Entenda a importância da intenção de busca do usuário

Entenda a importância da intenção de busca do usuário

Se você é dessas pessoas que conta com os sites de busca para tudo, já deve ter se deparado com algumas situações impressionantes. Sempre existem aqueles momentos em que estamos procurando uma coisa muito específica, sem saber muito bem que palavras utilizar. 

Você então arrisca algumas palavras, descreve um pouco do que gostaria e de repente: voilà! O mecanismo encontra exatamente aquilo que você buscava, quase como se tivesse lido seus pensamentos. Isso corre por conta daquilo que chamamos de intenção de busca.

Nesta postagem, falaremos sobre como aproveitar o aprimoramento dos mecanismos de busca para ir muito além da palavra-chave. Ensinaremos você a otimizar o conteúdo para intenção de busca e garantir qualidade no tráfego de sua página! 

Você vai ler sobre:

  • O que é intenção de busca;
  • Os diferentes tipos de intenção de busca;
  • Como otimizar o conteúdo para captar a intenção de busca.

O que é intenção de busca?

O exemplo que citamos na introdução é um clássico dos mecanismos de busca. Se você nunca passou por nada do tipo, faça um teste. Você se surpreenderá com a capacidade do Google de entender o que que você quer dizer – mesmo quando escreve das maneiras mais estranhas! 

Esse é um sintoma claro da evolução desses sites, principalmente o Google, para levar uma experiência mais eficiente até o usuário. Foi-se o tempo em que a palavra-chave era o principal dentro da estratégia de SEO

Os mecanismos de hoje avaliam uma série de critérios diferenciados para fazer o ranqueamento da posição 0.

Sobretudo, algoritmos mais recentes do Google possibilitam reconhecer a intenção de busca do usuário. São eles o Hummingbird e o RankBrain. Essas tecnologias avançadas fazem com que o mecanismo reconheça o contexto onde as palavras pesquisadas se inserem. E que procuram, inclusive, termos semelhantes para complementar a busca. 

Em outras palavras, reconhecer a intenção de busca é ler nas entrelinhas para escapar de uma análise superficial das palavras-chave. Ou seja: compreender o que o leitor realmente quis dizer, mesmo que não tenha escolhido os melhores termos de busca. 

É uma ação fundamental para otimizar o fluxo no site, pois de nada adianta ser acessado por leitores que não estão buscando o seu conteúdo! 

Isso gera apenas uma métrica de vaidade e vazia de significado para o Marketing Digital. No fim das contas, o que conta mesmo é a taxa de conversão… E esta só pode ser aumentada com assertividade na entrega das informações que o leitor precisa para se tornar um lead e avançar na jornada de compra.

Este é o conceito básico por trás desta inovadora capacidade dos mecanismos de busca. Agora, vamos mais a fundo para entender detalhadamente como esse processo funciona!

Os 3 tipos de intenções de busca

Como nada é tão simples quanto parece, hora de compreender exatamente como funciona a detecção da intenção de busca e suas categorias. Ao todo, são 3 categorias diferentes, cada qual com suas características e técnicas próprias trazer resultados! Confira:

1. Intenção de busca navegacional

Nesta categoria estão as pesquisas onde a intenção de busca é encontrar um site específico. Pode ser, também, a intenção de busca por um produto ou seção específica dentro de um site. O ponto é que o usuário sabe exatamente onde quer chegar!

Pelo fato da intenção de busca navegacional ser tão objetiva, só vale a pena investir nela se o seu site for o site procurado. Quando as pessoas acabam caindo na sua página através dessa categoria, geram somente um tráfego de baixa qualidade. Pois rapidamente sairão para encontrar o endereço correto. 

Por mais que pareça uma boa ideia “roubar alguns cliques” de grandes marcas que dividam o seu segmento, esta estratégia raramente funciona. Por isso, foque no navegacional somente para ranquear sua própria marca e seus produtos! 

Use termos próprios da empresa, como o nome da marca, nome dos produtos, slogan, etc.

Exemplos de buscas navegacionais: “Facebook”, “Promoção de inverno da Netshoes”, “Youtube”. 

2. Intenção de busca informacional

A categoria de intenção de busca informacional é uma das bases do Inbound Marketing. Ao todo, ela abrange 80% das buscas realizadas e é a grande sacada da jornada do consumidor de hoje. Com amplo acesso ao conteúdo digital, os leitores tendem a explorar sua curiosidade antes de tomar uma decisão.

Isso quer dizer que eles adotarão uma postura autônoma e pesquisarão sobre os temas de seu interesse antes de realizar uma compra. O consumidor de hoje procura informações de qualidade para tomar uma decisão consciente e coerente para solucionar seus problemas. 

Os conteúdos voltados para esta intenção de busca nunca devem falar sobre produtos, mas sim sobre situações que se relacionam com ele. Se você vende produtos esportivos, pode falar sobre vida saudável com a prática de esportes, por exemplo – ou até curiosidades sobre esportes variados.

Geralmente, este tipo de busca utiliza termos como:

  • Dicas;
  • Descubra;
  • Como fazer;
  • Por que/Porque;
  • Aprenda;
  • Como;
  • Quando;
  • O que.

Exemplos de buscas informacionais: “Por que é importante usar um tênis adequado para correr?”, “Como fazer academia corretamente para não sentir dores nas costas”.

3. Intenção de busca transacional

Finalmente, a intenção de busca transacional é ligada ao fundo do funil e final da jornada de compra. Neste tipo de busca, o usuário deseja efetivamente tomar uma ação. Isso envolve tanto fechar uma compra, quanto enviar um formulário, fazer uma matrícula ou até entrar em contato com a empresa.

Nem é preciso dizer que esta é a busca com mais chances de conversão, né? Normalmente, o usuário que faz este tipo de pesquisa já tomou sua decisão e está, no máximo, avaliando preços e condições de aquisição! 

Os termos mais comuns para esta intenção de busca são:

  • Preço;
  • Quanto;
  • Comprar;
  • Experimentar;
  • Teste grátis;
  • Parcelamento;
  • Adquira;
  • Promoção;
  • Desconto.

Exemplos de buscas transacionais: “Quanto custa um tênis modelo X”, “Promoção academia no bairro X”, “Aula experimental de natação”.

Conhecendo estas três categorias de intenção de busca, você estará preparado para produzir conteúdos mais relevantes. Criando um calendário editorial que respeite as etapas do funil e os diferentes tipos de intenção de busca, terá ainda uma estratégia de SEO diferenciada! 

É a estratégia perfeita para entregar às personas exatamente aquilo que elas desejam consumir e limpar o tráfego do site para não atrair tantos usuários sem interesse real no seu conteúdo. 

Preparado para alcançar as posições mais altas do Google? Então, aproveite para dar uma olhada nos princípios de SEO que todo profissional de marketing precisa dominar!

Produção de conteúdo digital: tudo o que você precisa saber

Produção de conteúdo digital: tudo o que você precisa saber

Quem acompanha as tendências de mercado já sabe muito bem que nossa forma de consumir mudou drasticamente com a internet.

Além das compras em si, mas na maneira como nos aproximamos de empresas, avaliamos produtos e consideramos soluções.

No meio disso tudo, a produção de conteúdo digital assumiu um papel fundamental na estratégia das empresas que querem se posicionar bem em relação à concorrência.

Hoje em dia, qualquer coisa que interrompa bruscamente a sua navegação online pode parecer intrusivo demais.

Isso acontece porque temos muitos estímulos ao mesmo tempo e uma abundância enorme de conteúdos disponíveis. Basicamente, ninguém mais perde tempo com aquilo que não interessa.

Ou seja, com a internet o Marketing tomou um novo rumo: mais conteúdo relevante, menos publicidade tradicional. E daí surgiu um novo nicho, a produção de conteúdo digital.

O Marketing de Conteúdo, como é chamada essa estratégia, tornou-se uma maneira de engajar seu público-alvo.

Esse tipo de prática começou a se popularizar com o crescimento de estratégias de Inbound Marketing, em meados dos anos 2000.

