Como criar uma persona usando o Obama como exemplo

Como criar uma persona usando o Obama como exemplo

No jogo da conquista, conhecer o outro é fundamental para ter sucesso! Poderíamos estar falando do seu/sua crush mas, na verdade, o assunto de hoje são as personas para o Marketing de Conteúdo. Acontece que existem semelhanças entre nossas relações pessoais e nossas relações comerciais. Afinal, em ambos os casos estamos falando, sobretudo, de pessoas.

O objetivo do Inbound Marketing é atrair, cativar e fidelizar relações produtivas para sua empresa. Buscando ao máximo “ganhar o coração” de cada lead. Porém, para isso, precisamos primeiro garantir que falamos a mesma língua e que nossos correspondentes têm interesse no que temos a dizer. 

Nesta postagem, você vai ler sobre:

  • Como criar uma persona adequada para seu modelo de negócios;
  • O que são personas para o Marketing Digital;
  • Como criar uma persona e alinhá-la com a jornada de compra.

 

O que é uma persona?

Antes de explicarmos como criar uma persona, é importante esclarecer o que ela é:

Eustáquio, o Contador.

Marina, a Gestora de Organização Não Governamental.

Maurício, o publicitário.

Estes são nomes comuns para personas.

Personas são representações ficcionais e generalizantes de pessoas reais. Sejam elas consumidoras ou indivíduos que podem gerar negócios para uma empresa.

Personas são criadas por empresas e agências de marketing, branding e publicidade. Com o objetivo de auxiliar uma marca em seus esforços de comunicação, marketing, design e vendas. 

Compreender como criar uma persona pode, sobretudo, propiciar uma melhora no próprio esforço de produção. E o motivo da melhora é que a criação de personas permite que o trabalho seja mais preciso, atingindo as pessoas certas e desenvolvendo conteúdos que vendem.

Persona vs. público-alvo

Soou familiar para você? Semelhante a um termo muito conhecido dentro do Marketing: público-alvo? Certamente, sim. Porque a persona é uma evolução e refinamento do antigo conceito de público-alvo.

Sobretudo, é bom você entender desde já que estes termos não são sinônimos!

O público-alvo é uma noção de cliente ideal muito generalista e rudimentar. Ele compreende o público somente em termos mais abrangentes, considerando uma parcela da sociedade que você deseja atingir.

 

Por exemplo: 

Homens e mulheres, na faixa etária dos 30 anos, jovens empreendedores, com renda média mensal de R$ 3.500. Gostariam de expandir seus negócios e aumentar o alcance da marca.

Percebe como esta descrição pode abranger tantas pessoas que chega a ser um recorte quase irrelevante? É por isso que a persona busca definir em detalhes o seu cliente ideal para gerar o efeito de hiper-personalização da jornada de compra.

No método de como criar uma persona criamos um nome para este cliente ideal. Imaginamos sua vida, seus temas favoritos, sua forma de ver o mundo. É como criar um personagem fictício que representa o cliente que você gostaria de ter em sua empresa!

Veja a seguir como criar uma persona e um exemplo bem detalhado de uma persona que com toda certeza você já conhece:

 

Como criar uma persona

A Gummy adota um processo distinto de outras produtoras de conteúdo para criar personas. Logo, acompanhe o nosso passo a passo de como criar um persona. Assim, você poderá se inspirar em técnicas validadas no mercado! 

#1. Organização dos dados disponíveis

Organize informações básicas a respeito de clientes ativos e de prospects que não se tornaram clientes, mas que você gostaria de ter convertidos. De negócios que você gostaria de ter fechado.

Utilizaremos como exemplo uma figura conhecida para você ter uma ideia mais precisa de como classificar os dados que você já possui acerca de sua persona.

Barack Obama

como criar uma persona barack obama

Dados Explicação
Idade 57
Cidade/UF Honolulu, Havaí
Cargo Gestor de Organização Não Governamental
Empresa Fundação Obama
Canal de Aquisição Pesquisa Orgânica Por onde chegou até você. Indicações são um canal.
Canais mais frequentes Facebook Portal CNN< Real Clear Politics e ABC News Portal
O que pode levá-lo à aquisição Qual a provável dor que o levará a adquirir o produto ou serviço?
Redes Sociais https://www.facebook.com/barackobama/

No caso de Obama, ele não é um cliente ativo da marca. Portanto, é interessante obter informações armazenadas a respeito de quem já comprou o produto, organizar em colunas subsequentes e fazer um estudo comparativo.

Uma vez esgotados os dados já conhecidos da persona, é válido complementá-los com novos dados que você possa coletar. Isto pode ser feito através de entrevistas com clientes atuais da marca. Basta criar um roteiro com perguntas que façam sentido para gerar formas de criar conteúdos mais engajadores.

Se precisa de algo mais rápido, uma ótima opção é o gerador de personas, ferramenta formatada para você criar personas com base no conhecimento que você detém sobre seu público-alvo.

#2. Netnografia

É o grande diferencial do nosso método de criar uma persona efetiva. Aplicar técnicas netnográficas na análise dos perfis em redes sociais dos prospects e clientes ativos.

Como fazer isso? Para entender de vez os hábitos, preferências e dificuldades enfrentadas pelo seu público-alvo, comece verificando canais em que ele costuma gerar discussões.

Se seu produto responde a uma dor ou interesse específicos, considere navegar em fóruns e grupos de redes sociais destinados à área de atuação em que seu serviço ou produto se insere. Procure entender quais são as principais dúvidas e dificuldades enfrentadas pelo seu público-alvo através desta amostra.

Isto costuma funcionar bem para definição de personas de empresas B2B, uma vez que o mercado opera de forma mais previsível que o de lâminas de barbear, por exemplo.

Agora, se você é uma empresa ou uma agência que precisa direcionar seus esforços de marketing para o público final, a dica também funciona. Contudo, é preciso ter um olhar mais clínico.

Considere, ainda, utilizar formulários para entender melhor o seu alvo. Sempre incluindo questões estratégicas que permitam compreender quais interesses e dores do prospect podem ser respondidas pela composição, comunicação e apresentação do produto ofertado. 

#3. Cruzamento dos dados

Cruze as informações e estabeleça paralelos entre os consumidores e os prospects da marca, suas informações disponíveis online e extrapolações lógicas. 

A partir desta análise de dados comparados, você terá as informações que precisa para validar e entender se suas personas são adequadas para criar um conteúdo épico ou se ainda precisam de ajustes.

#4. Reduzir para simplificar

O cruzamento de dados ajudará a reduzir informações de pessoas semelhantes. Agrupe dados de personas que se parecem até chegar a uma amostra de, no máximo, dois ou três perfis para quem o seu produto será relevante.

