Produção de conteúdo para sites e blogs: mudanças que você precisa acompanhar

Produção de conteúdo para sites e blogs: mudanças que você precisa acompanhar

Por mais que alguns tentem dizer o contrário, o Marketing de Conteúdo está vivo e passa muito bem. Sua importância é tamanha, que o renomado especialista Seth Godin chegou a considerá-lo como o único tipo de marketing restante. Daí a importância da produção de conteúdo para sites e blogs e o motivo pelo qual ignorá-la pode trazer consequências severas para o sucesso de um negócio no ambiente virtual.

Acontece que, mesmo com tanta informação, troca de ideias e crescente adoção do Marketing de Conteúdo, algumas empresas apresentam dificuldades em colher os frutos da produção de conteúdo para blogs e sites.

Muitas vem contando meses de investimento e ainda não estão obtendo os resultados desejados. Este é o seu caso?

Por que será?

Antes de jogar tudo para o alto e desistir, pense bem: você não está fazendo Inbound como em 2013?

Foi-se o tempo em que a produção de conteúdo para blogs e sites era apenas baseada em volume e palavras-chave.

Assim como tudo o que há no campo digital, as ferramentas web evoluíram nos últimos tempos. Junto disso, os mecanismos de busca também tornaram-se mais eficientes e com múltiplas funcionalidades.

Afinal, as exigências para o sucesso do Marketing de Conteúdo atualizam-se constantemente. Selecionamos novidades que você precisa conhecer desde já. Não fique para trás!

Neste material, você vai ler sobre:

  • Principais tendências na produção de conteúdo para sites e blogs;
  • Mudanças nos formatos de pesquisa em mecanismos de busca;
  • Avanços nos parâmetros de Search Engine Optimization (SEO).

Continue acompanhando e boa leitura!

 

O que mudou na produção de conteúdo para sites e blogs?

Não é preciso ir muito longe.

Temos certeza de que você já vivenciou algumas das grandes mudanças tecnológicas ao longo de sua vida. Há anos atrás, utilizamos a Internet discada e nosso telefones imensos serviam para pouco além de ligações e mensagens de texto.

produção de conteúdo para sites e blogs

Hoje, existem smartphones com processadores mais potentes até do que computadores, os quais podem ser aplicados em quase todas as nossas tarefas diárias.

Ao passo em que as tecnologias evoluem, é notável seu impacto na experiência do ser humano e seus hábitos de vida.

Consequentemente, o Marketing e seus profissionais têm o desafio de se posicionarem para melhor explorar esses avanços.

Vamos falar de algo que tornou-se indispensável em qualquer estratégia digital: as versões mobile. Além de um design responsivo, a produção de conteúdo para sites e blogs deste tipo sofrem novas exigências.

Um exemplo é o crescimento das pesquisas por voz. Em 2016, o CEO do Google já havia revelado: 20% das consultas são feitas deste modo. É interessante observar que esse fato significa também uma mudança no vocabulário utilizado em buscas: ou seja, mais atenção ao SEO!

Se antes os leads pesquisavam “restaurantes São Paulo”, é mais comum o uso de algo como “quais restaurantes estão abertos perto de mim agora?” atualmente. Note que outra metodologia entra em cena: o uso da localização nas pesquisas digitais.

Produção de conteúdo para sites e blogs. O que mudou e a nova tendencia cauda longa.

Fonte: Pesquisa da Ahrefs

 

Do ponto de vista do Marketing de Conteúdo, o impacto está no fato de haver um aumento significativo no uso de palavras-chave de cauda longa. Veja este gráfico comparativo!

Como podemos observar, há uma predominância de 41,7% das buscas com 5 ou até mais palavras.

Isso revela que os leads querem respostas para perguntas concretas, o que exige objetividade na produção de conteúdo para sites e blogs.

Paralelamente, temos as mudanças nos próprios mecanismos. Uma vez que o Google detém 90% do mercado de pesquisas, focaremos nas suas atividades.

 

Quais algoritmos foram atualizados pelo Google?

Para otimizar o serviço em meio ao crescente volume de materiais produzidos na Internet, o site atualizou alguns de seus algoritmos. Os mais importantes para a criação de conteúdo, são:

 

Algoritmo Penguin

O recurso desenvolve a maior condenação das táticas de spam nos mecanismos de busca. De forma resumida, o Google penaliza duramente qualquer transgressão executada contra suas guidelines. Estas são as chamadas práticas Black Hat, protagonistas de uma baixa impactante na autoridade das plataformas.

