Entenda a importância da intenção de busca do usuário

Entenda a importância da intenção de busca do usuário

Se você é dessas pessoas que conta com os sites de busca para tudo, já deve ter se deparado com algumas situações impressionantes. Sempre existem aqueles momentos em que estamos procurando uma coisa muito específica, sem saber muito bem que palavras utilizar. 

Você então arrisca algumas palavras, descreve um pouco do que gostaria e de repente: voilà! O mecanismo encontra exatamente aquilo que você buscava, quase como se tivesse lido seus pensamentos. Isso corre por conta daquilo que chamamos de intenção de busca.

Nesta postagem, falaremos sobre como aproveitar o aprimoramento dos mecanismos de busca para ir muito além da palavra-chave. Ensinaremos você a otimizar o conteúdo para intenção de busca e garantir qualidade no tráfego de sua página! 

Você vai ler sobre:

  • O que é intenção de busca;
  • Os diferentes tipos de intenção de busca;
  • Como otimizar o conteúdo para captar a intenção de busca.

O que é intenção de busca?

O exemplo que citamos na introdução é um clássico dos mecanismos de busca. Se você nunca passou por nada do tipo, faça um teste. Você se surpreenderá com a capacidade do Google de entender o que que você quer dizer – mesmo quando escreve das maneiras mais estranhas! 

Esse é um sintoma claro da evolução desses sites, principalmente o Google, para levar uma experiência mais eficiente até o usuário. Foi-se o tempo em que a palavra-chave era o principal dentro da estratégia de SEO

Os mecanismos de hoje avaliam uma série de critérios diferenciados para fazer o ranqueamento da posição 0.

Sobretudo, algoritmos mais recentes do Google possibilitam reconhecer a intenção de busca do usuário. São eles o Hummingbird e o RankBrain. Essas tecnologias avançadas fazem com que o mecanismo reconheça o contexto onde as palavras pesquisadas se inserem. E que procuram, inclusive, termos semelhantes para complementar a busca. 

Em outras palavras, reconhecer a intenção de busca é ler nas entrelinhas para escapar de uma análise superficial das palavras-chave. Ou seja: compreender o que o leitor realmente quis dizer, mesmo que não tenha escolhido os melhores termos de busca. 

É uma ação fundamental para otimizar o fluxo no site, pois de nada adianta ser acessado por leitores que não estão buscando o seu conteúdo! 

Isso gera apenas uma métrica de vaidade e vazia de significado para o Marketing Digital. No fim das contas, o que conta mesmo é a taxa de conversão… E esta só pode ser aumentada com assertividade na entrega das informações que o leitor precisa para se tornar um lead e avançar na jornada de compra.

Este é o conceito básico por trás desta inovadora capacidade dos mecanismos de busca. Agora, vamos mais a fundo para entender detalhadamente como esse processo funciona!

Os 3 tipos de intenções de busca

Como nada é tão simples quanto parece, hora de compreender exatamente como funciona a detecção da intenção de busca e suas categorias. Ao todo, são 3 categorias diferentes, cada qual com suas características e técnicas próprias trazer resultados! Confira:

1. Intenção de busca navegacional

Nesta categoria estão as pesquisas onde a intenção de busca é encontrar um site específico. Pode ser, também, a intenção de busca por um produto ou seção específica dentro de um site. O ponto é que o usuário sabe exatamente onde quer chegar!

Pelo fato da intenção de busca navegacional ser tão objetiva, só vale a pena investir nela se o seu site for o site procurado. Quando as pessoas acabam caindo na sua página através dessa categoria, geram somente um tráfego de baixa qualidade. Pois rapidamente sairão para encontrar o endereço correto. 

Por mais que pareça uma boa ideia “roubar alguns cliques” de grandes marcas que dividam o seu segmento, esta estratégia raramente funciona. Por isso, foque no navegacional somente para ranquear sua própria marca e seus produtos! 

Use termos próprios da empresa, como o nome da marca, nome dos produtos, slogan, etc.

Exemplos de buscas navegacionais: “Facebook”, “Promoção de inverno da Netshoes”, “Youtube”. 

2. Intenção de busca informacional

A categoria de intenção de busca informacional é uma das bases do Inbound Marketing. Ao todo, ela abrange 80% das buscas realizadas e é a grande sacada da jornada do consumidor de hoje. Com amplo acesso ao conteúdo digital, os leitores tendem a explorar sua curiosidade antes de tomar uma decisão.

Isso quer dizer que eles adotarão uma postura autônoma e pesquisarão sobre os temas de seu interesse antes de realizar uma compra. O consumidor de hoje procura informações de qualidade para tomar uma decisão consciente e coerente para solucionar seus problemas. 

Os conteúdos voltados para esta intenção de busca nunca devem falar sobre produtos, mas sim sobre situações que se relacionam com ele. Se você vende produtos esportivos, pode falar sobre vida saudável com a prática de esportes, por exemplo – ou até curiosidades sobre esportes variados.

Geralmente, este tipo de busca utiliza termos como:

  • Dicas;
  • Descubra;
  • Como fazer;
  • Por que/Porque;
  • Aprenda;
  • Como;
  • Quando;
  • O que.

Exemplos de buscas informacionais: “Por que é importante usar um tênis adequado para correr?”, “Como fazer academia corretamente para não sentir dores nas costas”.

3. Intenção de busca transacional

Finalmente, a intenção de busca transacional é ligada ao fundo do funil e final da jornada de compra. Neste tipo de busca, o usuário deseja efetivamente tomar uma ação. Isso envolve tanto fechar uma compra, quanto enviar um formulário, fazer uma matrícula ou até entrar em contato com a empresa.

Nem é preciso dizer que esta é a busca com mais chances de conversão, né? Normalmente, o usuário que faz este tipo de pesquisa já tomou sua decisão e está, no máximo, avaliando preços e condições de aquisição! 

Os termos mais comuns para esta intenção de busca são:

  • Preço;
  • Quanto;
  • Comprar;
  • Experimentar;
  • Teste grátis;
  • Parcelamento;
  • Adquira;
  • Promoção;
  • Desconto.