#5. Personificação

É muito mais fácil desenvolver uma relação de empatia e conhecimento quando sabemos o nome das coisas. Com as personas não é diferente: crie nome fantasia, destacando a função e algum dado demográfico.

Empatia é o segredo de como criar uma persona efetiva!

#6. Experiência faz a diferença!

Utilize sua experiência comercial acumulada, seu conhecimento do público e faça uma reflexão pertinente a respeito dos perfis traçados até então. Capriche na complementação dos perfis, presumindo dores, necessidades e desafios de cada um deles.

Agora, finalmente, você tem suas personas. Para completar os perfis e ter uma persona sensacional, questione-se sobre cada uma delas seguindo um roteiro que inclua:

  • Problemas que a pessoa está tentando resolver;
  • O que essa pessoa mais precisa?
  • O que essa pessoa precisa e sua marca pode fornecer?
  • Quais informações ela buscará para resolver seu problema?
  • Quais informações ela buscará online para achar o que precisa?

Respondendo a estas questões, você terá material para fazer um alinhamento das personas. Buscando descobrir também como elas se comportariam em cada etapa da jornada de compra. 

Detalhando estes aspectos no seu guia de personas, será possível direcionar a produção de Inbound Marketing para cada parte do funil com precisão e ter mais chances de obter sucesso.

Ufa! É trabalho pra caramba, certo? Mas também não é nenhum monstro de sete cabeças. O processo de como criar uma persona é simples. Porém, necessita de muito esforço e dedicação para fazer uma coleta de informações rica e aprimorar constantemente conforme as respostas do mercado. 

É um trabalho que não termina nunca e precisa ser acompanhado de perto. Logo, é válido considerar trabalhar com uma produtora de conteúdo, que o auxiliará ao longo de todo o processo. Uma produtora pode ajudá-lo a criar personas ideias, na produção de conteúdos e até no planejamento e alinhamento da estratégia de Inbound! 

Desse modo, você não se sobrecarrega e pode focar sua atenção em outros aspectos da gerência de Marketing que precisam ser alinhados para trazerem resultados.

Qual método funciona melhor para você? Basta escolher e apostar suas fichas no caminho certo! 

Agora, se você estiver considerando a possibilidade de contar com o apoio de uma produtora, sugerimos a leitura deste blogpost. Nele, oferecemos dicas valiosas para você não errar a mão na hora de fechar esta parceria.

Até mais! 😉

 

Conteúdo online: concentre seus esforços no cliente

Conteúdo online: concentre seus esforços no cliente

O maior mandamento do marketing de conteúdo de hoje é: foco absoluto no cliente. A produção de conteúdo online não pode ser genérica, nem “atirar para todo lado”. 

A falta de diretrizes muito bem definidas para a criação de conteúdo online gera apenas desperdício e baixa performance. 

Isso explica o motivo da estratégia de Marketing Digital ser tão dependente do estudo e aprofundamento das personas: uma vez que podemos definir nosso público-alvo com tanta precisão, não faz sentido ignorar esses dados!

Nesta postagem, falaremos sobre como a tendência do marketing voltado para clientes afeta o conteúdo online

Você vai ler sobre:

  • A importância de uma produção de conteúdo online centrado no cliente;
  • Como o conteúdo centrado no cliente agrega valor à marca;
  • Como essa tendência impacta no sucesso das empresas.

A importância do conteúdo online centrado no cliente

Para começar a falar da importância do conteúdo online e das interações digitais na jornada do cliente, usaremos a citação de alguém com ampla expertise na área: Betsey Chung, a CMO do TD Bank – um dos maiores bancos no Canadá. 

Sob sua gestão, a estratégia de marketing e conteúdo online da instituição financeira mudou o paradigma. Ao invés de agirem como uma empresa que atua no meio digital, eles optaram por se posicionarem como uma empresa que é digital. 

Nesse sentido, a proposta era tornar toda a gama de questões que envolvem a atuação digital algo orgânico dentro da empresa. Algo que já é pensado como ponto de partida de qualquer estratégia. Sobre essa mudança, Chung responde que:

Digital para mim é apenas uma das muitas maneiras pelas quais os clientes interagem conosco. Acho que é muito importante perceber que se trata de entender profundamente as necessidades dos clientes. […]. Saber qual é a jornada deles quando eles tomam uma decisão de compra, para entender isso nos múltiplos pontos de contato e realmente atender às suas necessidades. Na verdade, para mim, é centrado no cliente.”

Ao compreender que o cliente de hoje em dia está absolutamente presente no meio digital, a empresa se adequou para melhor atendê-lo. Além disso, claramente houve um interesse em aprender mais sobre suas personas e a jornada de compra dos clientes.

E não poderiam estar mais certos: dados revelam que 86% dos compradores prefere pagar mais para ter uma boa experiência de compra. 

Isso mostra que uma estratégia de conteúdo online focada no cliente agrega valor ao seu produto e aumenta o faturamento da empresa. 

O que muda na produção de conteúdo online com essa estratégia?

A principal mudança na produção de conteúdo online é fortalecer os processos do Marketing Digital. Se antes você simplesmente mandava produzir o conteúdo conforme o que você achava interessante, é hora de mudar! 

Já que agora sua opinião não é mais o centro da estratégia, são precisos meios para compreender profundamente o desejo e o comportamento do cliente. 

Para tanto, você precisará – antes de qualquer coisa – estudar muito bem suas personas e validá-las constantemente. Avalie suas experiências de maior sucesso e veja o que é possível replicar.

O segundo passo é entender profundamente a jornada de compra do cliente. Assim, você deve planejar a criação de conteúdo online com base em cada uma das etapas do funil de vendas. 

Ficou confuso? Não se desespere! Temos aqui um guia sobre o conteúdo certo para cada etapa do funil para você nunca mais esquecer!

Assim, você desenvolverá conteúdos úteis e criativos. Isso aumenta a sua relevância e torna a estratégia de Marketing Digital integrada. De modo que seus materiais se complementam e tracionam o lead perfeitamente em cada fase.  

Na prática, isso quer dizer que sua produção deve:

  • Utilizar o conhecimento que possui das personas para melhorar a experiência do cliente:

O cliente de hoje em dia já espera por algo diferente. Todos querem ser surpreendidos o tempo todo! Portanto, quanto melhor você conhecê-los, maiores serão suas chances de sucesso.

O caminho para esse sucesso está em manter um registro cuidadoso de todas as informações coletadas. Desde o momento da criação, até a prática e validação das personas, novos dados surgem o tempo todo. É importante que você atualize suas estratégias com base nelas e use das informações para ter controle sobre a progressão dos seus processos.