Mas a verdade é que profissionais de Marketing já usavam o conteúdo para atrair clientes há muito tempo.

Neste texto, reunimos as principais informações sobre a produção de conteúdo digital. Além de muitas dicas para sua empresa se dar bem nessa área.

Já avisamos que o artigo é longo e tem muita informação no meio do caminho, mas esperamos tirar todas as suas dúvidas e ajudar seu negócio a crescer. Confira!

Qual a importância da produção de conteúdo digital?

Como já comentamos, nossa forma de consumir conteúdo mudou drasticamente com a internet e o marketing precisou se transformar junto.

É aquela história: adapte-se ou morra. Seguindo esse lema, muitas empresas começaram a buscar maneiras de transformar suas formas de se aproximar dos clientes.

Para fazer isso, descobriram que era preciso gerar engajamento e competir com todos outros estímulos. Os quais vemos na era da economia da atenção.

Fonte: MasDigital

Não é à toa que a produção de conteúdo se tornou tão popular. Ela é um dos principais pilares para construir uma relação entre a sua empresa e seus clientes.

Ou seja, é um ótimo recurso para obter tráfego qualificado e, consequentemente, gerar oportunidades de negócio.

Dentro da produção de conteúdo, são blogposts, vídeos e outros formatos de material que farão com que leads quentes cheguem até o seu site.

A qualidade desses conteúdos, por sua vez, definirá se eles vão ficar e desenvolver um relacionamento com você. Ou ainda, se farão apenas uma visita rápida e esquecerão da existência de sua marca segundos depois.

Para saber mais sobre a importância da produção de conteúdo digital, confira nosso post sobre o assunto.

Nele, você entenderá com mais profundidade quais os benefícios dessa estratégia e também conhecerá algumas dicas de aperfeiçoamento.

Inbound Marketing x Marketing de conteúdo

Antes de entrar em detalhes sobre os usos da produção de conteúdo digital, vamos deixar os termos claros.

Muita gente ainda confunde os conceitos de Inbound Marketing e marketing de conteúdo. Essa dúvida é totalmente compreensível, tendo em vista que um faz parte do outro.

Isso quer dizer que, enquanto o Inbound Marketing é uma estratégia mais ampla para atrair possíveis clientes, o Marketing de Conteúdo é a tática utilizada para fazer isso.

Inbound Marketing

Em português, o Inbound Marketing significaria algo similar a Marketing de Atração.

Podemos resumi-lo como uma abordagem de marketing baseada em atrair, converter, estabelecer um relacionamento, vender e fidelizar o seu cliente.

As vendas são feitas de maneira mais assertiva, quando o lead já conhece realmente a sua empresa e o serviço que você oferece.

Assim, existem mais chances de sucesso e de que ele recomende seu trabalho para outros possíveis clientes.

Marketing de conteúdo

Já o marketing de conteúdo pode ser considerado o combustível do Inbound. São os materiais por meio dos quais o lead será educado e perceberá a necessidade de contratar seus serviços.

Entre os exemplos de conteúdos utilizados estão blogposts, infográficos, vídeos, webinars e vários outros formatos.  

Conteúdo de qualidade é essencial para o sucesso da sua estratégia de Inbound.

Com ele, você consegue desenvolver uma relação realmente mútua com seu público-alvo. Entregando materiais úteis e informativos que agregam valor à sua marca e ao seu produto.

Principais usos da produção de conteúdo digital

A produção de conteúdo digital pode atender a diferentes objetivos dentro da sua estratégia. Ela pode servir para aumentar o tráfego no seu site, a conversão em leads ou em clientes.

Como você viu, existem muitos formatos de conteúdo online. A seguir, você conhecerá um pouco melhor cada um deles. Veja só:

Produção de conteúdo para sites e blogs

Apenas desenvolver um site para a sua empresa não é suficiente para se posicionar de maneira eficiente no mercado digital. Afinal, um design bonito não é o suficiente.

Para fortalecer sua presença digital de fato, é preciso elaborar também o conteúdo da sua página. Pensando no usuário e, claro, no foco da sua estratégia. Seja ela atrair tráfego, gerar conversão ou qualquer outra.

Além disso, seu site precisa ser atualizado constantemente e estar otimizado para os mecanismos de busca. Caso contrário, você corre o risco de ter um ótimo site, mas que não consegue atrair visitantes.

Hoje em dia, buscadores como o Google são fundamentais para que a sua estratégia de marketing digital funcione bem.

Por isso, antes de tudo, o conteúdo de qualquer site precisa ser pensado de acordo com as melhores práticas de SEO.

Clique aqui para ler mais sobre táticas de SEO para sites que você precisa dominar.

Algumas dessas práticas incluem a inserção de links internos e externos (construção de backlinks), uso de palavras-chave, entre outras.

Se você não sabe do que estamos falando, continue lendo porque mais adiante vamos ter um tópico só para isso.

Para manter seu site ou blog sempre atualizado, você pode contar com a ajuda de produtores de conteúdos externos – como freelancers ou empresas especializadas. Ou então, convidar marcas parceiras para colaborarem com você.

Outra opção é produzir cases de sucesso e entrevistas com seus clientes.

Se você quer entender melhor como funciona a produção de conteúdo para sites e blogs, acesse também o nosso artigo sobre o assunto.

Porém, lembre-se: o blog é algo diferente do site e possui grande peso dentro de uma estratégia de Inbound Marketing.

Por isso, detalhamos a seguir como otimizar essa ferramenta e transformá-la na estrela do show. Confira!

Produção de conteúdo para Inbound Marketing

Já comentamos que a produção de conteúdo digital é um dos principais ingredientes do Inbound Marketing. E, por meio dela, essa prática se popularizou entre as empresas.

Mas como funciona a produção de conteúdo focada no Inbound?

Em geral, esse tipo de material se baseia nas etapas do funil de vendas. Entenda, a seguir, como produzir conteúdo digital para cada etapa do funil Inbound.

Em um primeiro momento, existe um conteúdo de topo de funil, focado na atração de leads. Vejamos um exemplo de funil, abaixo:

Neste momento, é importante lembrar que o usuário ainda não está totalmente interessado em seu produto ou serviço.

Na verdade, ele talvez ainda nem compreenda o problema que tem. E, muito menos, a razão pela qual precisa de uma solução.

Por isso a importância de focar em conteúdos educativos e que dialoguem com seus interesses e possíveis dores, incentivando-o a identificar uma necessidade.

Em geral, os melhores formatos para essa etapa são posts para redes sociais, conteúdos para blog (listas, artigos), infográficos e webinars.

Exemplos de conteúdos para topo de funil

Depois, se você fisgar a atenção do usuário, ele chega ao meio do funil – a etapa em que já identifica o problema.

Aqui, ele começa a se familiarizar com as soluções possíveis para suas dores e se aproxima um pouco mais da venda.

Nesse momento, a estratégia de Inbound Marketing pode começar a incluir conteúdos mais aprofundados.

Algumas boas opções de conteúdos de meio de funil são whitepapers, eventos ou materiais exclusivos. Há aqueles que podem ser oferecidos por meio de landing pages, como ebooks, webinars ou tutoriais.

Nos últimos, o foco, por sua vez, deve estar em dialogar com as dores da persona.

Para incentivar uma conversão, nada melhor do que produzir um conteúdo de alta qualidade que realmente responda às suas preocupações nesta etapa da jornada. Em outras palavras, “toque na ferida” ao oferecer este conteúdo.

Exemplos de conteúdos de meio de funil

Graças a este tipo de conteúdo, é possível captar informações valiosas sobre o lead. Isso em troca de informações especializadas sobre a dor que ele enfrenta. Um bom exemplo pode ser nome, e-mail, telefone, cargo e porte da empresa.

Com esses dados, sua empresa ganha também um canal de relacionamento aberto com o lead. E, finalmente, a possibilidade de convencê-lo a avançar no funil.

