Conteúdo épico: conceito, vantagens e como produzir

Conteúdo épico: conceito, vantagens e como produzir

Épico não é o conteúdo que transforma a leitura em uma verdadeira batalha. Até porque se ele não for interessante, será abandonado. 

Qualidade. Essa é uma palavra ou um adjetivo que ninguém pensa em descartar. Ao adquirir um novo produto, saborear uma refeição, apreciar um vinho ou até mesmo ouvir uma música o que se quer, independentemente do gosto ou estilo, é qualidade. 

Assim também acontece com o consumo de conteúdo. 

Mesmo tendo a perfeita noção do termo, nem sempre é fácil encontrar materiais de qualidade na internet. Mas, sabendo que o usuário não abre mão dela, que tal começar a pensar na produção de conteúdo épicos.

Vamos desmistificar a produção desse tipo de conteúdo e falar sobre como criá-los. Até porque conteúdo de qualidade ainda é diferente de conteúdo épico. Para se tornar um conteúdo épico, é preciso marcar, mudar a vida do usuário de alguma maneira.

É assim que acontece conosco: ao iniciar a leitura de uma conteúdo útil, escrito de forma memorável, paramos tudo o que estamos fazendo para ler, não é mesmo? Esse tipo de conteúdo é altamente impactante, altamente inspirador e, ao invés de gerar dúvidas, gera engajamento e autoridade para a marca. 

Neste post, você lerá sobre:

  • O que é conteúdo épico?
  • Os 8 ingredientes do conteúdo épico;
  • 9 dicas para a produção de conteúdos épicos. 

Como pensar a produção de conteúdos épicos?

 

Como uma pessoa ou marca pode firmar autoridade na internet?

É sempre por meio do conteúdo que ela produz. Apesar de publicar ideias memoráveis, muitas empresas ainda deixam dúvidas com os usuários. 

Logo, um conteúdo épico é um conteúdo muito bem otimizado em critérios SEO, e ao mesmo tempo, muito aprofundado para o leitor. Ele precisa resolver o problema do usuário, sanar suas dúvidas e demonstrar, de fato, preocupação com a audiência. E é possível criar esse tipo de conteúdo independentemente da área de atuação.

Você pode estar pensando que essa possibilidade é uma raridade apenas acessada ou concedida a algumas pessoas. Mas, isso não é verdade. A produção de conteúdos épicos não é apenas exclusividade de alguns.

Com dedicação, é possível alcançar o conteúdo dos sonhos. E, claro, trazê-lo para a realidade. 

Sabemos que ninguém dispensa o que é bom, o que dá esperança e resolve problemas – ou, então, que choca o mundo de forma muito positiva. Mas, como chegar nesse nível de qualidade?

 

Os 8 ingredientes do conteúdo épico

  1. Informação;
  2. Originalidade;
  3. Criatividade;
  4. Capacidade de oferecer soluções;
  5. Abordagem profunda;
  6. Argumentos consistentes;
  7. Possibilidade de inspirar;
  8. Apresentação do conteúdo. 

Parece simples? Na prática não é tão fácil assim, mas como já dissemos, não é impossível. 

Apesar de você utilizar os ingredientes acima, é bom ficar atento a algumas dicas de como produzir um conteúdo épico. 

Está preparado para chamar a atenção e atrair os usuários com a produção de conteúdos épicos?

9 dicas para produção de conteúdos épicos

1. Você precisa saber o que está dizendo

Parece óbvio, mas tem muita gente produzindo conteúdo desatualizado! 

Se tudo o que acontece está na internet, publicar conteúdo velho parece chover no molhado. Logo, ao produzir um conteúdo, informe-se. A leitura é a melhor aliada da escrita. 

Você realmente precisa saber o que está dizendo.  

2. Entregue solução, não dúvida

Quando uma pesquisa é feita no Google é porque o usuário tem dúvidas. 

Se ele procura a resposta é porque quer encontrar a solução. Então, se você produz conteúdo, obviamente não irá querer decepcioná-lo. Cumpra com aquilo que se propõe a fazer.

Isso significa, também, repensar títulos e entregar o que está anunciado neles.

 

3. Aprenda a contar histórias


Quem dispensa uma boa história? É por isso que o storytelling é o queridinho em qualquer estratégia de conteúdo. 

Qual é a história por trás da sua marca? Qual é a história do seus bastidores? Qual é a história do seu produto? Por que você faz o que faz? 

Quando a gente conhece a história, começa a pertencer àquela narrativa. Ao conhecer a história, já estamos comprando a ideia – uma boa história aproxima, jamais distancia. 

 

4. Saiba como apresentar o conteúdo

O conteúdo épico pode vir em diversos formatos: vídeos, infográficos, textos, listas… Existem muitas possibilidades de entrega. 

Ainda assim, não descarte a forma como você usa as palavras. Não descarte o olhar atento ao que diz: saiba o momento certo de suavizar a fala ou de entregar uma informação exclusiva. 


5. Conecte o seu leitor

Sabe quando a conexão acontece? Quando o usuário esquece o que estava fazendo antes de começar a ler. E isso só é possível se o conteúdo o fisgar

Um conteúdo épico é sempre certeiro para conectar leitores e inspirá-los. E é por isso que cria engajamento e, por consequência, aumento de tráfego dos blogs e websites. 

O usuário se conecta à história ou não consegue soltar a informação que contém nela. As duas alternativas são muito bem-vindas! 

6. Use ferramentas épicas

Uma boa dica para seguir blogs e marcas que entregam informações interessantes e que podem ser um verdadeiro convite para a inspiração é usar o Feedly. 

Outra é utilizar o Quora – uma ferramenta de perguntas e respostas que podem dar um up nos seus conhecimentos gerais. E o bacana é que é possível fazer filtros por interesse. 

Por falar em interesse, o Buzzsumo é uma ferramenta que lista os artigos conforme a sua área de interesse. 

Assinar boas newsletters também é uma excelente forma de estar sempre bem informado e atualizado.


7. Conheça seus concorrentes e seus leitores

Além de ter conhecimento de sobra sobre o que se propõe a escrever, nunca desperdice a chance de conhecer bem os seus concorrentes e a sua audiência. Parece um conselho batido, mas é muito importante que você pesquise para saber o que os competidores estão entregando e como estão fazendo isso. 

Da mesma forma, é preciso saber quem está lendo o que você escreve. Aproveite a oportunidade de interação e pergunte aos seus seguidores o que eles querem consumir. Quais são suas dicas para novos posts? 

Essa é uma boa forma de você nunca perder a inspiração para novos assuntos. Peça para que eles digam também qual experiência vivenciam ao navegarem em seu blog ou website. 

 

8. Revise o seu conteúdo

Parece uma dica irrelevante, não é mesmo? Mas acredite, não é. Assim como também é muito importante que você deixe o texto descansar por algumas horas antes de fazer a revisão. 

É nesse momento que você perceberá se alguma ideia está incoerente ou não. Poderá ter um novo e melhor insight, poderá melhorar o título, eliminar alguma parte desnecessária ou até mesmo aprimorar a escrita do texto.

A revisão é uma boa amiga do conteúdo épico, pode ter certeza! Com ela, você evita ainda cometer um erro fatal: a possibilidade de plágio.

 

9. Não confunda épico com perfeição

Por mais incrível que possa estar o seu conteúdo, é muito improvável que ele esteja perfeito. Todo conteúdo pode e deve ser melhorado. 

A cada novo conteúdo, mais experiência agregada –  inclusive para torná-lo melhor do que o anterior. É preciso aperfeiçoar o olhar crítico para aquilo que é produzido. Com esse pente fino necessário o conteúdo se torna cada vez melhor. 

Acertar na produção de conteúdos épicos é sinônimo de prender o leitor. De chamar a sua atenção. Mais do que isso, toda a inspiração que você teve para criar o material precisa ser transferida para o usuário. 

