Entenda a importância da intenção de busca do usuário

Entenda a importância da intenção de busca do usuário

Se você é dessas pessoas que conta com os sites de busca para tudo, já deve ter se deparado com algumas situações impressionantes. Sempre existem aqueles momentos em que estamos procurando uma coisa muito específica, sem saber muito bem que palavras utilizar. 

Você então arrisca algumas palavras, descreve um pouco do que gostaria e de repente: voilà! O mecanismo encontra exatamente aquilo que você buscava, quase como se tivesse lido seus pensamentos. Isso corre por conta daquilo que chamamos de intenção de busca.

Nesta postagem, falaremos sobre como aproveitar o aprimoramento dos mecanismos de busca para ir muito além da palavra-chave. Ensinaremos você a otimizar o conteúdo para intenção de busca e garantir qualidade no tráfego de sua página! 

Você vai ler sobre:

  • O que é intenção de busca;
  • Os diferentes tipos de intenção de busca;
  • Como otimizar o conteúdo para captar a intenção de busca.

O que é intenção de busca?

O exemplo que citamos na introdução é um clássico dos mecanismos de busca. Se você nunca passou por nada do tipo, faça um teste. Você se surpreenderá com a capacidade do Google de entender o que que você quer dizer – mesmo quando escreve das maneiras mais estranhas! 

Esse é um sintoma claro da evolução desses sites, principalmente o Google, para levar uma experiência mais eficiente até o usuário. Foi-se o tempo em que a palavra-chave era o principal dentro da estratégia de SEO

Os mecanismos de hoje avaliam uma série de critérios diferenciados para fazer o ranqueamento da posição 0.

Sobretudo, algoritmos mais recentes do Google possibilitam reconhecer a intenção de busca do usuário. São eles o Hummingbird e o RankBrain. Essas tecnologias avançadas fazem com que o mecanismo reconheça o contexto onde as palavras pesquisadas se inserem. E que procuram, inclusive, termos semelhantes para complementar a busca. 

Em outras palavras, reconhecer a intenção de busca é ler nas entrelinhas para escapar de uma análise superficial das palavras-chave. Ou seja: compreender o que o leitor realmente quis dizer, mesmo que não tenha escolhido os melhores termos de busca. 

É uma ação fundamental para otimizar o fluxo no site, pois de nada adianta ser acessado por leitores que não estão buscando o seu conteúdo! 

Isso gera apenas uma métrica de vaidade e vazia de significado para o Marketing Digital. No fim das contas, o que conta mesmo é a taxa de conversão… E esta só pode ser aumentada com assertividade na entrega das informações que o leitor precisa para se tornar um lead e avançar na jornada de compra.

Este é o conceito básico por trás desta inovadora capacidade dos mecanismos de busca. Agora, vamos mais a fundo para entender detalhadamente como esse processo funciona!

Os 3 tipos de intenções de busca

Como nada é tão simples quanto parece, hora de compreender exatamente como funciona a detecção da intenção de busca e suas categorias. Ao todo, são 3 categorias diferentes, cada qual com suas características e técnicas próprias trazer resultados! Confira:

1. Intenção de busca navegacional

Nesta categoria estão as pesquisas onde a intenção de busca é encontrar um site específico. Pode ser, também, a intenção de busca por um produto ou seção específica dentro de um site. O ponto é que o usuário sabe exatamente onde quer chegar!

Pelo fato da intenção de busca navegacional ser tão objetiva, só vale a pena investir nela se o seu site for o site procurado. Quando as pessoas acabam caindo na sua página através dessa categoria, geram somente um tráfego de baixa qualidade. Pois rapidamente sairão para encontrar o endereço correto. 

Por mais que pareça uma boa ideia “roubar alguns cliques” de grandes marcas que dividam o seu segmento, esta estratégia raramente funciona. Por isso, foque no navegacional somente para ranquear sua própria marca e seus produtos! 

Use termos próprios da empresa, como o nome da marca, nome dos produtos, slogan, etc.

Exemplos de buscas navegacionais: “Facebook”, “Promoção de inverno da Netshoes”, “Youtube”. 

2. Intenção de busca informacional

A categoria de intenção de busca informacional é uma das bases do Inbound Marketing. Ao todo, ela abrange 80% das buscas realizadas e é a grande sacada da jornada do consumidor de hoje. Com amplo acesso ao conteúdo digital, os leitores tendem a explorar sua curiosidade antes de tomar uma decisão.

Isso quer dizer que eles adotarão uma postura autônoma e pesquisarão sobre os temas de seu interesse antes de realizar uma compra. O consumidor de hoje procura informações de qualidade para tomar uma decisão consciente e coerente para solucionar seus problemas. 

Os conteúdos voltados para esta intenção de busca nunca devem falar sobre produtos, mas sim sobre situações que se relacionam com ele. Se você vende produtos esportivos, pode falar sobre vida saudável com a prática de esportes, por exemplo – ou até curiosidades sobre esportes variados.

Geralmente, este tipo de busca utiliza termos como:

  • Dicas;
  • Descubra;
  • Como fazer;
  • Por que/Porque;
  • Aprenda;
  • Como;
  • Quando;
  • O que.

Exemplos de buscas informacionais: “Por que é importante usar um tênis adequado para correr?”, “Como fazer academia corretamente para não sentir dores nas costas”.

3. Intenção de busca transacional

Finalmente, a intenção de busca transacional é ligada ao fundo do funil e final da jornada de compra. Neste tipo de busca, o usuário deseja efetivamente tomar uma ação. Isso envolve tanto fechar uma compra, quanto enviar um formulário, fazer uma matrícula ou até entrar em contato com a empresa.

Nem é preciso dizer que esta é a busca com mais chances de conversão, né? Normalmente, o usuário que faz este tipo de pesquisa já tomou sua decisão e está, no máximo, avaliando preços e condições de aquisição! 

