Content Hacking: como aplicar Growth Hacking ao marketing de conteúdo

Content Hacking: como aplicar Growth Hacking ao marketing de conteúdo

Você já ouviu falar sobre Growth Hacking? Esse conceito está transformando empresas de todos os setores. É a prova real de que pequenas mudanças na forma de operação são capazes de trazer grandes resultados no crescimento de uma empresa. Mas e sobre Growth Hacking no Marketing de Conteúdo? O que é esse tal de “Content Hacking”? Vamos explicar!

O termo “Growth Hacking” foi criado por Sean Ellis e, nas palavras do próprio autor, este significa “marketing orientado a experimentos”. Podemos dizer que o objetivo da técnica é alcançar objetivos rápidos e minuciosos. Para isso, o foco está em encontrar hacks para crescimento.

Com a identificação clara destas oportunidades, é possível criar estratégias adequadas para se chegar aos efeitos desejados.

Entretanto, você já sabe como aplicar os requisitos do Growth Hacking no Marketing de Conteúdo? Afinal, diversas empresas podem se beneficiar deste modelo. E é para te mostrar exatamente como este método funciona que criamos o post de hoje.

Desvende os mistérios do Growth Hacking no Marketing de conteúdo e utilize estes princípios no em sua estratégia de crescimento. Leia mais sobre o assunto!

 

Growth Hacking no Marketing de Conteúdo: o que é bom, ainda pode melhorar!

Apesar de ser bastante popularizado, o Growth Hacking no Marketing de Conteúdo ainda gera confusão no entendimento de muitos. Isso acontece pois, muitas vezes, o enxergamos como uma técnica a ser aplicada no estilo “receitas de bolo”. Contudo, não é bem assim.

O Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é mais do que uma fórmula pronta: é uma forma de operação.

Posto que a ferramenta envolve o estabelecimento de um processo de ações, voltadas para alcançar um objetivo determinado, ela casa-se perfeitamente com a estratégia de Inbound Marketing. Uma vez que, quando aplicada, é capaz de aumentar a atração e conversão de leads.

Como podemos ver, não trata-se de desenvolver “uma nova metodologia”. Certamente, o modelo que você já vem aplicando em sua agência traz resultados positivos. Até porque, se tivéssemos de começar tudo do zero, seria uma perda de tempo. Mais do que isso! Um verdadeiro desperdício de todo o trabalho investido para chegarmos até aqui.

A aplicação de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é um upgrade no modelo já implementado, focando em potencializar o que ele tem de melhor.

Trata-se de um estudo detalhado das atividades em relação às metas previstas. Analisando a performance de diferentes materiais e reconhecendo forças que elas têm em comum, é possível chegar a um modelo de sucesso.

Uma vez que profissionais B2B direcionam 28% do seu orçamento total para o Marketing de Conteúdo, é preciso ter certeza de um retorno satisfatório. Todavia, conforme os dados do Content Marketing Institute, apenas 30% dos colaboradores acreditam que os esforços em conteúdo da empresa são eficientes. As pesquisas ainda revelam que 55% não fazem ideia de como uma estratégia bem sucedida deve funcionar.

Claramente, o que falta para as instituições se destacarem em seus nichos de mercado é Growth Hacking no Marketing de Conteúdo. Apenas com testes e informações validadas se torna possível chegar a um modelo seguro e escalável.

Agora, vejamos como implementar este conceito dentro da sua própria agência!

 

Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

O Growth Hacking no Marketing de Conteúdo atua com um procedimento semelhante ao método científico de construção do conhecimento.

Todavia, nem sempre uma agência tem o privilégio de contar com tempo e recursos para investigar hipóteses. Assim como abordagens que utilizam o sistema de tentativa e erro, até encontrar uma forma adequada de reproduzir a tática em questão. Geralmente, as startups precisam fazer o caminho inverso, operando por meio de de indução.

Na prática, isso significa:

  1. Fazer um levantamento dos conteúdos que performam melhor nas redes;
  2. Encontrar similaridades, como o uso de gifs e emojis que costumam performar bem;
  3. Calcular a probabilidade de sucesso do padrão identificado em resultados exatos;
  4. Transformar dados em informação útil, revelando a linguagem que o público aprecia;
  5. Criar testes para colocar suas hipóteses à prova, sendo repetidos e escalados.

Com os resultados desse checklist, você terá em mãos tudo o que precisa. Ao encontrar o modelo correto para sua agência, basta replicá-lo quantas vezes forem necessárias.

 

`Práticas de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

Para finalizar nosso aprendizado, listamos 3 exemplos de práticas de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo. Estes já são amplamente conhecidos por sua eficiência. Veja só:

Headlines

O Marketing de Conteúdo está em um relacionamento sério com as técnicas de SEO. É por esse motivo que cerca de 60% dos profissionais de agências de marketing concordam que a otimização para buscadores deve ser a prioridade de qualquer estratégia Inbound.