Quando a sua audiência está fascinada pela sua marca, ela está propensa a estar do seu lado. O aumento da audiência é um incentivo a escrever sempre mais e melhor. 

Épicamente falando…

 

Você já está cheio de insights para a sua produção? A criatividade não tem limites. Para começar a engajar mais e mais leitores você apenas precisa começar por algum lugar… 

Se você está fascinado pelas possibilidades do conteúdo épico mas ainda não sabe como iniciar a sua produção, talvez esteja precisando de mais um incentivo.

Confira nossas dicas de como produzir conteúdos extremamente relevantes para o seu público. 

Também nunca é demais lembrar que, apesar da qualidade, a frequência também é muito importante: você não pode produzir um conteúdo sensacional e deixar ele sozinho em seu blog sem companhia nenhuma. 

E lembre-se: sempre é possível terceirizar a produção, contratando os serviços de uma agência de conteúdo digital para criar conteúdos interessantes e interativos – que possam conectar ainda mais você e a sua audiência. Afinal de contas, ninguém quer gastar tempo e dinheiro produzindo mais do mesmo.  

 

O que é um ambiente instagramável e como ele pode gerar conteúdo?

O que é um ambiente instagramável e como ele pode gerar conteúdo?

Você é desses(as) que não perde uma boa oportunidade de postar aquela foto incrível no Instagram? Se não é, certamente tem algum amigo ou amiga que seja.

Afinal, a plataforma segue firme e forte entre as redes sociais favoritas de marcas e usuários. Não é à toa que essa característica gerou uma nova tendência no Marketing: o ambiente instagramável.

O termo tem se revelado uma excelente maneira de engajar os clientes, gerar compartilhamento orgânico e trabalhar o branding da marca.

Neste conteúdo, você lerá sobre:

  • O que é um ambiente instagramável?
  • Marcas que utilizam o ambiente instagramável com sucesso;
  • Como gerar conteúdo a partir do ambiente instagramável.

O que é um ambiente instagramável?

Não é de hoje que muito se fala sobre a criação de experiências com a marca nas estratégias de Marketing. Já está quase superado o Marketing tradicional – voltado para produtos.

O negócio agora é colocar os clientes e leads no centro do processo comercial, criando interações significativas com eles.

O básico de qualquer estratégia é gerar conteúdo relevante e de qualidade para as diferentes mídias. Posts para redes sociais, blogs, vídeos para YouTube… A lista vai longe! Limitada apenas pela sua criatividade e capacidade técnica de executar as ideias mais mirabolantes.

Nesse sentido, pensando em causar impacto em um mundo cada vez mais apegado à imagem e conteúdos visuais, chega a tendência do ambiente instagramável.

O objetivo dessa técnica é criar ambientes, produtos e experiências que valham o clique. Ela apela para o hábito contemporâneo de registrar tudo em imagens e oferece conteúdo visual impactante. Tudo – é claro – sempre muito bem alinhado com os interesses das personas e com próprio branding da empresa.

O ambiente instagramável deve ser visualmente tão instigante a ponto de agregar valor às fotos do lead. Logo, ele irá voluntariamente compartilhar essa imagem em suas redes sociais – geralmente marcando os perfis oficiais da loja.

Utilizar o ambiente instagramável junto de uma campanha com alguma hashtag específica é o ideal para aumentar o alcance da estratégia de Marketing, por exemplo.

Além disso, o ambiente instagramável é uma forma única e criativa de explorar o branding da marca. Afinal, trata-se de uma verdadeira instalação artística de sua marca. Nela, você tem muito espaço para expressar de forma criativa seus valores e toda a identidade que deseja comunicar aos clientes.

Ou seja, você cria um ambiente legal e, então, seus próprios clientes e visitantes passam a gerar conteúdo para você. Não é demais?

Por que o Instagram?

Naturalmente, o interesse nessa rede social não poderia ser diferente. Dê uma olhada no quadro abaixo para entender o impacto do Instagram no Marketing Digital:

  • 1,1 bilhão de pessoas usam o Instagram a cada mês, com uma taxa de interação de 2,2%! (Para você ter uma ideia, o Facebook tem somente 0,22%);
  • 25 milhões das contas ativas são perfis de empresas;
  • 80% dos usuários segue, no mínimo, um perfil comercial;
  • 60% usam o Instagram para conhecer produtos;
  • 75% tomam ações de compra a partir da interação com a rede.

Fonte: https://blog.hootsuite.com/instagram-statistics/

Para você ter uma ideia mais concreta do que é um ambiente instagramável, trouxemos algumas inspirações!

5 exemplos de ambientes instagramáveis que deram certo

Selecionamos exemplos de empresas que optaram por investir em um ambiente instagramável para gerar conteúdo e ganharam os holofotes.

Veja como são ideias incríveis!

1 – Galerias Melissa

Nosso primeiro exemplo são as galerias Melissa, presentes em diversas cidades do mundo – como Nova Iorque, Londres e São Paulo.

O objetivo delas é criar um espaço onde arte, moda e design possam conviver perfeitamente, oferecendo ao público uma verdadeira experiência estética ao conhecer os seus produtos.

As fachadas mudam constantemente, abusa-se do uso de cores e imagens digitais de modo instigante e arrojado. Nas palavras do próprio Mudi Randolph, o artista por trás da galeria Melissa de SP:

“Busco criar experiências imersivas e dinâmicas, nas quais as dimensões e sentidos se confundem. Arte, pesquisa e invenção devem fazer parte do nosso dia a dia, e não se restringir apenas a museus, galerias e laboratórios”.

Para você entender como funcionam esses espaços, abaixo temos o vídeo de uma Youtuber brasileira conhecendo a galera Melissa de Nova Iorque. Olha só:

2 – Lojas Marisa

As lojas Marisa resolveram entrar na onda para o Natal de 2018. Para tanto, criaram uma vitrine instagramável utilizando bolas natalinas gigantes e muito dourado.

Para ter mais eficiência na campanha, as pessoas que tiraram fotos no ambiente instagramável foram convidadas a postá-las em suas redes sociais com a hashtag #brilhounamarisa.

Outra estratégia da marca foi convidar influenciadoras brasileiras para fazerem as primeiras fotos da campanha e cumprirem o desafio do provador – onde teriam que montar looks com a coleção da época.

Abaixo uma foto da vitrine instagramável:

3 – Lojas Hering

As lojas Hering também aproveitaram o clima natalino para criar um ambiente instagramável.

Perceba como é tudo voltado para o consumidor: diferente da Marisa que apelou para um toque mais glamuroso e extravagante, a proposta da Hering foi mais lúdica e familiar.

A marca optou por trabalhar com o globo de neve, do qual todos temos alguma lembrança. Seja pela influência e lembrança dos clássicos filmes de Natal ou pela nostalgia do divertimento ao brincar com um.

Sua campanha de hashtags foi a #experiênciahering, já divulgando um novo modelo de negócios voltado para o consumidor.

Veja um vídeo do resultado da vitrine instagramável da Hering:

4 – Balas Fini:

As balas Fini levaram a tendência ao maior festival de música do Brasil, o Lollapalooza. Quem estava no evento pôde visitar o stand da empresa e ter uma experiência sensorial e instagramável única.

A marca disponibilizou carregadores para celular, um ambiente instagramável, brindes exclusivos e uma inovadora sala de sentidos. Tudo muito bem humorado, como é próprio da Fini: quadros com memes, tatuagens e muitas cores.

5 – Doritos:

A Doritos também aproveitou o Lollapalooza para divulgar sua campanha “Play for the bold” e lançar um novo sabor.

A marca tem investido fortemente no conceito musical, buscando uma imagem de atitude e fuga dos padrões tradicionais. Para a ocasião do festival, eles investiram na criação de um hostel para receber os ganhadores de uma promoção – o que por si só já é bem instagramável, né?!

