se destaque diante dos demais.

O segredo para alcançar esse efeito está em dois ingredientes:

  1. Profissionais especializados em produção de vídeo, capazes de planejar e executar a produção audiovisual com maestria;
  2. Ferramentas de vídeos para dar aquele toque final e gerar resultados com mais qualidade.

Caso já tenha os profissionais certos à disposição, é hora de olhar para as ferramentas de vídeos que irão potencializar o seu trabalho! Vamos lá?

1. Collaj

Collaj é uma das ferramentas de vídeos mais utilizadas tanto para criação, quanto para a edição do material. Ele funciona em diferentes sistemas operacionais, podendo ser utilizado tanto em Windows quanto em Macs.

Seu design é projetado para ser simples: qualquer pessoa da equipe é capaz de utilizar o software e alcançar resultados interessantes. Por meio dele é possível criar vídeos de gravação da tela, webcam, áudio – ou tudo ao mesmo tempo!

Além disso, também é possível gravar vídeos multi-stream com integração de slides em Power Point.

Entretanto, este não é um software gratuito. Sua versão demonstrativa permite gravar e editar somente até dois minutos de vídeo. 

Por isso, se quiser o máximo de suas ferramentas de vídeos, é válido considerar o investimento e adquirir a versão que mais se encaixa para sua empresa.

Veja um vídeo demonstrativo do software em funcionamento:

https://www.youtube.com/watch?v=AImObKKyptU – INSERIR VÍDEO

2. Soapbox

Se a grana estiver curta e um investimento como o Collaj fora de cogitação, talvez o Soapbox seja a melhor opção.

Ele é uma ferramenta gratuita que funciona através de uma extensão para Google Chrome. Com isso, você consegue criar e editar vídeos profissionalmente direto do navegador, em qualquer laptop. 

Apesar dos resultados serem bons, é um software indicado para pessoas sem conhecimento da linguagem. Logo, pode ser que um profissional da área talvez sinta falta de alguns recursos – mas para quem está começando é de grande utilidade!

Dentre suas ferramentas de vídeos está a possibilidade de gravar a tela e a webcam, intercalando entre as duas se for necessário.

Confira a apresentação do software em vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=BxkTP2nUjhU INSERIR VÍDEO

3. Sony Vegas

Agora, se você é profissional da área e está seguro para ir direto ao módulo avançado, o Sony Vegas é a melhor opção! 

Atualmente, ele é uma das alternativas mais completas do mercado voltado para um público que já tem conhecimento sobre ferramentas de vídeos.

Apesar de não ser tão intuitivo quanto as sugestões anteriores, os resultados valem a pena. Os recursos do Sony Vegas geram materiais absolutamente profissionais, permitindo controlar aspectos como: 

  • Tratamento profissional para áudio;
  • Vídeo HD com áudio Dolby Digital;
  • Edição em 3D.

E muito mais! Assista o demo do Sony Vegas Pro para entender a capacidade do produto:

https://www.youtube.com/watch?v=dmILYkAA68Q INSERIR VÍDEO

É claro que existem outras alternativas, mas essas três já servem para profissionais em diferentes níveis de intimidade com a produção de vídeos para Marketing Digital.

Outra boa saída é contratar uma produtora de vídeo especializada e deixar que eles façam o serviço. Você terá a garantia da qualidade e de um trabalho totalmente minucioso – uma vez que estes profissionais conhecem as ferramentas de vídeos certas para cada ocasião e, assim, alcançar o efeito que você deseja.

A produtora pode dar conta de todas as etapas da criação, deixando que você fique livre para cuidar de outros assuntos importantes para a sua estratégia.

E então? Qual será sua opção: produzir internamente com ferramentas de vídeo ou contar com ajuda de profissionais especializados? Seja qual for, o importante é investir em Vídeo Marketing o quanto antes para não ficar para trás! 

Portanto, se precisar de uma mãozinha, entre em contato conosco! 🙂

Comente abaixo quais ferramentas de vídeos já trouxeram os melhores resultados para você.

Porém, não pare agora: o Vídeo Marketing pode te levar ainda mais longe. Baixe o e-book “Como gerar resultados com vídeo” e saiba como chegar lá!

Até mais! 😉

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