Graças ao uso indevido de palavras-chave e outras formas de webspam, este algoritmo de busca foi aprimorado para penalizar o uso de técnicas irregulares. Agora, o Google penaliza o uso excessivo de keywords e links.

COMO AGIR: Para não ser penalizado, tenha em mente que um uso regular da palavra-chave é mais importante do que volume. E no que tange aos links, utilize somente aqueles para boas referências – sejam internos ou externas. Dessa forma, você garante tráfego no próprio site ao mesmo tempo em que se beneficia da pontuação daqueles linkados junto ao Google.

 

Algoritmo Hummingbird

Este algoritmo é voltado a uma percepção semântica das buscas online. Ao invés de você pesquisar por cada palavra separadamente, o Google identifica a relação entre as mesmas e os resultados mais adequados.

COMO AGIR: A busca por voz transformou o modo como perguntamos ao Google. Isso significa que as pesquisas assemelham-se a uma conversa real. Adequar o vocabulário na produção de conteúdo para sites e blogs e dividi-lo em tópicos é o melhor caminho.

Algoritmo RankBrain

Ele funciona quase como um complemento ao algoritmo acima. Com o uso de Inteligência Artificial, o Google é capaz de aprender com as buscas já realizadas e ainda sugerir novos resultados. Logo, ele poderá encontrar páginas que não correspondem exatamente àquilo digitado na busca, mas que estão diretamente conectadas.

COMO AGIR: Crie uma estratégia abrangente, de modo que os leads possam encontrar seu conteúdo mesmo que não procurem as palavras-chave ideais.

Executar a produção de conteúdo para sites e blogs a partir das regras delimitadas por esses algoritmos é a nova tendência. Não adianta investir em métodos ultrapassados e ser penalizado pelo próprio Google no desempenho de seus materiais. Assim, modernize o seu processo e mostre a todos que você entende do assunto!

Leia também: Hacks de SEO para sites, tirando melhor proveito dos mecanismos de busca.

As principais tendências na produção de conteúdo

Já conhecemos as principais alterações nas ferramentas de pesquisa e demais tecnologias que impactaram o Marketing nos últimos anos. Agora, o próximo passo é conhecer algumas das maiores tendências na produção de conteúdo.

Atente-se a estas dicas e não perca tempo para dar aquele upgrade na sua estratégia atual:

1) Remarketing

Sabe quando você está navegando na Internet e, de repente, começa a enxergar anúncios de um site que visitou recentemente? É o chamado remarketing. Atualmente, ele é uma das formas mais lucrativas de Marketing Digital.

Quando o lead depara-se com suas Call To Actions (CTAs) muitas vezes, as oportunidades de conversão são maiores. Isso porque o crescente interesse gerado por essa técnica age de modo quase inconsciente, familiarizando o usuário com seu material e deixando a marca gravada em sua memória.

COMO APLICAR: Para aplicar esta tendência na produção de conteúdo para sites e blogs, é preciso aderir a algumas skills. O mais importante é ter em mãos dados prévios sobre o comportamento de seus leads.

Conforme estes índices, você trabalhará com diferentes anúncios para atrair o lead a um conteúdo. Por exemplo: uma campanha específica para o Facebook, com ofertas especiais direcionadas a quem já acessou o site e não concluiu sua compra.

Quanto às ferramentas, há opções específicas do Google e do Facebook. Respectivamente, o Google Ads e o Facebook Ads tem funções ativas para trabalhar com este recurso.

 

2) Linguagem coloquial

O uso menos formal da língua também é visto como uma tendência. Lembrando que escrita coloquial não significa algo desleixado, mas a consideração da fala dos perfis de sucesso na produção de conteúdo para sites e blogs.

Como vimos, a pesquisa por voz já está crescendo. E é bom que você esteja preparado(a) para recebê-la de braços abertos!

COMO APLICAR: Desenvolva um manual de redação orientando os profissionais a respeito do tom que deseja atribuir aos conteúdos. Além disso, apresente alguns exemplos claros sobre a forma de se comunicar com as personas. Ao invés de focar apenas nas keywords, tenha como objetivo responder às questões. Afinal, o lead pode estar interagindo diretamente com o seu celular!

3) Diversifique a criação de conteúdo

Acredita que investindo somente em blogposts já está fazendo muito? Você se enganou! Eles ainda funcionam como um pilar essencial na estratégia Inbound. Contudo, é importante abrir os horizontes e descobrir o que seus leads realmente querem ver.