Quando você excede as expectativas do lead, você ganha autoridade e gera mais engajamento com a marca. No caso do conteúdo online existem algumas práticas simples que causam um impacto tremendo:

  • Vocabulário adaptado para gerar rapport com o leitor;
  • Linguagem simples e de fácil entendimento;
  • Escolha de temas, metáforas e imagens que sejam do interesse do usuário.
  • Aplicar Design Thinking na produção de conteúdo online:

O Design Thinking é um método para resolver problemas baseado em colaboração e empatia. Objetivamente, ele coloca as pessoas no centro do processo e busca sempre tornar suas experiências mais felizes. 

Na rotina dos profissionais do Marketing o método pode ser aplicado para visualizar a estratégia de ponta a ponta. Isso garante mais controle e otimização dos processos internos, garantindo que o receptor seja colocado no centro de tudo.

Isso ocorre quando pautamos a produção de conteúdo a partir seus desejos, interesses, solucionando seus problemas e suprindo suas necessidades.

Implementar esse mindset nos produtores de conteúdo e em toda a equipe de Marketing já faz grande diferença. 

Contudo, essa mentalidade também tem algumas aplicações práticas facilmente aplicáveis:

  • No branding: transmita veracidade em toda a sua comunicação. Tenha valores muito bem definidos para sua empresa e garanta que eles estão alinhados com as personas. 

Uma marca é composta por pessoas que se comunicam com pessoas: nunca se esqueça! Somente assim você será capaz de construir relações efetivas com seus clientes e proporcionará experiências marcantes.  

  • No conteúdo digital: colocar o cliente como foco de sua estratégia e preocupar-se em atender suas necessidades já é Design Thinking. Estude-o constantemente! 

Fique atento às reações dos usuários ao seu conteúdo. Avalie o teor de cada comentário e certifique-se de estar causando uma impressão positiva.

  • Causar um efeito WOW!

Munido dessas ferramentas, procure causar um efeito WOW! com cada peça de conteúdo online, ou seja: não seja mais um produtor de conteúdos que ninguém vai ler. Direcione seus esforços para criar algo que seja memorável ou, no mínimo, desperte algum tipo de reação – seja ela curiosidade, interesse repentino, emoção, etc.

Sabe aquele conteúdo que você lê/assiste e pensa: “WOW! Que conteúdo incrível! É exatamente o que eu precisava nesse momento!”. Você fica feliz, resolve seu problema, tira suas dúvidas e ainda indica aquele colega que se interessa pelo mesmo assunto?  

Esse deve ser seu objetivo!

Um conteúdo WOW! excede expectativas e transforma os consumidores em propagadores. 

Isso fortalece – e muito! – a sua estratégia de Marketing Digital e garante um bom posicionamento junto ao seu mercado. 

Conhecendo melhor essa tendência dá pra entender porque ela é tão relevante, não é mesmo? Aplique as mudanças que forem necessárias em seus processos de planejamento e produção de conteúdo online para atender melhor aos seus clientes. 

A longo prazo, os resultados serão sentidos e são facilmente mensuráveis. 

Para provar a eficiência desta estratégia, não se esqueça de analisar constantemente métricas como engajamento nas redes sociais, taxa de abertura, cliques e respostas de e-mails e tempo de permanência  nas páginas de seu site.

Para ficar ainda melhor, só falta ter um planejamento de conteúdo perfeito. Quer saber como? Então clique aqui e leia também esse blogpost! 

Até mais! 😉

O que é conteúdo evergreen e por que você deveria pensar em criá-lo

O que é conteúdo evergreen e por que você deveria pensar em criá-lo

Evergreen não é a música de Barbra Streisand, mas, assim como a canção, é um tipo de conteúdo que dura – sem prazo de validade. Traduzido do inglês, evergreen significa, literalmente, perene.

Acabamos de responder a provável primeira pergunta sobre esse tema: o que é o conteúdo evergreen? Mas iremos, ainda, elaborar e responder mais algumas questões que irão ajudá-lo com esse tipo de material tão desejado e, ao mesmo tempo, tão essencial.

A nossa intenção é produzir e falar da relevância do conteúdo permanente, que permanece fresco por um longo período de tempo.

Para que não perca o timing, o conteúdo evergreen não inclui informações pontuais como notícias e tendências, por exemplo. Ele pode ser acessado e continuar relevante durante um longo período.

Estamos falando de anos. Por isso, também podemos dizer que eles atraem cliques longos. Muitos conteúdos evergreen são responsáveis pelo tráfego de diversos blogs e websites.

Neste post, você lerá sobre:

  • O que pode ser considerado conteúdo evergreen?
  • Estratégias para produção de conteúdo evergreen;
  • Vantagens do conteúdo evergreen.

O que pode ser considerado conteúdo evergreen?

Se eles não incluem informações factuais, então, podem ser encaixados em conteúdos como:

  • Artigos perenes com dicas ou tutoriais, por exemplo: “o passo a passo da arrumação da mala perfeita”;

 

  • Listas. Você pode criar blogposts como “10 estratégias de marketing atemporais”;

 

  • Ainda pensando em artigos, textos que entreguem dicas para se ter uma vida saudável ou sobre como alterar a rotina para incluir exercícios físicos no dia-a-dia são outra aposta que dá certo;

 

  • Postagens educacionais;

 

  • Glossários.

O ideal é adaptar a proposta da sua marca e os interesses do seu público-alvo para esse tipo de conteúdo.

Se você tem uma revendedora de carros, poderá criar posts que orientem sobre como economizar combustível ou como manter os bancos de couro do veículo com aspecto de novos por mais tempo, por exemplo.

Estratégias para produção de conteúdo evergreen

Ao contrário do que se pode pensar, a produção de conteúdo evergreen não é uma forma de tapar buracos ou de produzir conteúdo irrelevante. Esse tipo de produção é o que pode determinar a conversão de um lead, por exemplo.

Imagine que se passaram dois anos da publicação do seu conteúdo evergreen e, de repente, lá está ele como resultado de uma busca do Google. O usuário encontra o seu blog por causa do assunto que o interessa e, por meio dele, não apenas conhece ou revisita a sua marca, mas pode até mesmo tomar a decisão de compra.

O fornecimento de conteúdo perene não é tão fácil quanto a publicidade direta no curto prazo, mas pode influenciar e direcionar muito tráfego a longo prazo: ao melhorar a classificação nos mecanismos de pesquisa e também apresentar custos menores de manutenção de conteúdo.

Que tal você imaginar quais são as principais dúvidas que seus clientes podem ter em relação aos seus produtos? Que conteúdo você poderia oferecer para sanar as dúvidas de novos clientes que ainda estão se fazendo essas mesmas perguntas?

Aqui, você pode imaginar dois formatos que se encaixam perfeitamente para o tipo de conteúdo que estamos pensando em criar: glossários e listas.

