O CMO Summit 2026 consolidou seu lugar como um dos principais encontros de líderes de marketing no Brasil. Em sua segunda edição presencial, o evento reuniu 10 mil profissionais, mais de 500 executivos no palco e centenas de marcas, patrocinadores e parceiros em dois dias intensos de troca sobre crescimento, posicionamento e geração de valor.

A Gummy participou como patrocinadora oficial do CMO Summit 2026 e viveu a edição deste ano de dentro. Estivemos no estande, nas conversas com decisores, nas reuniões com marcas e na roundtable liderada pela nossa COO, Beatriz Almeida Brunson. 

Hoje, queremos compartilhar com você os principais aprendizados e refletir sobre como essas discussões apontam caminhos concretos para o futuro do marketing digital. Se você lidera equipes, constrói marca ou está no centro da pressão por ROI, aproveite os insights!

A Gummy no CMO Summit 2026

A participação da Gummy no CMO Summit 2026 reforçou um posicionamento que defendemos há anos: conteúdo não é só suporte de campanha, é infraestrutura de progresso

Estar entre as marcas que patrocinam o evento mais relevante do marketing brasileiro amplia nossa visibilidade, mas principalmente consolida nossa autoridade dentro do ecossistema de creators, influência e marketing.

Nosso estande virou ponto de encontro para executivos que buscavam profundidade sobre creator economy, estruturação de UGC e integração entre conteúdo e performance.  

Um dos momentos mais relevantes da nossa participação foi a roundtable conduzida por Beatriz Almeida Brunson, COO da Gummy, com o tema: A Máquina do UGC: Como Transformar a Voz do Consumidor na sua Melhor Peça Publicitária.

Beatriz conduziu o debate ao lado de Marília Zanolli, CMO da Kimberly-Clark Brasil, e Gian Martinez, da Winnin. A conversa aprofundou uma transição que já está em curso no mercado: sair do modelo centrado no Brand Say e avançar para o Other Say, em que a percepção do consumidor influencia mais do que o discurso oficial da marca.

A discussão avançou para três pontos centrais:

  • A “máquina” de reviews já existe: as marcas precisam decidir se vão estruturar esse movimento ou continuar reagindo a ele;
  • Autenticidade gera conversão: enquanto a estética perfeita pode reduzir a credibilidade, criadores e usuários falam com uma linguagem própria que aumenta o engajamento real;
  • UGC reduz custo e aumenta eficiência: o conteúdo gerado pelo usuário, quando bem estruturado, diminui custo de produção e eleva a conversão no fundo do funil.

A Gummy atua nesse contexto, estruturando tecnologia, creators e conteúdo como parte de um mesmo sistema de crescimento — com governança, consistência e foco em resultados.

A Gummy no CMO Summit 2026

Principais insights do CMO Summit 2026

O CMO Summit 2026 revelou um mercado em fase de consolidação. O nível das discussões evoluiu para questões estruturais de evolução, margem e eficiência, refletindo uma cobrança maior sobre o papel do marketing nas decisões de negócio.

O branding reapareceu como capital estratégico de primeira ordem. Em um ambiente em que qualquer concorrente pode disputar o mesmo leilão de mídia, a força da marca virou elemento de proteção de margem e redução de dependência de performance pura. 

A construção de territórios bem definidos, identidade sólida e posicionamento relevante passou a ser discutida como infraestrutura que multiplica a eficiência das demais iniciativas.

A inteligência artificial já integra a rotina das equipes de marketing. Ela organiza os fluxos, automatiza as etapas operacionais, amplia a capacidade analítica e reduz o tempo de execução. O enfoque, no entanto, avançou para governança e critério de uso. 

O diferencial competitivo não está na adoção da ferramenta, mas na capacidade de integrar tecnologia à estratégia, mantendo a coerência da marca e leitura cultural.

Quanto à creator economy, as marcas que antes ativavam influenciadores de forma pontual já começaram a reorganizar seus times e integrar os creators ao núcleo da direção de marca e expansão.