Os termos mais comuns para esta intenção de busca são:

  • Preço;
  • Quanto;
  • Comprar;
  • Experimentar;
  • Teste grátis;
  • Parcelamento;
  • Adquira;
  • Promoção;
  • Desconto.

Exemplos de buscas transacionais: “Quanto custa um tênis modelo X”, “Promoção academia no bairro X”, “Aula experimental de natação”.

Conhecendo estas três categorias de intenção de busca, você estará preparado para produzir conteúdos mais relevantes. Criando um calendário editorial que respeite as etapas do funil e os diferentes tipos de intenção de busca, terá ainda uma estratégia de SEO diferenciada! 

É a estratégia perfeita para entregar às personas exatamente aquilo que elas desejam consumir e limpar o tráfego do site para não atrair tantos usuários sem interesse real no seu conteúdo. 

Preparado para alcançar as posições mais altas do Google? Então, aproveite para dar uma olhada nos princípios de SEO que todo profissional de marketing precisa dominar!

Gestão de conteúdo: como montar um processo realmente eficiente?

Gestão de conteúdo: como montar um processo realmente eficiente?

Já não é segredo para ninguém o sucesso das estratégias de Marketing de Conteúdo em empresas de todos os setores. É por isso que, segundo o relatório Estado do Inbound 2017 da Hubspot, 53% dos profissionais de agências digitais vêem o processo de gestão de conteúdo como sua prioridade. 

No entanto, há um dado que contrapõe este de maneira preocupante. Segundo o Content Marketing Institute, apenas 30% dos responsáveis pelas ferramentas B2B estão satisfeitos com os resultados de seu desempenho via Inbound Marketing.

Você se insere nessas estatísticas?

Um dos motivos que causam esta insatisfação é a má gestão de conteúdo

Por vezes, as marcas deixam de criá-la ou mesmo contratam alguém que a faça. Isso acarreta em uma redução na qualidade das entregas e em materiais que não performam como o esperado.

A seguir, vamos provar como a organização de um workflow planejado para todas as etapas da gestão de conteúdo auxilia no cotidiano e pode garantir a eficácia de uma estratégia.

Você vai ler sobre:

  • Como estruturar um processo de gestão de conteúdo assertivo
  • Quais ferramentas otimizam uma estratégia de Inbound Marketing
  • De que forma a gestão de conteúdo pode ser implementada

A importância de um bom processo de gestão de conteúdo

Quem tem um processo de gestão de conteúdo eficiente, investe menos tempo com refações desnecessárias, execução de tarefas e falhas de comunicação entre suas equipes. Conhece a frase “tempo é dinheiro”? 

Logo, a gestão de conteúdo é sinal de economia.

A conta se torna imbatível quando vem junto de um acréscimo nos níveis de qualidade do material produzido e também de satisfação por parte dos clientes e funcionários. Ou seja, no fim das contas, todo mundo sai ganhando. 

Agora, vamos à prática! 

A criação do processo de gestão de conteúdo

Para fazer essa mágica dentro da sua empresa, é preciso seguir algumas etapas. São elas:

Ter pontos de partida e de chegada

Estabeleça o ponto inicial do seu processo de produção de conteúdo e identifique qual é o primeiro passo – o pedido do cliente, a confirmação da primeira parte do pagamento, etc. 

Logo após, também é importante definir o ponto final da gestão de conteúdo. Ele pode ser tanto a entrega do material quanto a coleta de um feedback. Assim, tudo depende de como funciona o seu processo comercial.

Reconhecer pessoas envolvidas

Analise todos os profissionais que farão parte do processo, desde o responsável por coletar e fazer as propostas de trabalho até aquele que preza pela felicidade do cliente. Liste-os e busque meios para acompanhar sua produtividade, como softwares de gestão de equipes.

Necessariamente, você deve saber quem e quantos são, fora o que cada um precisa fazer para a garantia de bom andamento do processo de gestão de conteúdo.

Manter a informação centralizada

Escolha uma forma de centralizar todo o material relevante e necessária ao processo de produção de conteúdo. Assim, o local deve ser acessível à todos os envolvidos e conter as informações essenciais para cada etapa. 

Nesta brainbox, como gostamos de chamar, devem estar contidas:

  • informações sobre o cliente;
  • definições das buyer personas;
  • indicações de manual, referências e briefings.

Isso evita, por exemplo, que perca-se tempo em uma situação onde é preciso desenvolver um blogpost e um vídeo sobre o mesmo tema. Uma vez que a pesquisa é comum a ambas as tarefas, isso poupa trabalho e garante a homogeneidade da informação.

Na Gummy utilizamos táticas de gestão de conhecimento e design thinking para organizar e categorizar informações e dados fornecidos pelos clientes.

Ferramentas de gestão de conhecimento e gestão de projetos podem ser úteis nessa etapa do processo.

Lembre-se: a disciplina é a alma da otimização. Repita isso como um mantra.

Aplicar um plano de execução

Descreva objetivamente todas as atividades a serem implementadas do início até o fim do processo de produção de conteúdo. Isso inclui as fases de brifagem, o levantamento de referências, a criação textual, as revisões – sejam elas internas ou externas – e as entregas.

Adicione os prazos a este cronograma e deixe bem clara a relação entre seus conteúdos, facilitando o engajamento do time.

Faça com que esse cronograma seja colaborativo e esteja facilmente visível a todos os envolvidos na execução e entregas.

Instituir um padrão de qualidade

Indique critérios a serem avaliados na hora da aprovação do material. Essa tática é muito relevante na gestão de conteúdo e deve ser levada em conta.

Outra alternativa interessante é estabelecer filtros, a fim de verificar a adequação do texto às orientações do manual do redator. Novamente, a documentação prévia de todas essas atividades será de imensa ajuda.

Afinal, é baseado no que foi estabelecido ao longo do processo de gestão de conteúdo que somos capazes de julgar a qualidade esperada. 