Se tudo der certo e sua estratégia estiver alinhada, a última etapa é o fundo do funil. Nela, o possível cliente está procurando uma solução para o seu problema e irá decidir se efetua (ou não) a compra.

É hora do lead conhecer bem a sua empresa e seus diferenciais.

Os conteúdos dessa etapa, portanto, podem ser a página do seu site focada em produto, cases de sucesso dos seus clientes e pesquisas de mercado. Ou até mesmo vídeos que mostrem as funcionalidades do seu serviço.

Exemplos de conteúdos de fundo de funil

Cada tipo de conteúdo, portanto, deve guiar o lead para mais perto da compra, até que os vendedores possam entrar em contato e fechar o negócio.

Mas fazer todos os materiais conversarem e chegarem até o cliente de maneira eficiente é um desafio. Principalmente, para empresas que tem uma equipe de marketing mais enxuta.

Para superar essa dificuldade, uma opção pode ser terceirizar a produção de conteúdo para Inbound Marketing.

Produção de conteúdo para redes sociais

Atualmente, uma boa presença nas redes sociais é praticamente obrigatória para qualquer negócio. Elas ajudam a valorizar a sua marca, gerar tráfego para o seu site e construir autoridade em torno da sua empresa.

Mas não basta apenas ter um perfil em cada uma delas! Os algoritmos das redes estão cada vez mais inteligentes e valorizam o engajamento para definir o alcance das suas publicações.

Isso significa que você deve produzir conteúdos que gerem curtidas, compartilhamentos e comentários dos usuários.

Em geral, aposte em publicações visuais, principalmente vídeos.

Para saber mais sobre a criação de vídeos para redes sociais, clique aqui.

Estes formatos chamam a atenção no meio de tanta informação e também ficam mais tempo na memória.

Uma pesquisa da Wyzowl revelou que as pessoas geralmente lembram de apenas 20% do que leem, mas 80% do veem. Logo, gifs, gráficos, vídeos e imagens são boas pedidas!

Além disso, nas redes sociais é importante produzir conteúdo específico para cada plataforma. Nem sempre o que funciona para o Facebook, por exemplo, funcionará para o Instagram.

Fique atento também para as personas que representam o seu público alvo. Escolha as redes sociais em que elas estão mais presentes e produza conteúdo relevante para esse grupo de pessoas.

Caso contrário, você corre o risco de se perder na montanha de conteúdo compartilhado todos os dias.

Produção de conteúdo para branding

Uma empresa pode aplicar a produção de conteúdo digital também para valorizar ou propagar a mensagem de sua marca, com o chamado branded content.

Esse tipo de conteúdo é voltado para construir a identidade das marcas ou reforçar posicionamentos. O que aumenta sua relevância no mercado.

E quem não quer ter uma marca reconhecida, não é mesmo?

Isso ajuda a sua empresa a ser lembrada espontaneamente. Além de recomendada com mais frequência por quem já utilizou seus produtos ou serviços.

Para produzir branded content, você precisa estabelecer de maneira clara quais são seus objetivos, seu público-alvo e qual a melhor maneira de se comunicar com ele.

Lembre-se: cada detalhe nos conteúdos será associado à sua marca – da linguagem, passando pelo estilo, até o formato. Portanto, tudo deve estar de acordo com a estratégia da empresa.

Procure ser criativo e estabelecer uma relação de empatia entre a sua empresa e o possível cliente. Esse vínculo fará com que você seja lembrado mais facilmente.

Busque também os diferenciais do seu produto ou serviço e dê destaque a eles.

O branded content serve para passar a mensagem sustentada pela sua marca. E, assim, conectar-se com o universo do público-alvo – sem, necessariamente, vender um produto.

Um bom exemplo disso é a campanha #LikeAGirl, da Always – que, inclusive, levou o Emmy de melhor comercial de 2015.

Por fim, trabalhe com gatilhos mentais e tente sempre focar nas personas da sua estratégia de marketing. Saiba o que elas querem e como se comportam.

Assim, você tem mais chances de construir conteúdos que realmente gerem engajamento!

Produção de conteúdo e SEO

Agora que você conheceu todos os usos da produção de conteúdo digital, falaremos sobre um elemento fundamental para que seus materiais sejam encontrados pelo público: SEO.

Como falamos antes, SEO significa Search Engine Optimization ou, em português, otimização para motores de busca.

Na prática, essa sigla define uma série de estratégias que tem como objetivo fazer seu site ser encontrado facilmente nas primeiras páginas do Google.

Se possível, em primeiro lugar: pesquisas mostram que os cinco primeiros resultados nos buscadores recebem 90% dos cliques.

Se você quer produzir bons conteúdos que cheguem ao leitor, você precisa dominar os princípios de SEO.

SEO x Qualidade do conteúdo

Antigamente, a maioria das otimizações para mecanismos de busca consideravam apenas duas coisas: a quantidade de palavras-chave e de links.

Mas, hoje em dia, os algoritmos do Google e seus similares estão muito mais apurados e levam em conta. Principalmente, a experiência do usuário.

Logo, para ser bem ranqueado, não basta repetir a palavra-chave um milhão de vezes ao longo do texto. Até porque isso deixa a página bem cansativa para o leitor.

Cada vez mais, a qualidade do conteúdo vem se tornando um fator essencial para bons resultados em SEO. Seus artigos devem focar em responder, efetivamente, as perguntas do usuário de maneira única.

Evite mais do mesmo e busque produzir materiais diferenciados, que instiguem o usuário à ação para que ele continue consumindo as informações do seu site. E não se esqueça de seguir otimizando as páginas frequentemente.

Acompanhe as métricas de SEO e faça melhorias sempre que você puder identificar padrões positivos ou negativos na sua performance.

Além disso, o tamanho dos artigos influencia bastante. De acordo com um estudo que analisou um milhão de resultados no Google, a extensão média dos textos na primeira página é de 1.900 palavras.

Já a construção de links, tanto internos quanto externos – a famosa link building – precisa ser feita de maneira inteligente. Não adianta sair inserindo links para o seu site em qualquer lugar.

Isso pode, inclusive, penalizar a página se os algoritmos constatarem que você está fazendo isso de má fé para ganhar no ranqueamento.

Por isso, o ideal é incluir links contextuais que realmente sejam relevantes para o leitor, e também trabalhar com backlinks. Ou seja, links para a sua página em outros domínios.

A importância da jornada de compra na produção de conteúdo digital

Você já viu os principais elementos da produção de conteúdo digital e alguns hacks para que ela seja mais efetiva. Só que de pouco adianta produzir bons conteúdos se eles não fazem parte de uma estratégia maior.

A produção de conteúdo digital precisa ter um norte, que considere a persona e a jornada de compra.

Cada cliente está em um momento dessa jornada, que passa pelo aprendizado do problema, reconhecimento, consideração da solução e tomada de decisão.

É contraproducente, por exemplo, tentar vender para um lead que ainda está no estágio de aprendizado. Isso só irá gerar gasto de tempo dos vendedores e queda na produtividade.

Mas, ao mesmo tempo, atrair o público-alvo para perto utilizando o conteúdo adequado pode gerar oportunidades de negócio no futuro.

Por isso, acompanhar esse caminho e oferecer conteúdos para cada uma das etapas ajudará você a construir um marketing menos invasivo e mais focado nos desejos do seu possível consumidor.

O que, consequentemente, auxilia a sua empresa a diminuir os gastos e fazer apostas mais assertivas.

Entendendo a intenção de compra do usuário

Investir em um planejamento eficiente de marketing estreitará os laços entre a sua empresa e o seu público, além de facilitar o trabalho da equipe comercial.

Com um investimento que valorize a educação e nutrição dos leads, eles chegam mais qualificados para o contato com o time de vendas.

Ou seja, o próprio papel do vendedor muda e passa a ser de um consultor, que trabalhará de maneira mais direta, oferecendo dados, tirando dúvidas e orientando o provável cliente.