Conseguiu imaginar como seria possível transformar as dúvidas de seus clientes em respostas nesses formatos? Você também pode falar sobre a estrutura do seu negócio, contar a história dele…

Ao contrário do que muitos empreendedores pensam, os bastidores de qualquer processo de produção são muito instigantes e até mesmo decisivos no momento de compra. É muito interessante saber porquê foram adotados tais sistemas de produção e em qual espaço eles são executados.

Por que o conteúdo evergreen não fica desatualizado?

Porque ele entra na categoria atemporal. A história da descoberta do Brasil será sempre a mesma, não é verdade? Ela nunca ficará desatualizada, embora seja antiga.

Esse exemplo serve para você pensar em quais conteúdos pode criar que não sejam fruto do resultado do último mês, mas sim de décadas, e que exatamente por conta disso não perde a validade. Artigos históricos sobre sua empresa, marca ou produto são exemplos de conteúdo evergreen, como falamos acima.

Embora nem todo conteúdo evergreen seja eterno, eles têm sim uma vida muito longa – e é nesse intervalo de tempo que acabam se transformando em ótimas soluções para a sua estratégia de conteúdo.

Conteúdo sazonal e em tempo real

Quais são as plantas mais indicadas para o jardim de inverno? Nem precisamos de muitas explicações para perceber que esse conteúdo pode ser relevante a cada outono – quando pensamos na troca das flores em casa para que durem na estação mais fria do ano.

Esse é um bom exemplo de conteúdo sazonal.

Conteúdos que não estejam relacionados a um período específico do ano, mas sim da vida, também podem ser classificados como sazonais, e neste sentido, “dicas para escolher a casa própria” encaixam-se perfeitamente.

Já o conteúdo real é aquele que perde a validade na mesma velocidade em que as horas passam. Ou seja: hard news, as notícias do dia a dia. O anúncio do acidente que vitimou dezenas de pessoas é real, mas a falha mecânica que foi apontada como causa da batida pode ser uma derivação de um conteúdo real que se perpetuará com uma vida mais longa.

E por que estamos dando esses exemplos? Porque eles podem servir de inspiração para que você produza conteúdo sem prazo de validade até mesmo baseado em conteúdos com vida curta.

Geralmente, o conteúdo evergreen é o oposto do conteúdo viral em termos de durabilidade.

O conteúdo viral pode ser muito bem utilizado para a divulgação de uma marca ou produto, mas ele perde a validade com a mesma velocidade com que se espalha na internet.

É justamente porque tudo passa muito rápido na internet que o conteúdo evergreen é muito relevante: ele continuará sendo pesquisado e interessante hoje, amanhã e daqui a um ano ou mais.

Vantagens do conteúdo evergreen

Outra boa notícia é que, apesar de não expirar o prazo de validade, esse tipo de conteúdo também comporta vídeos e infográficos além de postagens de texto.

E são a melhor forma de engajamento porque podem ser linkados por muito tempo, também. A criatividade na hora da produção e depois, na escolha do formato, é o que faz a diferença na sua estratégia de conteúdo.

E, claro, algumas dicas são sempre bem-vindas!

Dicas para produção de material evergreen

Veja só:

  • Evite termos técnicos: especialistas geralmente não precisam desse tipo de conteúdo. Escreva para iniciantes;

 

  • Escolha um assunto e desenvolva-o. Depois, outros tópicos podem ser abordados em outros conteúdos;

 

  • Duas respostas são certeiras na hora de produzir conteúdo evergreen. Crie um conteúdo que responde ao “o que é” e “como fazer”. Torne-se a melhor resposta para as suas perguntas;

 

  • Tenha certeza de que o seu conteúdo está completo. Assim, o seu público não precisará fazer outra pesquisa e esquecer do seu conteúdo, marca e produto.

Outra estratégia de Marketing de Conteúdo relacionada ao conteúdo evergreen é que, ao criar postagens com assuntos que se complementam, você sempre pode lembrar de linkar o post ao conteúdo vida longa.

Esperamos que este post sobre conteúdo evergreen tenha ajudado você a compreender porque deveria pensar em criar conteúdos de longa duração.

Se você quiser, pode deixar nos comentários como foi a sua experiência com a leitura. E claro, se preferir, pode continuar navegando conosco  nas possibilidades do Marketing Digital.


Até a próxima!

 

Geração dividida: entenda o “millennial divide” e seu impacto na produção de conteúdo

Geração dividida: entenda o “millennial divide” e seu impacto na produção de conteúdo

Se você tem dúvidas sobre investir em marketing para millennials, preste atenção nesta estatística: a geração do milênio é composta de 75 milhões de indivíduos apenas nos EUA, com um poder de compra de mais de US $ 600 bilhões.

Engana-se quem pensa que os millennials ainda são adolescentes ou, no máximo, jovens que estão seguindo certas tendências de estilo e comportamento. Há muitos casais com filhos que também fazem parte desse grupo.

Consequentemente, estamos falando de uma geração que, em plena idade adulta, está adquirindo cada vez mais poder de compra, consumindo mais e ditando a cara e o tom do mercado.

Sendo assim, seja qual for seu público-alvo, é quase certo que você encontrará tomadores de decisão e influenciadores pertencentes a esta geração. Então por que não entendê-los melhor? Aproveite este conteúdo e leia sobre:

  • O “Millennials divide” e a divisão da Geração Y
  • Marketing para millennials: quem eles pensam que são?
  • O que o conteúdo deve oferecer para fisgar os millennials?

Millennials e o mercado:

Embora boa parte dos C-Level de grandes empresas ainda pertençam à uma geração anterior, é inegável o impacto das empresas modernas (especialmente ligadas à tecnologia) e de seus funcionários cada vez mais jovens em posições de decisão têm criado.

A influência é tamanha que tem causado uma verdadeira revolução na forma como são geridos os espaços de trabalho e os recursos humanos na empresas.

Afinal, quando pensamos em empresas inovadores, você provavelmente associa o pensamento a jovens da Geração Y trabalhando em um espaço bem decorado, com sofá para uma soneca e atributos descolados e divertidos, como mesas de sinuca, videogames e por que não, um tobogã, como na sede do Google em Tel Aviv.

Imagem relacionada

Não há dúvidas, portanto, que o mercado está sendo influenciado pelo comportamento Millennials no que diz respeito à novas formas de inovação.

Millennials divide e as suas subdivisões em categorias

Mas afinal, os Millennials são todos iguais?

Se você pensa isso, acaba que descobrir que a resposta é não!

No mundo há mais de 80 milhões de millennials. Eles começaram a nascer há exatamente 40 anos (a primeira geração é data de 1979 e a última nasceu, de 1995). E quanto mais próximos a esses extremos, maiores as diferenças entre eles.