Inclusive, quando se refere ao atraso das entregas – ou mesmo, o fato de não cumprir com o que acordado -, é melhor que ocorra um adiamento do que oferecer um serviço mal executado.

Apostar nas ferramentas certas

Selecione os instrumentos adequados, com o intuito de que sejam a garantia do sucesso de qualquer estratégia dentro da sua organização.

Nesse sentido, há várias opções disponíveis no mercado que podem auxiliar o seu time em diferentes táticas. Algumas delas são gratuitas, outras pagas. Vale à pena desenvolver uma pesquisa e analisar quais as melhores opções para cada caso.

Embora plataformas de conteúdo possam agilizar processos mais robustos, existem alternativas gratuitas que podem Trello, por exemplo, é uma excelente ferramenta para organizar ideias de modo prático, simples e intuitivo. Além disso, permite o compartilhamento de informações com o restante da equipe, dinamizando o acesso a dados importantes. 

Já o Zenkit oferece, além do Kanban, a opção de desenhar processos visuais, incluir cronogramas e calcular o número de horas gasto em cada tarefa do processo, combinando gestão de projeto e gestão de conteúdo.

A verdade é que, no cenário empresarial, todos os recursos necessitam estar sob absoluto controle. A estruturação dos processos dentro de qualquer companhia é a grande sacada que leva as empresas a crescerem de modo programado e rápido. Uma vez que, junto ao controle, vem a escalabilidade.

No que tange especificamente ao conteúdo, aplicando essas táticas, você criará um projeto com vasto potencial para trazer os melhores resultados. Caso seu negócio ainda não tenha condições e/ou disponibilidade de implementá-los a nível operacional, busque parceiros que possam suprir esta demanda. Teste agora mesmo e perceba a diferença!

Para ter certeza de que você não irá mais sofrer com obstáculos no processo de gestão de conteúdo, continue lendo nosso blog e descubra o que há de mais atual sobre marketing de conteúdo. Até mais! 🙂

Content Hacking: como aplicar Growth Hacking no marketing de conteúdo

Content Hacking: como aplicar Growth Hacking no marketing de conteúdo

Você já ouviu falar sobre Growth Hacking? Esse conceito está transformando empresas de todos os setores. É a prova real de que pequenas mudanças na forma de operação são capazes de trazer grandes resultados no crescimento de uma empresa. Mas e sobre Growth Hacking no Marketing de Conteúdo? O que é esse tal de “Content Hacking”? Vamos explicar!

O termo “Growth Hacking” foi criado por Sean Ellis e, nas palavras do próprio autor, este significa “marketing orientado a experimentos”. Podemos dizer que o objetivo da técnica é alcançar objetivos rápidos e minuciosos. Para isso, o foco está em encontrar hacks para crescimento.

Com a identificação clara destas oportunidades, é possível criar estratégias adequadas para se chegar aos efeitos desejados.

Entretanto, você já sabe como aplicar os requisitos do Growth Hacking no Marketing de Conteúdo? Afinal, diversas empresas podem se beneficiar deste modelo. E é para te mostrar exatamente como este método funciona que criamos o post de hoje.

Desvende os mistérios do Growth Hacking no Marketing de conteúdo e utilize estes princípios no em sua estratégia de crescimento. Leia mais sobre o assunto!

 

Growth Hacking no Marketing de Conteúdo: o que é bom, ainda pode melhorar!

Apesar de ser bastante popularizado, o Growth Hacking no Marketing de Conteúdo ainda gera confusão no entendimento de muitos. Isso acontece pois, muitas vezes, o enxergamos como uma técnica a ser aplicada no estilo “receitas de bolo”. Contudo, não é bem assim.

O Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é mais do que uma fórmula pronta: é uma forma de operação.

Posto que a ferramenta envolve o estabelecimento de um processo de ações, voltadas para alcançar um objetivo determinado, ela casa-se perfeitamente com a estratégia de Inbound Marketing. Uma vez que, quando aplicada, é capaz de aumentar a atração e conversão de leads.

Como podemos ver, não trata-se de desenvolver “uma nova metodologia”. Certamente, o modelo que você já vem aplicando em sua agência traz resultados positivos. Até porque, se tivéssemos de começar tudo do zero, seria uma perda de tempo. Mais do que isso! Um verdadeiro desperdício de todo o trabalho investido para chegarmos até aqui.

A aplicação de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é um upgrade no modelo já implementado, focando em potencializar o que ele tem de melhor.

Trata-se de um estudo detalhado das atividades em relação às metas previstas. Analisando a performance de diferentes materiais e reconhecendo forças que elas têm em comum, é possível chegar a um modelo de sucesso.

Uma vez que profissionais B2B direcionam 28% do seu orçamento total para o Marketing de Conteúdo, é preciso ter certeza de um retorno satisfatório. Todavia, conforme os dados do Content Marketing Institute, apenas 30% dos colaboradores acreditam que os esforços em conteúdo da empresa são eficientes. As pesquisas ainda revelam que 55% não fazem ideia de como uma estratégia bem sucedida deve funcionar.

Claramente, o que falta para as instituições se destacarem em seus nichos de mercado é Growth Hacking no Marketing de Conteúdo. Apenas com testes e informações validadas se torna possível chegar a um modelo seguro e escalável.

Agora, vejamos como implementar este conceito dentro da sua própria agência!

 

Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

O Growth Hacking no Marketing de Conteúdo atua com um procedimento semelhante ao método científico de construção do conhecimento.

Todavia, nem sempre uma agência tem o privilégio de contar com tempo e recursos para investigar hipóteses. Assim como abordagens que utilizam o sistema de tentativa e erro, até encontrar uma forma adequada de reproduzir a tática em questão. Geralmente, as startups precisam fazer o caminho inverso, operando por meio de de indução.