Afinal, o Google recebe mais de 100 bilhões de pesquisas por mês! Em meio a quantidade de conteúdos disponíveis, ter o título atraente é um diferencial para garantir seus cliques.

Por conseguinte, invista tempo na criação de boas headlines. Realize testes A/B, a fim de descobrir quais call-to-actions e formas de linguagem funcionam melhor. Algumas empresas chegam a considerar mais de 25 possibilidades antes de tomar sua última decisão.

Quer saber sobre SEO para sites? Clique aqui e descubra os melhores hacks!

Meta Description

Esta é uma pequena descrição do seu site ou conteúdo, que pode atrair o lead diretamente para a página indicada. Como aparece logo abaixo ao título nos resultados, é fundamental que contenha a palavra-chave e seja sedutora para despertar a curiosidade do usuário.

Também é válido lembrar que, recentemente, o Google voltou a alterar o número limite de caracteres para a meta description. Com isso, a medida caiu de 320 para 160. Mantenha-se atento(a) para não ultrapassar a máxima permitida!

Infográficos

Outra ferramenta eficiente para Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é o uso de materiais gráficos para divulgar informações.

Infográficos são bastante populares, uma vez que podem ser compartilhados facilmente e permitem uma compreensão mais intuitiva de dados complexos. Não apenas por isso! Um design diferenciado também torna-se atraente aos olhos. E, portanto, rende mais acessos.

Para obter um bom retorno com esse tipo de material, busque dialogar com o público-alvo. Utilize elementos visuais instigantes, crie relações entre os dados apresentados e os fatores relevantes para seu lead.

Dessa forma, ele irá se envolver com o conteúdo, discernir bem a informação e sentir-se motivado a compartilhá-la com seus contatos.

Estes são apenas alguns dentre tantos exemplos que poderíamos citar. É válido pesquisar, também, estratégias de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo que obtiveram êxito. Mas, principalmente, encontre seu próprio caminho!

Aplique o método indutivo, reconheça sua força e mostre para o que veio. Temos certeza que você é capaz de alcançar objetivos ainda maiores. Depois, conte para nós quais foram os resultados!

 

Ficou interessado em saber mais?

Sabemos que o assunto rende muito. Então, em parceria com a Growth Office e a Content Hackers, resolvemos lançar um E-book só sobre “Como Aplicar Growth Marketing no Conteúdo”.

Baixe agora nosso e-book “Content Hacking: como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo” e descubra como utilizar táticas de Growth para potencializar seus resultados com estratégias Inbound.

Como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

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O que é um ambiente instagramável e como ele pode gerar conteúdo?

O que é um ambiente instagramável e como ele pode gerar conteúdo?

Você é desses(as) que não perde uma boa oportunidade de postar aquela foto incrível no Instagram? Se não é, certamente tem algum amigo ou amiga que seja.

Afinal, a plataforma segue firme e forte entre as redes sociais favoritas de marcas e usuários. Não é à toa que essa característica gerou uma nova tendência no Marketing: o ambiente instagramável.

O termo tem se revelado uma excelente maneira de engajar os clientes, gerar compartilhamento orgânico e trabalhar o branding da marca.

Neste conteúdo, você lerá sobre:

  • O que é um ambiente instagramável?
  • Marcas que utilizam o ambiente instagramável com sucesso;
  • Como gerar conteúdo a partir do ambiente instagramável.

O que é um ambiente instagramável?

Não é de hoje que muito se fala sobre a criação de experiências com a marca nas estratégias de Marketing. Já está quase superado o Marketing tradicional – voltado para produtos.

O negócio agora é colocar os clientes e leads no centro do processo comercial, criando interações significativas com eles.

O básico de qualquer estratégia é gerar conteúdo relevante e de qualidade para as diferentes mídias. Posts para redes sociais, blogs, vídeos para YouTube… A lista vai longe! Limitada apenas pela sua criatividade e capacidade técnica de executar as ideias mais mirabolantes.

Nesse sentido, pensando em causar impacto em um mundo cada vez mais apegado à imagem e conteúdos visuais, chega a tendência do ambiente instagramável.

O objetivo dessa técnica é criar ambientes, produtos e experiências que valham o clique. Ela apela para o hábito contemporâneo de registrar tudo em imagens e oferece conteúdo visual impactante. Tudo – é claro – sempre muito bem alinhado com os interesses das personas e com próprio branding da empresa.