Para o Google, este fenômeno tem nome. Chama-se Millennial Divide, ou a divisão da geração Y de acordo com a faixa etária.

Para além das quase duas décadas que os distanciam, as mudanças no planeta, é claro, interferem na sua forma de ver o mundo.

Logo, além de entender princípios de marketing para Millennials, o ideal é você saber com qual deles a sua marca anda conversando e, então, entender suas particularidades e reações a diferentes estímulos. 

Old Millennials

Segundo estudo realizado pelo Google, os Millenials se dividem, então, em dois grandes grupos.

De um lado, os “Old Millennials”, cuja idade varia entre 25 e 34 anos. Este grupo é formado por jovens adultos que viveram boa parte da vida sem internet.

Ser parte desta categoria significa ter sido criança nos anos 90, ter tido seu primeiro Smartphone quando já adulto ou adolescente e,  enquanto se divertia com brinquedos analógicos, ter acompanhado a popularização das primeiras versões do Windows, dos computadores Apple além de, claro, dever se lembrar deste barulhinho aqui.

Mesmo não sendo parte desta fatia de mercado, é importante observar alguns padrões situacionais e comportamentais inerentes a ela:

1) A maior parte dos Old Millennials está passando por momentos difíceis e que exigem grande maturidade.

Muitos vivenciam situações complexas como: conseguir um novo emprego, comprar uma casa ou apartamento, morar junto com o(a) companheiro(a), viajar ou morar para fora do país ou ainda o nascimento de um filho.

2) Adulting é uma palavra que você precisa conhecer se quiser entender melhor este público.

O termo, do inglês, é cada vez mais adotado em sociologia quando abordamos a Geração Y.

Segundo o dicionário Cambridge, Adulting é o ato de comportar-se como um adulto responsável e não como uma criança ou adolescente, em especial no que diz respeito a tarefas cotidianas, como comprar comida saudável, limpar a casa ou pagar boletos.

Embora a vida adulta gere muitos aprendizados e inúmeros memes, o fenômeno Adulting é responsável por uma certa sofrência dos Old Millenials, que frequentemente se comparam a seus pais em idade semelhante e enxergam um enorme gap entre os padrões econômicos vividos outrora e os atuais.

Ao mesmo tempo em que não há mais tempo para desfrutar da vida como um jovem descompromissado, ainda há muito o que conquistar para igualar-se às conquistas da geração anterior. Nesse sentido, “ser adulto” ou “adulting” é tão necessário quando doloroso.

Além disso, já era adulto em 2008 pode acompanhar a grande recessão mundial – que foi ditada pela quebra de grandes instituições financeiras. Essas interferências econômicas refletiram em desemprego e inflação e, consequentemente, trouxeram pessimismo.

3) Procuram por elementos que aliviem o “sofrimento” e facilitem suas rotinas,  como hacks e produtos “detox”

Como vimos, viver situações difíceis e tomar decisões adulta sem crise econômica faz com que os Old Millennials precisem esvaziar a cabeça de vez em quando. Eles adoram fazer isso acessando o YouTube, por exemplo.

Assim como consomem vídeos de “hacks” para fazer algo, há um constante sentimento de nostalgia e eles consomem muito conteúdo relacionado aos anos 90. Afinal, eles passaram a infância e início da juventude nessa década.

Young Millennials

De outro lado, temos os Young Millennials, a geração que já cresceu com medo de estar perdendo alguma coisa, totalmente acelerado pela cultura da velocidade e do imediatismo.

São considerados Young Millennials aqueles com idade entre 18 e 24 anos.

Ao contrário dos OM, já conheceram o mundo em plena recessão econômica e, por esse motivo, tendem a ser mais realistas e conscientes financeiramente.

Por esse motivo, valorizam o tempo dedicado aos estudos e têm a obtenção de títulos e diplomas como maior objetivo.

São hard users de redes sociais, mas respondem a estímulos específicos: não suportam propaganda e 58% afirma que prefere comprar de marcas com as quais se identificam, ou seja, dialogam com seus interesses.

O contraste na mesma geração

É uma forma de ver o mundo bem diferente de quem nasceu no fim da geração de millennials e passou a infância e adolescência nos anos 2000 – que já cresceu sem dar crédito ao milagre econômico, mas viu o mundo se modificar em um simples toque. A velocidade do touch trouxe inúmeras vantagens e ditou padrões de comportamento sem precedentes.

Para eles, smartphones e redes sociais são regra desde a escola.

Longe da nostalgia, para os young millennials a vida não só é agora, como só se vive uma vez.

Eles também gostam do Youtube, mas não para extravasar: no caso deles, ele é o maior parceiro na hora de aprender, já que o sonho do diploma é mais real para quem nasceu no início da geração de millennials.

Mas o que eles têm em comum? Ou como integrar essas duas gerações?

O acesso à informação é um caminho certeiro para ambas!

Marketing para millennials: quem eles pensam que são?

Para além de colocá-los em um gráfico, é preciso conhecer o que os interessa. Pelo que se apaixonam. Quais são seus dramas e como se comportam.

Essas informações são valiosas para  a sua estratégia de marketing para a geração Y. Vamos lá?

Sem anúncios tradicionais, por favor

Uma das coisas mais específicas que podemos dizer agora e que pode surtir o efeito que você deseja é: se quiser se comunicar com a geração do milênio, abandone a ideia de apenas divulgar uma marca.

Eles não são atraídos por esse tipo de estratégia – a menos que veja muito sentido em fazê-lo. Concentre-se em conteúdos relevantes: anúncios tradicionais não influenciam seu comportamento de compra.

O que o conteúdo deve oferecer para fisgar os millennials?

  • Nem pense em não ser original;
  • Logo, autenticidade é essencial;
  • Imagem é tudo;
  • Sem rodeios, seja direto!
  • Informe, eduque, inspire.

Vamos juntos acompanhar algumas características que podem definir a geração Y. Assim, poderemos desenhar um mapa informativo e bem intuitivo com estratégias de marketing digital para millennials.

O que nós queremos? Conexão!

Novo zapear da tv

É claro que essa geração assiste menos televisão e, se assiste, quase não presta atenção aos anúncios. Então, antes de irmos adiante, esqueça a ideia de produzir esse tipo de conteúdo, ok?

Por outro lado, informe-se sobre branded content na era digital. Você receberá informações de como adaptar a propaganda à nova era da informação. Não é nenhuma novidade que, para eles, passar o feed das redes sociais é o novo zapear da TV.

Você precisará dialogar com o tal “medo de perder algo” que a geração Y carrega. Esse receio foi batizado de Fomo. É ele quem faz com que essa galera cheque constantemente as mídias sociais, mantendo-se constantemente atualizados.