Exemplos de buscas transacionais: “Quanto custa um tênis modelo X”, “Promoção academia no bairro X”, “Aula experimental de natação”.

Conhecendo estas três categorias de intenção de busca, você estará preparado para produzir conteúdos mais relevantes. Criando um calendário editorial que respeite as etapas do funil e os diferentes tipos de intenção de busca, terá ainda uma estratégia de SEO diferenciada! 

É a estratégia perfeita para entregar às personas exatamente aquilo que elas desejam consumir e limpar o tráfego do site para não atrair tantos usuários sem interesse real no seu conteúdo. 

Preparado para alcançar as posições mais altas do Google? Então, aproveite para dar uma olhada nos princípios de SEO que todo profissional de marketing precisa dominar!

Posição zero do Google: como alcançar

Posição zero do Google: como alcançar

Focar exclusivamente na primeira posição é para os fracos: a sacada da vez agora é alcançar a posição zero do Google, também conhecida como Featured Snippets.

Você já deve ter percebido: o mecanismo de busca se atualizou e hoje é capaz de entregar algumas informações na própria página de resultados. Elas se destacam das demais e geralmente atraem o maior número de cliques, trazendo novos visitantes para sua página.

A pergunta agora é: mas como posso conquistar esta posição tão privilegiada do Google? Não existe resposta exata, mas existem diversos testes e estudos que apontam para algumas formas eficientes de aumentar suas chances de chegar lá! 

Nesta postagem, ensinaremos a você tudo sobre a posição zero do Google e como fazer otimização de sites e conteúdos para entrar nesse páreo e conquistar o topo da lista de resultados.

Você vai ler sobre:

  • Os diferentes snippets para garantir a posição zero do Google;
  • Como otimizar conteúdos para alcançar a posição zero Google;
  • Razões para os snippets serem tão importantes para a estratégia de conteúdo.

Posição zero do Google? Featured Snippet? O básico que você precisa saber!

As chances de você já ter se deparado com alguma dessas caixas de informação na na busca orgânica do Google são imensas. Não poderia ser diferente: 41% das questões já têm Featured Snippet e eles estão roubando cliques da primeira posição.

A posição zero é uma invenção criada para otimizar as buscas do usuário. São caixas com respostas curtas e diretas pensadas naquelas pesquisas rápidas em que precisamos apenas de uma informação específica. 

Por um lado, pode parecer que a medida acaba diminuindo do tráfego do seu site, mas a verdade é que ela melhora sua qualidade. Um usuário que deseja uma informação rápida dificilmente perderá tempo lendo um blogpost inteiro. Logo, este tipo de clique seria apenas uma métrica de vaidade! 

Entretanto, pelo destaque que os snippets recebem (eles são mostrados antes mesmo dos anúncios pagos!) as chances de que um visitante realmente interessado clique nele são enormes. 

Apesar não ser claro como conquistar a posição zero do Google, é possível reconhecer alguns padrões. Primeiramente: não esqueça de otimizar os conteúdos para SEO focando na primeira página. Produza conteúdos épicos para estar entre os 10 primeiros, pois os snippets costumam vir de alguma destas páginas.

Nesse sentido, é importante ranquear as palavras-chave certas, evitar frases muito longas e sem pontuação, entre outras técnicas básicas de SEO. A maior particularidade é o sucesso das palavras-chave de cauda-longa nesse tipo de resposta.

A boa notícia é que não é necessário estar na primeira colocação para ganhar a posição zero do Google. Na verdade, os featured snippets da primeira página recebem apenas aproximadamente 30% dos cliques. Os outros 70% estão distribuídos entre outros resultados da primeira página.

Batalhando pela posição zero do Google

Pode parecer difícil ganhar uma posição assim tão concorrida, mas garantimos que não é impossível. Com trabalho árduo,  uma boa estratégia SEO e profissionais qualificados você também pode chegar lá. 

Como na maioria dos casos do Marketing Digital não existe uma fórmula definitiva para chegar lá. Porém, estas são algumas das técnicas mais eficientes para ranquear a posição zero do Google

  • Foco em responder perguntas:

A frequência de snippets é muito maior em buscas com palavras-chave de cauda longa e que efetivamente respondem perguntas. Por isso, um bom ponto de partida é identificar quais são as perguntas mais frequentes de suas personas e desenvolver conteúdos bem didáticos que respondam a elas.

Conteúdos muito técnicos, cheios de storytellings ou jornalísticos demais são péssimos para a posição zero do Google. Porém, muita calma nessa hora: eles são fundamentais para complementar a estratégia de conteúdo e precisam ser produzidos também! Mas, quando desenvolver material voltado para essa finalidade, o melhor é ser objetivo.

O foco destes conteúdos deve ser em respostas a perguntas do tipo: 

  • “Quem?”; 
  • “Onde?”; 
  • O que?”; 
  • “Como?”; 
  • “Por que?”. 

Elas devem estar anunciadas no texto, especialmente em títulos e subtítulos dentro do conteúdo. Depois, basta responder de forma sucinta, idealmente algo em torno de 40 e 55 palavras. 

  • Tipos de respostas para Featured Snippets:

Certamente, as respostas precisam ser curtas, mas não precisam ser todas iguais. Existem basicamente três tipos de respostas que costumam ficar na posição zero do Google:

1) Parágrafos:

posição zero do Google

Representam a maioria dos Featured Snippets. São pequenos parágrafos em texto corrido, como você pode ver na imagem acima. Costumam ser mais comuns nas buscas por definições de palavras ou termos, mas também podem aparecer em outras circunstâncias.

Exemplos de perguntas comuns para este tipo de resposta:

  • O que é…?
  • O que significa…?
  • Quem foi…?

2) Listas:

posição zero do google

O segundo tipo de respostas que normalmente ficam na posição zero do Google são as listas. Internautas gostam deste tipo de conteúdo, especialmente quando estão buscando sugestões sobre algum tema relevante.