O ambiente instagramável deve ser visualmente tão instigante a ponto de agregar valor às fotos do lead. Logo, ele irá voluntariamente compartilhar essa imagem em suas redes sociais – geralmente marcando os perfis oficiais da loja.

Utilizar o ambiente instagramável junto de uma campanha com alguma hashtag específica é o ideal para aumentar o alcance da estratégia de Marketing, por exemplo.

Além disso, o ambiente instagramável é uma forma única e criativa de explorar o branding da marca. Afinal, trata-se de uma verdadeira instalação artística de sua marca. Nela, você tem muito espaço para expressar de forma criativa seus valores e toda a identidade que deseja comunicar aos clientes.

Ou seja, você cria um ambiente legal e, então, seus próprios clientes e visitantes passam a gerar conteúdo para você. Não é demais?

Por que o Instagram?

Naturalmente, o interesse nessa rede social não poderia ser diferente. Dê uma olhada no quadro abaixo para entender o impacto do Instagram no Marketing Digital:

  • 1,1 bilhão de pessoas usam o Instagram a cada mês, com uma taxa de interação de 2,2%! (Para você ter uma ideia, o Facebook tem somente 0,22%);
  • 25 milhões das contas ativas são perfis de empresas;
  • 80% dos usuários segue, no mínimo, um perfil comercial;
  • 60% usam o Instagram para conhecer produtos;
  • 75% tomam ações de compra a partir da interação com a rede.

Fonte: https://blog.hootsuite.com/instagram-statistics/

Para você ter uma ideia mais concreta do que é um ambiente instagramável, trouxemos algumas inspirações!

5 exemplos de ambientes instagramáveis que deram certo

Selecionamos exemplos de empresas que optaram por investir em um ambiente instagramável para gerar conteúdo e ganharam os holofotes.

Veja como são ideias incríveis!

1 – Galerias Melissa

Nosso primeiro exemplo são as galerias Melissa, presentes em diversas cidades do mundo – como Nova Iorque, Londres e São Paulo.

O objetivo delas é criar um espaço onde arte, moda e design possam conviver perfeitamente, oferecendo ao público uma verdadeira experiência estética ao conhecer os seus produtos.

As fachadas mudam constantemente, abusa-se do uso de cores e imagens digitais de modo instigante e arrojado. Nas palavras do próprio Mudi Randolph, o artista por trás da galeria Melissa de SP:

“Busco criar experiências imersivas e dinâmicas, nas quais as dimensões e sentidos se confundem. Arte, pesquisa e invenção devem fazer parte do nosso dia a dia, e não se restringir apenas a museus, galerias e laboratórios”.

Para você entender como funcionam esses espaços, abaixo temos o vídeo de uma Youtuber brasileira conhecendo a galera Melissa de Nova Iorque. Olha só:

2 – Lojas Marisa

As lojas Marisa resolveram entrar na onda para o Natal de 2018. Para tanto, criaram uma vitrine instagramável utilizando bolas natalinas gigantes e muito dourado.

Para ter mais eficiência na campanha, as pessoas que tiraram fotos no ambiente instagramável foram convidadas a postá-las em suas redes sociais com a hashtag #brilhounamarisa.

Outra estratégia da marca foi convidar influenciadoras brasileiras para fazerem as primeiras fotos da campanha e cumprirem o desafio do provador – onde teriam que montar looks com a coleção da época.

Abaixo uma foto da vitrine instagramável:

3 – Lojas Hering

As lojas Hering também aproveitaram o clima natalino para criar um ambiente instagramável.

Perceba como é tudo voltado para o consumidor: diferente da Marisa que apelou para um toque mais glamuroso e extravagante, a proposta da Hering foi mais lúdica e familiar.

A marca optou por trabalhar com o globo de neve, do qual todos temos alguma lembrança. Seja pela influência e lembrança dos clássicos filmes de Natal ou pela nostalgia do divertimento ao brincar com um.

Sua campanha de hashtags foi a #experiênciahering, já divulgando um novo modelo de negócios voltado para o consumidor.

Veja um vídeo do resultado da vitrine instagramável da Hering:

4 – Balas Fini:

As balas Fini levaram a tendência ao maior festival de música do Brasil, o Lollapalooza. Quem estava no evento pôde visitar o stand da empresa e ter uma experiência sensorial e instagramável única.

A marca disponibilizou carregadores para celular, um ambiente instagramável, brindes exclusivos e uma inovadora sala de sentidos. Tudo muito bem humorado, como é próprio da Fini: quadros com memes, tatuagens e muitas cores.

5 – Doritos:

A Doritos também aproveitou o Lollapalooza para divulgar sua campanha “Play for the bold” e lançar um novo sabor.