Eles não querem de jeito nenhum perder algum conteúdo.

Logo, una o útil ao agradável: produza conteúdos para que eles se conectem ao que você tem a dizer. Se os millennials sentirem que podem estar perdendo algo ao não acessar o seu conteúdo, você terá acertado o caminho.

Politicamente corretos e muito altruístas

O sistema de valores deles inclui – com muita força – o altruísmo. Não há mais como ignorar que essa nova geração quer fazer contato e manter relações com empresas que estejam engajadas com questões sociais e ambientais.

Não estamos apenas falando de causas que você pode ajudar ou colaborar com o trabalho. Os millennials querem mais do que isso.

Eles precisam compreender qual é o seu histórico como organização: a visão política dos seus executivos, o sistema de trabalho dos seus colaboradores e, ainda, como lida com as questões ambientais. E, acredite, eles querem mesmo saber! Conte tudo ou, melhor do que isso, não esconda nada.

Tente entregar algum valor, mas seja autêntico ao fazer isso. Aproveite, também, para dar ao seu público-alvo uma visão dos bastidores. Como a sua empresa funciona? Onde?

Lembre-se que a comunidade da geração Y é multicultural. Para se conectar efetivamente, não ignore campanhas que abordem várias subculturas étnicas.

Boca a boca online

A geração Y não faz a compra apenas pela sua necessidade. Para efetuar o pedido, eles levam em consideração, por exemplo, as avaliações online.

Também querem feedbacks de amigos e de familiares sobre produtos e marcas – e levam essas trocas muito em conta.

Eles acreditam que o conteúdo gerado por usuários tem mais valor do que aquele gerado pela própria empresa. É o tradicional boca a boca feito de forma eletrônica.

Mais do que isso, feito por meio de dispositivos móveis.

Dados para insights

Aproveite o fato dessa geração permanecer muito tempo online: extraia informações úteis sobre como você pode lançar seu produto ou modelar sua marca conforme a expectativa deles.

A internet também é espaço para a interação da sua empresa. Nas mídias sociais, comentários, dúvidas, reclamações, sugestões, estão todos abertos para quem quiser ver. Comente, agradeça, responda. Comunique-se.

Interação e educação

Se eles gostam mais de conteúdo gerado por meio de vídeos e compartilham mais esse tipo de informação, você já sabe o que fazer.

Eles certamente já não estão mais tão ligados no Facebook. Estão se comunicando com amigos, familiares e personalidades no Snapchat e Instagram. O Youtube também é um dos queridinhos dos millennials.

Lembra que eles adoram conteúdo interativo? Então, abuse de enquetes, infográficos, pesquisas – informações assim podem viralizar em segundos.

Confira nosso artigo sobre como produzir conteúdo para jovens para entender melhor.

Otimize seu conteúdo para vários dispositivos. Smartphone, tablet e laptop! E, claro, não esqueça que a autenticidade combina com todos esses formatos.

Esperamos que este conteúdo sobre marketing para millennials tenha sido útil e sanado todas as suas dúvidas sobre essa geração tão intrigante.

Quer se conectar com a gente? Conte-nos sobre sua experiência com a geração Y nos comentários. Até a próxima!

Como Marketing de Conteúdo e Marketing de Influência podem trabalhar juntos?

Como Marketing de Conteúdo e Marketing de Influência podem trabalhar juntos?

Se existe um fenômeno perceptível com a popularização da Internet, este é a ascensão dos digital influencers e seu impacto sobre o mercado consumidor. E é aqui onde nasce a ideia do Marketing de Influência.

Afinal, eles reúnem multidões de seguidores em seus perfis e têm a confiança deles, que os acompanham diariamente e consomem os conteúdos produzidos.

Hoje com forte adesão, o Marketing de Influência tornou-se um diferencial competitivo para marcas que executam campanhas digitais, inclusive aquelas que já trabalham com marketing de conteúdo.

Juntas, as duas táticas têm se mostrado muito efetiva para construção de awareness e autoridade de marca e até mesmo para aumentar o potencial de alcance de conteúdos.

Quer saber como marketing de conteúdo e marketing de podem influência juntos? Leia este conteúdo até o final e surpreenda-se!

Você vai ler sobre:

  • Qual a importância e de que maneira funciona o Marketing de Influência
  • Afinidades entre ações de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo
  • Métodos para utilizar Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo juntos

 

 

Afinal, quanto é preciso investir para uma ação de Marketing de Influência?

Primeiramente, é bom lembrar: o Marketing de Influência existe há um bom tempo – e já foi muito caro. O motivo do alto custo é que, há alguns anos atrás, a técnica era mais focada em personalidades televisivas e da grande mídia.

Hoje, temos uma democratização da voz popular, favorecendo pessoas “comuns” a ganhar visibilidade diante das massas. Para isso, é preciso ter bons equipamentos, ideias criativas e uma dose de magnetismo pessoal, a fim de angariar milhares de admiradores nas redes.

Investir em celebridades da Internet é uma boa forma de obter alcance. Porém, com custos quase sempre menores.

Enquanto um artista consagrado em meios mais tradicionais pode exigir altos cachês para participar de uma campanha, os influenciadores digitais podem, em muitos casos, aceitar produtos e serviços, em troca de artigos ou vídeos divulgando-os e agradecendo à marca que os ofereceu – é a chamada permuta.

O pagamento em dinheiro também é uma opção e varia de acordo com a popularidade do influenciador. Cabe à empresa analisar e escolher qual oferece mais benefícios.

Além de estarem contato com audiências específicas – favorecendo o alcance de nichos –  os influenciadores oferecem a vantagem de abordar os temas de forma natural e descontraída, utilizando a linguagem mais próxima do público que os acompanha.

A naturalidade para lidar com o público é importante, dado que o uso de AdBlockers cresce a cada dia e dificulta ainda mais o trabalho de quem prioriza anúncios pagos. O consumidor está mais resistente a campanhas tradicionais, engajando-se conforme a identificação com os propagadores da marca em questão.

Apenas para exemplificar e deixar claro que não estamos falando de algo irreal, vamos aos números! Pesquisas respeitadas internacionalmente mostram que, a cada 1 dólar investido em Marketing de Influência, há um retorno de U$6,50 para a empresa. Ou seja, aqui há um Retorno Sobre o Investimento (ROI) invejável à qualquer estratégia de crescimento dos negócios.

Portanto, o Marketing de Influência é uma técnica acessível e que traz excelente retorno, justificando rapidamente o investimento feito sobre a estratégia.

 

Como unir as ações de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo?

Se pararmos para pensar, o próprio trabalho dos influenciadores já é baseado em algumas técnicas de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo. Isso porque produzem um conteúdo digital altamente personalizado e voltado para seu público-alvo, divulgando-o em canais de amplo acesso.