Os tipos mais comuns de listas são:

  • Ranking;
  • Passo a passo;
  • Receita;
  • Melhores/piores;
  • Filmografias/bibliografias.

Não existe limite no número de itens que você pode listar. Listar mais do que os que aparecem na busca é até positivo, pois instiga a curiosidade do leitor para ver o resto! Porém, tome cuidado com a extensão de cada item: não coloque mais do que 10 termos em cada um deles. 

3) Tabela:

posição zero do Google

O terceiro e último tipo de resposta para garantir a posição zero do Google é a tabela. Ela é utilizada especialmente em casos de comparações, mas também aparece em pesquisas de horários e preços.

Assim como as listas, podem ter itens ilimitados. Entretanto, não podem ter mais do que três colunas. Apesar disso, você pode colocar mais informações em abas, como é o caso dos horários da pesquisa do exemplo.

  • Auxílio de especialistas: 

Outro fator importante sobre a posição 0 do Google é que ela muda frequentemente. Logo, é uma tarefa que demanda certo conhecimento e atenção. É importante ter um profissional dedicado a acompanhar as modificações dos snippets. E estudando seu comportamento para encontrar as melhores estratégias! 

Uma alternativa eficiente é contratar uma produtora de conteúdo para auxiliar na criação e monitoramento destes conteúdos. Profissionais especializados já estão acostumados com esses recursos na estratégia de conteúdo e estão se informando de forma recente acerca dos avanços do mecanismo de busca.

Esses três itens são as bases para que você possa desenvolver conteúdos relevantes e, de quebra, garantir a posição zero do Google. Agregue esta prática na sua estratégia de Inbound e observe o resultado! 

Só não vale focar exclusivamente disso e esquecer de outras técnicas igualmente importantes para o crescimento da empresa. Um bom exemplo de ferramenta que funciona perfeitamente na estratégia de conteúdo é o uso de e-mail marketing.

Então, aproveite o ritmo e leia também este blogpost para entender como utilizar e-mail marketing no seu planejamento. Boa leitura! 🙂

Como aumentar o tráfego orgânico de seu blog

Como aumentar o tráfego orgânico de seu blog

A criação e manutenção de um blog de conteúdos é fundamental para uma estratégia de Inbound Marketing. Contudo, não basta colocar o material no ar! É preciso garantir que ele seja acessado, consumido e, principalmente, engaje novos leads.

Uma das formas mais importantes de cumprir este objetivo é garantindo o volume e a qualidade do tráfego orgânico no seu blog. Em outras palavras, isso quer dizer certificar-se de que você será encontrado nos principais mecanismos de busca pelas suas personas.

Este é um problema com o qual você tem quebrado a cabeça? Então, respire fundo: nós podemos ajudá-lo! Neste blogpost, falaremos sobre tráfego orgânico, seus custos e como melhorar o engajamento de conteúdos.

Você vai ler sobre:

  • Como garantir tráfego orgânico para seu blog;
  • A importância de construir um canal de tráfego orgânico eficaz;
  • Como ter uma estratégia de tráfego orgânico profissional.


A importância do tráfego orgânico para blogs e sites

Tráfego orgânico é o termo que define as visitas que chegam até seu site ou blog através de fontes que não foram pagas diretamente. É uma métrica que por si só não gera custos.  Entretanto, é bom considerar investir em profissionais qualificados para garantir o seu sucesso.

Afinal, é preciso produzir conteúdos incríveis e alinhados com as melhores técnicas de SEO para ranquear bem nos mecanismos de busca. O ideal é perseguir a posição zero do Google, mas ficar entre os 10 primeiros resultados já é uma conquista para dormir feliz! 

É a forma mais eficiente de garantir tráfego orgânico e se tornar uma referência de autoridade em seu meio de atuação. Sua importância é tanta que pesquisas comprovam que 70% dos cliques se dão por meio de buscas orgânicas

Garantir um tráfego sem custo e de grande visibilidade já são motivos de sobra para otimizar a produção com foco em tráfego orgânico, certo? Logo, aqui vão algumas dicas para gerar

este efeito na sua estratégia de Marketing Digital e obter muitas conversões! 

 

Dicas para aumentar o tráfego orgânico do seu blog ou site

A verdade é que não tem como fazer Marketing de Conteúdo sem contar com o tráfego orgânico. Ele é, inclusive, um dos grandes objetivos da estratégia. Logo, sua otimização passa pelas melhores técnicas para Inbound Marketing.

E quando o assunto é conteúdo nós temos experiência e conhecimento para dar e vender. As quatro dicas a seguir são aplicadas diariamente na produção de conteúdos incríveis e validadas com o selo Gummy de qualidade!

1. Conheça profundamente o seu público: 

Mergulhe fundo nisso! Descubra seus temas favoritos, suas cores, características, estilo de vida… Descubra até mesmo como eles preferem o seu cafézinho para ter resultados verdadeiramente afetivos e criar um bom rapport

Exageros à parte, quanto mais você conhecer suas personas, melhor. Conhecer o destino é o primeiro passo para encontrar o melhor caminho. Conhecer seu público está no cerne de toda estratégia atual de Marketing e Vendas. De modo que é impensável alguém se lançar no mundo dos negócios sem fazer esta delimitação! 

Um conteúdo só é eficiente na medida em que responde exatamente aquilo que seus leitores desejam e precisam ouvir. Com seu conhecimento técnico do setor de atuação, você tem capacidade de prever os problemas do usuário.Assim, fica muito fácil descobrir sobre o que é necessário falar para vender a solução.

Definir as personas é um processo que deve ser feito com todo o cuidado, aplicando uma metodologia adequada e constantemente validada. Se ainda não passou por esta etapa em sua empresa, volte duas casas e leia este conteúdo aqui!

Agora, se já estiver com as características de suas personas na ponta da língua, mantenha isso em mente e avance para a próxima dica. 

 

2. Produza conteúdos incríveis:

Para se manter no top 10 dos mecanismos de busca e ganhar autoridade no seu setor de atuação, você precisa de conteúdos incríveis. Imagine que neste exato instante milhares de outras empresas estão produzindo para o mesmo público que você. Muitas, inclusive, oferecem a mesma solução.