A marca tem investido fortemente no conceito musical, buscando uma imagem de atitude e fuga dos padrões tradicionais. Para a ocasião do festival, eles investiram na criação de um hostel para receber os ganhadores de uma promoção – o que por si só já é bem instagramável, né?!

Mas não pararam por aí: ainda assinaram o palco de música eletrônica (palco Perry by Doritos), montando um stand próximo. Com mais brindes, ambiente instagramável e, é claro, muito doritos pra matar a fome da galera!

Com esses exemplos dá pra ter uma boa noção de como essas ações trazem visibilidade para a empresa e experiências incríveis para o cliente.

Elas servem para aumentar o alcance da marca e chegar até um público que, talvez, não fosse alcançado através dos compartilhamentos massivos nas redes pessoais.

O resto é investir em redes sociais chamativas e interessantes e produzir conteúdo de qualidade para aproveitar a divulgação e engajar novos clientes.

Gostou? Então aprenda também como produzir conteúdos de alta performance e extraia o máximo de outros canais digitais.

Até a próxima!

Como fazer um planejamento de conteúdo digital perfeito

Como fazer um planejamento de conteúdo digital perfeito

Por que adotar um planejamento de conteúdo digital? Por uma questão de estrutura e de garantia. Desde que você saiba o que vai dizer, porque vai dizer e, claro, para quem será dito.

Isso significa que você deve reunir todas as ideias e intenções que você e sua equipe têm para alcançar o sucesso merecido na comunicação e organizar a maneira de colocar tudo em prática.

Neste conteúdo, falaremos sobre como fazer um planejamento de conteúdo digital perfeito. Então, se você está cogitando a ideia de produzir conteúdo, mas está com dúvidas de como fazer o planejamento, continue conosco!

Você lerá sobre:

  • Tópicos indispensáveis na hora de planejar conteúdo digital;
  • Como acertar no conteúdo também é uma estratégia de planejamento.

6 tópicos indispensáveis na hora de planejar conteúdo digital

Para criar o seu planejamento, você precisará considerar:

  1. Objetivo
  2. Persona
  3. Jornada de Compra
  4. CTA
  5. Distribuição
  6. SEO

1. Objetivo: o que você quer?

Quais são os objetivos com o conteúdo digital que você e sua empresa pretendem ter? Você precisa saber porquê entregará esse conteúdo. O que o move a produzí-lo?

Ao definir e analisar suas prioridades, você poderá traçar metas. A organização é uma boa aliada! Você deve estabelecer um calendário de ações, delimitando o que postar, como e onde fará a divulgação.

Mas esse é só o primeiro passo: é muito importante entender o marketing de conteúdo de uma forma ampla. Vamos lá?

2. Persona – com quem você deseja ou precisa se relacionar?

Ninguém produz para que o conteúdo não seja acessado, lido, visto ou absorvido por alguém, não é mesmo? É fundamental saber para quem se fala.

Conhecer a sua audiência é de extrema importância. É assim que você saberá o que dizer, quando, como e em quais canais poderá divulgar o conteúdo – que desenvolvido dessa maneira se torna muito mais interessante.

Quando você conhece a sua persona, dialoga com ela. E o que isso significa? Que você precisa sentir ou reconhecer as suas dores – a fim de oferecer soluções certeiras.

É muito mais fácil e eficiente compreender o que a sua audiência precisa e quer consumir do que simplesmente produzir um tipo de conteúdo que você simplesmente imagina que seja o ideal.

Ao ter essa resposta, você encurta o caminho e acelera o processo de comunicação.

3. Jornada de compra: indique o caminho!

Uma boa dica para você eleger temas e a forma de abordar o conteúdo de uma maneira relevante para sua audiência é fazer essa identificação por meio das etapas da jornada de compra.

Seguindo cada etapa, você produz conteúdo específico conforme o desenho que se revela no funil de compras da sua persona. Identifica o estágio em que ela se encontra e se concentra em ajudá-la a prosseguir até o próximo nível. Assim, vocês podem caminhar juntos até o momento da venda.

Uma forma de entender o que sua audiência necessita em cada etapa da jornada de compras é direcionando perguntas para cada estágio.

Com as respostas, você poderá conhecer de hábitos de consumo até os temas de interesse geral do seu público. Elas também são  uma boa maneira de descobrir quais os canais que sua persona utiliza para se informar.

Você poderá receber ainda informações valiosas sobre como a sua persona chegou até você. O que a fez pesquisar sobre determinado tema que a colocou em contato com a sua empresa? Essas respostas auxiliarão no momento de descobrir quais palavras-chave foram utilizadas por ela.

Que tal você perguntar qual é o problema ou necessidade de sua persona? Quais passos ela seguiu para identificá-los? E o que fez depois para alcançar a solução?