Mas não pararam por aí: ainda assinaram o palco de música eletrônica (palco Perry by Doritos), montando um stand próximo. Com mais brindes, ambiente instagramável e, é claro, muito doritos pra matar a fome da galera!

Com esses exemplos dá pra ter uma boa noção de como essas ações trazem visibilidade para a empresa e experiências incríveis para o cliente.

Elas servem para aumentar o alcance da marca e chegar até um público que, talvez, não fosse alcançado através dos compartilhamentos massivos nas redes pessoais.

O resto é investir em redes sociais chamativas e interessantes e produzir conteúdo de qualidade para aproveitar a divulgação e engajar novos clientes.

Gostou? Então aprenda também como produzir conteúdos de alta performance e extraia o máximo de outros canais digitais.

Até a próxima!

Micro-momentos: o novo cenário da jornada do consumidor

Micro-momentos: o novo cenário da jornada do consumidor

Um momento é o que basta para dizer “sim” ou “não”. Para acertar na trave ou o fazer o gol. Para explodir numa gargalhada. Para fazer um registro… E, também, para entender que está na hora de trocar de computador ou de celular. Ou comprar aquela passagem que dará início a uma viagem muito esperada.

Esses são os momentos da vida. Eles podem ser feitos de começo, de reinício ou serem compostos de fim. Não sabemos em qual momento você decidiu ler este conteúdo, mas foi preciso existir este micro-momento para você decidir acessar a informação.

Neste exato momento, milhares de pessoas em todo o planeta estão fazendo escolhas. E todas essas escolhas são precedidas de um micro-momento.

Basta um instante – ou um micro-momento – para você ganhar ou perder um cliente. Atualmente, a batalha não é apenas para colocar um produto à venda: é para conquistar corações em meio à tanta informação e oferta e ganhar o impulso da tomada de decisão – e, assim, converter um lead.

É sobre essa quase fração de segundos que pode mudar tudo que vamos falar neste conteúdo.

Você lerá sobre:

  • Os micro-momentos e a sua estratégia de Marketing;
  • As quatro categorias de micro-momentos de acordo com o Google;
  • As vantagens que o estudo dos micro-momentos proporciona.

Os micro-momentos e a sua estratégia de Marketing Digital

É num micro-momento que milhares de pessoas pelo mundo procuram alguma informação na internet a partir de seus smartphones. Essa constatação até pode parecer banal e evidentemente corriqueira, mas é esse é o “x” da questão.

Para o Marketing Digital, os micro-momentos tem a ver exatamente com essa conexão crescente com os aparelhos móveis. Muitos profissionais ainda não se deram conta que esse fenômeno precisa ser observado com uma lupa. Compreendido e, então, precedido de uma ação.

No Marketing Digital ou de Conteúdo, esses instantes sobre os quais tanto falamos estão revolucionando as regras. Os micro-momentos caracterizam o comportamento do consumidor. E por isso que é tão importante compreendê-los.

Usuários estão mais objetivos no mundo digital. Logo, estão aumentando a taxa de conversão mobile – que é quando se efetua a compra por meio de um dispositivo móvel. É preciso acompanhar essa tendência, oferecendo o que fato está sendo solicitado.

Para captar esse micro-momento de decisão, é fundamental aperfeiçoar a experiência do consumidor por meio da otimização dos sites em que ele navega. Uma pesquisa é feita no Google, ao mesmo tempo em que uma mensagem é enviada, que se checa o horário, que se faz uma foto, que se publica em uma rede social…

Os micro-momentos não são atos isolados, eles acompanham a tendência dos dias atuais. E tudo isso pode estar acontecendo em muitos lugares. Na rua, em casa, no shopping, na escola, no trabalho. Mas, sempre a partir dos smartphones – ou na grande maioria das vezes.

Podemos dizer que essa tendência é um diferencial para as estratégias de Marketing. Profissionais da área tem a nobre missão de captar qual é o micro-momento em que os consumidores estão mais receptivos.

O fato é que existe um micro-momento em que os consumidores sentem a necessidade de fazer uma pesquisa para encontrar alguma informação ou produto. É o momento das marcas causarem – ou não – um impacto positivo. Quem consegue satisfazer essa dúvida ou necessidade, acerta o alvo.

As quatro categorias de micro-momentos de acordo com o Google

Esse assunto é tão crucial que o Google dividiu os micro-momentos em quatro categorias. Essas etapas ajudam a esclarecer a jornada de compra. Veja só:

  • Momento “eu quero saber”;

 

  • Momento “eu quero ir”;

 

  • Momento “eu quero fazer”;

 

  • Momento “eu quero comprar”.

 

Vamos entender, a seguir, o significado de cada um deles.

1 – Eu quero saber

Aqui o usuário ainda não tem a percepção da necessidade de compra. Ele utilizou um mecanismo de busca como o Google para fazer uma pesquisa e o que ele procura é uma informação.

Ele quer saber mais sobre determinada marca, produto ou serviço. Talvez tenha sido atraído por conta do que ouviu a respeito, ou tenha gostado de algum anúncio ou conteúdo relacionado na internet – ou em algum outro meio de comunicação. Logo, ele quer e precisa saber mais!

2 – Eu quero ir

Quem quer ir já sabe que tem um destino. É preciso apenas encontrar o caminho para chegar onde se quer. Muitas vezes, essa decisão é tomada depois de buscar a localização.

É o micro-momento em que o usuário pesquisa no Google quais são os restaurantes, por exemplo, mais próximos de onde está. A intenção é clara: chegar a algum lugar.

Nesse sentido, todas as estratégias de Marketing local são bem-vindas.

3 –  Eu quero fazer

Toda a vontade aqui é de colocar a mão na massa. Quem quer fazer, geralmente pesquisa como fazer.

Soluções simples, porém explicativas, e que contenham as explicações mais completas são as preferidas: elas atendem exatamente ao que o usuário deseja.

Vídeos que explicam como fazer são tudo o que o usuário quer nesse micro-momento.

4 – Eu quero comprar

A intenção de compra é clara. Pode-se perceber a intensidade da decisão de compra do usuário através do que ele digita no Google. Se pesquisar por um produto “x” ou por uma marca específica em detalhes, já está com a compra praticamente garantida.

Pesquisar por “pisos para a cozinha” é diferente de fazer uma busca por porcelanato ou laminado de madeira, por exemplo.

É hora de entregar o produto.

As vantagens que o estudo dos micro-momentos proporciona

Agora que já sabemos quais são os quatro tipos de micro-momentos e já percebemos que eles podem ser decisivos, você pode estar se perguntando: por que eles são tão importantes?

A resposta é simples: apesar de serem decisivos para impactar na decisão dos consumidores, são ótimos pretextos para que as marcas entreguem as respostas certas para cada micro-momento. É uma forma perfeita para se aproximar de um cliente ou de um lead.

E para que essa aproximação aconteça, como já dissemos neste conteúdo, nada melhor do que oferecer as respostas certas nos momentos certos para os usuários.

Ser útil para a audiência

A outra possível pergunta que você pode estar se fazendo é: como é possível?

Analisando o comportamento do consumidor. Basta estudar com atenção quais foram os termos de busca para os quais as suas páginas aparecem nos resultados do Google. Utilize a ferramenta Google Search Console e procure pelos padrões.

Se for preciso, é fundamental otimizar o conteúdo.

A grande sacada é conseguir a conexão com o consumidor nos micro-momentos em que ele se encontra. Conseguir fazer essa aproximação exata e entregar a informação ou o produto que ele precisa na hora e no lugar desejados. Ou, melhor do que isso, independentemente da hora e do lugar.

É preciso compreender qual é o conteúdo que deve ser entregue. Até por que, de uma coisa já temos certeza: ele precisará chegar por meio dos dispositivos móveis. E para que isso seja possível, seu site ou blog precisa estar otimizado para aparelhos mobile.