No caso da produção de conteúdo digital, uma estratégia focada na jornada do cliente ajuda a equilibrar os conteúdos, oferecendo materiais de topo, meio e fundo.

Além disso, você produz artigos focados nas principais dores daquela persona, consegue construir fluxos de automação mais eficazes e nutrir melhor seus leads.

Mas, para desenhar essa jornada, lembre-se de identificar primeiro quem são as personas do seu negócio. Ou seja, a personificação do público ideal para o seu negócio.

A partir delas, você saberá melhor como o lead chega até você, quais suas principais dores e quais soluções são mais apelativas para ele.

Para fazer isso, o ideal é entrevistar clientes atuais e leads que ainda estão no processo de compra.

Vale perguntar sobre idade, gênero, formação, cargo, objetivos de vida, interesses, papel na tomada de decisão e o que mais for relevante para entender quem tende a se aproximar das suas soluções.

Já para entender a jornada, as perguntas são um pouco mais complexas.

Você pode questioná-los sobre os motivos que os fizeram procurar sua empresa, como conheceram a sua solução, quais concorrentes consideraram (e por quê), quais dúvidas tiveram, entre outras.

Depois disso, você tem uma figura muito mais clara de quem procura seus serviços e consegue construir uma estratégia de conteúdo muito mais focada!

Mas, afinal, o que é conteúdo de qualidade?

Se você chegou até aqui após de ler tantas informações sobre produção de conteúdo digital, deve estar se perguntando. Mas o que é um conteúdo de qualidade, então?

Resumidamente, um bom conteúdo reúne tudo o que nós listamos acima. Uma boa base estratégica, respostas efetivas às perguntas do lead, criatividade e, claro, o uso de boas práticas de SEO.

Mas, além disso, você precisa também equilibrar qualidade com quantidade. E o volume de conteúdos publicados a cada semana irá variar dependendo do foco da sua estratégia.

Por exemplo: se o seu principal objetivo é se posicionar como especialista na área e se diferenciar da concorrência, a qualidade dos seus artigos fará toda a diferença.

Já se o objetivo é apenas manter um blog de notícias, então a frequência dos posts é essencial.

Estabeleça seus objetivos prioritários e oriente seu planejamento com base nisso.

Porém, atenção! Não adianta fazer conteúdos extensos e densos se você não está conversando com o seu público.

Ou então, se você publica pouco. Pois o Google leva em conta também a sua frequência de publicação para fazer o ranqueamento. Além de que quanto mais você posta, mais visitas recebe.

O equilíbrio é mesmo a chave. Procure colocar todos esses elementos na balança e medir o que funciona melhor para o seu negócio.

Tendências para  a produção de conteúdo digital

Agora que você já conhece os segredos da produção de conteúdo digital, chegou a hora de entender o que realmente tem sido eficaz no mercado. As tendências da área estão se transformando junto com as mudanças na tecnologia.

Para continuar fazendo os melhores investimentos, você precisa se manter sempre atualizado. Então, separamos algumas tendências fortes que você provavelmente vai ouvir falar daqui para frente:

Clusters de Conteúdo

Em tradução literal, topic clusters significam “grupos de tópicos”. Ou seja, são conteúdos organizados em torno de um tópico central de maneira conectada.

Eles surgiram como resultado da evolução nos algoritmos do Google. Que, hoje em dia, valorizam conteúdos que respondam de maneira mais efetiva às dúvidas do usuário.

Basicamente, essa estratégia se baseia na construção de uma página central, ou pillar page, e outras relacionadas, as clusters.

Esses materiais são unidos por hiperlinks e aumentam a relevância um do outro, como na imagem abaixo.

Fonte: Hubspot

Otimização para buscas por voz

Com o aumento da popularidade de assistentes pessoais como a Alexia e a Siri no exterior, os buscadores estão cada vez mais se adaptando para buscas por voz.

Hoje, metade das buscas feitas no Google é executada em dispositivos móveis e as pesquisas por voz já cresceram mais de 30%.

Isso significa que a produção de conteúdo digital, obviamente, precisa se adaptar.

O uso das palavras-chave continua importante. Porém, mais do que isso, os algoritmos valorizarão a intenção de busca do usuário, mesmo com variações semânticas.

Por isso, utilize uma linguagem natural e inclua no conteúdo perguntas e frases que seu público pode falar ao pesquisar pelo seu conteúdo.

Vídeo

Por fim, chegamos na maior tendência desse ano: o vídeo!

Nos Estados Unidos, 87% das empresas já usam vídeo como uma estratégia de marketing e esse número vem crescendo exponencialmente.

Em geral, a explicação mais comum para esse fenômeno é que vídeos ajudam o público a compreender um volume grande de informações complexas em pouco tempo.

E, atualmente, prender a atenção do usuário se tornou uma peça-chave em termos de marketing digital.

Fique atento a essa tendência e saiba mais sobre a produção de vídeos para marketing digital em nosso artigo sobre o assunto.

Além disso, se você se interessou pelas tendências de marketing desse ano, confira nosso material que aprofunda as principais transformações para a produção de conteúdo digital.

Conclusão

Esperamos que você tenha esclarecido suas dúvidas e percebido que a produção de conteúdo é uma parte essencial do marketing digital.

Como nós comentamos, a produção de conteúdo de qualidade é essencial, não importa qual das estratégias você decide adotar.

Só com materiais relevantes você consegue se diferenciar da concorrência em um mercado tão competitivo como o atual e chamar a atenção dos seus possíveis clientes.

E para ajudar a sua empresa a colocar isso em prática, existem produtoras de conteúdo que podem assumir parte dessa tarefa. Entre em contato com a Gummy, nós podemos ajudar!

Se você chegou até aqui, agradecemos sinceramente a sua atenção.

Agora, se ainda estiver instigado a aprender mais, não deixe de baixar nosso Ebook “Como entender o que sua persona que ler” e entenda de uma vez por todas como produzir conteúdo realmente relevante.

Até a próxima!

 

 

Afinal, como funciona o SEO para YouTube?

Afinal, como funciona o SEO para YouTube?

Com quase 2 bilhões usuários, aproximadamente um terço das pessoas que usam a internet no mundo, o YouTube é hoje o segundo maior site de buscas e pesquisas da rede, perdendo apenas para o Google em número de pesquisas.

Para entender melhor a dimensão que o site alcançou, confira alguns dados abaixo:

  • Mais de 1,9 bilhão de usuários conectados ao YouTube acessam a plataforma todos os meses. (Youtube, 2018)
  • 72 horas de vídeo são carregadas no YouTube a cada minuto (WordStream, 2018);
  • 1 bilhão de horas de vídeo são assistidas no YouTube todos os dias; (Youtube, 2018)
  • Até o final de 2019, vídeos representarão 80% do tráfego na internet. (Cisco, 2018)
  • A produção de vídeos corporativos na plataforma aumentou 99% entre 2016 e 2017. (DealMaker, 2017);

A princípio, os números parecem surpreendentes, não é mesmo?

Porém, ao analisarmos o posicionamento de grandes marcas acerca da produção de vídeos para este canal, vemos o quanto o mercado está se direcionando, cada vez mais, a atender a demanda desta plataforma.

Ao mesmo tempo em que a produção de vídeos para Youtube se populariza, aumentam as responsabilidades dos envolvidos no marketing das empresas.

Um fator importante e muitas vezes ignorado por esses profissionais é o fato de que é possível trabalhar SEO para Youtube afim de obter melhores resultados com a produção de vídeos.

Os benefícios de ter seu vídeo bem colocado na pesquisa do Youtube são muitos. Entre eles, o aumento do alcance gerado para seu canal e, claro, grandes possibilidades de atrair mais visualizações. 

No entanto, diferente dos blogs ou outras redes sociais, o SEO no YouTube possui seus próprios fatores.

Por isso, este conteúdo mostrará:

  • Principais fatores de rankeamento SEO para Youtube
  • Boas práticas de otimização SEO para Youtube

Quais os fatores de rankeamento SEO para Youtube?