O movimento não se limita somente ao alcance, e influencia a percepção e a validação social, reduzindo a fricção na decisão de compra. Em categorias sensíveis ou altamente comparáveis, a recomendação de um criador com legitimidade cultural pesa bem mais do que uma campanha tradicional.

Quando tratada com método e critério, a creator economy altera a dinâmica do funil. Ela impacta a descoberta, a consideração e a conversão de modo integrado. Portanto, não se trata de contratar audiência, mas de estruturar a confiança como um ativo competitivo.

As conversas durante o encontro refletiram um ponto comum: o marketing precisa operar com maturidade, que envolve dados, tecnologia, cultura, comunidade e adequação ao negócio. A pressão por resultado permanece alta, mas o caminho para alcançá-lo exige mais critério e menos improviso.

A seguir, organizamos os temas que mais apareceram nas discussões, conectando as reflexões do Summit com as percepções do time da Gummy.

Humanização como diferencial competitivo

A inteligência artificial apareceu em praticamente todas as conversas. As ferramentas evoluíram, os processos aceleraram e os times ganharam produtividade.

Ao mesmo tempo, ganhou força uma percepção importante entre os líderes presentes: saturação. O volume de conteúdo automatizado cresce em ritmo intenso, e boa parte dele já apresenta sinais de homogeneização estética e discursiva.

Nosso CEO, Yuri Vellinho, sintetizou essa tensão ao afirmar:

A gente tem ouvido muito falar sobre IA, mas parece que estamos atravessando um vale da estranheza. As pessoas estão sedentas por aquilo que a marca tem a dizer de forma autêntica, genuína e humanizada. Gente quer se conectar com gente, não com máquina.

Cibele Gomes, Account Manager da Gummy, trouxe um ponto complementar ao lembrar que, em meio à aceleração tecnológica, o marketing continua sendo uma atividade centrada em pessoas. 

Trabalhamos com pessoas, para pessoas, e buscamos impactar pessoas. O avanço tecnológico não altera essa premissa; ele aumenta a responsabilidade sobre como usamos essas ferramentas”, avalia.

O debate não questiona, portanto, o uso da IA, mas sim critério, intenção e coerência. Se a tecnologia amplia a capacidade, identidade e contexto determinam a relevância.

Marketing no centro da decisão de negócio

O CMO Summit 2026 também evidenciou que o marketing já não ocupa uma posição periférica dentro das empresas.

Mayara Oliveira, Account Manager da Gummy, sintetizou essa mudança ao destacar que não existe mais espaço para romantizar o marketing como execução estética. “O profissional que lidera hoje precisa discutir orçamento, dados, estratégia e impacto financeiro”, avalia.

O evento mostrou um movimento claro: o marketing precisa dialogar com escala, eficiência e geração de caixa. Com isso, a régua subiu para quem lidera a marca.

Creator economy como disciplina 

A creator economy ganhou densidade nas discussões do CMO Summit 2026. O tema apareceu menos como tendência e mais como parte da engrenagem central das iniciativas de marca.

Bruna Granado, Head de Social Media, destacou que a lógica da influência está passando por uma mudança estrutural:

 “Com o avanço da inteligência artificial, cresce também o cansaço do público diante de conteúdos genéricos e pouco autênticos. O diferencial deixa de ser o uso da tecnologia em si e passa a ser a capacidade de aplicá-la sem perder o fator humano, garantindo relevância, contexto e conexão real com as pessoas.”

Essa análise desloca o foco do volume para a qualidade da relação construída. A valorização de micro e nano creators vem como consequência direta dessa mudança. A proximidade gera identificação, e a identificação sustenta a influência.

Leticia Lima, Team Leader do Hub Creators & Influência, acrescentou outra camada importante ao relatar as conversas no estande da Gummy:

 “Muitas marcas grandes compartilham a mesma dor: precisam trabalhar com criadores de conteúdo, mas enfrentam o desafio de se manter relevantes em um cenário em que todo mundo disputa atenção o tempo inteiro. Existe uma dificuldade real de encontrar uma agência que construa conteúdo humanizado com estratégia, e não apenas ative creator porque ele tem seguidores.”