Na prática, isso significa:

  1. Fazer um levantamento dos conteúdos que performam melhor nas redes;
  2. Encontrar similaridades, como o uso de gifs e emojis que costumam performar bem;
  3. Calcular a probabilidade de sucesso do padrão identificado em resultados exatos;
  4. Transformar dados em informação útil, revelando a linguagem que o público aprecia;
  5. Criar testes para colocar suas hipóteses à prova, sendo repetidos e escalados.

Com os resultados desse checklist, você terá em mãos tudo o que precisa. Ao encontrar o modelo correto para sua agência, basta replicá-lo quantas vezes forem necessárias.

 

`Práticas de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

Para finalizar nosso aprendizado, listamos 3 exemplos de práticas de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo. Estes já são amplamente conhecidos por sua eficiência. Veja só:

Headlines

O Marketing de Conteúdo está em um relacionamento sério com as técnicas de SEO. É por esse motivo que cerca de 60% dos profissionais de agências de marketing concordam que a otimização para buscadores deve ser a prioridade de qualquer estratégia Inbound.

Afinal, o Google recebe mais de 100 bilhões de pesquisas por mês! Em meio a quantidade de conteúdos disponíveis, ter o título atraente é um diferencial para garantir seus cliques.

Por conseguinte, invista tempo na criação de boas headlines. Realize testes A/B, a fim de descobrir quais call-to-actions e formas de linguagem funcionam melhor. Algumas empresas chegam a considerar mais de 25 possibilidades antes de tomar sua última decisão.

Quer saber sobre SEO para sites? Clique aqui e descubra os melhores hacks!

Meta Description

Esta é uma pequena descrição do seu site ou conteúdo, que pode atrair o lead diretamente para a página indicada. Como aparece logo abaixo ao título nos resultados, é fundamental que contenha a palavra-chave e seja sedutora para despertar a curiosidade do usuário.

Também é válido lembrar que, recentemente, o Google voltou a alterar o número limite de caracteres para a meta description. Com isso, a medida caiu de 320 para 160. Mantenha-se atento(a) para não ultrapassar a máxima permitida!

Infográficos

Outra ferramenta eficiente para Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é o uso de materiais gráficos para divulgar informações.

Infográficos são bastante populares, uma vez que podem ser compartilhados facilmente e permitem uma compreensão mais intuitiva de dados complexos. Não apenas por isso! Um design diferenciado também torna-se atraente aos olhos. E, portanto, rende mais acessos.

Para obter um bom retorno com esse tipo de material, busque dialogar com o público-alvo. Utilize elementos visuais instigantes, crie relações entre os dados apresentados e os fatores relevantes para seu lead.

Dessa forma, ele irá se envolver com o conteúdo, discernir bem a informação e sentir-se motivado a compartilhá-la com seus contatos.

Estes são apenas alguns dentre tantos exemplos que poderíamos citar. É válido pesquisar, também, estratégias de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo que obtiveram êxito. Mas, principalmente, encontre seu próprio caminho!

Aplique o método indutivo, reconheça sua força e mostre para o que veio. Temos certeza que você é capaz de alcançar objetivos ainda maiores. Depois, conte para nós quais foram os resultados!

 

Ficou interessado em saber mais?

Sabemos que o assunto rende muito. Então, em parceria com a Growth Office e a Content Hackers, resolvemos lançar um E-book só sobre “Como Aplicar Growth Marketing no Conteúdo”.

Baixe agora nosso e-book “Content Hacking: como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo” e descubra como utilizar táticas de Growth para potencializar seus resultados com estratégias Inbound.

Como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

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Como provar o ROI do Inbound Marketing e impressionar seu chefe

Como provar o ROI do Inbound Marketing e impressionar seu chefe

Por mais duro que seja, ninguém está procurando os seus acertos para premiá-lo(a). Caso você queira algo, deve tomar atitudes e assumir a responsabilidade de fazer-se notável em meio aos demais.

Neste post, ensinaremos como provar o ROI do Inbound Marketing e apresentá-lo para os seus gestores. Conhecendo os indicadores mais importantes e desenvolvendo um método claro, temos a certeza de que o reconhecimento será uma questão de tempo.

Você vai ler sobre:

  • Vantagens de manter o controle sobre as métricas de ROI do Inbound Marketing
  • Quais são os KPIs mais relevantes para a definição de ROI do Inbound Marketing
  • Como elaborar bons relatórios de apresentação para o ROI do Inbound Marketing

A importância sobre o ROI do Inbound Marketing

A apresentação de resultados para os gestores de outras áreas da empresa vai muito além da mera prestação de contas. Não trata-se apenas de uma conferência do que foi feito em seu trabalho, mas sim de um momento importante para análise de dados estratégicos.

Entender o Retorno Sobre o Investimento (ROI) de cada ação de marketing é fundamental para definir quais estratégias merecem novas apostas ou devem ser substituídas por outras mais lucrativas.

Contudo, nem sempre apresentar os resultados é tarefa fácil. Apesar de que vários recursos podem ser otimizados com o uso de softwares de automação, é importante compreender o mindset por trás do controle do ROI do Inbound Marketing.

Para isso, vamos começar retornando às origens do planejamento de marketing. Relembre os seus objetivos por trás de cada ação e quais metas foram estabelecidas. Caso não tenha organizado nenhuma, é o momento certo para quantificá-las e planejá-las.

Comece identificando todos os setores envolvidos no funil de vendas e qual o investimento dedicado a cada um deles. É hora de tomar algumas decisões para dividir os recursos totais entre todas as ações necessárias para a jornada de compra.

Mudando o ponto de vista

Uma boa técnica para simplificar o momento é um tipo de engenharia reversa. Baseando-se no número de oportunidades qualificadas que a área comercial propõe-se a entregar, será definido o volume de investimento no início do ciclo.

Juntando esses números, você saberá exatamente quanto foi apostado e qual espera-se que seja o ganho final.

Em seguida, basta aplicar métricas e monitorar o que acontece entre os dois pontos.

A fórmula básica para calcular o ROI do Inbound Marketing é: receita gerada / valor total investido.