Se você se contentar com o básico e produzir qualquer coisa, certamente acabará esquecido(a) em meio aqueles que só repetem mais do mesmo.  

Para gerar tráfego orgâncio, seus conteúdos devem se destacar dos demais. Isto implica em: 

  • Oferecer sempre informação atualizada e de qualidade, evitando ser superficial;
  • Ter uma linguagem interessante para suas personas, de preferência algo bem longe dos conteúdos chatos e genéricos que vemos por aí;
  • Utilizar referências importantes para as personas, sempre atento(a) a temas que impactaram recentemente;
  • Produzir conteúdo evergreen. Ou seja: conteúdos que sejam sempre relevantes e não estejam datados demais.

3. Otimize seus conteúdos para SEO:

Sim, a gente sabe que falar de SEO no Inbound Marketing é quase redundante. Mas, é um assunto tão importante que não tem como deixar passar em branco! 

Naturalmente, não existe sentido no Marketing Digital se ele não for visto por ninguém. Por esse motivo, trabalhar o SEO é essencial para aumentar o tráfego orgânico e ser notado em meio à multidão.

Tudo começa com a escolha das palavras-chave mais adequadas para sua persona e solução. Tente pensar como seu público! Pergunte-se:

  • “Que pergunta eu faria ao Google se quisesse resolver tal problema ligado à minha solução?”
  • “Que palavra-chave meu lead utilizaria para buscar uma solução como a minha?”
  • “Quais assuntos relevantes podem ser tema de pesquisa do meu lead hoje?”

Partindo das respostas a essas perguntas, você terá um direcionamento para a campanha de Inbound. E, consequentemente, boas ideias para escolher as palavras-chave. Pesquise estes termos em ferramentas como o Google Adwords e avalie por quais vale a pena entrar na disputa de atenção.

O próximo passo é produzir conteúdos distribuindo a palavra-chave ao longo do texto, html, títulos e subtítulos. Quanto mais, melhor. Só não vale saturar o texto com a palavra de modo que se torne estranho e chato de ler! 

Tudo isso, é claro, sempre estando atento a escrever frases curtas, agregar imagens e ter uma página responsiva e otimizada.

Este é somente um resumo muito breve para você ter uma ideia do que se trata. Mas SEO é coisa séria! Por isso, aprenda mais a respeito desta técnica clicando aqui!

4. Contrate uma agência especializada:

Montar uma equipe nota 10 para executar a estratégia de Marketing Digital não é algo que surge da noite pro dia. Para produzir conteúdos e acompanhar métricas, então, nem se fala! Isto pode sobrecarregar qualquer coordenador e não é  uma tarefa que pode ser delegada a qualquer um. 

Logo, o melhor custo-benefício, muitas vezes, está na contratação de uma agência especializada. Ela pode tanto fornecer a produção de conteúdos, como fazer um diagnóstico e acompanhamento completo do desempenho das suas peças de Inbound. 

Você sai ganhando duplamente: poupa tempo para focar em questões estratégicas e operacionais e ainda tem a tranquilidade de que a otimização para tráfego orgânico está em boas mãos!

Estas são nossas dicas para aumentar o tráfego orgânico do seu blog. Agora, você tem a informação. Mas, se quiser uma ajuda para botar a mão na massa, não pense duas vezes: conte com a Gummy para produzir conteúdos incríveis! 

Quer saber um pouco do nosso segredo por trás de conteúdos épicos? Leia este artigo onde contamos um pouco das práticas que utilizamos em nossa produção.

Até mais! 😉

Conteúdo online: concentre seus esforços no cliente

Conteúdo online: concentre seus esforços no cliente

O maior mandamento do marketing de conteúdo de hoje é: foco absoluto no cliente. A produção de conteúdo online não pode ser genérica, nem “atirar para todo lado”. 

A falta de diretrizes muito bem definidas para a criação de conteúdo online gera apenas desperdício e baixa performance. 

Isso explica o motivo da estratégia de Marketing Digital ser tão dependente do estudo e aprofundamento das personas: uma vez que podemos definir nosso público-alvo com tanta precisão, não faz sentido ignorar esses dados!

Nesta postagem, falaremos sobre como a tendência do marketing voltado para clientes afeta o conteúdo online

Você vai ler sobre:

  • A importância de uma produção de conteúdo online centrado no cliente;
  • Como o conteúdo centrado no cliente agrega valor à marca;
  • Como essa tendência impacta no sucesso das empresas.

A importância do conteúdo online centrado no cliente

Para começar a falar da importância do conteúdo online e das interações digitais na jornada do cliente, usaremos a citação de alguém com ampla expertise na área: Betsey Chung, a CMO do TD Bank – um dos maiores bancos no Canadá. 

Sob sua gestão, a estratégia de marketing e conteúdo online da instituição financeira mudou o paradigma. Ao invés de agirem como uma empresa que atua no meio digital, eles optaram por se posicionarem como uma empresa que é digital. 

Nesse sentido, a proposta era tornar toda a gama de questões que envolvem a atuação digital algo orgânico dentro da empresa. Algo que já é pensado como ponto de partida de qualquer estratégia. Sobre essa mudança, Chung responde que:

Digital para mim é apenas uma das muitas maneiras pelas quais os clientes interagem conosco. Acho que é muito importante perceber que se trata de entender profundamente as necessidades dos clientes. […]. Saber qual é a jornada deles quando eles tomam uma decisão de compra, para entender isso nos múltiplos pontos de contato e realmente atender às suas necessidades. Na verdade, para mim, é centrado no cliente.”

Ao compreender que o cliente de hoje em dia está absolutamente presente no meio digital, a empresa se adequou para melhor atendê-lo. Além disso, claramente houve um interesse em aprender mais sobre suas personas e a jornada de compra dos clientes.

E não poderiam estar mais certos: dados revelam que 86% dos compradores prefere pagar mais para ter uma boa experiência de compra. 

Isso mostra que uma estratégia de conteúdo online focada no cliente agrega valor ao seu produto e aumenta o faturamento da empresa. 