Essa fala revela uma constatação recorrente: a creator economy exige método. Não basta ativar perfis isolados, é preciso estruturar um ecossistema de vozes que contribua para o posicionamento, a autoridade e a conversão.

Leticia também observou que “as marcas estão entendendo que não precisam estar em todas as trends, mas naquelas que fazem sentido dentro do universo da marca e dos objetivos naquele momento”.

UGC como motor de conversão

No CMO Summit 2026, o conteúdo gerado pelo usuário apareceu como variável direta de performance, e Vinícius Martins, head de design da Gummy, fez uma leitura interessante ao observar como a inteligência artificial reorganiza o processo criativo:

 “A ‘profecia’ de usar a IA para automatizar fluxos e processos acabou se concretizando. Ela dá protagonismo à criação, seja visual ou textual, para a pessoa atrás das telas. A IA não veio para substituir, mas para ajudar. Quando o mercado entender isso com mais profundidade, o impacto na qualidade das entregas será enorme.”

Com processos mais organizados, as marcas conseguem direcionar melhor o uso de UGC dentro do funil. Reviews, relatos espontâneos e experiências reais funcionam como prova social qualificada, que reduz incerteza e encurta a jornada de decisão.

SEO, GEO e AEO como infraestrutura do futuro digital

O debate sobre busca e engines generativas ganhou densidade no CMO Summit 2026. A ascensão das inteligências artificiais não eliminou os fundamentos da descoberta digital — ela tornou esses fundamentos ainda mais relevantes.

Luis Paulo Jarussi, Head de Conteúdo, fez uma análise sobre esse movimento:

 “O SEO não morreu e nunca morrerá. A evolução do sistema de busca e a inclusão de novas ferramentas inteligentes que utilizam desse sistema para construir as melhores respostas para usuários nos dão certeza de que estamos diante de um terreno em evolução, mas não em involução.”

A fala aponta para uma compreensão importante. GEO (Generative Engine Optimization) e AEO (Answer Engine Optimization) ampliam o escopo da atuação, mas continuam ancorados em relevância, autoridade temática e consistência estrutural.

Luis complementa essa visão ao destacar que as marcas devem apostar nesse contexto de inovação como forma de sair na frente e posicionar as inteligências artificiais a seu favor, sem abrir mão do SEO, que continua sendo um critério importante para essas IAs entenderem o que é ou não relevante.

Para sustentar a presença digital no médio e longo prazo, SEO, GEO e AEO operam como infraestrutura de descoberta, credibilidade e geração de demanda.

Posicionamento, relacionamento e maturidade de mercado

Para Guilherme Abilhôa, CIO da Gummy, a experiência no CMO Summit 2026 foi menos sobre o palco e mais sobre o que acontece fora dele. Ele enfatizou a relevância da integração do time e da consolidação do discurso da Gummy ao longo do encontro.

Estarmos todos juntos permitiu realinhar expectativas e discursos para garantir que todos estivessem remando na mesma direção. Essa conexão foi, sem dúvida, um dos pontos altos”, avalia.

O evento também evidenciou algo indispensável para o mercado: posicionamento também se constrói com presença qualificada. Guilherme ressaltou o impacto de ver os clientes defendendo espontaneamente o trabalho da agência para os visitantes no estande, além das conversas com decisores que compõem o ICP da Gummy.

Essa dinâmica evidencia como encontros que reúnem decisores de alto nível funcionam como catalisadores de posicionamento e confiança no mercado.

O que essas tendências significam para as marcas?

As discussões do CMO Summit 2026 apontam implicações para quem lidera marketing e desenvolvimento:

  • Revisão de alocação de investimento: a distribuição de orçamento tende a privilegiar ativos proprietários, construção de marca e creator economy estruturada, reduzindo a dependência excessiva de mídia de curto prazo;
  • Reorganização interna das equipes: o marketing passa a exigir integração entre conteúdo, mídia, dados e tecnologia. Silos operacionais limitam a performance e comprometem a solidez da estratégia;
  • Maior responsabilidade sobre eficiência: CAC, LTV e margem entram definitivamente na pauta do marketing. As decisões criativas precisam dialogar com o impacto financeiro;
  • Curadoria de presença digital: nem toda trend merece adesão e nem toda plataforma exige protagonismo. O critério passa a ser elemento de posicionamento;
  • Estruturação de confiança como diferencial competitivo: validação social, creators e UGC deixam de operar como suporte de comunicação e influenciam diretamente a percepção e a conversão.
  • Visão de longo prazo na construção de autoridade: SEO, GEO e AEO reforçam a importância de uniformidade temática e presença estruturada ao longo do tempo.