Podemos dividir em três categorias os fatores que influenciam o algoritmo do Youtube: valor agregado do conteúdo, uso de palavras-chaves e engajamento do usuário.

 

Alguns elementos considerados pela plataforma e ligados a essas categorias são:

  • tamanho do vídeo;
  • resolução da imagem;
  • visualizações;
  • compartilhamentos;
  • número de assinaturas após visualização;
  • likes e dislikes;
  • comentários;
  • retenção de usuários;
  • informações no título;
  • tags utilizadas;
  • palavras-chave na descrição;

Veja que, diferente do Google, o mecanismo de buscas do YouTube não consegue mostrar ler objetivamente o conteúdo do vídeo. Por outro lado, é capaz de identificar a qualidade e relevância do conteúdo através de métricas ligados ao envolvimento do usuário e recursos textuais atrelados ao vídeo – os metadados.

Então, o que é preciso fazer para subir um vídeo no ranking de pesquisas?

Valor agregado do conteúdo

Para começar, é preciso oferecer vídeos de qualidade.

Um conteúdo de vídeo de baixa qualidade não terá visualizações, reações e nem comentários dos usuários, fazendo com que o algoritmo receba um sinal negativo e faça o seu vídeo despencar na classificação.

Para classificar a qualidade dos vídeos inseridos na plataforma, o algoritmo considera variáveis como:

Tamanho do vídeo:

De acordo com estudo realizado pelo site  Backlinko, vídeos longos tendem a ser melhor ranqueados pelo algoritmo. A média de duração de um vídeo na primeira página do Youtube é de 14 minutos e 50 segundos.

Resolução da imagem:

HD ou nada. Usuários estão cada vez mais exigentes com em relação a qualidade das imagens consumidas. Vídeos em alta resolução representam 68% dos conteúdos na primeira página de buscas do Youtube.

Retenção do usuário:

Outro fator que mede a qualidade do conteúdo pode ser mensurado pelo proprietário no canal através do Youtube Analytics.

Trata-se do campo “Retenção de Público”, que mede quanto tempo um vídeo é capaz de reter o interesse de sua audiência.

Analise os pontos de desistência e procure entender em que ponto seu público deixa de se envolver com o vídeo. Uma ótima opção para melhorar seu conteúdo através de dados claros e assertivos.

Engajamento como fator de otimização SEO para Youtube

O próximo passo importante para garantir uma boa otimização SEO no Youtube é o engajamento do usuário. Métricas ligadas a engajamento permitem ao robô do site entender se seu conteúdo é, de fato, relevante, tem qualidade e se deve ou não ser bem ranqueado.

Alguns fatores considerados pelo algoritmo neste quesito são:

  1. Visualizações
  2. Compartilhamentos;
  3. Links
  4. Comentários;
  5. Assinaturas após o View;
  6. Likes e dislikes;

Visualizações e compartilhamentos

 

As visualizações do seu vídeo ajudam a impulsionar o SEO no Youtube. Para aumentar o número de views, é preciso promover seu conteúdo, compartilhando em blogs, redes sociais, sites, entre outros.

O
Youtube mede a qualidade das visualizações, analisando quanto tempo a pessoa passou vendo o vídeo e se o assistiu inteiro. Com citado anteriormente, essa taxa de retenção do espectador pode ser conferida na seção “analytics” da sua conta do YouTube.

Compartilhamentos em redes sociais também são monitorados pelo algoritmo e exercem uma forte influência no rankeamento de vídeos no Youtube. Por isso, lembre-se de sempre incentivar essa ação através dos botões de compartilhamento em redes sociais disponíveis na plataforma.

OBS: Para contar como view, o vídeo precisa ter, no mínimo, 30 segundos de visualização. Por isso, é importante captar a atenção do público logo no início do conteúdo

Links apontado para o Vídeo 

O YouTube está usando links de acesso para vídeos como um fator de classificação, algo parecido com o que o Google faz com os links externos como fator de classificação. Só que no YouTube é preciso construir links tanto para o vídeo que você quer classificar quanto para o seu canal.

A melhor maneira de criar esses links é produzir conteúdos com qualidade, ativando os gatilhos emocionais dos espectadores. Isso é muito percebido quando as pessoas assistem a um vídeo inspirador ou tocante, que é muito compartilhado nas redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp.

 

Comentários no vídeo

 

O fator mais poderoso de engajamento do usuário para o Youtube SEO, pois receber comentários de usuários e vídeos de resposta garante uma grande relevância e sinal de autoridade para a plataforma.

No entanto, não tente enganar o sistema. O Youtube sabe diferenciar comentários genuínos de spams.

Assinaturas após o View

Uma boa notícia para quem está começando um canal no Youtube é que o número de assinaturas em um canal não possui grande influência no posicionamento dos resultados de buscas no site.

Portanto, mesmo canais novos e com poucos assinantes podem acabar bem ranqueados!

Por outro lado, o algoritmo rastreia o número de assinaturas decorrentes da visualização de um vídeo e considera essa métrica de engajamento como um importante diferencial de SEO para Youtube.

Likes e dislikes

Parecidos com o botão like do Facebook, o Youtube tem os botões Thumbs up (polegar para cima) e Thumbs down (polegar para baixo, como se fosse um dislike), que mostram o engajamento do público com o vídeo e se a reação é positiva ou negativa.

Receber um polegar para cima, para baixo ou ter o seu vídeo colocado entre os favoritos sinaliza o envolvimento do usuário.

Não esqueça de pedir aos espectadores dos seus vídeos para curtir, seguir o canal e adicionar o vídeo à lista de favoritos para melhores resultados com SEO para Youtube.

Metadados e uso de palavras-chave.

Finalmente, fatores de otimização de SEO para o YouTube também estão ligados aos metadados atrelados ao vídeo, como: título, descrição, nome do arquivo, tag, transcrição do conteúdo e ao uso de palavras-chaves nesses campos.

Vamos detalhar esses pontos:

Título do vídeo

O título do vídeo afeta muito a sua taxa de cliques (CTR), porque aparece em um lugar destacado na página de resultados de pesquisa. Inserir palavras-chave nos títulos é essencial: você aumenta, assim, as chances de ser visualizado.

Algumas palavras-chave que têm uma boa classificação no Google são:

  • Como fazer;
  • Comentários sobre;
  • Tutoriais;
  • Relacionadas à aptidão (exemplos: “exercícios práticos e simples para fazer em casa”);
  • Videos engraçados, como “gatinhos brincando”.

Um bom título precisa ser relevante e descrever bem o vídeo, ajudando o espectador e o algoritmo do YouTube a encontrá-lo.

Uma boa dica é aproveitar o recurso de preenchimento automático da busca para observar quais palavras e frases as pessoas estão pesquisando e tirar ideias para criar o seu título –  que deve ter menos de 50 caracteres para um bom desempenho.

Descrição do vídeo

Depois do título, o algoritmo do Google e os usuários analisarão a descrição do vídeo. Nela, é possível promover outros links do seu canal ou relacionados ao vídeo.

Mas não exagere: o Youtube não aceita o spam de links, embora incentive o usuário a apresentar outros meios de comunicação e direcionar as pessoas ao seu site.

A descrição do seu vídeo no Youtube é o único lugar para mostrar do que ele se trata e seu principal objetivo é aumentar a taxa de cliques, porque os usuários que observarem uma correspondência exata da pesquisa na descrição do vídeo notarão de cara sua relevância.

Aqui, também é importante fazer o uso das palavras-chave, como no título.

As primeiras linhas são fundamentais na classificação do seu vídeo no mecanismo de pesquisa.

Uma boa descrição para SEO deve conter cerca de 300 a 500 palavras. Quanto mais detalhada e descritiva do vídeo, melhor.

Nome do arquivo 

Imagine que seu vídeo está criado e pronto para ser publicado no YouTube.

Agora, procure usar sua palavra-chave também no nome do arquivo, como “palavra_chave.mp4”.