Um micro-momento é uma preciosidade. Acertar na entrega de conteúdo para cada micro momento também.

Se você se interessou por esse conteúdo, continue conosco: talvez possa gostar de saber também como produzir conteúdos extremamente relevantes para o seu público.

Esperamos que o micro-momento de decisão para esta leitura tenha se convertido numa excelente experiência de aprendizado sobre Marketing Digital. Até a próxima!

O que é conteúdo evergreen e por que você deveria pensar em criá-lo

O que é conteúdo evergreen e por que você deveria pensar em criá-lo

Evergreen não é a música de Barbra Streisand, mas, assim como a canção, é um tipo de conteúdo que dura – sem prazo de validade. Traduzido do inglês, evergreen significa, literalmente, perene.

Acabamos de responder a provável primeira pergunta sobre esse tema: o que é o conteúdo evergreen? Mas iremos, ainda, elaborar e responder mais algumas questões que irão ajudá-lo com esse tipo de material tão desejado e, ao mesmo tempo, tão essencial.

A nossa intenção é produzir e falar da relevância do conteúdo permanente, que permanece fresco por um longo período de tempo.

Para que não perca o timing, o conteúdo evergreen não inclui informações pontuais como notícias e tendências, por exemplo. Ele pode ser acessado e continuar relevante durante um longo período.

Estamos falando de anos. Por isso, também podemos dizer que eles atraem cliques longos. Muitos conteúdos evergreen são responsáveis pelo tráfego de diversos blogs e websites.

Neste post, você lerá sobre:

  • O que pode ser considerado conteúdo evergreen?
  • Estratégias para produção de conteúdo evergreen;
  • Vantagens do conteúdo evergreen.

O que pode ser considerado conteúdo evergreen?

Se eles não incluem informações factuais, então, podem ser encaixados em conteúdos como:

  • Artigos perenes com dicas ou tutoriais, por exemplo: “o passo a passo da arrumação da mala perfeita”;

 

  • Listas. Você pode criar blogposts como “10 estratégias de marketing atemporais”;

 

  • Ainda pensando em artigos, textos que entreguem dicas para se ter uma vida saudável ou sobre como alterar a rotina para incluir exercícios físicos no dia-a-dia são outra aposta que dá certo;

 

  • Postagens educacionais;

 

  • Glossários.

O ideal é adaptar a proposta da sua marca e os interesses do seu público-alvo para esse tipo de conteúdo.

Se você tem uma revendedora de carros, poderá criar posts que orientem sobre como economizar combustível ou como manter os bancos de couro do veículo com aspecto de novos por mais tempo, por exemplo.

Estratégias para produção de conteúdo evergreen

Ao contrário do que se pode pensar, a produção de conteúdo evergreen não é uma forma de tapar buracos ou de produzir conteúdo irrelevante. Esse tipo de produção é o que pode determinar a conversão de um lead, por exemplo.

Imagine que se passaram dois anos da publicação do seu conteúdo evergreen e, de repente, lá está ele como resultado de uma busca do Google. O usuário encontra o seu blog por causa do assunto que o interessa e, por meio dele, não apenas conhece ou revisita a sua marca, mas pode até mesmo tomar a decisão de compra.

O fornecimento de conteúdo perene não é tão fácil quanto a publicidade direta no curto prazo, mas pode influenciar e direcionar muito tráfego a longo prazo: ao melhorar a classificação nos mecanismos de pesquisa e também apresentar custos menores de manutenção de conteúdo.

Que tal você imaginar quais são as principais dúvidas que seus clientes podem ter em relação aos seus produtos? Que conteúdo você poderia oferecer para sanar as dúvidas de novos clientes que ainda estão se fazendo essas mesmas perguntas?

Aqui, você pode imaginar dois formatos que se encaixam perfeitamente para o tipo de conteúdo que estamos pensando em criar: glossários e listas.

Conseguiu imaginar como seria possível transformar as dúvidas de seus clientes em respostas nesses formatos? Você também pode falar sobre a estrutura do seu negócio, contar a história dele…

Ao contrário do que muitos empreendedores pensam, os bastidores de qualquer processo de produção são muito instigantes e até mesmo decisivos no momento de compra. É muito interessante saber porquê foram adotados tais sistemas de produção e em qual espaço eles são executados.

Por que o conteúdo evergreen não fica desatualizado?

Porque ele entra na categoria atemporal. A história da descoberta do Brasil será sempre a mesma, não é verdade? Ela nunca ficará desatualizada, embora seja antiga.

Esse exemplo serve para você pensar em quais conteúdos pode criar que não sejam fruto do resultado do último mês, mas sim de décadas, e que exatamente por conta disso não perde a validade. Artigos históricos sobre sua empresa, marca ou produto são exemplos de conteúdo evergreen, como falamos acima.

Embora nem todo conteúdo evergreen seja eterno, eles têm sim uma vida muito longa – e é nesse intervalo de tempo que acabam se transformando em ótimas soluções para a sua estratégia de conteúdo.

Conteúdo sazonal e em tempo real

Quais são as plantas mais indicadas para o jardim de inverno? Nem precisamos de muitas explicações para perceber que esse conteúdo pode ser relevante a cada outono – quando pensamos na troca das flores em casa para que durem na estação mais fria do ano.

Esse é um bom exemplo de conteúdo sazonal.

Conteúdos que não estejam relacionados a um período específico do ano, mas sim da vida, também podem ser classificados como sazonais, e neste sentido, “dicas para escolher a casa própria” encaixam-se perfeitamente.

Já o conteúdo real é aquele que perde a validade na mesma velocidade em que as horas passam. Ou seja: hard news, as notícias do dia a dia. O anúncio do acidente que vitimou dezenas de pessoas é real, mas a falha mecânica que foi apontada como causa da batida pode ser uma derivação de um conteúdo real que se perpetuará com uma vida mais longa.

E por que estamos dando esses exemplos? Porque eles podem servir de inspiração para que você produza conteúdo sem prazo de validade até mesmo baseado em conteúdos com vida curta.

Geralmente, o conteúdo evergreen é o oposto do conteúdo viral em termos de durabilidade.

O conteúdo viral pode ser muito bem utilizado para a divulgação de uma marca ou produto, mas ele perde a validade com a mesma velocidade com que se espalha na internet.

É justamente porque tudo passa muito rápido na internet que o conteúdo evergreen é muito relevante: ele continuará sendo pesquisado e interessante hoje, amanhã e daqui a um ano ou mais.

Vantagens do conteúdo evergreen

Outra boa notícia é que, apesar de não expirar o prazo de validade, esse tipo de conteúdo também comporta vídeos e infográficos além de postagens de texto.

E são a melhor forma de engajamento porque podem ser linkados por muito tempo, também. A criatividade na hora da produção e depois, na escolha do formato, é o que faz a diferença na sua estratégia de conteúdo.

E, claro, algumas dicas são sempre bem-vindas!

Dicas para produção de material evergreen

Veja só:

  • Evite termos técnicos: especialistas geralmente não precisam desse tipo de conteúdo. Escreva para iniciantes;

 

  • Escolha um assunto e desenvolva-o. Depois, outros tópicos podem ser abordados em outros conteúdos;

 

  • Duas respostas são certeiras na hora de produzir conteúdo evergreen. Crie um conteúdo que responde ao “o que é” e “como fazer”. Torne-se a melhor resposta para as suas perguntas;

 

  • Tenha certeza de que o seu conteúdo está completo. Assim, o seu público não precisará fazer outra pesquisa e esquecer do seu conteúdo, marca e produto.

Outra estratégia de Marketing de Conteúdo relacionada ao conteúdo evergreen é que, ao criar postagens com assuntos que se complementam, você sempre pode lembrar de linkar o post ao conteúdo vida longa.

Esperamos que este post sobre conteúdo evergreen tenha ajudado você a compreender porque deveria pensar em criar conteúdos de longa duração.