Cada um possui seus adeptos e nichos onde funcionam melhor. Há inúmeras plataformas e mídias para criação de conteúdo, tais como:

  • whitepapers;
  • checklists;
  • webinars;
  • memes;
  • infográficos;
  • cases de estudo;
  • gifs;
  • social media;
  • podcasts etc.

COMO APLICAR: A primeira coisa que você deve excluir é a ideia de que um único profissional responsabiliza-se por todo o conteúdo. É preciso uma equipe diversificada ou, pelo menos, uma produtora com acesso a colaboradores bem qualificados. Produzir para as diferentes mídias exige competências multifacetadas. Uma vez que você pode contar com as pessoas certas, basta uma análise das personas para verificar do que elas gostam e mãos à obra!

Com essas tendências, já possuímos material o suficiente para revolucionar uma estratégia enferrujada. Inicie aplicando nossas dicas e, aos poucos, descubra o que mais pode trazer resultados satisfatórios para o seu negócio.

Clique aqui e aproveite para descobrir como outra forte aposta, o Growth Hacking, otimiza seus conteúdos.

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Cluster de Conteúdo: tudo sobre a nova técnica de SEO

Cluster de Conteúdo: tudo sobre a nova técnica de SEO

Dentre as práticas mais atualizadas para um bom desempenho em SEO, está o Cluster de Conteúdo. Tal estratégia inovadora é capaz de aumentar a relevância do seu site perante o Google. De quebra, o domínio pode se tornar autoridade em determinado tema graças ao conteúdo detalhado e ao modo como é organizado em níveis e blocos, facilitando a leitura e a experiência do usuário.

Com as últimas mudanças nos algoritmos desta plataforma, trabalhar a partir de uma base estruturada em tópicos tem-se mostrado mais eficiente do que apenas com keywords. E é justamente por esse motivo que o Cluster de Conteúdo tornou-se tão popular!

Está curioso(a) para saber como funciona essa nova técnica em SEO? Nesta postagem, ensinaremos a você o básico para agregar esta prática em seu planejamento de Marketing de Conteúdo e brilhar aos olhos do visitante.

Você vai ler sobre:

  • O que é Cluster de Conteúdo e de que forma é possível utilizá-lo
  • Como criar uma estratégia dinâmica de implementação da técnica
  • Dicas de aplicação em 4 passos para otimizar a performance no Google

Acompanhe os próximos tópicos e boa leitura!

O que é Cluster de Conteúdo e como utilizá-lo?

O Cluster de Conteúdo é uma tática de Marketing Digital baseada na construção de diversos materiais, a partir de um tópico em comum. Assim como o próprio termo em inglês, “cluster” significa grupo ou aglomerado.

Metaforicamente, podemos dizer que o Cluster de Conteúdo funciona como uma espécie de teia. Os recursos, sejam eles visuais e/ou textuais, ligam-se uns aos outros conforme a derivação do assunto, com o objetivo de aprimorar as ferramentas de SEO.

No entanto, esta estratégia atua melhor do que as práticas mais tradicionais. Antigamente, a ordem era trabalhar sobre palavras-chave e buscar o máximo possível de backlinks para ser notado pelo Google.

Na contramão destes métodos, a plataforma verificou um novo perfil de comportamento entre os usuários. Dessa forma, aprimorou sua tecnologia, reciclando algoritmos para ser mais assertivo nas respostas e entender aquilo que o internauta realmente quer.

Ou seja, tornou-se capaz de reconhecer o contexto no qual as palavras estão inseridas, além de buscá-las isoladamente.

Por consequência, é necessário mudar de recursos para a conquista das posições mais altas no buscador. O intuito é acompanhar um eixo temático e também desenvolver conteúdos que se retroalimentam. Isto fará com que o SEO reconheça seu material como confiável.

Aprenda, agora, como pôr este conhecimento em prática e fazer as pazes com o Google.

Colocando em prática a nova técnica em SEO

Vamos começar ilustrando um exemplo concreto. Digamos que você queria produzir conteúdos sobre música erudita a partir de uma visão contemporânea. Ao invés de simplesmente ir direto ao assunto, você irá derivá-lo em possíveis temas secundários que relacionam-se a este. Como:

  • Os benefícios de escutar música erudita todos os dias;
  • A música erudita te deixa mais inteligente: entenda o porquê;
  • Conheça as obras de música erudita mais aclamadas.