O mais comum é a produção de conteúdo audiovisual. Em sua maioria, os vídeos instrutivos e/ou descontraídos arrecadam milhares de reações e inspiram compartilhamentos por quem se identifica. E o mais interessante é a que a grande maioria das pessoas inicia na carreira por conta própria, sem o auxílio de publicitários em um primeiro momento.

É ou não é uma ação de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo muito bem executada? No fundo, o que precisamos é aprender com estes quase colegas de profissão e desenvolver parcerias para um crescimento mútuo. Com este objetivo, podemos:

  • Convidar influenciadores para produzirem guest posts no site da empresa;
  • Produzir conteúdo para o público do influenciador e estabelecer uma parceria, onde ele compartilha o material.

Essa é a idéia por trás da junção destas duas técnicas. Agora, vejamos como implementar isso de uma maneira prática.

Implementando Marketing de Influência dentro da estratégia de conteúdo

Veja algumas ações que podem ser tomadas para adicionar esta técnica ao seu trabalho.

1- Identifique os influenciadores das suas personas

Obviamente, nem todo influenciador é adequado para divulgar o seu produto. Considerando que buscamos a personalização de estratégias de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo, o influenciador precisa ser alguém inspirador e que gere identidade junto ao seu público.

É importante que tenha práticas alinhadas com os valores definidos para a sua marca e não esteja envolvido com comportamentos negativos aos olhos das suas personas. Escolher um influenciador errado pode resultar em boicotes e churn aos negócios. Por isso, estude-os muito bem antes de fechar parcerias.

Sob esse filtro, faça um levantamento dos mais atuantes e registre-os em tabela, contendo nome, contato, canal de comunicação, número de seguidores e estratégias de interação.

 

2- Engaje-se com os influenciadores e seus seguidores

Quanto mais engajado(a) estiver com eles, maior será a percepção do público de que você faz parte daquela comunidade. Consequentemente, eles irá sentir-se convidado a interagir com sua marca e terá acesso aos conteúdos com frequência.

Por isso, comente nas postagens dos influenciadores e interaja com os seguidores deles. Siga-os e tente engajá-los dentro de sua própria estratégia de conteúdo. Afinal, vocês têm interesses em comum! Mostre isso.

 

3- Peça que os influenciadores interajam com seus conteúdos

Quando conseguir boas parcerias com digital influencers, certifique-se de acordar que esta atenção seja uma mão dupla. Assim como você interage e aumenta a relevância dele em suas redes, ele também deve aumentar a sua.

Peça aos influenciadores que comentem, compartilhem e promovam os seus conteúdos. Se possível, que utilizem também seus produtos e soluções em público.

Concluindo, os influenciadores digitais são aliados poderosos que devem ser trazidos para perto no mercado. Sempre considere que, caso ele resolva aliar-se ao seu concorrente, isso pode representar problemas.

Fique esperto(a) e seja ágil! Utilize nossas dicas e implemente o Marketing de Influência agora mesmo em seus negócios.

De todo modo, o elemento mais importante continua sendo um conteúdo de qualidade. Por maior que seja o alcance do influenciador, se o conteúdo não for relevante, de nada adianta.

É uma estratégia eficiente, mas não miraculosa! Por isso, não descuide do seu processo de produção de conteúdos e nem terceirize a responsabilidade de gerar bom engajamento. O Marketing de Influência traz visibilidade para conteúdos incríveis.

Quer mais dicas sobre como produzir conteúdos de qualidade? Leia este post e conheça os nossos métodos para garantir um efeito WOW! :O

7 métodos avançados para promover conteúdo digital

7 métodos avançados para promover conteúdo digital

De que adianta produzir artigos excelentes sem uma boa estratégia para para promover conteúdo digital?

No marketing digital, raramente quantidade e qualidade possuem os mesmos valores dentro de uma estratégia. Por isso, nem sempre atingir o maior número de pessoas é uma estratégia interessante.

Afinal, quando criamos  conteúdos para Marketing Digital, estamos produzindo para pessoas específicas – representadas pela sua persona.  

Pensando nisso, é preciso direcionar esforços em impactar o maior número possível de usuários com esse perfil e, neste momento, entender quais são as melhores práticas de divulgação de conteúdo torna-se essencial para o sucesso de qualquer estratégia.

Afinal, você está divulgando nos canais certos. Divulgar em seus canais propriteários não está trazendo o resultado esperado

Não fique frustrado com a falta de likes!

Saiba que existem diversas ações a fim de promover conteúdo digital e escalar resultados com uma velocidade surpreendente.

Compartilharemos com você, agora, 7 métodos avançados para promover conteúdo digital que fazem parte do cartilha dos maiores profissionais da área. Todos testados e aprovados pela prática, com dicas que irão auxiliar você a aplicá-los em sua própria empresa.

Você vai ler sobre:

  • A implementação de métodos avançados para promover conteúdo digital
  • Como é possível gerar mais qualidade nas estratégias de Marketing Digital
  • As ferramentas que auxiliam no alcance de metas por Inbound Marketing  


Vamos lá:

As melhores formas de promover conteúdo digital

Quem tem o ofício de promover conteúdo digital, pode divulgar informações de qualidade e fazer a diferença no dia a dia dos mais diversos tipos de profissionais.

Mas, para que isso aconteça, é preciso pavimentar o caminho, a fim de que cumpra o seu fluxo e chegue até os olhos dos usuários certos.

Se esse é seu objetivo, confira esses 7 métodos avançados para promover conteúdo digital com muito mais alcance (depois é só aproveitar os resultados):

 

1- Faça testes A/B

Os testes A/B são uma forma simples e rápida de melhorar as taxas de conversão. Servem para aprofundar conhecimentos sobre as personas e geram inteligência comercial.

Trata-se de dividir o fluxo de acessos a uma determinada página e verificar qual performa mais. Naturalmente, os resultados mostram as preferências do seu público-alvo. Dominá-las é grande parte do sucesso ao promover conteúdo digital.

Ao fazer estes testes, experimente modificar:

  • Títulos dos conteúdos;
  • Citações em snippets;
  • Textos com publicação em redes sociais.

Você consegue programar testes A/B através de plataformas, tais como o Google Optimize.

 

2- Busque citações de influenciadores

Cada área possui aquelas personalidades em que todos estão ligados. Pela sua relevância no setor, ditam tendências e são capazes de mover grande parte do mercado com dicas e sugestões.

O contato direto com estas pessoas é um passo significativo a fim de promover conteúdo digital. Crie relações via redes sociais, tais como Twitter ou LinkedIn.

Uma vez chamada a atenção dos influenciadores, encaminhe mensagens personalizadas, questionando os mesmos sobre o seu ponto de vista em relação a determinados assuntos. Com as respostas em mãos, pergunte se pode citá-las em seus conteúdos e direcione links para as páginas deles.