Se você quiser, pode deixar nos comentários como foi a sua experiência com a leitura. E claro, se preferir, pode continuar navegando conosco  nas possibilidades do Marketing Digital.


Até a próxima!

 

Geração dividida: entenda o “millennial divide” e seu impacto na produção de conteúdo

Geração dividida: entenda o “millennial divide” e seu impacto na produção de conteúdo

Se você tem dúvidas sobre investir em marketing para millennials, preste atenção nesta estatística: a geração do milênio é composta de 75 milhões de indivíduos apenas nos EUA, com um poder de compra de mais de US $ 600 bilhões.

Engana-se quem pensa que os millennials ainda são adolescentes ou, no máximo, jovens que estão seguindo certas tendências de estilo e comportamento. Há muitos casais com filhos que também fazem parte desse grupo.

Consequentemente, estamos falando de uma geração que, em plena idade adulta, está adquirindo cada vez mais poder de compra, consumindo mais e ditando a cara e o tom do mercado.

Sendo assim, seja qual for seu público-alvo, é quase certo que você encontrará tomadores de decisão e influenciadores pertencentes a esta geração. Então por que não entendê-los melhor? Aproveite este conteúdo e leia sobre:

  • O “Millennials divide” e a divisão da Geração Y
  • Marketing para millennials: quem eles pensam que são?
  • O que o conteúdo deve oferecer para fisgar os millennials?

Millennials e o mercado:

Embora boa parte dos C-Level de grandes empresas ainda pertençam à uma geração anterior, é inegável o impacto das empresas modernas (especialmente ligadas à tecnologia) e de seus funcionários cada vez mais jovens em posições de decisão têm criado.

A influência é tamanha que tem causado uma verdadeira revolução na forma como são geridos os espaços de trabalho e os recursos humanos na empresas.

Afinal, quando pensamos em empresas inovadores, você provavelmente associa o pensamento a jovens da Geração Y trabalhando em um espaço bem decorado, com sofá para uma soneca e atributos descolados e divertidos, como mesas de sinuca, videogames e por que não, um tobogã, como na sede do Google em Tel Aviv.

Imagem relacionada

Não há dúvidas, portanto, que o mercado está sendo influenciado pelo comportamento Millennials no que diz respeito à novas formas de inovação.

Millennials divide e as suas subdivisões em categorias

Mas afinal, os Millennials são todos iguais?

Se você pensa isso, acaba que descobrir que a resposta é não!

No mundo há mais de 80 milhões de millennials. Eles começaram a nascer há exatamente 40 anos (a primeira geração é data de 1979 e a última nasceu, de 1995). E quanto mais próximos a esses extremos, maiores as diferenças entre eles.

Para o Google, este fenômeno tem nome. Chama-se Millennial Divide, ou a divisão da geração Y de acordo com a faixa etária.

Para além das quase duas décadas que os distanciam, as mudanças no planeta, é claro, interferem na sua forma de ver o mundo.

Logo, além de entender princípios de marketing para Millennials, o ideal é você saber com qual deles a sua marca anda conversando e, então, entender suas particularidades e reações a diferentes estímulos. 

Old Millennials

Segundo estudo realizado pelo Google, os Millenials se dividem, então, em dois grandes grupos.

De um lado, os “Old Millennials”, cuja idade varia entre 25 e 34 anos. Este grupo é formado por jovens adultos que viveram boa parte da vida sem internet.

Ser parte desta categoria significa ter sido criança nos anos 90, ter tido seu primeiro Smartphone quando já adulto ou adolescente e,  enquanto se divertia com brinquedos analógicos, ter acompanhado a popularização das primeiras versões do Windows, dos computadores Apple além de, claro, dever se lembrar deste barulhinho aqui.

Mesmo não sendo parte desta fatia de mercado, é importante observar alguns padrões situacionais e comportamentais inerentes a ela:

1) A maior parte dos Old Millennials está passando por momentos difíceis e que exigem grande maturidade.

Muitos vivenciam situações complexas como: conseguir um novo emprego, comprar uma casa ou apartamento, morar junto com o(a) companheiro(a), viajar ou morar para fora do país ou ainda o nascimento de um filho.

2) Adulting é uma palavra que você precisa conhecer se quiser entender melhor este público.

O termo, do inglês, é cada vez mais adotado em sociologia quando abordamos a Geração Y.

Segundo o dicionário Cambridge, Adulting é o ato de comportar-se como um adulto responsável e não como uma criança ou adolescente, em especial no que diz respeito a tarefas cotidianas, como comprar comida saudável, limpar a casa ou pagar boletos.

Embora a vida adulta gere muitos aprendizados e inúmeros memes, o fenômeno Adulting é responsável por uma certa sofrência dos Old Millenials, que frequentemente se comparam a seus pais em idade semelhante e enxergam um enorme gap entre os padrões econômicos vividos outrora e os atuais.

Ao mesmo tempo em que não há mais tempo para desfrutar da vida como um jovem descompromissado, ainda há muito o que conquistar para igualar-se às conquistas da geração anterior. Nesse sentido, “ser adulto” ou “adulting” é tão necessário quando doloroso.

Além disso, já era adulto em 2008 pode acompanhar a grande recessão mundial – que foi ditada pela quebra de grandes instituições financeiras. Essas interferências econômicas refletiram em desemprego e inflação e, consequentemente, trouxeram pessimismo.

3) Procuram por elementos que aliviem o “sofrimento” e facilitem suas rotinas,  como hacks e produtos “detox”

Como vimos, viver situações difíceis e tomar decisões adulta sem crise econômica faz com que os Old Millennials precisem esvaziar a cabeça de vez em quando. Eles adoram fazer isso acessando o YouTube, por exemplo.

Assim como consomem vídeos de “hacks” para fazer algo, há um constante sentimento de nostalgia e eles consomem muito conteúdo relacionado aos anos 90. Afinal, eles passaram a infância e início da juventude nessa década.

Young Millennials

De outro lado, temos os Young Millennials, a geração que já cresceu com medo de estar perdendo alguma coisa, totalmente acelerado pela cultura da velocidade e do imediatismo.

São considerados Young Millennials aqueles com idade entre 18 e 24 anos.

Ao contrário dos OM, já conheceram o mundo em plena recessão econômica e, por esse motivo, tendem a ser mais realistas e conscientes financeiramente.

Por esse motivo, valorizam o tempo dedicado aos estudos e têm a obtenção de títulos e diplomas como maior objetivo.

São hard users de redes sociais, mas respondem a estímulos específicos: não suportam propaganda e 58% afirma que prefere comprar de marcas com as quais se identificam, ou seja, dialogam com seus interesses.

O contraste na mesma geração

É uma forma de ver o mundo bem diferente de quem nasceu no fim da geração de millennials e passou a infância e adolescência nos anos 2000 – que já cresceu sem dar crédito ao milagre econômico, mas viu o mundo se modificar em um simples toque. A velocidade do touch trouxe inúmeras vantagens e ditou padrões de comportamento sem precedentes.

Para eles, smartphones e redes sociais são regra desde a escola.

Longe da nostalgia, para os young millennials a vida não só é agora, como só se vive uma vez.

Eles também gostam do Youtube, mas não para extravasar: no caso deles, ele é o maior parceiro na hora de aprender, já que o sonho do diploma é mais real para quem nasceu no início da geração de millennials.

Mas o que eles têm em comum? Ou como integrar essas duas gerações?

O acesso à informação é um caminho certeiro para ambas!

Marketing para millennials: quem eles pensam que são?

Para além de colocá-los em um gráfico, é preciso conhecer o que os interessa. Pelo que se apaixonam. Quais são seus dramas e como se comportam.

Essas informações são valiosas para  a sua estratégia de marketing para a geração Y. Vamos lá?