O que muda na produção de conteúdo online com essa estratégia?

A principal mudança na produção de conteúdo online é fortalecer os processos do Marketing Digital. Se antes você simplesmente mandava produzir o conteúdo conforme o que você achava interessante, é hora de mudar! 

Já que agora sua opinião não é mais o centro da estratégia, são precisos meios para compreender profundamente o desejo e o comportamento do cliente. 

Para tanto, você precisará – antes de qualquer coisa – estudar muito bem suas personas e validá-las constantemente. Avalie suas experiências de maior sucesso e veja o que é possível replicar.

O segundo passo é entender profundamente a jornada de compra do cliente. Assim, você deve planejar a criação de conteúdo online com base em cada uma das etapas do funil de vendas. 

Ficou confuso? Não se desespere! Temos aqui um guia sobre o conteúdo certo para cada etapa do funil para você nunca mais esquecer!

Assim, você desenvolverá conteúdos úteis e criativos. Isso aumenta a sua relevância e torna a estratégia de Marketing Digital integrada. De modo que seus materiais se complementam e tracionam o lead perfeitamente em cada fase.  

Na prática, isso quer dizer que sua produção deve:

  • Utilizar o conhecimento que possui das personas para melhorar a experiência do cliente:

O cliente de hoje em dia já espera por algo diferente. Todos querem ser surpreendidos o tempo todo! Portanto, quanto melhor você conhecê-los, maiores serão suas chances de sucesso.

O caminho para esse sucesso está em manter um registro cuidadoso de todas as informações coletadas. Desde o momento da criação, até a prática e validação das personas, novos dados surgem o tempo todo. É importante que você atualize suas estratégias com base nelas e use das informações para ter controle sobre a progressão dos seus processos.

Quando você excede as expectativas do lead, você ganha autoridade e gera mais engajamento com a marca. No caso do conteúdo online existem algumas práticas simples que causam um impacto tremendo:

  • Vocabulário adaptado para gerar rapport com o leitor;
  • Linguagem simples e de fácil entendimento;
  • Escolha de temas, metáforas e imagens que sejam do interesse do usuário.
  • Aplicar Design Thinking na produção de conteúdo online:

O Design Thinking é um método para resolver problemas baseado em colaboração e empatia. Objetivamente, ele coloca as pessoas no centro do processo e busca sempre tornar suas experiências mais felizes. 

Na rotina dos profissionais do Marketing o método pode ser aplicado para visualizar a estratégia de ponta a ponta. Isso garante mais controle e otimização dos processos internos, garantindo que o receptor seja colocado no centro de tudo.

Isso ocorre quando pautamos a produção de conteúdo a partir seus desejos, interesses, solucionando seus problemas e suprindo suas necessidades.

Implementar esse mindset nos produtores de conteúdo e em toda a equipe de Marketing já faz grande diferença. 

Contudo, essa mentalidade também tem algumas aplicações práticas facilmente aplicáveis:

  • No branding: transmita veracidade em toda a sua comunicação. Tenha valores muito bem definidos para sua empresa e garanta que eles estão alinhados com as personas. 

Uma marca é composta por pessoas que se comunicam com pessoas: nunca se esqueça! Somente assim você será capaz de construir relações efetivas com seus clientes e proporcionará experiências marcantes.  

  • No conteúdo digital: colocar o cliente como foco de sua estratégia e preocupar-se em atender suas necessidades já é Design Thinking. Estude-o constantemente! 

Fique atento às reações dos usuários ao seu conteúdo. Avalie o teor de cada comentário e certifique-se de estar causando uma impressão positiva.

  • Causar um efeito WOW!

Munido dessas ferramentas, procure causar um efeito WOW! com cada peça de conteúdo online, ou seja: não seja mais um produtor de conteúdos que ninguém vai ler. Direcione seus esforços para criar algo que seja memorável ou, no mínimo, desperte algum tipo de reação – seja ela curiosidade, interesse repentino, emoção, etc.

Sabe aquele conteúdo que você lê/assiste e pensa: “WOW! Que conteúdo incrível! É exatamente o que eu precisava nesse momento!”. Você fica feliz, resolve seu problema, tira suas dúvidas e ainda indica aquele colega que se interessa pelo mesmo assunto?  

Esse deve ser seu objetivo!

Um conteúdo WOW! excede expectativas e transforma os consumidores em propagadores. 

Isso fortalece – e muito! – a sua estratégia de Marketing Digital e garante um bom posicionamento junto ao seu mercado. 

Conhecendo melhor essa tendência dá pra entender porque ela é tão relevante, não é mesmo? Aplique as mudanças que forem necessárias em seus processos de planejamento e produção de conteúdo online para atender melhor aos seus clientes. 

A longo prazo, os resultados serão sentidos e são facilmente mensuráveis. 

Para provar a eficiência desta estratégia, não se esqueça de analisar constantemente métricas como engajamento nas redes sociais, taxa de abertura, cliques e respostas de e-mails e tempo de permanência  nas páginas de seu site.

Para ficar ainda melhor, só falta ter um planejamento de conteúdo perfeito. Quer saber como? Então clique aqui e leia também esse blogpost! 

Até mais! 😉

5 dicas para criar vídeos tutoriais de alta qualidade

5 dicas para criar vídeos tutoriais de alta qualidade

“Como trocar a resistência do chuveiro”… Certamente, você já digitou algo parecido com isso na barra de pesquisas do seu navegador! E não é para menos: os vídeos tutoriais são uma verdadeira febre entre os usuários no mundo inteiro. 

Em tempos de heavy users de tecnologia digital, podemos encontrar o passo a passo de quase tudo na rede. 

Nesta postagem, separamos uma série de dicas para ajudá-lo a criar vídeos tutoriais para . Está na hora de você também aproveitar as vantagens deste formato e aprimorar sua estratégia de vídeo marketing.

Você vai ler sobre:

  • As vantagens do uso de vídeos tutoriais em estratégia de Marketing Digital;
  • Dicas para produzir vídeos tutoriais incríveis;
  • Quando contar com a ajuda de uma produtora para criar vídeos tutoriais.