Ao fazer isso, você informa ao algoritmo do mecanismo de pesquisa o que está em seu vídeo, ajudando-o, assim, a obter uma classificação mais alta – uma vez que não é possível “olhar dentro do conteúdo”.

Tags

Outro jeito de informar o YouTube sobre o seu vídeo é usando tags para vídeos no Youtube.

Para começar, use tags mais óbvias. Por exemplo, se o seu vídeo for sobre bebês sorrindo, comece com as tags “bebês” e “bebês sorrindo”.

Em seguida, use o mecanismo de pesquisa de sugestão automática do YouTube. Neste momento, é possível adicionar, por exemplo, “vídeos de bebês sorrindo” e “bebês sorrindo 2019”.

Depois, confira as tags que os vídeos de seus concorrentes com alta classificação estão usando. Por último, é preciso colocar tags de palavras-chave, pois o YouTube permite que você as aplique em um vídeo. Para ter um bom desempenho, o número recomendado é de 31 a 40 tags exclusivas.

Além disso, inclua possíveis erros de ortografia em suas tags e variáveis no singular, como “bebê”, “bebê sorrindo”, “bebe”, “bebe rindo”.

Dica extra: transcrição do vídeo

Por mais poderoso que pareça, o robô do Youtube ainda não consegue entender o que está sendo dito no vídeo publicado.

No entanto, é capaz de entender conteúdos em texto. Por isso, para fazer com que o Youtube saiba exatamente o que você está falando no conteúdo, é recomendado fazer a transcrição do vídeo em texto e inserir legendas.

Além disso, muitas pessoas assistem a vídeos no trabalho e nem sempre possuem aparelhos de reprodução de áudio de boa qualidade. Lembre-se também que pessoas possuem deficiência auditiva e dependem de legendas para consumir o conteúdo.

Embora o  YouTube possua um recurso de transcrição automática para vídeos, ou seja, um registro escrito de cada palavra dita dentro dele, a ferramenta ainda é pouco eficiente o ideal é que o trabalho seja feito manualmente.

Tente transcrever seu vídeo palavra por palavra e faça o upload com um arquivo de texto. Isso pode trará algumas vantagens para otimização SEO para Youtube e valerá o esforço!

Pronto, as dicas estão aí! Agora é hora de colocar a mão na massa, otimizar seu canal no YouTube e potencializar ser resultados com a produção de conteúdo para Youtube.

Para saber mais sobre como gerar resultados com vídeo, não deixe de baixar nosso Ebook “Como gerar resultados com vídeo marketing”, clicando na imagem abaixo

Até a próxima!

 

3 métricas de SEO que você deveria estar monitorando

3 métricas de SEO que você deveria estar monitorando

Sejam quais forem os seus objetivos com a produção de conteúdos digitais, você precisa de um acompanhamento dos KPIs de SEO para validar esforços e adequar-se à realidade.

O trabalho do Inbound Marketing não está finalizado quando o conteúdo vai ao ar. Afinal, de nada adianta aplicar um método que maximiza o volume de vendas sem certificar-se de que ele funciona.

Neste post, falaremos especialmente dos KPIs de SEO, que são números valiosos para o controle dos resultados de qualquer estratégia Inbound.

Você vai ler sobre:

  • O que é e qual a verdadeira importância das métricas de SEO no Marketing
  • Como realizar o monitoramento SEO em prol dos objetivos de uma agência
  • Lista dos principais KPIs de SEO para que você não caia na superficialidade

Não importa se você está ao lado dos CEOs – que precisam dos KPIs de SEO certos para medir resultados – ou dos gerentes de Marketing – que devem convencer o C-level a aplicar uma cultura de métricas. O conhecimento precede a ação!

Pensando nisso, vamos falar sobre como, quando e porque controlar as métricas de SEO.

Por dentro dos KPIs de SEO e sua aplicação

Vamos começar separando o joio do trigo? Sendo assim, métricas de SEO para um lado e KPIs para o outro. Num primeiro olhar, estes valores parecem semelhantes. Porém, vamos lhe mostrar que a prática é bem diferente.

Por definição, métrica é a medida ou quantificação de qualquer aspecto. Já o KPI, por sua vez, é uma métrica de alta relevância. Ele vai além da métrica comum, pois representa dados que têm impacto profundo nos processos de uma empresa. Através dos KPIs é possível medir se as ações estão realmente atingindo os objetivos do planejamento.

Basta imaginar que somamos o número de curtidas recebidas em uma determinada postagem, ou até mesmo de solicitações de orçamento a partir de um material.

Acontece que, dependendo dos objetivos da estratégia de marketing, cada número pode ter mais ou menos valor.

Dentro dos exemplos anteriores, se você estiver medindo o impacto do conteúdo digital no volume de vendas, as reações que não converteram podem ter sua função minimizada. No que se refere ao engajamento de leads e alcance das postagens, as curtidas já mostram-se métricas de valor. Por outro lado, as solicitações de orçamento são indícios concretos das oportunidades de negócio.

Dito isso, podemos afirmar que todo KPI é uma métrica. Mas, nem toda métrica é um KPI!

Uma métrica torna-se KPI quando seu resultado é crucial para atingir objetivos estratégicos.

Do contrário, são números que não representam muito no processo gerencial, podendo virar métricas de vaidade.

Isso também significa que elas não são as mesmas para todos os modelos de negócios. Há que se estabelecer uma equação entre as necessidades de cada setor e os conhecimentos básicos sobre SEO.

No caso de agências digitais, o foco é mostrar aos seus clientes como os esforços de SEO estão rendendo.

Ou seja, quantificar dados, como o número de visitantes e o nível de autoridade, dentre outras. A pergunta, aqui, é: os conteúdos produzidos estão performando bem? A métrica desses dados nos dará a resposta. Esses mesmos números podem se transformar em KPIs de SEO, pois podem ser constantemente monitorados e sinalizam o sucesso – ou não – da estratégia de atração via busca orgânica.

Já em outros casos, em que usa Inbound com objetivo de aumentar conversão em vendas, o foco é outro. Assim, o objetivo é mostrar como as visitas e os benefícios dos KPIs de SEO impactam no funil de Vendas. A pergunta, aqui, é: quantas vendas a estratégia de marketing de conteúdo gerou?

Ainda está um pouco confuso(a) em relação a quais métricas de SEO são importantes para sua estratégia? No próximo tópico, você encontra algumas sugestões!

 

Principais KPIs de SEO para otimizar resultados

O seu foco é acompanhar os efeitos dos principais KPIs de SEO? Veja quais são eles:

1- Visitas orgânicas

Essas métricas de SEO são consideradas KPIs, uma vez que avaliam o número de visitas direcionadas para o seu site a partir dos mecanismos de busca.

Naturalmente, este é um dos KPIs de SEO mais importantes. Seu crescimento significa que o objetivo de aumentar o consumo dos conteúdos foi atingido. De modo mais simples, mede quantas vezes a sua página recebeu acessos.

Porém, lembre-se de que um único usuário pode ser responsável por diversas visitas. Logo, não é o mesmo que medir o alcance de público do site.

O tráfego orgânico pode ser identificado pelo Google Analytics ou softwares especializados.

2- Rankeamento de keywords

Estes KPIs de SEO dedicam-se ao controle do posicionamento nos mecanismos de busca, a partir das keywords utilizadas.

Ainda que haja uma variação de keywords ao longo da produção de conteúdos, há um eixo temático que os une. Nele, algumas palavras ligadas à sua solução podem ser repetidas de modo constante.

Por conseguinte, é preciso fazer o acompanhamento da performance. O objetivo é alcançar o número 1. Mas, isso não é algo fácil, já que são muitos concorrentes. Este é o motivo pelo qual o cuidado com essa métrica lhe permitirá entender melhor o próprio mercado.

Desse modo, é possível identificar quais concorrentes vêm se dando bem e replicar as suas práticas favoráveis.

Todas estas informações podem ser acompanhadas por ferramentas de SEO, como SEM Rush, WebCEO ou ainda outras opções mais simples, as quais permitem uma análise de rankeamento, como a SerpLabs.