Essas respostas guiarão você a produzir conteúdos que possam reconhecer e solucionar essas necessidades.

Mas sua pesquisa pode ir muito além e revelar outras informações importantes para a sua produção de conteúdo digital perfeito: você pode pedir para seu cliente contar sobre a experiência de compra.

Reunindo as informações relevantes para cada etapa, será possível montar uma espécie de manual que poderá ser consultado a cada novo conteúdo produzido.

Blog, mídias sociais, e-mail, e-book, webinar… Para cada tipo de conteúdo, há uma linguagem específica. Você não pode se perder nessa forma de diálogo com sua persona, ok?  Aqui você encontra dez formatos de conteúdo para Inbound Marketing!

CTA – Vamos agir?

Ao ser aberta e traduzida, a sigla CTA (Call to Action) sugere a Chamada para Ação.

É quando você, literalmente, irá sugerir que a sua persona aja.

Ela pode ser induzida a compartilhar o que está sentindo, da mesma forma como poderá ser encaminhada para uma nova página.

Exemplo: se formos criar uma CTA ao final do texto, poderemos pedir para que você compartilhe a sua experiência com este material nos comentários.

Veja outras sugestões de CTA como modelo para visualizar as possibilidades dessa etapa do seu planejamento de conteúdo digital:

  • Que tal compartilhar este conteúdo?
  • Curta esse vídeo e assine o nosso canal!
  • Quer receber mais conteúdos como esse? Cadastre seu e-mail em nossa lista!

Lembre-se: uma boa chamada para ação é sempre imperativa e muito clara!

5. Distribuição: aonde queremos divulgar?

Já chegamos até aqui, e é bom que se diga: nem mesmo o melhor conteúdo do planeta será eficiente se estiver publicado no lugar errado!

Você pode se perguntar: onde publicar o conteúdo? Felizmente, há muitas plataformas para cada formato.

Sim, vídeos podem ser postados no Youtube, mas não precisam estar apenas lá, por exemplo.

Embora seja irresistível postar no Facebook, é importante que você alimente suas próprias páginas. Blog e site são essenciais: não esqueça que esses são os espaços verdadeiramente seus e de sua marca – e, também, o lugar onde você pode ser encontrado de forma orgânica por meio de uma pesquisa no Google ou outros buscadores.

Outra vantagem de ter domínio próprio é a possibilidade de publicar landing pages para capturar possíveis leads com facilidade.

6. SEO: esteja à vista!

Por meio da prática de SEO (Search Engine Optimization ou Otimização para Motores de Busca) você utilizará recursos eficientes para que seu conteúdo seja encontrado nas primeiras páginas de buscadores como o Google.

Faça uma pesquisa das palavras-chave para o seu conteúdo e produza textos otimizados com elas.

Há muitas formas de mecanismos de pesquisa, de utilização de palavras-chave para que você atinja com maior eficiência e até mesmo rapidez o que pretende alcançar.

Acertar no conteúdo também é uma estratégia de planejamento

Engaje a sua equipe para que todos possam contribuir com essa produção: ninguém conhece melhor o seu negócio do que você e seus colaboradores, certo?

Por meio de um planejamento de conteúdo digital, seguindo os passos que listamos acima, você estará preparado para começar!

O potencial cliente de hoje está muito bem informado. Ele quer ser convencido de que fará uma boa compra. A concorrência está afiada na entrega desse conhecimento também. Ninguém quer ficar para trás,

Então, não pense em oferecer um conteúdo que esteja abaixo da expectativa do seu potencial comprador. Até porque, se isso acontecer, ele não será mais o seu potencial comprador e, sim, o potencial comprador do seu concorrente.

Você já pensou em terceirizar essa grande responsabilidade?

Às vezes, pensamos em nos responsabilizar por todas as etapas do planejamento de conteúdo digital e acabamos comprometendo a qualidade da entrega. É o que acontece com boa parte das empresas que optam por internalizar toda a produção de conteúdo digital.

É possível terceirizar essa responsabilidade. Perceba quais são as vantagens de terceirizar a produção de conteúdo para Inbound Marketing.

Agências que produzem conteúdo já organizam todo o planejamento. Você pode terceirizar o serviço, mas ainda fará parte do processo, contribuindo com sugestões e emprestando seu expertise para a definição das pautas.

Se você gostou dessas dicas sobre como fazer um planejamento de conteúdo digital perfeito, aqui vão outras estratégias de conteúdo para marketing digital que também podem ser úteis.

Até a próxima!

O que é conteúdo evergreen e por que você deveria pensar em criá-lo

O que é conteúdo evergreen e por que você deveria pensar em criá-lo

Evergreen não é a música de Barbra Streisand, mas, assim como a canção, é um tipo de conteúdo que dura – sem prazo de validade. Traduzido do inglês, evergreen significa, literalmente, perene.