Sem anúncios tradicionais, por favor

Uma das coisas mais específicas que podemos dizer agora e que pode surtir o efeito que você deseja é: se quiser se comunicar com a geração do milênio, abandone a ideia de apenas divulgar uma marca.

Eles não são atraídos por esse tipo de estratégia – a menos que veja muito sentido em fazê-lo. Concentre-se em conteúdos relevantes: anúncios tradicionais não influenciam seu comportamento de compra.

O que o conteúdo deve oferecer para fisgar os millennials?

  • Nem pense em não ser original;
  • Logo, autenticidade é essencial;
  • Imagem é tudo;
  • Sem rodeios, seja direto!
  • Informe, eduque, inspire.

Vamos juntos acompanhar algumas características que podem definir a geração Y. Assim, poderemos desenhar um mapa informativo e bem intuitivo com estratégias de marketing digital para millennials.

O que nós queremos? Conexão!

Novo zapear da tv

É claro que essa geração assiste menos televisão e, se assiste, quase não presta atenção aos anúncios. Então, antes de irmos adiante, esqueça a ideia de produzir esse tipo de conteúdo, ok?

Por outro lado, informe-se sobre branded content na era digital. Você receberá informações de como adaptar a propaganda à nova era da informação. Não é nenhuma novidade que, para eles, passar o feed das redes sociais é o novo zapear da TV.

Você precisará dialogar com o tal “medo de perder algo” que a geração Y carrega. Esse receio foi batizado de Fomo. É ele quem faz com que essa galera cheque constantemente as mídias sociais, mantendo-se constantemente atualizados.

Eles não querem de jeito nenhum perder algum conteúdo.

Logo, una o útil ao agradável: produza conteúdos para que eles se conectem ao que você tem a dizer. Se os millennials sentirem que podem estar perdendo algo ao não acessar o seu conteúdo, você terá acertado o caminho.

Politicamente corretos e muito altruístas

O sistema de valores deles inclui – com muita força – o altruísmo. Não há mais como ignorar que essa nova geração quer fazer contato e manter relações com empresas que estejam engajadas com questões sociais e ambientais.

Não estamos apenas falando de causas que você pode ajudar ou colaborar com o trabalho. Os millennials querem mais do que isso.

Eles precisam compreender qual é o seu histórico como organização: a visão política dos seus executivos, o sistema de trabalho dos seus colaboradores e, ainda, como lida com as questões ambientais. E, acredite, eles querem mesmo saber! Conte tudo ou, melhor do que isso, não esconda nada.

Tente entregar algum valor, mas seja autêntico ao fazer isso. Aproveite, também, para dar ao seu público-alvo uma visão dos bastidores. Como a sua empresa funciona? Onde?

Lembre-se que a comunidade da geração Y é multicultural. Para se conectar efetivamente, não ignore campanhas que abordem várias subculturas étnicas.

Boca a boca online

A geração Y não faz a compra apenas pela sua necessidade. Para efetuar o pedido, eles levam em consideração, por exemplo, as avaliações online.

Também querem feedbacks de amigos e de familiares sobre produtos e marcas – e levam essas trocas muito em conta.

Eles acreditam que o conteúdo gerado por usuários tem mais valor do que aquele gerado pela própria empresa. É o tradicional boca a boca feito de forma eletrônica.

Mais do que isso, feito por meio de dispositivos móveis.

Dados para insights

Aproveite o fato dessa geração permanecer muito tempo online: extraia informações úteis sobre como você pode lançar seu produto ou modelar sua marca conforme a expectativa deles.

A internet também é espaço para a interação da sua empresa. Nas mídias sociais, comentários, dúvidas, reclamações, sugestões, estão todos abertos para quem quiser ver. Comente, agradeça, responda. Comunique-se.

Interação e educação

Se eles gostam mais de conteúdo gerado por meio de vídeos e compartilham mais esse tipo de informação, você já sabe o que fazer.

Eles certamente já não estão mais tão ligados no Facebook. Estão se comunicando com amigos, familiares e personalidades no Snapchat e Instagram. O Youtube também é um dos queridinhos dos millennials.

Lembra que eles adoram conteúdo interativo? Então, abuse de enquetes, infográficos, pesquisas – informações assim podem viralizar em segundos.

Confira nosso artigo sobre como produzir conteúdo para jovens para entender melhor.

Otimize seu conteúdo para vários dispositivos. Smartphone, tablet e laptop! E, claro, não esqueça que a autenticidade combina com todos esses formatos.

Esperamos que este conteúdo sobre marketing para millennials tenha sido útil e sanado todas as suas dúvidas sobre essa geração tão intrigante.

Quer se conectar com a gente? Conte-nos sobre sua experiência com a geração Y nos comentários. Até a próxima!

Produção de vídeo para marketing digital: guia completo

Produção de vídeo para marketing digital: guia completo

Há quem diga que uma imagem vale mais do que mil palavras… Nesse caso, você já parou para pensar sobre quanto vale um vídeo? Afinal, qual o valor da combinação dos conteúdos audiovisuais para o consumidor digital?

Se você hesita ao responder a esta questão, ou tem dúvidas produção de vídeo para Marketing Digital, dá só uma olhada nisso:

Comportamento do consumidor digital em relação a vídeos:

Com base nesses números, dá para ter uma boa ideia do impacto dos vídeos no cenário digital, certo?

Não é a toa que o vídeo marketing é considerado o maior aliado do marketing de conteúdo neste momento. Por isso, queremos que você conheça tudo sobre essa tendência!

Está chegando agora e deseja entender o que é vídeo marketing antes de avançar? Clique aqui.

Agora, já se sente pronto para obter um conhecimento mais avançado? Vem com a gente!

A seguir, leia tudo o que você precisa saber sobre produção de vídeos para internet. Confira!

 

Video Marketing: uma tendência para o sucesso

2018 foi ótimo para quem apostou em vídeo marketing: nos Estados Unidos, 81% era o número de empresas que já utilizavam a prática. Porém, em 2019, a expectativa é de que o crescimento seja ainda maior. Conforme os dados da Hubspot, o índice deve subir para 87% e a tendência, expandir-se para outras regiões do mundo.

De fato, em plena Era Digital, formatos amigáveis às redes sociais e aos dispositivos móveis estão dominando a web.

Um dos motivos que justifica a ascensão da popularidade dos vídeos é o fato de eles assimilarem um grande volume de informações em pouco tempo, além serem um formato de consumo fácil e que se adapta à necessidade e ao estilo de vida do consumidor digital.

Graças a conteúdo em vídeo, falta de tempo para acompanhar notícias, por exemplo, deixa de ser um problema.

Pense conosco: quantas vezes ao dia você se pega conferindo vídeos no Stories, vendo um vídeo que resume uma notícia e até mesmo compartilhando vídeos engraçados com amigos via whatsapp? A gente aposta que várias!

Pesquisas recentes acompanham esta reflexão e mostram que 55% das pessoas já assistem a vídeos online todos os dias.

Diante destas informações, qualquer profissional de marketing que almeja melhorias nos resultados já deve estar, no mínimo, considerando a adoção dessa estratégia.

Mas, afinal, como iniciar a produção de vídeo para marketing digital? Continue lendo para entender todo o processo.

 

Potencial das estratégias de Vídeo Marketing

Quando falamos no uso de vídeo, versatilidade é uma ótima palavra para definí-lo.

Graças ao enorme potencial de variação, uma ação de video marketing pode facilmente integrar diversos tipos de campanhas, sejam de marketing conteúdo, redes sociais e até mesmo branding.

Além disso, demonstram-se excelentes complementos para conteúdos escritos no marketing digital, com o diferencial de demonstrar grande capacidade de engajamento.

Isso se dá ao fato de vídeos serem materiais curtos, de fácil compreensão e, consequentemente, os favoritos para o compartilhamento em redes sociais.

Porém, não pense que apenas memes ganham relevância nos canais digitais. Um dado interessante mostrou que 83% de usuários que aceitam divulgar vídeos criados por uma marca.