3- Backlinks:

Backlinks servem para gerar tráfedo de qualidade para o blog. Tratam-se de links posicionados ao longo do texto para guiar o lead entre conteúdos relevantes para os temas que está pesquisando.

Desse modo, podemos dizer que essa estratégia ajuda na construção de autoridade, ao mesmo tempo que nutre o lead ao longo da jornada de compra.

Eles podem ser internos ou externos, gerando tráfego dentro do seu próprio ambiente virtual ou trazendo leads de sites de terceiros.

Naturalmente, existem diferentes tipos de backlinks, cada um com suas próprias potencialidades e usos. São eles:

  • Link Juice: Links externos que trazem o leitor para artigos ou para a página inicial do seu blog/site. Ajuda a melhorar a autoridade do domínio.
  • Nofollow links: Quando um link tem a tag “nofollow”, a ligação com ele é interrompida. Costuma ser usado para impedir que links em comentários sejam usados como backlinks para sites maliciosos.
  • Dofollow links: O contrário dos nofollows, Estes permitem que os links adicionados funcionem como backlinks ativos.
  • Root Domain Links: é o nome dado ao domínio que tem diversos backlinks que levam ao seu site. Ex: um site que tem 15 links apontando para o seu é considerado um root domain.
  • Low Quality Links: Links de sites penalizados e de baixa qualidades, tais como: sites de spam, sites pornográficos, sites maliciosos, etc. Eles prejudicam os KPIs de SEO, portanto evite-os.
  • Internal Links: Backlinks internos que redirecionam o lead entre conteúdos da sua própria página.
  • Anchor text: Parte do texto que fica grifada, contendo um hiperlink para algum site relacionado com o texto em questão.

O toque de final para se dar bem com os KPIs do SEO é prezar por um site que contenha design intuitivo. Estude a experiência do usuário para avaliar se não existe algum problema nesse sentido, atrapalhando a conversão. Acreditamos que essas 3 métricas de SEO sejam as mais importantes. As demais estão ligadas ao setor de atuação, de modo que exigem um estudo mais personalizado do caso da empresa. Está interessado(a) em fazer um diagnóstico? Entre em contato conosco!

Leia também Como medir a eficiência do Marketing de Conteúdo e aprofunde-se nesse assunto!

O que o mercado B2B pode aprender com a Black Friday?

O que o mercado B2B pode aprender com a Black Friday?

Estamos chegando perto de um dos eventos mais controversos do mercado B2C. Trata-se da Black Friday, famosa por todos os alvoroços causados durante esse período. São lojas com filas quilométricas de clientes, disputando por produtos com descontos generosos.

Por outro lado, é conhecida também por representar boas oportunidades de compra a quem se programa e garante a promoção que tanto espera.

Seja qual for a sua perspectiva, acontece que modelos de negócio B2B sentem-se do lado de fora desta festa – como se não houvesse espaço para eles. Na verdade, é o contrário!

Quer descobrir como a Black Friday funciona para B2B? Continue a leitura que a gente te conta! 🙂

Você vai ler sobre:

  • Quais são as principais táticas de venda B2B para uma estratégia
  • Como fazer uma Black Friday B2B e aproveitar a data para vendas
  • Como inovar e criar ações fantásticas para essa data

O diferencial entre a Black Friday B2B e B2C

Claro que não é tão simples obter os mesmos efeitos de vendas B2C na Black Friday B2B. Afinal, são lógicas distintas que regem estas duas jornadas do consumidor.

Ao passo em que o B2C é movido por impulsos mais emotivos e sensações de escassez, causadas por uma oferta extremamente limitada, o B2B atua de maneira diferente.

No Marketing B2B, as vendas são caracterizadas por processos mais longos e complexos. Isso acontece porque a cadeia de decisão envolve profissionais distintos até que a compra seja aprovada.

Além disso, o ticket médio também costuma ser mais alto. Tal fato, por si só, já é bastante preventivo de decisões antecipadas e pouco estratégicas. Quanto maior for o investimento, maior a preocupação em verificar todos os detalhes do fechamento de um negócio.

Baseado nesses dois itens, já dá para saber que a criação da Black Friday B2B não é uma aplicação idêntica à B2C. Entretanto, listamos 5 lições para você aprender com esse evento e utilizar na melhoria das estratégias de Marketing B2B.

5 ações para organizar uma Black Friday no mercado B2B

1- Projete expectativas

A Black Friday não é um evento que acontece da noite para o dia. Pelo contrário, ela possui data fixa no calendário e um histórico de promoções notáveis.

Esses dois fatos aliados são o suficiente para deixar as pessoas na expectativa do evento, permitindo com que elas cultivem a sensação de valor atribuído.Em uma estratégia voltada para as empresas, você pode utilizar dos mesmos princípios para obter resultados similares em sua Black Friday B2B.

Caso sua empresa tenha um nome consagrado no setor e um produto de vendas regulares, estabelecer uma data fixa anual pode ser ótimo. Caso contrário, é preciso preparar o lead através dos fluxos de comunicação e conteúdo.

Envie anúncios via e-mail, divulgando a promoção que ocorrerá em breve. Aplicar banners virtuais no meio dos conteúdos Inbound também é uma forma de divulgá-la.

Naturalmente, isso deve ser feito com uma certa antecedência. Aproximadamente 3 meses é um bom período para que os leads possam organizar suas finanças e criar expectativas sobre o grande evento que está sendo organizado.

2- Estabeleça deadlines

Uma campanha que dura para sempre não é uma promoção – mas, sim, uma diminuição no custo do produto. Apesar de um bom preço ser tentador, sabemos que há gatilhos mentais, que servem para dar um empurrãozinho no momento da venda.

Um deles é o senso de urgência, o qual é despertado quando nos deparamos com uma oferta limitada. Quando sabemos que essa oportunidade é única e não se repetirá tão cedo, sentimo-nos pressionados e motivados a acelerar o processo de decisão.

Em sua estratégia de Marketing B2B, quando estiver mais próximo da data da promoção, acrescente a sua duração. Faltando 1 mês para o evento, já é hora de chamar a atenção do lead, privilegiando esta informação nos conteúdos veiculados.

3- Crie a sensação de escassez

Outro gatilho mental muito utilizado na Black Friday é a escassez. Todos sabem que a oferta é limitada. Por isso, sentem que é necessário agir rápido. É o momento em que estratégias, como as abaixo, funcionam bem:

  • “Oferta especial para as 100 primeiras compras do dia”;
  • “Oferta enquanto durarem os estoques de produtos à pronta entrega”.

As condições tentadoras fazem o lead acreditar que está competindo com os outros – sendo que estes pensam da mesma forma -, impulsionando-os a comprar rapidamente.

4- Ofereça incentivos

A promoção, por si só, já um atrativo. Mas, pode ficar ainda melhor! Uma vez que o cenário é favorável para convencer o lead sobre o fechamento do negócio, oferecer algo a mais é o diferencial que falta.

É comum que as marcas estabeleçam parcerias para eventos como a Black Friday. Estas fazem isso quando oferecem preços mais convidativos, caso o cliente decida por vendas casadas.

Na Black Friday B2B, também é possível fazer o mesmo: buscar parcerias com empresas que ofereçam soluções sincronizadas à sua. É possível fornecer um período promocional de produção de conteúdo digital junto a um software de automação de marketing, por exemplo.

Isso vai com as possibilidades e as relações que você é capaz de criar.

5- Personalize suas ofertas

O cliente de hoje quer sentir-se especial. Ele têm as suas próprias necessidades e sente-se acolhido por empresas que demonstram conhecê-las profundamente, oferecendo propostas direcionadas nesse sentido.

A personalização de conteúdos e ofertas é uma realidade com o avanço das tecnologias e as estratégias de uso de dados no Marketing.

Hoje, podemos segmentar os leads de formas diversas, o que permite direcionar conteúdos conforme, entre outros fatores:

  • Idade;
  • Faturamento;
  • Dores de mercado;
  • Setor de atuação etc.