Acabamos de responder a provável primeira pergunta sobre esse tema: o que é o conteúdo evergreen? Mas iremos, ainda, elaborar e responder mais algumas questões que irão ajudá-lo com esse tipo de material tão desejado e, ao mesmo tempo, tão essencial.

A nossa intenção é produzir e falar da relevância do conteúdo permanente, que permanece fresco por um longo período de tempo.

Para que não perca o timing, o conteúdo evergreen não inclui informações pontuais como notícias e tendências, por exemplo. Ele pode ser acessado e continuar relevante durante um longo período.

Estamos falando de anos. Por isso, também podemos dizer que eles atraem cliques longos. Muitos conteúdos evergreen são responsáveis pelo tráfego de diversos blogs e websites.

Neste post, você lerá sobre:

  • O que pode ser considerado conteúdo evergreen?
  • Estratégias para produção de conteúdo evergreen;
  • Vantagens do conteúdo evergreen.

O que pode ser considerado conteúdo evergreen?

Se eles não incluem informações factuais, então, podem ser encaixados em conteúdos como:

  • Artigos perenes com dicas ou tutoriais, por exemplo: “o passo a passo da arrumação da mala perfeita”;

 

  • Listas. Você pode criar blogposts como “10 estratégias de marketing atemporais”;

 

  • Ainda pensando em artigos, textos que entreguem dicas para se ter uma vida saudável ou sobre como alterar a rotina para incluir exercícios físicos no dia-a-dia são outra aposta que dá certo;

 

  • Postagens educacionais;

 

  • Glossários.

O ideal é adaptar a proposta da sua marca e os interesses do seu público-alvo para esse tipo de conteúdo.

Se você tem uma revendedora de carros, poderá criar posts que orientem sobre como economizar combustível ou como manter os bancos de couro do veículo com aspecto de novos por mais tempo, por exemplo.

Estratégias para produção de conteúdo evergreen

Ao contrário do que se pode pensar, a produção de conteúdo evergreen não é uma forma de tapar buracos ou de produzir conteúdo irrelevante. Esse tipo de produção é o que pode determinar a conversão de um lead, por exemplo.

Imagine que se passaram dois anos da publicação do seu conteúdo evergreen e, de repente, lá está ele como resultado de uma busca do Google. O usuário encontra o seu blog por causa do assunto que o interessa e, por meio dele, não apenas conhece ou revisita a sua marca, mas pode até mesmo tomar a decisão de compra.

O fornecimento de conteúdo perene não é tão fácil quanto a publicidade direta no curto prazo, mas pode influenciar e direcionar muito tráfego a longo prazo: ao melhorar a classificação nos mecanismos de pesquisa e também apresentar custos menores de manutenção de conteúdo.

Que tal você imaginar quais são as principais dúvidas que seus clientes podem ter em relação aos seus produtos? Que conteúdo você poderia oferecer para sanar as dúvidas de novos clientes que ainda estão se fazendo essas mesmas perguntas?

Aqui, você pode imaginar dois formatos que se encaixam perfeitamente para o tipo de conteúdo que estamos pensando em criar: glossários e listas.

Conseguiu imaginar como seria possível transformar as dúvidas de seus clientes em respostas nesses formatos? Você também pode falar sobre a estrutura do seu negócio, contar a história dele…

Ao contrário do que muitos empreendedores pensam, os bastidores de qualquer processo de produção são muito instigantes e até mesmo decisivos no momento de compra. É muito interessante saber porquê foram adotados tais sistemas de produção e em qual espaço eles são executados.

Por que o conteúdo evergreen não fica desatualizado?

Porque ele entra na categoria atemporal. A história da descoberta do Brasil será sempre a mesma, não é verdade? Ela nunca ficará desatualizada, embora seja antiga.

Esse exemplo serve para você pensar em quais conteúdos pode criar que não sejam fruto do resultado do último mês, mas sim de décadas, e que exatamente por conta disso não perde a validade. Artigos históricos sobre sua empresa, marca ou produto são exemplos de conteúdo evergreen, como falamos acima.

Embora nem todo conteúdo evergreen seja eterno, eles têm sim uma vida muito longa – e é nesse intervalo de tempo que acabam se transformando em ótimas soluções para a sua estratégia de conteúdo.

Conteúdo sazonal e em tempo real

Quais são as plantas mais indicadas para o jardim de inverno? Nem precisamos de muitas explicações para perceber que esse conteúdo pode ser relevante a cada outono – quando pensamos na troca das flores em casa para que durem na estação mais fria do ano.

Esse é um bom exemplo de conteúdo sazonal.