O número resultante é o retorno obtido sobre os investimentos iniciais. (ROI).

Apesar de sua extrema relevância, conhecer e apresentar o ROI não é tudo. Existem outros indicadores tão fundamentais quanto, os quais devem ser levados em conta.

Esses indicadores são chamados de Key Performance Indicators (KPIs) e ainda garantem a objetividade por trás do relatório sobre ROI do Inbound Marketing.

Quanto mais assertiva sua análise, mais fácil será provar a efetividade dos esforços de sua equipe. Afinal, contra números não há argumentos. Conquiste a confiança diretoria à solidez dos resultados apresentados.

Os KPIs para controlar ROI do Inbound Marketing

Acompanhar os seguintes indicadores permitirá apostas sábias. No momento em que você souber o quanto tais recursos estão rendendo, será possível obter mais resultados com o menor investimento possível.

Confira os KPIs indicadores devem ser acompanhados:

Search Engine Optimization (SEO)

Os indicadores ligados aos mecanismos de busca são relevantes a qualquer estratégia de Marketing de Conteúdo. Nesse caso, mostre números importantes neste aspecto, como:

  • Tráfego orgânico: quantas pessoas vêm até o site por vontade própria (buscando por ele, especificamente);
  • Rankeamento no Google: avalie o posicionamento de seu site e seus conteúdos.
  • Autoridade do domínio: conforme a qualidade do material e dos links relacionados, o Google identifica a autoridade do domínio;
  • Uso das palavras-chave: veja o índice de palavras-chave para ter certeza de que o usuário encontrará os seus materiais. O ideal é manter uma densidade média de, no mínimo, 0,7% da keyword em cada conteúdo.

Neste link, temos um post exclusivo sobre os princípios de SEO que todo profissional deve saber para acompanhá-los.

Conteúdo

Estas métricas estão ligadas ao desempenho dos conteúdos em si. Servem para avaliar como estão performando junto às personas e aos mecanismos de busca. São dados como:

  • Número de visitantes no blog: quantos usuários acessaram o blog em determinado período para avaliar o potencial de atração;
  • Tempo médio de permanência em cada página: quanto tempo o usuário permanece em cada conteúdo para analisar qual engaja mais e replicar conhecimento em outras postagens;
  • Origem de busca: como o usuário chegou até o seu site para entender quais canais atraem mais;
  • Taxas de conversão: quantos usuários tornaram-se leads a partir de um conteúdo ou da página do blog, preenchendo a formulários ou até entrando em contato de outras formas (considerando somente as ações via Inbound).

As duas métricas citadas acima podem ser acompanhadas em softwares de automação de Marketing, como o RD Station, e através do próprio Google Analytics.

Redes sociais

São KPIs fundamentais ao sucesso de uma estratégia de conteúdo nos dias de hoje. Afinal, quase todo mundo utiliza-as e gasta boa parte do seu tempo nelas. Para mostrar o impacto do Inbound Marketing nas redes sociais, é importante registrar o número de conexões, as taxas de engajamento e interações em postagens, além de compartilhamentos e menções.

Geralmente, as próprias redes oferecem ferramentas para controle de métricas em páginas comerciais. Vale pesquisar especificamente as que você utiliza e aderir ao uso desse recurso.

Esses são alguns números que vão causar impacto e impressionar a chefia ao apresentar o ROI do Inbound Marketing. O último passo é aprender como organizá-los e ter clareza na demonstração dos dados.

Os relatórios sobre o ROI de Inbound Marketing

Os relatórios devem ser intuitivos e de fácil compreensão. Infográficos são a melhor pedida: possuem visualidade atrativa, informações de modo sintetizado e permitem comparação de resultados com representação gráfica.

Organize os números das métricas sugeridas acima em gráficos de acordo com cada ação. Novamente, os softwares de automação de marketing vêm a calhar. Eles costumam ter ferramentas próprias para geração de relatórios.

Uma vez com os gráficos em mãos, é importante frisar 3 pontos na hora de apresentá-los:

Informar a situação do funil de vendas

Mostre claramente quantos visitantes tornaram-se leads, qual é a porcentagem desses que transformou-se em oportunidades e quais delas foram convertidas em vendas. Desse modo, será mais fácil entender onde estão os gargalos e como resolvê-los.

Enfatizar os canais que geram mais leads

Além de ter uma boa noção do todo, é importante entender quais são as suas “galinhas dos ovos de ouro”. Identificar canais que se destacam é fundamental na definição sobre quais devem ser mantidos ou ainda potencializados.

Apresentar os resultados das campanhas

Dentro de um mesmo canal, há diferentes ações. Detectar as que possuem maior sucesso permite compreender aquilo que funciona junto às personas e gera inteligência comercial às estratégias futuras.

Compreende agora a importância de provar o ROI do Inbound Marketing para alçar voos ainda maiores? Demonstrar eficiência é o melhor caminho para a chefia o(a) enxergar como aliado(a) e ir longe dentro da empresa.

Temos um conteúdo onde aprofundamos o conhecimento acerca das métricas específicas do Marketing de Conteúdo. Leia agora mesmo para complementar as informações desse post e ter sucesso nessa empreitada. Até mais! 🙂

10 diferentes tipos de conteúdo para Inbound Marketing

10 diferentes tipos de conteúdo para Inbound Marketing

Não queremos comprar pessoas: esse negócio não existe no mercado. Desejamos, sim, atrair a atenção delas para as soluções que podemos oferecer.

O conceito de atração tornou-se praticamente um sinônimo do Inbound Marketing. Mas para atrair um público com potencial de compra, é importantíssimo entregar relevância e agregar valor à sua marca ou produto, principalmente quando falamos em produção de conteúdo.

Afinal, ao vender um serviço ou produto, acredita-se que ele seja compatível ao que se propõe, certo?

De nada adianta desenvolver o melhor produto ou serviço e não conseguir vendê-lo. Da mesma forma, não adianta empurrá-lo goela abaixo para cumprir tal feito.