Criados todos estes materiais, a próxima etapa consiste em linká-los uns aos outros para gerar uma rede de informações sobre o tema. Um modo de fazer isso, conforme o exemplo utilizado, seria direcionar para o post “A música erudita te deixa mais inteligente: entenda o porquê” dentro de um link building sobre inteligência em “Os benefícios de escutar música erudita todos os dias”.

Por último – e não menos importante -, escolha uma página à qual dar mais relevância e torne-a um conteúdo fundamental. Ou seja, todas as outras devem possuir links para esta e vice-versa. Finalizando com o exemplo da música erudita, o conteúdo fundamental poderia ser “O melhor da música erudita contemporânea que você precisa conhecer”.

A Hubspot sintetizou este conhecimento em um gráfico de fácil compreensão. Observe:

cluster de contendo pela hubspot

Fonte: https://research.hubspot.com/charts/topic-clusters

 

 

 

 

 

A seguir, vamos sintetizar em 5 passos a implementação da técnica nos seus negócios.

4 passos para aplicar Cluster de Conteúdo

 

1- Faça uma boa pesquisa de palavras-chave

Identifique quais são as palavras relacionadas ao produto e/ou serviço. Uma vez que você conhece suas personas e sabe o que precisa divulgar, pesquise em ferramentas adequadas quais são os termos mais buscados dentro desse nicho.

Dentre as opções disponíveis, o Google Trends é uma excelente alternativa.

 

2- Selecione o tema do Cluster de Conteúdo

A partir do item anterior, basta ver qual grande temática abrange melhor as palavras-chave selecionadas. O mais importante é escolher algo que gere um bom número de conteúdos a seu respeito.

 

3- Produza os conteúdos necessários

Com o tema e as palavras-chave alvejadas em mãos, é hora de pôr a mão na massa. Para isso, estabeleça uma ordem de prioridade aos diferentes artigos. O mais relevante será o conteúdo fundamental – ele deve ser mais extenso e aprofundado.

Por conseguinte, os demais devem ser produzidos a fim de que remetam a este. Lembre-se sempre de utilizar as palavras-chave no título para otimizar o SEO.

Vale ressaltar que o desenvolvimento de um Cluster de Conteúdo não limita-se apenas a blogposts. Outros formatos de mídia também podem ser incluídos para somar à importância do seu site.

 

4- Linke os materiais entre si

Além de gerar tráfego interno, os links ajudam o Google a entender sobre o que trata-se cada conteúdo. O segredo é escolher bem os textos âncora que serão utilizados. Ou seja, aquela parte que fica sublinhada em azul, contendo um link para outra página.

Dito isso, é essencial que o texto esteja relacionado ao conteúdo e possua boa notoriedade. Quanto melhor a pontuação, mais alto o rankeamento do material nas buscas.

Com essas práticas, você consegue obter o melhor da estratégia Inbound Marketing. Afinal, o tráfego é o caminho para engajar novos usuários e convertê-los em oportunidades reais.

Na Gummy, temos experiência e profissionais qualificados para desenvolvermos juntos uma estratégia de Marketing de Conteúdo assertiva. Entre em contato para ter uma experiência WOW! :O

Content Hacking: como aplicar Growth Hacking ao marketing de conteúdo

Content Hacking: como aplicar Growth Hacking ao marketing de conteúdo

Você já ouviu falar sobre Growth Hacking? Esse conceito está transformando empresas de todos os setores. É a prova real de que pequenas mudanças na forma de operação são capazes de trazer grandes resultados no crescimento de uma empresa. Mas e sobre Growth Hacking no Marketing de Conteúdo? O que é esse tal de “Content Hacking”? Vamos explicar!

O termo “Growth Hacking” foi criado por Sean Ellis e, nas palavras do próprio autor, este significa “marketing orientado a experimentos”. Podemos dizer que o objetivo da técnica é alcançar objetivos rápidos e minuciosos. Para isso, o foco está em encontrar hacks para crescimento.

Com a identificação clara destas oportunidades, é possível criar estratégias adequadas para se chegar aos efeitos desejados.

Entretanto, você já sabe como aplicar os requisitos do Growth Hacking no Marketing de Conteúdo? Afinal, diversas empresas podem se beneficiar deste modelo. E é para te mostrar exatamente como este método funciona que criamos o post de hoje.