Para isso, é fundamental que eles entregam valor e relevância para o seu público-alvo e, de alguma forma, chamem a atenção dele.

Para melhorar engajamento, tente despertar nos usuários algum tipo de emoção: alegria, tristeza, nostalgia, medo, curiosidade: quando o assunto é vídeo, não há limites para criar interações.

 

Tipos de vídeos favoritos do público

Dentre os formatos possíveis para a produção de vídeo, as possibilidades também são inúmeras, confira:

produção de vídeos para marketing digital

Fonte: Hubspot

Apesar de redes sociais propiciaram maior visibilidade os conteúdos em vídeo, esses canais não são as melhore opções para upload de vídeos. Nesse sentido, a preferência continua sendo o YouTube, o qual se mantém como o favorito por 87% das empresas.

Um ponto a considerar dentro do potencial do Vídeo Marketing é, também, sua rápida evolução.

Empresas e produtoras de vídeo que acompanham essas mudanças têm tudo para obter resultados concretos.

Por outro lado, aqueles que seguem tendências, devem manter-se cada vez mais alertas para não encontrarem dificuldades no futuro.

Para ter ideia de como o vídeo evolui conforme demanda, no Youtube, por exemplo, existe uma tendência crescente de vídeos otimizados para execução vertical – atendendo, portanto, a uma necessidade cada vez maior de consumo mobile.

Está aí um ponto para ficar de olho e considerar na produção de vídeo daqui para frente.

Em suma, o potencial Vídeo Marketing até apenas começando a ser explorado. Some isso ao fato de os custos de produção de vídeos são cada vez menores – hoje, é possível produzir vídeos utilizando apenas a câmera de um smartphone – e a perspectiva fica ainda maior.

Sendo assim, se você ainda não utilize vídeos em sua estratégia de conteúdo, atenção, não corra o risco de ficar para trás!

A seguir, separamos dicas preciosas para incentivar você a dar um passo adiante na produção de vídeos para marketing digital. Continue lendo!

Leia também: Por que os vídeos e podcasts estão bombando no Marketing Digital?

 

 

Como iniciar a produção de vídeos para Marketing Digital?

Nesse ponto, certamente você já entendeu porque o Vídeo Marketing é a maior aposta do Marketing Digital.

Agora, é preciso informações úteis para organizar a produção de vídeo de forma a obter resultados concretos.

Algumas das melhores práticas de produção de vídeo para internet que conhecemos, usamos e aprovamos, estão descritas  a seguir, começando pelo planejamento.

Primeiramente, é necessário planejar o material. Neste momento, você deve se perguntar questões como:

  • Qual o objetivo do meu vídeo? Ex: Vender um produto ou divulgar a marca, gerar leads.
  • Em que etapa da jornada se encaixa? Como esse material auxilia na conversão?
  • Como será o vídeo? Qual a técnica mais eficiente para impactar minhas personas? Tenho orçamento e insumos para esse tipo de produção?

Uma vez respondidas essas questões, você está pronto para dar início à produção de vídeo para marketing digital.

A partir daqui, recomendamos que siga as seguintes etapas:

 

1- Brainstormig

Coloque a equipe para pensar e vá anotando tudo. Neste momento, deixe a crítica de lado e permita que as ideias fluam, sem censura. O foco está no volume para que, depois, você possa fazer uma triagem dos melhores insights.

 

2- Cronograma

É possível que o brainstorming gere material para mais de uma produção de vídeo. Assim, você possui conteúdo regular para a alimentação da estratégia Inbound durante um tempo.

Porém, uma coisa de cada vez! Crie um calendário prevendo cada etapa – da produção ao lançamento –  para garantir que ninguém ficará perdido.

 

3- Briefagem

Tenha em mente que a qualidade do material será um reflexo do briefing. Serve para guiar o processo de produção. Por isso, deve conter as informações necessárias e referências para os desenvolvedores do roteiro, datas de gravação, personas alvo, dentre outros.

Caso esteja se sentindo perdido, clique aqui e encontre um modelo de briefing para vídeo marketing.

 

4- Roteiro

O roteiro é o documento que contém todas as informações ligadas ao vídeo propriamente dito. Isso quer dizer:

  • Registro de todas as falas, ações, personagens e ordem em que cada ação acontece.
  • Divisão de cenas e descrição das necessidades de cada uma (locação, câmera, enquadramento, etc.)
  • Escolhas técnicas, temáticas e estéticas que fazem parte da concepção do vídeo.

Tudo isso serve para que o material possa ser compartilhado entre a equipe e cada um saiba exatamente o que fazer.

Como exemplo de um recurso interessante para compor roteiros engajantes, podemos citar o storytelling.

O storytelling visa contar histórias envolventes para deixar o material mais atrativo. Desde criança, todo mundo gosta de um bom conto!

Quando observamos um personagem resolver seus conflitos e alcançar os resultados, nos identificamos melhor com o material.

Isso gera conexões e desenvolve o chamado rapport, tão necessário para acelerar o processo de compra.

Lembra quando a Pepsi juntou Beyoncé, Britney Spears e P!nk num storytelling genial?

 

 

 

Para gerar esse efeito a empresa utilizou figuras populares da mídia e música de impacto. Por si só, esses elementos já agregam bastante valor ao material.

Entretanto, a Pepsi deu um passo além: criou uma narrativa, caracterizando as cantoras como gladiadoras à serviço de César.

Com a reviravolta das guerreiras ao som de “We Will Rock You”, o material surpreende e termina mostrando o refrigerante gelado, como um privilégio conquistado com sua luta.

5- Produção de vídeo para marketing digital

Nessa etapa, faça uma lista de todos os equipamentos necessários para a produção de vídeo.

Há casos em que a lista será enxuta, como, por exemplo, casos ainda em que o vídeo resulta da gravação da tela do computador, bastante usado por empresas SaaS. Ainda assim, vale conferir se a máquina utilizada oferece o recurso de gravação de tela e garantir cuidados com a pós-produção – inclusão de trilha, lettering, etc.

Em outros, serão necessários recursos mais avançados, como câmeras, iluminação e até mesmo softwares, no caso de vídeos motion. certifique-se de ter um profissional disponível para execução do vídeo ou, se preferir, terceirize o trabalho com uma produtora especializada.

Além disso, lembre-se também de garantir que suas locações – ou locais de filmagem – estarão disponíveis. Afinal, você já pensou no prejuízo de mobilizar uma equipe inteira para a gravação e encontrar o espaço ocupado. Quem avisa, amigo é!

Finalmente, garanta que todos os envolvidos tenham acesso ao roteiro e todos as informações necessárias para a execução das tarefas. Isso acaba incluindo detalhes sobre planos de câmeras, interações entre os participantes e conteúdo a ser desdobrado no material.

 

6- Edição

Terminada a captação, é hora de tornar o material filmado em um vídeo para marketing digital completo. Atenção à esta etapa!

A edição é a oportunidade de consertar pequenos erros durante as gravações e dar brilho ao material, fazendo com que se destaque.

 

 

7- Otimização SEO no YouTube

Para fechar com chave de ouro, basta garantir que o material seja encontrado e consumido.

Já que o YouTube é a plataforma favorita para upload de vídeos, vamos falar um pouco mais sobre como levar seus vídeos ao topo das buscas nesta plataforma.

Começando pela relevância e valor agregado do conteúdo. Diferente do algoritmo do Google, que escaneia os textos publicados na web para entender seu contexto, no Youtube, o formato não permite esse tipo de identificação.

Dessa forma, o algoritmo da plataforma utiliza critérios próprios identificar a qualidade dos conteúdos subidos e posicioná-los de forma coerente à busca dos usuários.

Assim, os fatores considerados pelo Youtube giram em torno de qualidade, engajamento e qualidade de metadados – ou seja, conteúdos utilizados para descrever as informações do vídeo.