Estas falas poderão ser utilizadas para trazer autoridade ao conteúdo. E, além disso, como uma forma de atração nos snippets e chamadas de redes sociais.

Apenas lembre-se de manter o tom cortês e elogioso, mostrando que a opinião é relevante para o segmento e agrega valor. Os benefícios disso serão colhidos por ambas as partes.

 

3- Convide influenciadores a consumir

Fora utilizar a experiência destas pessoas em prol da sua página, conforme a dica anterior, estabelecer o contato com os grandes nomes da área também é uma forma de divulgação do seu conteúdo para leitores altamente especializados.

Traz uma certa pressão submeter os seus materiais ao olhar dos maiores especialistas, não é mesmo? Contudo, uma vez produzidos com qualidade o suficiente para chamar a atenção dos influenciadores, você estará em uma ótima posição!

É a aprovação necessária para ter certeza de que está indo no caminho certo. Melhor ainda será ganhá-los de tal modo que lhe ajudem a promover conteúdo digital.

Com certeza, a indicação destas pessoas é garantia de um fluxo de visitantes qualificados em suas páginas. Objetivando este resultado, novamente encaminhe mensagens diretas.

Dedique-se a convencer o leitor de que seu conteúdo merece o consumo. Não esqueça de indicar o compartilhamento, já que isto aumenta as chances de divulgação orgânica.

 

4- Encaminhe e-mails para promover conteúdo digital

Dificilmente estaremos produzindo conteúdos 100% originais ou pesquisas inéditas dentro do Marketing Digital, pois este tipo de redação costuma estar mais ligado à busca de referências externas do que à pesquisa científica.

Além disso, o departamento de Marketing raramente terá o orçamento para contratar um pesquisador especialista em cada assunto abordado. Nesse caso, trabalha-se com um ou  mais redatores que dominam a escrita.

Assim, é feita a pesquisa de referências confiáveis e se extrai aquilo que é necessário para promover conteúdo digital.

Portanto, o que fazemos é condensar informações de qualidade e torná-las acessíveis a um determinado público, de forma rápida e eficiente.

Consequentemente, isso passa por coletas em fontes distintas, que nos ajudam a embasar os dados veiculados.

Uma vez que estamos no mesmo barco, por quê não aproximar-se das suas referências e convidá-las a visualizar o material?

Isso gera mais tráfego e resulta em parcerias importantes para promover conteúdo digital.

Esta rede de contatos pode oportunizar guestposts, troca de links ou mesmo uma promoção espontânea entre as partes.

 

5- Entre em contato com compartilhamentos similares

É parte do planejamento estratégico conhecer a concorrência. Assim, mantê-la por perto é uma prática saudável e que ajuda a promover conteúdo digital.

Mesmo que você não tenha utilizado tal pessoa ou site como uma fonte direta, ainda pode conquistar boas parcerias e indicações.

Por isso, aproveite o fluxo de e-mail e entre em contato com quem produz conteúdo similar. Estas pessoas, certamente, terão interesse em saber o que está sendo dito e até auxiliar na divulgação de seus materiais.

Na verdade, como podemos ver, o contato é a base de todas as estratégias para promover conteúdo digital.

Atualmente, os e-mails têm sido uma excelente forma de estabelecer o relacionamento constante, direto, prático e de baixo custo.

São mensagens facilmente personalizáveis e que podem ser automatizadas para melhorar a eficiência. Por exemplo:

“Olá, [Nome do titular do e-mail]!

Espero que esteja tudo certo com você e [nome da empresa que ele representa].

Publiquei um novo [tipo de conteúdo] e acredito que você pode gostar! Nele, falamos sobre [assunto]. Gostaria muito que lesse e, se gostar, compartilhe! 🙂

Muito obrigado/a,
[Seu nome].”

 

6- Explore diferentes mídias e formatos

Hoje, a gama de formatos para veicular o conhecimento é imensa! Podemos trabalhar com vídeos, podcasts, blogposts, ebooks e por aí vai. A lista é longa! E, o melhor: não é preciso escolher apenas um!

Produzir Cluster de Conteúdo com diferentes mídias e abordagens acerca de uma temática é tendência forte. Além de ajudar nas estratégias de SEO, permite atingir também uma base maior de leads, conforme suas preferências.

Há quem goste de conteúdos mais dinâmicos e visuais, tais como vídeos instrutivos. Assim como há aqueles que aprovam o bom e velho texto corrido, para ler em seu próprio tempo e assimilar novas informações.

Explore o assunto de cada conteúdo ao máximo! Opte por um tópico pertinente e:

  1. Faça um vídeo resumido;
  2. Prepare um webinar aprofundado;
  3. Crie um blogpost informativo;
  4. Escreva um e-book para download em pdf;
  5. Entreviste especialistas e produza um podcast;
  6. Transcreva a conversa e prepare outro conteúdo.

Estas são algumas sugestões de como promover conteúdo digital. De qualquer modo, o céu é o limite! Utilize a sua criatividade e veja o quanto é possível fazer partindo de uma boa ideia central.

7- Promova seus próprios conteúdos com links internos

O último método para promover conteúdo digital é uma estratégia interna de link building.

Utilizando de softwares especializados para gestão de conteúdos e análise de performance – tais como Contentools e RD Station, respectivamente -, é possível identificar quais páginas apresentam maior tráfego.

Com isso, você aproveitar a popularidade destes conteúdos e direciona uma parte àqueles que deseja impulsionar.

Insira Call To Actions (CTAs), formulários e links que encaminham o leitor a outras páginas do seu próprio site, a fim de engajá-los.

Sendo assim, promover conteúdo digital é mais do que somente divulgá-lo. É estruturar mecanismos que garantam um desempenho positiva, trazendo resultados concretos para o departamento de Marketing.

A promoção do conteúdo acontece quando, além de conquistar a atenção do usuário, é capaz de deixá-lo sedento por mais.

Dessa forma, ele entra no processo de Inbound Marketing, buscando conteúdos mais aprofundados e chegando até as soluções para suas dores.

Que mecanismos você utiliza para promover conteúdo digital? Deixe seu comentário para nós! Ficaremos alegres em conhecer quais destas sugestões você aplicou em sua empresa – além, é claro, do resultado obtido.

Como ir somente pelo rumo mais óbvio não é o suficiente, preparamos este conteúdo aqui! Nele, você encontra informações sobre como aplicar canais não-convencionais na geração de tráfego em sua página.

Estas são algumas sugestões de como promover conteúdo digital. De qualquer modo, o céu é o limite! Utilize a sua criatividade e veja o quanto é possível fazer partindo de uma boa ideia central.

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