Como a Gummy já tem aplicado essas tendências em projetos com marcas

As discussões do CMO Summit 2026 não trouxeram rupturas radicais para a Gummy, e confirmaram um modelo que a Gummy já estrutura há anos: conteúdo como sistema de crescimento.

Em vez de organizar os projetos por formato ou canal, estruturamos por objetivo de negócio e cada ação parte de um diagnóstico preciso sobre onde a marca precisa ganhar força.

  • Planejamento orientado por impacto: antes de produzir qualquer conteúdo, definimos cluster, etapa de funil e intenção de busca para evitar dispersão e garantir coerência ao longo do tempo;
  • Estruturação de narrativas coerentes: creators, conteúdos proprietários e mídia operam dentro de um direcionamento narrativo comum. A marca mantém a identidade, mesmo quando múltiplas vozes participam da construção da mensagem;
  • Integração entre dados e criação: a análise de desempenho orienta ajustes contínuos. As métricas entram como instrumento de decisão editorial e de investimento;
  • Operação organizada para escalar: com processos bem definidos, é possível acelerar a produção sem perder a qualidade. A tecnologia organiza a operação e favorece a capacidade de análise, alinhada aos objetivos de negócio;
  • Construção de ativos de longo prazo: blog, redes sociais, UGC e creators são tratados como ativos cumulativos para que a presença digital evolua e reforce a autoridade temática.

Nosso modelo parte de uma premissa básica: o conteúdo precisa gerar impacto real no negócio. Por isso, criatividade, dados e distribuição trabalham de forma integrada, orientados por objetivo e mensuração. Na Gummy, a estratégia vem antes. O brilho, depois.

O próximo ciclo do marketing começa aqui

O CMO Summit 2026 sinaliza um novo ciclo para o marketing brasileiro — menos orientado por ferramenta e mais orientado por responsabilidade estrutural dentro do negócio.

A área assume protagonismo na geração de caixa, na proteção de margem e na construção de ativos de longo prazo. A conversa agora envolve previsibilidade, eficiência operacional e alinhamento.

Esse próximo ciclo depende de alinhamento concreto:

  • Os dados devem sustentar as decisões e direcionar o investimento com responsabilidade;
  • Os creators precisam operar alinhados à tese de marca, fortalecendo a coerência narrativa;
  • A inteligência artificial deve ampliar a capacidade analítica e qualificar as escolhas;
  • A estratégia exige uniformidade e sustentação, mesmo diante da pressão constante por novidades.

A vantagem competitiva vem da capacidade de coordenar esses elementos sem ampliar a complexidade interna ou dispersar energia e orçamento.

Outro ponto relevante envolve o risco reputacional em um ambiente hiperexposto. Cada movimento de comunicação impacta a percepção pública com velocidade crescente. Consequentemente, a estabilidade funciona como um mecanismo de proteção institucional.

O próximo ciclo do marketing será liderado pelas marcas que transformam a confiança em ativo acumulado, coordenam a complexidade com precisão e assumem responsabilidade direta sobre evolução e margem.

Continue a conversa com a Gummy

O CMO Summit 2026 deixou claro que conhecer as tendências é importante, mas aplicá-las com critério é o que, de fato, gera resultado.

Creators, conteúdo proprietário, campanhas digitais e presença orgânica exigem direção, método e responsabilidade sobre o impacto no negócio.

Se a sua marca quer trabalhar influência com consistência, organizar a estratégia de conteúdo ou usar UGC como alavanca de crescimento, é hora de conversar com a Gummy e estruturar essa evolução.