Conteúdos que não estejam relacionados a um período específico do ano, mas sim da vida, também podem ser classificados como sazonais, e neste sentido, “dicas para escolher a casa própria” encaixam-se perfeitamente.

Já o conteúdo real é aquele que perde a validade na mesma velocidade em que as horas passam. Ou seja: hard news, as notícias do dia a dia. O anúncio do acidente que vitimou dezenas de pessoas é real, mas a falha mecânica que foi apontada como causa da batida pode ser uma derivação de um conteúdo real que se perpetuará com uma vida mais longa.

E por que estamos dando esses exemplos? Porque eles podem servir de inspiração para que você produza conteúdo sem prazo de validade até mesmo baseado em conteúdos com vida curta.

Geralmente, o conteúdo evergreen é o oposto do conteúdo viral em termos de durabilidade.

O conteúdo viral pode ser muito bem utilizado para a divulgação de uma marca ou produto, mas ele perde a validade com a mesma velocidade com que se espalha na internet.

É justamente porque tudo passa muito rápido na internet que o conteúdo evergreen é muito relevante: ele continuará sendo pesquisado e interessante hoje, amanhã e daqui a um ano ou mais.

Vantagens do conteúdo evergreen

Outra boa notícia é que, apesar de não expirar o prazo de validade, esse tipo de conteúdo também comporta vídeos e infográficos além de postagens de texto.

E são a melhor forma de engajamento porque podem ser linkados por muito tempo, também. A criatividade na hora da produção e depois, na escolha do formato, é o que faz a diferença na sua estratégia de conteúdo.

E, claro, algumas dicas são sempre bem-vindas!

Dicas para produção de material evergreen

Veja só:

  • Evite termos técnicos: especialistas geralmente não precisam desse tipo de conteúdo. Escreva para iniciantes;

 

  • Escolha um assunto e desenvolva-o. Depois, outros tópicos podem ser abordados em outros conteúdos;

 

  • Duas respostas são certeiras na hora de produzir conteúdo evergreen. Crie um conteúdo que responde ao “o que é” e “como fazer”. Torne-se a melhor resposta para as suas perguntas;

 

  • Tenha certeza de que o seu conteúdo está completo. Assim, o seu público não precisará fazer outra pesquisa e esquecer do seu conteúdo, marca e produto.

Outra estratégia de Marketing de Conteúdo relacionada ao conteúdo evergreen é que, ao criar postagens com assuntos que se complementam, você sempre pode lembrar de linkar o post ao conteúdo vida longa.

Esperamos que este post sobre conteúdo evergreen tenha ajudado você a compreender porque deveria pensar em criar conteúdos de longa duração.

Se você quiser, pode deixar nos comentários como foi a sua experiência com a leitura. E claro, se preferir, pode continuar navegando conosco  nas possibilidades do Marketing Digital.


Até a próxima!

 

Como criar um calendário editorial para marketing digital em 4 passos

Como criar um calendário editorial para marketing digital em 4 passos

Quem já quis começar um blog pessoal provavelmente percebeu que publicar com regularidade é um desafio. Sempre aparecem demandas urgentes e outras coisas mais importantes para resolver – o que faz seus textos demorarem semanas e, às vezes, até meses para irem ao ar.

No blog de uma empresa, não é diferente. Criar um calendário editorial perfeito depende de organização e estratégia.

Ele definirá a sua agenda de publicações de conteúdos e poderá ser usado para organizar as publicações do seu blog, a criação de eBooks e seus posts em redes sociais, entre outros formatos de material que sua empresa produz.

Esse tipo de organização é fundamental para garantir que a sua estratégia de Marketing de Conteúdo será efetiva. Afinal, não basta publicar apenas por publicar: a regularidade é fundamental para garantir um bom rankeamento no Google e reforçar a autoridade da sua marca nos temas tratados.

Neste conteúdo, você lerá sobre:

  • O que é um calendário editorial?
  • Por que criar um calendário editorial?
  • Como montar o calendário editorial perfeito?

O que é um calendário editorial para marketing digital?

Como você já viu aqui, o calendário editorial reúne todas os conteúdos de sua empresa.  

Ele pode ser criado em formato de planilha, em aplicativos como o Google Agenda ou até em plataformas de gerenciamento de tarefas, como o Trello e a Asana.

 

Por que criar um calendário editorial?

O Marketing de Conteúdo é uma excelente maneira de ampliar a visibilidade online da sua empresa. Mas, para isso, você precisa de artigos realmente interessantes, além de materiais ricos e outros formatos engajantes, como podcasts e vídeos.

Para colocar tudo isso em prática, a organização é fundamental. Não basta definir os temas ao acaso: eles precisam ser pensados de maneira ampla para ajudarem no alcance dos objetivos da empresa – sejam eles de reforçar sua autoridade no mercado, conquistar mais leads ou chegar a um público mais qualificado.