Desvende os mistérios do Growth Hacking no Marketing de conteúdo e utilize estes princípios no em sua estratégia de crescimento. Leia mais sobre o assunto!

 

Growth Hacking no Marketing de Conteúdo: o que é bom, ainda pode melhorar!

Apesar de ser bastante popularizado, o Growth Hacking no Marketing de Conteúdo ainda gera confusão no entendimento de muitos. Isso acontece pois, muitas vezes, o enxergamos como uma técnica a ser aplicada no estilo “receitas de bolo”. Contudo, não é bem assim.

O Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é mais do que uma fórmula pronta: é uma forma de operação.

Posto que a ferramenta envolve o estabelecimento de um processo de ações, voltadas para alcançar um objetivo determinado, ela casa-se perfeitamente com a estratégia de Inbound Marketing. Uma vez que, quando aplicada, é capaz de aumentar a atração e conversão de leads.

Como podemos ver, não trata-se de desenvolver “uma nova metodologia”. Certamente, o modelo que você já vem aplicando em sua agência traz resultados positivos. Até porque, se tivéssemos de começar tudo do zero, seria uma perda de tempo. Mais do que isso! Um verdadeiro desperdício de todo o trabalho investido para chegarmos até aqui.

A aplicação de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é um upgrade no modelo já implementado, focando em potencializar o que ele tem de melhor.

Trata-se de um estudo detalhado das atividades em relação às metas previstas. Analisando a performance de diferentes materiais e reconhecendo forças que elas têm em comum, é possível chegar a um modelo de sucesso.

Uma vez que profissionais B2B direcionam 28% do seu orçamento total para o Marketing de Conteúdo, é preciso ter certeza de um retorno satisfatório. Todavia, conforme os dados do Content Marketing Institute, apenas 30% dos colaboradores acreditam que os esforços em conteúdo da empresa são eficientes. As pesquisas ainda revelam que 55% não fazem ideia de como uma estratégia bem sucedida deve funcionar.

Claramente, o que falta para as instituições se destacarem em seus nichos de mercado é Growth Hacking no Marketing de Conteúdo. Apenas com testes e informações validadas se torna possível chegar a um modelo seguro e escalável.

Agora, vejamos como implementar este conceito dentro da sua própria agência!

 

Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

O Growth Hacking no Marketing de Conteúdo atua com um procedimento semelhante ao método científico de construção do conhecimento.

Todavia, nem sempre uma agência tem o privilégio de contar com tempo e recursos para investigar hipóteses. Assim como abordagens que utilizam o sistema de tentativa e erro, até encontrar uma forma adequada de reproduzir a tática em questão. Geralmente, as startups precisam fazer o caminho inverso, operando por meio de de indução.

Na prática, isso significa:

  1. Fazer um levantamento dos conteúdos que performam melhor nas redes;
  2. Encontrar similaridades, como o uso de gifs e emojis que costumam performar bem;
  3. Calcular a probabilidade de sucesso do padrão identificado em resultados exatos;
  4. Transformar dados em informação útil, revelando a linguagem que o público aprecia;
  5. Criar testes para colocar suas hipóteses à prova, sendo repetidos e escalados.

Com os resultados desse checklist, você terá em mãos tudo o que precisa. Ao encontrar o modelo correto para sua agência, basta replicá-lo quantas vezes forem necessárias.

 

`Práticas de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

Para finalizar nosso aprendizado, listamos 3 exemplos de práticas de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo. Estes já são amplamente conhecidos por sua eficiência. Veja só:

Headlines

O Marketing de Conteúdo está em um relacionamento sério com as técnicas de SEO. É por esse motivo que cerca de 60% dos profissionais de agências de marketing concordam que a otimização para buscadores deve ser a prioridade de qualquer estratégia Inbound.

Afinal, o Google recebe mais de 100 bilhões de pesquisas por mês! Em meio a quantidade de conteúdos disponíveis, ter o título atraente é um diferencial para garantir seus cliques.

Por conseguinte, invista tempo na criação de boas headlines. Realize testes A/B, a fim de descobrir quais call-to-actions e formas de linguagem funcionam melhor. Algumas empresas chegam a considerar mais de 25 possibilidades antes de tomar sua última decisão.

Quer saber sobre SEO para sites? Clique aqui e descubra os melhores hacks!

Meta Description

Esta é uma pequena descrição do seu site ou conteúdo, que pode atrair o lead diretamente para a página indicada. Como aparece logo abaixo ao título nos resultados, é fundamental que contenha a palavra-chave e seja sedutora para despertar a curiosidade do usuário.