A boa notícia é que existem diferentes tipos de conteúdo para Inbound Marketing que podem – e muito – auxiliá-lo nessa empreitada.  

Nesse sentido, a versatilidade do Inbound é sua melhor amiga. Selecionamos 10 formatos de conteúdo para Inbound Marketing para ajudar você a vender o seu peixe de forma realmente eficaz.

Neste conteúdo, você vai ler sobre:

 

  • 10 diferentes tipos de conteúdos para Inbound Marketing
  • Como entregar conteúdos de maneira satisfatória

 

Primeiramente, Você sabia que o Inbound Marketing custa nada mais, nada menos do que 62% mais barato do que o Outbound Marketing?

Com o Inbound Marketing, você entrega mais do que um produto ou serviço: você disponibiliza conhecimento. E informações relevantes são sempre bem-vindas.

Antes de começar, vale lembrar que o conteúdo é a cereja do bolo da sua estratégia. É ele quem cativará as pessoas com quem você quer dialogar. Sabendo como falar para o seu público alvo – e, principalmente, o que falar – já há uma grande possibilidade de obter sucesso com estratégias Inbound.

Depois, é só escolher sob qual formato você deseja entregar esse conteúdo ou, em outras palavras, como você deseja sanar uma necessidade ou dúvida de sua audiência.

Como sabemos que o Inbound é versátil e possibilita um universo de escolhas,  selecionamos 10 tipos de conteúdo para Inbound Marketing e listamos suas principais vantagens.

 

1. Blogpost: igual coração de mãe

 

 

Eles são como coração de mãe: sempre cabe mais um. E eles aceitam qualquer assunto, sem distinção nenhuma.

Por conta desse formato eclético, são uma boa pedida quando o assunto é ranquear o blog nas buscas do Google ou outros buscadores. Por meio dos blogposts você pode se posicionar, também, como um especialista naquilo que vende.

Outra coisa importante é que não há um formato – e sim vários – para o blogpost. Ele não tem limite de tamanho: quanto maior, melhor! Você pode divulgar um evento, falar sobre um assunto específico que tenha a ver com a sua área de atuação, descrever um vídeo ou até mesmo uma webinar.

Com o blogpost, você mostra que está sempre atualizado, informa e educa ao mesmo tempo em que pode oferecer um conteúdo interativo. E, assim, continua atraindo mais e mais tráfego.

 

2. E-books – isca para leads

 

 

Para quem quer saber mais poder se aprofundar no tema que necessita, você estará lá para levar essa informação mais detalhada.

É por isso que o e-book pode ser considerado uma isca para leads. E se engana quem pensa que ele precisa ser enorme: na verdade, ele pode ter o mesmo tamanho de um blogpost – ainda que o recomendável é que tenha duas vezes esse tamanho.

O que importará, de verdade, é o que você entregará. A informação precisa ser mais específica e responder as perguntas que o seu possível lead tem. Esse formato garante, ainda, a atualização da sua lista de e-mails.

O e-book é entregue, geralmente, no formato de um PDF – para ser baixado. E como o próprio nome sugere, não esqueça de dividir o assunto em capítulos. Eles também não são livros digitais apenas de palavras: abuse das cores, infográficos e imagens.

Quem lê um e-book quer terminar o material sem nenhuma dúvida. Então, novamente: foco no conteúdo.

 

3. Webinars – quem sabe faz ao vivo

 

 

“Quem sabe do que está falando, não precisa de power point”, dizia Steve Jobs.

Se você também faz parte desse time, a produção de webinars é perfeita para o seu negócio.

Com baixo custo – é possível utilizar plataforma gratuitas de webinar, a produção desse formato costuma atender a diferentes objetivos.

Enquanto para a empresa representa uma poderosa arma de atração de leads, para o usuário, o formato é uma tendência cada vez mais aceita.

Afinal, nada melhor do que ouvir e ver quem sabe do que está falando! E, de quebra, em tempo real. Essa interação permite muito mais interatividade e ainda garante informação de qualidade para os seus seguidores.

Você não só irá gerar leads, como oferecerá um dos conteúdos mais procurados e acessados pelos usuários de hoje, que são os vídeos.

As webinars servem de ponto de encontro para quem se interessa pelo mesmo assunto; elas funcionam ainda como chats de vídeo em tempo real.

Mesmo após uma campanha de divulgação, é possível continuar gerando leads com webinars, já que, existe a possibilidade de disponibilizar o conteúdo para aqueles que perderem a live.

Um recurso realmente imbatível quando o falamos em custo x benefício de geração de leads.

 

 

4. Vídeos: quando a combinação som-imagem fala mais alto

 

Eles são os queridinhos do momento. Ao pensar em internet, automaticamente se faz a conexão com o vídeo. Eles informam de forma dinâmica, são versáteis e de fácil compreensão.

Mais do que terem caído no gosto da maioria esmagadora dos usuários, são a tendência para os próximos anos porque combinam interação de forma didática. Não tem como não pensar em sair na frente da concorrência e aumentar o tráfego do seu blog sem pensar em vídeos.

Eles permitem mais informação em um espaço de tempo menor. Podem ser curtos, com até 90 segundos, ou mais extensos. Podem ser educativos, institucionais ou altamente explicativos.

Há tipos de vídeos que podem, ainda, serem associados a outros tipos de conteúdo. Por exemplo: você pode combinar um vídeo com um blogpost que fala sobre o mesmo tema. Um pode complementar o outro.

A lista de possibilidades para os vídeos é enorme e muito rica, assim como as chances de você ranquear bem o seu negócio por meio deles, também.

Aqui você encontra um conteúdo sobre como utilizar vídeos para vendas e escolher o melhor formato para cada etapa do funil. Acessando esse material, você saberá exatamente como incluir e usar de maneira adequada os vídeos em sua estratégia de marketing digital.