O grande potencial dos vídeos tutoriais no Inbound Marketing

É seguro que o potencial dos vídeos para atrair leads e instruir clientes pode ser extraído de diferentes maneiras. Rapidamente, algumas formas possíveis para trabalhar com vídeo são:

  • Vídeos explicativos;
  • Vídeos tutoriais;
  • Webinars;
  • Vídeos de depoimentos;
  • Video Motion;
  • Animação;
  • Live Streams;

E muitos outros! Enfim, existem vídeos para todo tipo de propósito. Seja para o topo ou para o fundo do funil de vendas ou até como estratégia de sucesso para o cliente, o formato está lá e é o favorito do momento. 

Há vários motivos para a preferência pelos vídeos e seus diferentes formatos:

  • Vídeos são conteúdos fáceis de entender:

Pense rápido: é mais fácil compreender informações em um longo texto ou em um vídeo curto com imagens explicativas? 

Estudos mostram que assimilamos melhor a informação através de recursos audiovisuais. Logo, o mais comum é que as pessoas prefiram a segunda opção. 

Dessa maneira, é possível transmitir um grande volume de informação em pouco tempo. Assim você facilita a compreensão do lead e garante que sua mensagem será entregue 100%.

  • Vídeos são conteúdos fáceis de consumir:

É muito mais difícil parar para ler um texto na correria do dia a dia. Textos exigem tempo: é preciso entrar em estado de concentração, encontrar um ambiente minimamente silencioso e focar completamente a sua atenção. 

Com os vídeos isso não acontece. Especialmente hoje, que smartphones fazem parte do cotidiano de quase todo mundo, esse formato se mostra ainda mais amigável. Como a informação é passada de modo mais eficiente, a duração do vídeo também costuma ser menor.

Isso quer dizer que são alguns minutos que cabem no seu dia. E o melhor, podem ser assistidos em uma fila de espera, no caminho para o trabalho, no trânsito com o carro parado… Basta ter o celular em mãos!

Além disso, há o dinamismo da imagem em movimento e a possibilidade de trabalhar com cores e design interessante. Isso tudo torna os conteúdos em vídeo mais engajantes e chamativos – garantindo a atenção do lead por mais tempo.

  • Vídeos são conteúdos fáceis de compartilhar:

Devido à preferência por esse tipo de conteúdo, todas as redes sociais são otimizadas para o compartilhamento de vídeos. Não é à toa que os vídeos em redes sociais tem 12x mais compartilhamentos do que textos combinados com imagens.

Por meio de vídeos fica mais fácil causar emoções no lead e gerar efeitos estéticos mais complexos. Isso engaja o usuário e faz com que ele se sinta motivado a compartilhar o vídeo em suas redes e, de quebra, auxiliá-lo a divulgar sua marca.

Diante dessa contextualização sobre a relevância dos vídeos em geral, focaremos agora no formato de vídeos tutoriais. Eles apresentam todas as vantagens listadas acima e mais! 

São conteúdos cada vez mais populares devido ao espírito ”faça você mesmo” que tomou conta da nossa geração.

Isso sem contar que vídeos tutoriais auxiliam os clientes no uso correto de sua solução. Desse modo, eles funcionam também como uma forma eficiente de garantir o sucesso do consumidor e criar experiências positivas.

Então, sem mais rodeios, vamos às nossas dicas práticas para criar vídeos tutoriais e inserí-los em sua produção de conteúdo.

5 dicas dicas para produzir vídeos tutoriais para sua estratégia de marketing

Os vídeos tutoriais são conteúdos muito didáticos e simples de compreender.

É uma forma rápida de tirar dúvidas ou resolver um problema – tudo sem ter de perder tempo lendo artigos complexos ou mesmo manuais de instrução. 

Esse comportamento de buscar soluções rápidas e pontuais já ganhou até um nome próprio. Especialistas em comportamento de consumidores no ambiente digital chamam-no de micro-momento. Ou seja, o momento onde um usuário busca questões muito específicas para resolver problemas práticos do dia-a-dia.

São momentos em que o lead quer saber uma informação específica, um dado, ou mesmo como fazer algo por conta própria: que é onde entra a grande relevância dos tutoriais.

Esses vídeos são capazes de entregar um conteúdo breve e objetivo para satisfazer esse desejo de conhecimento do usuário.

Além disso, conta-se com a facilidade de conseguir assistir ou escutar o tutorial ao mesmo tempo em que você executa o que está aprendendo. 

Nesse sentido, os vídeos tutoriais são muito mais adequados para os adeptos do faça você mesmo, pois são um tipo conteúdo que tem completa sinergia com a prática.

Além disso, os vídeos tutoriais são muito versáteis. Eles podem ser voltados para a atração, mostrando como resolver alguma dor inicial que o lead esteja pesquisando na internet. Mas também servem para o fundo, quando o lead precisa ver uma demonstração ou manual de uso da solução que pretende comprar.

Alguns exemplos de vídeos tutoriais são: 

  • Tutoriais de maquiagem;
  • Tutoriais de uso de uma solução;
  • Tutoriais de culinária;
  • Tutoriais de artesanato;
  • Tutoriais com hacks para o dia a dia. 

Seja qual for o tipo escolhido por você, basta seguir estes 5 passos para fazer vídeos tutoriais perfeitos e alinhados com sua estratégia de Marketing. Vamos lá?

1. Escolher o tema que será abordado no tutorial

Naturalmente, o primeiro passo é o mesmo para a produção de qualquer outro tipo de conteúdo. Se você vai falar sobre algo, primeiro precisa decidir sobre o que falará.

Nesse momento, precisará de toda a informação que tem sobre seu público. Volte às suas personas e avalie o que elas desejam consumir. Considere fatores como:

  • Idade;
  • Cargo;
  • Interesses pessoais;
  • Localidade;
  • Dores mais comuns.

 

São informações como estas que apontarão para a temática mais importante no momento. É de extrema importância que o tema seja relevante – caso contrário o conteúdo não terá o efeito esperado e não será capaz de engajar os leads.