Para isso, você precisa ter um controle de quais palavras-chave já utilizou, quantos conteúdos produziu sobre cada assunto e quais blogposts foram direcionados para determinadas personas.

Guardar esse tipo de informação apenas na memória pode ser um tiro no pé caso a sua equipe de marketing de conteúdo mude ou a sua produção cresça exponencialmente (o que a gente quer que aconteça, né?).

Além disso, você precisa se preparar com antecedência para poder medir os esforços que investirá. Escolher, por exemplo, se produzirá os artigos internamente ou se terceirizará a produção de conteúdo.

Como montar o calendário editorial perfeito?

 

1. Defina a frequência de publicação

Uma das primeiras etapas para criar o calendário editorial perfeito é definir quantas vezes por mês você publicará no seu blog. Essa é uma escolha que deve levar em conta diversos fatores, mas o principal deles é manter a regularidade.

Cuidado para não ser ambicioso demais e acabar desenhando uma escala que você não conseguirá cumprir. É melhor publicar um conteúdo por semana, por exemplo, do que publicar quatro na primeira semana do mês e mais nenhum por muito tempo.

A regularidade de publicação ajudará seu blog a melhorar o desempenho em SEO, além de “treinar” a sua audiência – que começará a saber quando deve procurar por novas atualizações.

2. Planeje os conteúdos

Após definir a frequência das suas publicações, é o momento de planejar os conteúdos em si.

Aqui entram definições como:

  • Tema e palavra-chave;
  • Formato (se será um blogpost, um eBook, um vídeo, etc.);
  • Formas de divulgação (e-mail, redes sociais, entre outras);
  • Profissionais responsáveis pela produção e pela revisão;
  • Persona na qual o conteúdo focará;
  • Etapa do funil (topo, meio e fundo).

Se você ainda não tem clareza sobre algum desses itens, como as etapas do funil de vendas ou a criação de personas, vale estudar um pouco na hora de desenvolver o seu calendário editorial.

Isso porque saber para quem você está escrevendo e qual o objetivo daquele conteúdo é fundamental para criar materiais assertivos e obter resultados incríveis.

3. Inclua os conteúdos no calendário

Pronto: conteúdos planejados. Agora, você precisa distribuí-los ao longo das datas. Como comentamos, existem muitas plataformas disponíveis para montar o calendário editorial perfeito mas, nesse momento, o ideal é olhar de fato para o calendário.

Para começar, verifique se existem datas comemorativas relacionadas ao seu negócio nos próximos meses ou eventos que possam interferir nas suas publicações.

Fique atento também aos feriados: para algumas empresas, eles significam mais tráfego mas, para a maioria, eles tendem a atrapalhar a divulgação de novos materiais.

Depois, elimine essas datas e distribua os seus conteúdos planejados nas que restaram. Tente variar entre etapa do funil e persona, para não atrapalhar as métricas de resultados no futuro (a menos que você esteja, de fato, fazendo testes e acompanhando isso).

Com tudo definido, é possível que você tenha pelo menos um mês planejado pela frente. Não existe um número mágico de artigos que você precisa pensar antecipadamente, mas é bom ter alguma flexibilidade caso seja necessário. Tanto por conta de questões com a equipe, como mudanças necessárias para que a sua estratégia funcione bem.

4. Use o calendário editorial de maneira inteligente

Depois de montar seu calendário editorial na plataforma escolhida, você precisa inseri-lo na rotina do time, por meio de processos bem definidos.

Além dos conteúdos futuros, o calendário pode registrar um histórico das suas publicações, com posts antigos. Por isso, o ideal é utilizar uma ferramenta escalável e de fácil acesso na nuvem.

Aproveite o histórico para acompanhar as métricas de conteúdo do seu blog, fazer otimizações em conteúdos antigos que não estão performando muito bem e investir na divulgação daqueles que têm bons resultados.

Assim, além de organizar as publicações, o seu calendário serve também como um guia geral de toda a estratégia de Marketing de Conteúdo.

Construir um calendário editorial perfeito facilita o acompanhamento do conteúdo e a agenda do blog, bem como auxilia na programação dos outros canais de marketing – como redes sociais e e-mail -, além de ajudar na hora de mensurar resultados e produzir materiais de resultados!

Se a sua empresa não consegue manter uma regularidade nas publicações, você pode considerar buscar uma produtora de conteúdo que ajude neste processo. Assim, o seu time tem mais tempo para organizar a sua estratégia e investir em otimização! É mais dedicação para entender seus possíveis clientes, criar personas e saber o que elas querem ler.

Até a próxima!

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