 

5. Listas – numere motivos

 

As listas podem organizar a vida, o início de todos os anos e ainda os conteúdos em um blogpost. É isso mesmo: as pessoas amam listas.  

Elas não só estão na moda também na internet, como representam um conteúdo de fácil assimilação. Quando o post está enumerado, mostra exatamente o que você aprenderá com ele. É excelente para o usuário compreender o conteúdo sem nenhuma enrolação.

Então, não esqueça de cumprir com as resoluções de início de ano que estão na sua listinha e abuse das listas também em seus conteúdos digitais.

6. Infográficos: utilize recursos visuais

 

O infográfico é uma boa forma de ilustrar aquilo que você precisa falar ou informar. Ele organiza palavras e imagens e, por isso, aumenta a compreensão ao mesmo tempo em que gera um efeito visual interessante para o conteúdo.

Eles podem aumentar o tráfego do seu blog em até 12%. Então, não é apenas uma questão visual, não!

Em suma, o infográfico é um bom tipo de conteúdo, porque atrai a atenção do lead e ainda geram tráfego. Se for optar por este formato, não esqueça: ele precisa ser completo e bem feito.

 

7. Tutoriais – passo a passo eficiente

 

Quando você alcança a posição de especialista na área, a sua credibilidade começa a falar por você. Os tutoriais são uma excelente ferramenta para que você alcance essa marca.

Para os usuários e leitores, eles são a chance de realmente aprender tudo como desejam, ou seja, com um passo a passo detalhado e eficiente.

Você já sabe que mais informação não é sinônimo de apenas mais palavras, né?  Então, abuse de imagens e de artifícios que possam complementar o conteúdo e torná-lo ainda mais atraente.

Ou, melhor ainda: grave um vídeo! Com certeza, você nem percebe, mas assiste a muitos tutorias na internet – que ensinam da troca de um chuveiro até como retocar uma foto no Adobe Photoshop.

 

8. Estudos de caso – nada como o exemplo!

 

Por meio dos estudos de casos, os usuários podem compreender como o produto ou serviço à disposição auxiliou a vida de outras pessoas. Eles poderão identificar o problema e também a solução.

Outra dica importante no caso de você escolher um estudo de caso para o seu blog é que ele não precisa ser marketing puro, não! Uma história bem contada resolve bem essa questão. Melhor do que isso: conquista quem a ouve, lê ou assiste.

Para o último caso, vale conferir a tendência dos cases em vídeo. Os depoimentos geram empatia e, muitas vezes, resultam até em divulgações espontâneas – gerando engajamento de sobra.

 

9. Entrevistas: perguntas e respostas

 

Uma entrevista pode estar no blog em formato de texto ou de vídeo. E se o entrevistado for um especialista no assunto, melhor ainda.

As entrevistas são um bom formato porque respondem as dúvidas dos usuários em um formato descontraído, que apresenta boas soluções para os seus problemas.

Elas aumentam a empatia e ainda o seu relacionamento com as pessoas que querem saber mais sobre o que você oferece para o mercado. Além disso, podem render boas ações de marketing em conjunto – quando ambas as partes possuem interesse em divulgar o mesmo material.

Lembre-se: um post com entrevista pode ser o início de uma próspera parceria entre dois negócios complementares.

 

10. Pesquisas – dados que comprovam

 

De mercado, de segmento, sobre resultados ou para apresentar alguma tendência: uma pesquisa é sempre um dado relevante. Uma estatística, por exemplo, mostra o que se quer dizer em números que falam por si só. São indiscutivelmente bons argumentos.

Dados são sempre relevantes, além de serem uma forma rápida de comprovação do que se quer informar.

As pesquisas podem trazer informações sobre vários assuntos que servirão de base para muitos usuários.

Mas é fato que não se pode desenvolver uma boa pesquisa sem ter um planejamento. E isso leva tempo. Então, se optar por divulgar uma pesquisa, procure a melhor maneira de captar e divulgar essa informação.

Profissionais da área estão sempre à disposição para ajudar nessa tarefa. Vale a pena contar com esse serviço.

Capriche nas entregas de conteúdo

 

Agora que você já imaginou as possibilidades com esses dez diferentes tipos de conteúdo para Inbound Marketing, não esqueça de caprichar na produção: não importa o que você escolher produzir ou combinar para o seu blog, faça-o com carinho e informações relevantes.

Outro ponto bem importante nesse momento é planejar as publicações. Não adianta postar uma vez por mês. Lembre-se de diversificar os conteúdos e incluir esse planejamento em sua escala de produção, também.

Imagens e recursos visuais não apenas podem, como devem casar com conteúdo e áudio – e devem também ser tão atrativas quanto aquilo que você tem a falar.

Por último mas, talvez, o mais importante: conheça o seu público-alvo, a sua persona, principalmente. Saber quem é o seu possível lead, quais são suas dores e necessidades, é essencial para construir um conteúdo assertivo e que vá direto ao ponto.

 

Essa é a única maneira de conquistar mais visualizações, com palavras que falem diretamente para quem precisa delas.

 

Finalmente, se a produção de conteúdo for um problema para você, pense na possibilidade de terceirizar essa missão para que ela realmente se torne uma solução interessante para os seus negócios.

gerar resultados com vídeo

Nós esperamos que você tenha aprendido e tido bons insights com esse conteúdo sobre diferentes formatos de conteúdo para Inbound Marketing! Em nosso blog há muito mais informações à sua espera. Até a próxima!

 

Lead telefônico: o que é e porque mensurar nas estratégias de marketing digital

Lead telefônico: o que é e porque mensurar nas estratégias de marketing digital

Um dos canais que se mantém  muito presente no âmbito de empresas e desempenhando funções importantes no dia-a-dia dos negócios é o telefone. Os números telefônicos cercam o nosso cotidiano de tal forma que quase não prestamos mais atenção na presença deles, mas ainda mantemos uma relação de proximidade quando o assunto envolve a compra de um produto ou serviço. É por esse motivo que os leads telefônicos devem ser pensados pelo marketing como um instrumento de estratégia para aprimorar os resultados  de sua empresa.