Por fim, quando tiver definido as temáticas, pesquise e estude profundamente sobre o assunto. Você precisa ser um verdadeiro especialista no tema para que o conteúdo tenha valor. 

Poucos erros descredibilizam mais uma empresa do que passar uma informação errada ou superficial! 

Surpreenda seu lead com uma visão única acerca do tópico e com informações novas. Desse modo, ele será verdadeiramente tocado, confiará na empresa e sentirá vontade de compartilhar seu conteúdo com parceiros e amigos. 

2. Desenvolver um roteiro com tudo que será apresentado no tutorial

O segundo passo é desenvolver o roteiro para a criação dos vídeos tutoriais. Nesse momento, é  importante que você já tenha decidido qual o tipo de tutorial que você deseja criar.

Este assunto é tão importante que resolvemos dedicar uma seção inteira do texto para ele. Então, se essa for sua dúvida, guarde-a um pouquinho que logo teremos alguns exemplos para você se inspirar! 

O importante agora é ter consciência de que improvisar o material não é uma boa ideia. Claro, salvo raras exceções de pessoas absolutamente comunicativas e que dominam tanto o assunto, quanto a linguagem audiovisual com maestria. 

Por segurança (especialmente se você estiver começando a produzir vídeos agora), monte roteiros para cada peça de conteúdo.

O roteiro é um documento que serve para guiar toda a produção do vídeo tutorial. Nele estão especificadas quais são as necessidades técnicas:

  • Tipo de câmera;
  • Número de atores;
  • Técnicas de animação.

E qualquer outra que o material demande. Além disso, também é nesse documento que estará o texto a ser falado no tutorial – bem como a ordem de cada acontecimento no vídeo.

Lembre-se sempre de criar roteiros com início, meio e fim:

  1. Um momento inicial voltado para a apresentação do tema que será desenvolvido;
  2. O desenvolvimento contendo o modo como essa temática será revelada para o espectador; 
  3. Uma conclusão resolvendo o assunto e apresentando o produto/empresa – caso seja um vídeo de fundo de funil.

Você pode optar pelo modelo de script ou storyboards – vai da preferência de cada profissional da área.

3.Garantir as necessidades técnicas para a gravação

Trabalhar com audiovisual exige investimento. Se a sua empresa não possui estrutura para a produção desse tipo de material, talvez seja interessante considerar uma produtora especializada. 

De todo modo, caso esteja disposto a arcar com os custos, faça um levantamento detalhado de todas as necessidades técnicas.

Primeiramente, avalie quanto equipamento de audiovisual será necessário. 

Considere adquirir itens como:

  • Microfone de qualidade para captar som com clareza e sem ruídos;
  • Câmeras de qualidade para captar imagens com boa definição;
  • Objetos e produtos que venham a ser utilizados durante os vídeos tutoriais;
  • Equipamento de iluminação para garantir a qualidade da gravação;
  • Custo das licenças de softwares próprios para produção, edição e manipulação de som e imagem.

Depois disso é hora de pensar nos custos com equipe:

  • Custo do cachê dos atores que participarão da gravação;
  • Custo do tempo do operador de câmera que gravará o material;
  • Custo do serviço dos animadores;
  • Custo de serviço dos editores e responsáveis pela pós-produção.

Por fim, entram os custos ligados à locação onde acontecerá a gravação:

  • Custo de aluguel do espaço onde ocorrerá a gravação;
  • Custo de deslocamento da equipe até o local para a produção;

 

É claro que muitos destes custos podem ser eliminados a partir de parcerias, acúmulo de funções ou permutas. 

Contudo, o ideal é sempre considerar trabalhar com profissionais especializados em cada função. Assim você terá a certeza de produzir vídeos tutoriais satisfatórios e de qualidade.

4. Ensaiar o roteiro antes da gravação

Essa dica é mais voltada para quem escolhe trabalhar com formatos onde há atores falando com o público. Entretanto, isso não quer dizer que outros formatos também não precisem de alguns testes antes de fazer para valer.

No caso das produções envolvendo a fala de um ou mais atores com o público, faça dinâmicas de ensaio próprias do cinema e do teatro. Junte os atores e leia o texto junto deles. 

Encaminhe o material com antecedência para que eles também possam fazer esse trabalho individualmente – assim, aprende-se o texto e ganha-se naturalidade na hora de falar diante das câmeras.

Quando estiver tudo decorado, faça algumas passagens do início ao fim para pegar o ritmo antes de gravar. Nesse ensaio, você poderá também ter dimensão de quanto tempo terá o material pronto e escolher fazer eventuais cortes ou outras alterações. 

Já no caso dos vídeos tutoriais que não precisam de atores, é bom fazer alguns esboços e versões de teste do projeto antes de dar o acabamento. Assim, você têm uma ideia do resultado final e também têm tempo para fazer correções.

Outro caso comum é o uso de narradores em off (uma voz que não aparece na cena). Mesmo nessa modalidade o ensaio é importante. Portanto, grave a narração de diferentes formas para ver qual fica mais interessante antes de optar pela versão definitiva.

O sucesso de qualquer resultado audiovisual está diretamente ligado à quantidade de esforço dedicado aos ensaios. 

Quanto mais você puder praticar, mais perfeitos os vídeos tutoriais ficarão! 

5. Pós-produção: editar e distribuir o material produzido

Por fim, os últimos passos são aqueles ligados à pós-produção do material. Especificamente, é o momento da edição para depois lançar os vídeos tutoriais nos canais escolhidos.

A edição é o momento de colocar a cereja no topo do bolo. Muito defeitos da gravação podem ser resolvidos nessa etapa. Bem como os acertos também podem ser especialmente valorizados para aumentar a qualidade do vídeo.

Durante a edição, costuma-se acertar as seguintes questões:

  • Inserção de trilhas sonoras para gerar o efeito desejado;
  • Trabalhar as cores da imagem para deixar o vídeo visualmente atraente;
  • Tratamento do áudio para garantir que tudo esteja audível e equalizado;
  • Seleção de cenas para filtrar o melhor de tudo aquilo que foi gravado.
  • Cortes para eliminar defeitos como: atrasos na fala, vícios de linguagem, vícios corporais, barulho externo, etc.