Não há limites para as possibilidades de segmentação. Basta conhecer as suas personas e identificar o melhor para cada uma delas.

A Black Friday pode ser uma ótima ocasião para enviar oferta personalizada. Ao contrário da avalanche de e-mail que o lead estará recebendo de fornecedores B2C, nos canais B2B a concorrência pode ser menor. E um approach personalizado pode fazer com que você se diferencie ainda mais. 

Ao invés de nutrir com conteúdos de topo e meio de funil, pense em ofertas diretas. Caso seja possível, entre em contato direto através de um fluxo de e-mail ou cold call 2.0, tomando o cuidado de tornar a cadência ou e-mail o mais pessoal possível.

Seja qual for o serviço ou oferta que deseja faz, o importante é fazer com que o lead não se sinta dentro de uma automação de marketing e sinta com que aquela oferta irresistível foi enviada por alguém que realmente se importa com o seu negócio e conhece a fundo as suas dores.

Assim, você será capaz de criar uma promoção irresistível e dedicada, despertando no lead um senso de responsabilidade em aderir à oferta. Afinal, ela foi feita especialmente para ele!

E aí, já conhecia alguma dessas técnicas? Você faz uso de alguma no seu dia-a-dia? Divida as suas experiências, nos comentários! Queremos saber o que funciona na sua empresa.

Agora que você sabe o que é a Black Friday B2B, falta compreender as melhores práticas para materiais de altíssima qualidade. Leia esse post e aprenda sobre a personalização de conteúdos e outras tendências do Inbound Marketing. Boa leitura!

Cluster de Conteúdo: tudo sobre a nova técnica de SEO

Cluster de Conteúdo: tudo sobre a nova técnica de SEO

Dentre as práticas mais atualizadas para um bom desempenho em SEO, está o Cluster de Conteúdo. Tal estratégia inovadora é capaz de aumentar a relevância do seu site perante o Google. De quebra, o domínio pode se tornar autoridade em determinado tema graças ao conteúdo detalhado e ao modo como é organizado em níveis e blocos, facilitando a leitura e a experiência do usuário.

Com as últimas mudanças nos algoritmos desta plataforma, trabalhar a partir de uma base estruturada em tópicos tem-se mostrado mais eficiente do que apenas com keywords. E é justamente por esse motivo que o Cluster de Conteúdo tornou-se tão popular!

Está curioso(a) para saber como funciona essa nova técnica em SEO? Nesta postagem, ensinaremos a você o básico para agregar esta prática em seu planejamento de Marketing de Conteúdo e brilhar aos olhos do visitante.

Você vai ler sobre:

  • O que é Cluster de Conteúdo e de que forma é possível utilizá-lo
  • Como criar uma estratégia dinâmica de implementação da técnica
  • Dicas de aplicação em 4 passos para otimizar a performance no Google

Acompanhe os próximos tópicos e boa leitura!

O que é Cluster de Conteúdo e como utilizá-lo?

O Cluster de Conteúdo é uma tática de Marketing Digital baseada na construção de diversos materiais, a partir de um tópico em comum. Assim como o próprio termo em inglês, “cluster” significa grupo ou aglomerado.

Metaforicamente, podemos dizer que o Cluster de Conteúdo funciona como uma espécie de teia. Os recursos, sejam eles visuais e/ou textuais, ligam-se uns aos outros conforme a derivação do assunto, com o objetivo de aprimorar as ferramentas de SEO.

No entanto, esta estratégia atua melhor do que as práticas mais tradicionais. Antigamente, a ordem era trabalhar sobre palavras-chave e buscar o máximo possível de backlinks para ser notado pelo Google.

Na contramão destes métodos, a plataforma verificou um novo perfil de comportamento entre os usuários. Dessa forma, aprimorou sua tecnologia, reciclando algoritmos para ser mais assertivo nas respostas e entender aquilo que o internauta realmente quer.

Ou seja, tornou-se capaz de reconhecer o contexto no qual as palavras estão inseridas, além de buscá-las isoladamente.

Por consequência, é necessário mudar de recursos para a conquista das posições mais altas no buscador. O intuito é acompanhar um eixo temático e também desenvolver conteúdos que se retroalimentam. Isto fará com que o SEO reconheça seu material como confiável.

Aprenda, agora, como pôr este conhecimento em prática e fazer as pazes com o Google.

Colocando em prática a nova técnica em SEO

Vamos começar ilustrando um exemplo concreto. Digamos que você queria produzir conteúdos sobre música erudita a partir de uma visão contemporânea. Ao invés de simplesmente ir direto ao assunto, você irá derivá-lo em possíveis temas secundários que relacionam-se a este. Como:

  • Os benefícios de escutar música erudita todos os dias;
  • A música erudita te deixa mais inteligente: entenda o porquê;
  • Conheça as obras de música erudita mais aclamadas.

Criados todos estes materiais, a próxima etapa consiste em linká-los uns aos outros para gerar uma rede de informações sobre o tema. Um modo de fazer isso, conforme o exemplo utilizado, seria direcionar para o post “A música erudita te deixa mais inteligente: entenda o porquê” dentro de um link building sobre inteligência em “Os benefícios de escutar música erudita todos os dias”.

Por último – e não menos importante -, escolha uma página à qual dar mais relevância e torne-a um conteúdo fundamental. Ou seja, todas as outras devem possuir links para esta e vice-versa. Finalizando com o exemplo da música erudita, o conteúdo fundamental poderia ser “O melhor da música erudita contemporânea que você precisa conhecer”.

A Hubspot sintetizou este conhecimento em um gráfico de fácil compreensão. Observe:

cluster de contendo pela hubspot

Fonte: https://research.hubspot.com/charts/topic-clusters

 

 

 

 

 

A seguir, vamos sintetizar em 5 passos a implementação da técnica nos seus negócios.

4 passos para aplicar Cluster de Conteúdo

 

1- Faça uma boa pesquisa de palavras-chave

Identifique quais são as palavras relacionadas ao produto e/ou serviço. Uma vez que você conhece suas personas e sabe o que precisa divulgar, pesquise em ferramentas adequadas quais são os termos mais buscados dentro desse nicho.

Dentre as opções disponíveis, o Google Trends é uma excelente alternativa.

 

2- Selecione o tema do Cluster de Conteúdo

A partir do item anterior, basta ver qual grande temática abrange melhor as palavras-chave selecionadas. O mais importante é escolher algo que gere um bom número de conteúdos a seu respeito.

 

3- Produza os conteúdos necessários

Com o tema e as palavras-chave alvejadas em mãos, é hora de pôr a mão na massa. Para isso, estabeleça uma ordem de prioridade aos diferentes artigos. O mais relevante será o conteúdo fundamental – ele deve ser mais extenso e aprofundado.

Por conseguinte, os demais devem ser produzidos a fim de que remetam a este. Lembre-se sempre de utilizar as palavras-chave no título para otimizar o SEO.

Vale ressaltar que o desenvolvimento de um Cluster de Conteúdo não limita-se apenas a blogposts. Outros formatos de mídia também podem ser incluídos para somar à importância do seu site.

 

4- Linke os materiais entre si

Além de gerar tráfego interno, os links ajudam o Google a entender sobre o que trata-se cada conteúdo. O segredo é escolher bem os textos âncora que serão utilizados. Ou seja, aquela parte que fica sublinhada em azul, contendo um link para outra página.

Dito isso, é essencial que o texto esteja relacionado ao conteúdo e possua boa notoriedade. Quanto melhor a pontuação, mais alto o rankeamento do material nas buscas.

Com essas práticas, você consegue obter o melhor da estratégia Inbound Marketing. Afinal, o tráfego é o caminho para engajar novos usuários e convertê-los em oportunidades reais.

Na Gummy, temos experiência e profissionais qualificados para desenvolvermos juntos uma estratégia de Marketing de Conteúdo assertiva. Entre em contato para ter uma experiência WOW! :O

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