Mas calma, você sabe realmente o que é um lead telefônico e quais suas funcionalidades para as estratégias de marketing digital?

Então vamos abordar de forma mais esclarecida e fácil, para mostrar como a mensuração dos leads telefônicos pode resultar em melhorias para a sua agência e seus clientes. Continue na leitura com a gente, porque ainda temos muito para te falar.

 

O que é um lead telefônico

 

De forma mais objetiva possível, lead telefônico é aquela pessoa que, em algum momento, entrou em contato com a sua empresa através de uma ligação e agora faz parte da lista de contato da sua agência e é visto como uma oportunidade de negócio. Simples, certo?

Pois bem, os leads, como um todo, são contatos que chegam das mais diversas formas, geralmente através de formulários. O diferencial do lead telefônico é o canal pelo qual ele chega, que geralmente não é mensurado e os dados de voz são desperdiçados, junto com o investimento nas campanhas que trouxeram aquele potencial cliente. E por esse motivo é importante saber qual campanha de marketing gerou cada ligação.

Os leads, dentro da estratégia de funil de vendas, representam o topo do funil, ou seja, o ganho de novos leads já é uma aquisição para o time de atendimento e vendas e, a partir disso, começam novas táticas específicas para transformá-los em clientes. Quando falamos de marketing, a estratégia principal é incorporar números de telefone nas campanhas online e offline e identificar quais performam melhor.

 

Mensuração de leads telefônicos

 

Segundo pesquisa do google, 70% das buscas feitas por pessoas utilizando um dispositivo móvel usam do click do call para entrar em contato com as empresas.

Número alto, não é mesmo? Pois bem, e é por esse motivo que as ligações telefônicas devem ser vistas como parte das táticas de abordagens do marketing digital com seus públicos.

Os leads telefônicos sendo pensados por uma estratégia de mercado levam o profissional da área a conhecer melhor o motivo das conversões via telefone e quais os comportamentos que estão ou não trazendo resultados para a empresa.

Dessa forma, podemos ver que a mensuração de leads telefônicos se mostra efetiva para que os times de marketing, através de dados, compreendam quais canais estão satisfazendo os anseios do negócio, com a geração de mais ligações e, assim, otimizem os recursos de investimento a partir dessa análise.

Para fazer a mensuração dos leads telefônicos é necessária a utilização de ferramentas específicas, geralmente um sistema de call tracking.

 

Ficou confuso? Então vamos por partes:

Para que as ações de marketing performem com excelência, é essencial a utilização de plataformas que analisem os dados das campanhas. Porém, é recorrente que os analistas não saibam afirmar quais campanhas estão gerando mais ligações e, consequentemente, mais leads telefônicos.

Com ferramentas de call tracking é possível mensurar com precisão os leads que chegam através do telefone e comprovar todos os resultados gerados pelas campanhas. E quem não quer apresentar um ROI completo, né?

Pois então, com a capacidade de mensurar os leads que chegam através de ligações, as estratégias de marketing adquirem uma maior capacidade de montar seus conteúdos e abordagens de forma mais específica e que resultem em melhor desempenho. Através disso, é uma maneira de evitar que o retorno sobre o investimento esteja defasado, avaliando a repercussão de cada campanha e, assim, utilizar de táticas de marketing que tragam melhores resultados para a empresa.

 

Como aprimorar conteúdos com dados telefônicos

 

Se você conseguiu compreender até aqui que, a partir da análise dos leads telefônicos, é possível criar melhores estratégias para o marketing digital, a gente está para te dizer que: é isso mesmo!

 

Já explicamos que é possível mensurar campanhas de marketing e saber como e quais conteúdos estão trazendo mais frutos, tudo isso em decorrência da análise de dados de ligações.

Ótimo.

Mas como proceder a partir das informações captadas para otimizar as conversões e aprimorar os conteúdos e proporcionar economia para a minha empresa?

Pois bem, são diversos os canais utilizados pelas organizações inseridas no mercado, mas nem todas estão trazendo retorno. Então por qual motivo continuar investindo em conteúdos que não estão desempenhando ganhos para a empresa? Entender os retornos das estratégias de marketing digital são o primeiro passo.

Por exemplo, caso seus dados mostrem que as ligações estão sendo geradas a partir  de conteúdos de mídia offline muito mais que as de mídia online você consegue perceber qual conteúdo está trazendo mais resultados e aprimorar seus materiais nesses canais.

 

Outro aspecto altamente relevante na utilização dos dados de voz é compreender quem é o cliente que procura a empresa. Com os dados telefônicos em mãos é possível traçar um perfil mais fiel e assertivo de quem é a persona com quem você está conversando.

Isso facilita o processo de identificação das dores do consumidor e claro, colabora com a forma que ele irá se relacionar com a empresa que melhor oferece a solução necessária.

Compreender que a estratégia de data-driven marketing pode trazer retorno quanto a gestão das estratégias de marketing para as empresas vem como resposta para os anseios de economia de tempo, investimento e diminuição de desperdício de verba em campanhas que pouco trazem retorno.

 

A partir de tudo o que foi abordado, ainda queremos evidenciar que a busca pelo contato com as empresas via telefone persiste em ser uma forma humanizada de atendimento à disposição de responder perguntas e conceder informações em tempo real.

Por isso, a mensuração de leads telefônicos fundamentado em análise de dados pela equipe de marketing faz com que o atendimento seja personalizado para cada questão tratada pelo telefone e, também, a destinação de conteúdos para cada canal se mostre efetiva em relação a busca por resultados.

Este guest post foi escrito pela PhoneTrack, empresa de serviço de call tracking e inteligência artificial, que ajuda as empresas e agências a otimizarem suas vendas e conquistarem clientes a partir de insights obtidos através de dados da plataforma.

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