 

Além disso, a finalização também é o momento para acrescentar legendas, efeitos visuais e a thumbnail dos vídeos tutoriais.

Tudo pronto? Hora de soltar seus filhos no mundo! Escolha os melhores canais para divulgação e dispare. Os canais devem sempre serem escolhidos com base naqueles que são mais relevantes para suas personas. 

Os horários de lançamento do material também devem levar em conta os hábitos e atividades do lead. Se você lançar o material em um momento que suas personas não costumam estar nas redes, seu vídeo será soterrado pelo flood da timeline e não será visto!

Portanto, não esqueça de trabalhar muito bem o SEO para vídeos a fim de garantir que seus vídeos tutoriais sejam encontrados e consumidos pelo público-alvo.

Para não ficar só na teoria, temos alguns exemplos e sugestões de modelos de vídeos tutoriais para inspirar você. Dê uma olhada!

Inspire-se: 3 tipos de vídeos tutoriais para você experimentar

Para quem está começando inspiração é fundamental. E para quem já está no meio do caminho e deseja dar um novo frescor à estratégia, conhecer outras alternativas também é revigorante. 

O fato é que sua estratégia de Marketing Digital precisa estar sempre evoluindo e, por isso, você está aqui.

Pensando nisso, selecionamos três tipos de vídeos tutoriais que você pode utilizar em sua estratégia de marketing. Esperamos que eles sirvam de inspiração e possam complementar suas atuais práticas de sucesso. 

Experimente-os:

1.Tutorial visual

Os vídeos tutoriais visuais são semelhantes às animações ou motion graphics. São vídeos que não contam com nenhum ator falando diretamente com o público. Para comunicar a informação são utilizados principalmente narração em off e animações simples para ilustrar o que está sendo dito.

É uma modalidade excelente para explicações simples e também para quem está com um orçamento mais apertado para investir agora. 

Basta um computador equipado dos softwares e ferramentas adequados e um animador para executar a produção dos vídeos. O segredo está em criar uma visualidade agradável e acrescentar trilha sonora e narrativas envolventes. 

O conteúdo deve ser simples e compreensível para sanar as dúvidas que o lead possa ter.

Como exemplo trouxemos o vídeo tutorial de um aplicativo de táxis corporativos chamado ECX. Nele, podemos ver claramente como o formato é usado para transmitir a identidade da empresa – ao mesmo tempo em que ensina aos taxistas como utilizar o aplicativo detalhadamente.


2. Vídeo-aula:

A vídeo-aula não é um formato tão novo assim. Afinal, o telecurso ajudou muitos estudantes entre 1968 e 2014. Por isso. é muito provável que você já tenha tido algum tipo de contato com esse formato.

Entretanto, igual a tudo no mundo, os vídeos tutoriais em formato de vídeo-aula também evoluíram. Hoje, muitas delas estão disponíveis gratuitamente no YouTube e ajudam milhares de curiosos todos os dias.

Geralmente, na vídeo-aula temos um ator/professor que ensinará determinado conteúdo em formato de monólogo. Porém, é importante sempre deixar interações com o espectador “soltas no ar”. Assim, você engaja mais o seu público e convida-o a pensar junto do professor sobre os temas abordados.

Veja abaixo o exemplo de uma vídeo-aula de português do professor Noslem:

 

Temos também uma postagem só sobre este formato aqui no blog. Leia também para não fazer feio na hora de montar a sua!

3.Passo a passo:

Os vídeos tutoriais de passo a passo estão entre os mais populares na rede. Eles possuem uma linguagem dinâmica e moderna para prender a atenção do usuário.

Geralmente, esse tipo de tutorial aborda assuntos diversos e pode ser mais ou menos complexo. A grande aposta está em manter um ritmo de fala interessante, trilha sonora envolvente e uma boa edição!

É uma modalidade muito utilizada por marcas que querem se aproximar do público de modo mais natural. Para tanto, é comum que a linguagem usada seja informal e direta – a fim de realmente criar rapport com o lead, como se em uma conversa. 

Entretanto, também é comum vermos tutoriais passo a passo sem fala ou narração, apenas com imagens e texto. Tal como o exemplo abaixo, do famoso canal Tastemade.

Quem é que nunca ficou babando em uma dessas receitas ao ver um dos vídeos nas redes sociais? Então, confira só essa receita de pão de alho e, de quebra, já entenda melhor sobre o que estamos falando:

 

E aí, preparado(a) para acrescentar os vídeos tutoriais na sua estratégia de marketing? Esperamos que sim, pois os resultados são incríveis! 

Lançamos o desafio: experimente agregar esse formato com um vídeo, inicialmente. Após lançá-lo, avalie o seu sucesso e calcule o ROI da estratégia de Vídeo Marketing. 

Se der certo, basta replicar o que você aprendeu e aproveitar o máximo disso. Se não funcionar como o esperado, não desista. Hora de reavaliar o que foi feito, aprender com os erros e melhorar na próxima! 

Em todo caso, sempre existirão as produtoras de conteúdo para te dar aquela força! Contratar uma agência é uma forma eficaz de assegurar a qualidade do produto final – sem ter de fazer todo o investimento necessário para produzir um audiovisual! 

Como vimos anteriormente, algo perfeito pode sair mais caro do que o esperado! Logo, certamente investir em uma produtora terceirizada vale muito a pena. 

Em outras palavras, a decisão está em suas mãos e nós estamos sempre aqui para ajudá-lo no que for preciso! Então, qual será o primeiro dos seus vídeos tutoriais? Comente nas redes que estamos curiosos para saber!

E, se quiser aprender ainda mais sobre como gerar resultados incríveis com Vídeo Marketing, aqui vai um presentinho: preparamos um eBook gratuito com tudo que você precisa saber sobre o uso de vídeos no Marketing digital!

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Até mais! 😉

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