Para o Youtube, indicadores qualitativos são, por exemplo, o tamanho do vídeo e a qualidade da imagem.

Já em relação ao engajamento, podemos destacar métricas como como:

  • Número de visualizações;
  • Número de compartilhamentos;
  • Likes e dislikes;
  • Quantidade de comentários;
  • Retenção de usuários;
  • Total de assinaturas após a visualização;

Engajamento é, sem dúvidas, o fator que mais influencia o algoritmo de buscas do site.

Portanto, para colocar seu canal no topo das pesquisas, sempre incentive e possibilite interações com os consumidores.

Procure fazer perguntas durante os vídeos que inspiram comentários, incentivar o compartilhamento a as inscrições no canal através de recursos visuais e falados.

Otimização de metadados

Fora isso, não esqueça que seu vídeo também conta com diversas inserções de texto (os metadados, ou dados que descrevem o conteúdo).

  • Nome do arquivo que será upado;
  • Título do vídeo no canal do YouTube;
  • Legendas disponibilizadas;
  • Descrição do vídeo;
  • Descrição e nome da empresa;

Utilize tags inteligentes para garantir que seu vídeo seja encontrado por quem procura informações sobre determinado tema.

Em todos esses itens, os práticas de SEO são válidas no Youtube. Isso significa que você deve planejar cada um desses campos para conter as keywords foco.

Finalmente, uma boa tática de otimização SEO para Youtube é o estruturação das thumbnails. Elas são a “capa” do seu vídeo, ou seja, aquela imagem estática que aparece antes de dar play. Sem dúvidas, podem ser fundamentais para o visitante decidir se clicará ou não no material.

Junte estas dicas a um conteúdo de qualidade e voilà!

Com certeza, você terá o vídeo dos sonhos, na medida certa para impressionar suas personas e alavancar as vendas.

Não deixe a desejar na otimização. Clique aqui saiba mais detalhes de como funciona SEO para YouTube!

 

Tipos de vídeo para marketing digital e as suas funções

 

 

Como você já deve ter percebido, há uma infinidade de tipos de vídeos que podem ser utilizados no Marketing Digital.

Enquanto alguns devem abordar características do produto, outros ensinam como usá-lo ou abordam temas ligados indiretamente à solução oferecida. Cada um deles possui um uso apropriado dentro do funil de vendas.

Clique aqui saber mais sobre qual o formato de vídeo ideal para cada etapa do funil

Portanto, é o caso de avaliar seus objetivos e ver qual melhor se encaixa. Listamos alguns tipos de vídeo, a seguir:

Vídeo animação

Excelente para definir conceitos e temas para topo e meio de funil, o vídeo animação, também conhecido como Motion Graphics, é aquele feito com técnicas 2D ou 3D.

É muito popular nas estratégias de Marketing Digital, pois une eficiência e praticidade.

Isso não significa, porém, que envolva menos técnica – pelo contrário! Mas a sua produção oferece algumas facilidades, principalmente quando se trata de logística e custo-benefício.

O vídeo animação pode ser produzido por um único profissional especializado, inclusive. Basta que tenha conhecimento e um ótimo software para edição.

Desse modo, pulamos as etapas de deslocamento e gravação, entre outras. Assim como também evitamos custos com atores e aluguel de equipamentos. Na prática, isso representa uma grande economia de tempo e de recursos.

Além disso, as animações são um ótimas recurso para empresas de software, tecnologia ou que possuam pouca atratividade visual e queiram escrever sua solução de forma didática e agradável, fugindo do óbvio e do aspecto “chato”.

Com ótima aceitação, elas transformam em materiais explicativos ricos e engajadores, facilmente consumíveis e compartilháveis.

Leia mais sobre vídeo animação, aqui.

Vídeo institucional

Esse é o tradicional vídeo para apresentar a empresa ou instituição. Ele funciona como um cartão de visitas, voltado para reforçar o branding, sendo ideal o fundo de funil.

Costumavam ser vídeos longos, falando apenas do negócio e apresentando as informações sobre sua trajetória, os objetivos etc. Com o tempo, mudaram as exigências dos consumidores e os profissionais de marketing entenderam a necessidade de transformar esse conteúdo “comercial” em algo com maior apelo emocional, gerando identificação e conectando a marca com seu público alvo.

Hoje, os vídeos institucionais costuma ser mais curtos e priorizam engajamento, como tudo no Marketing Digital.

Ao invés de trazer informações cruas e redundantes sobre o negócio, são usadas táticas de storytelling e outros formatos criativos de apresentar a história de empresa de forma relevante e, por que não, emocionante, para o seu público-alvo.

Você pode ver exemplos e mais detalhes, neste post!

Vídeo aula

A vídeo aula (ou tutorial) é aquela que instrui o seu visitante. Pode ser ensinando a usar sua solução ou qualquer outro assunto de interesse das suas personas. Afinal, quem nunca se viu num aperto e correu para o Google, a fim de descobrir um passo a passo de como executar uma ação?

Da troca de chuveiro a “como dar um nó de gravata”, o fato é que quase todo mundo já foi salvo por esse recurso.

Esse tipo de material pode ser utilizado em qualquer fase do funil de vendas, tudo depende do seu objetivo. É possível que seja um conteúdo de topo, quando se tratar de um assunto relacionado ao mercado do lead.

Mas também pode ser de meio ou fundo, quando estiver voltado à demonstração de uso do produto. Ou seja: é um material absolutamente versátil, de acordo com o foco do seu planejamento.

Quando você demonstra utilidade e meios de alcançar estes resultados através de vídeos, as chances de um visitante ficar inspirado e comprar o produto são maiores.

Outra dica sobre o uso de vídeo aula é criar minicursos online. Depois, basta oferecê-lo como um material rico e usar formulários para o registro do lead na base.

Veja, aqui, um guia sobre como produzir e roteirizar vídeo aulas!

Confira outros formatos eficientes para produção de vídeo em nosso eBook “Como gerar conteúdos com vídeo”.

As alternativas são diversas e, com o formato certo na etapa certa de jornada, o potencial de atingir resultados é ainda maior.

A dica é: enxergue os vídeos como uma extensão de sua produção de conteúdo. Assim, você agrada à todos os gostos e maximiza a geração de oportunidades de venda.

Leia também sobre como utilizar vídeos para vendas.

 

E agora, como começar a produzir para marketing digital?

Os benefícios da produção de vídeo para Marketing Digital são realmente incríveis.

Mas você deve estar se perguntando: como eu faço para entrar nessa? Devo produzir internamente ou contratar uma produtora de vídeo?”.

Calma, não entre em pânico!

Entendemos que produzir vídeos de uma hora para a outra é um algo complicado.

Como já vimos, isso exige uma série de processos e etapas que apenas profissionais qualificados podem executar. Afinal, roteiro, edição, operação de câmeras… Nada pode ser improvisado, se você espera por resultados de qualidade.

Uma das opções é montar um departamento interno para produção de vídeos. Outra, é contratar uma produtora de vídeo especializada em marketing digital. Terceirizando essa demanda, você tem uma garantia de excelência e não precisa mais se incomodar com questões como cronograma, execução e ferramentas a serem utilizadas.

Nesse cenário, a terceirização torna o investimento mais seguro e assertivo, pois não sobrecarrega o seu departamento com novas demandas ou corre o risco de errar a mão, criando materiais sem engajamento.

Portanto, se você não estiver confortável em produzir seus próprios vídeos, não pense duas vezes.

Busque ajuda especializada e faça parte da maior tendência do Marketing Digital na atualidade! Está esperando o quê? Entre em contato com a gente!

Para continuar lendo sobre produção de vídeos para marketing digital, baixe também nosso eBook “Como gerar resultados com Vídeo Marketing”.

produção de vídeo para marketing digital

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Até a próxima!

 

 

 

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