Também é válido lembrar que, recentemente, o Google voltou a alterar o número limite de caracteres para a meta description. Com isso, a medida caiu de 320 para 160. Mantenha-se atento(a) para não ultrapassar a máxima permitida!

Infográficos

Outra ferramenta eficiente para Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é o uso de materiais gráficos para divulgar informações.

Infográficos são bastante populares, uma vez que podem ser compartilhados facilmente e permitem uma compreensão mais intuitiva de dados complexos. Não apenas por isso! Um design diferenciado também torna-se atraente aos olhos. E, portanto, rende mais acessos.

Para obter um bom retorno com esse tipo de material, busque dialogar com o público-alvo. Utilize elementos visuais instigantes, crie relações entre os dados apresentados e os fatores relevantes para seu lead.

Dessa forma, ele irá se envolver com o conteúdo, discernir bem a informação e sentir-se motivado a compartilhá-la com seus contatos.

Estes são apenas alguns dentre tantos exemplos que poderíamos citar. É válido pesquisar, também, estratégias de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo que obtiveram êxito. Mas, principalmente, encontre seu próprio caminho!

Aplique o método indutivo, reconheça sua força e mostre para o que veio. Temos certeza que você é capaz de alcançar objetivos ainda maiores. Depois, conte para nós quais foram os resultados!

 

Ficou interessado em saber mais?

Sabemos que o assunto rende muito. Então, em parceria com a Growth Office e a Content Hackers, resolvemos lançar um E-book só sobre “Como Aplicar Growth Marketing no Conteúdo”.

Baixe agora nosso e-book “Content Hacking: como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo” e descubra como utilizar táticas de Growth para potencializar seus resultados com estratégias Inbound.

Como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

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Abordagem feminina: como se dá o novo papel da mulher na mídia?

Abordagem feminina: como se dá o novo papel da mulher na mídia?

A luta por espaço está em pauta, mas essa não é qualquer novidade. Com início ainda na Segunda Guerra Mundial, a participação da abordagem feminina se deu por motivos fortes. Uma vez que homens eram recrutados para lutar em campos de batalha, cabia às mulheres preencher os postos abandonados.

O lema era “for the girl, give a job” – traduzido como “para a garota, dê um trabalho”. A partir daí, houve a desconstrução da imagem masculina como alguém superior. Os princípios e ideais de uma sociedade tradicional já não se encaixavam mais. A cultura de impor funções outrora consideradas femininas, quase sempre ligadas ao ambiente doméstico, caiu por terra.

Desde então, a atuação feminina no mercado de trabalho aumentou de maneira gradual e hoje a participação de mulheres no setor corporativo cresce consideravelmente – em partes devido à coragem e competência de mulheres que outrora colaboraram para um mercado mais diversificado e igualitário.  

Embora muitos dos paradigmas iniciais tenham sido quebrados, nos dias de hoje, o debate sobre a participação feminina no mercado continua ativo e hoje ronda questões como empoderamento, assédio sexual no ambiente de trabalho e igualdade salarial.

Esse debate é construído em diversas oportunidades, entre elas, a partir da representação da mulher na mídia. Você percebe uma evolução sobre a imagem feminina da mídia e na publicidades nos últimos anos?

Neste conteúdo, abordamos o impacto da representação feminina no universo digital e seu impacto nas definições de beleza, novos hábitos e independência financeira.

Entenda ainda a evolução na abordagem feminina no Marketing e na Publicidade e porque você, profissional de marketing, precisa ficar atento a essas mudanças. Confira!

De que forma a mulher na mídia está expressando sua visão?

Quando se trata do papel da mulher na mídia, é importante analisar as mudanças que vêm ocorrendo ao longo dos últimos 10 anos. A quebra de padrões comportamentais e estéticos está revolucionando a indústria da comunicação, seja ela impressa ou digital. Isso porque, entre outros fatores, modelos de campanhas e editoriais podem ser vistas com:

  • ausência de maquiagem;
  • pouco retoques e/ou manipulação em imagens;
  • biótipos representativos, como o plus size;
  • idades diferentes, que valorizam a maturidade.

A efervescência social possibilitou uma concorrência acirrada frente aos veículos. De modo especial, em setores como moda e bem-estar, é possível ver que o diálogo estabelecido se aplica com particularidades.

Muito ainda se questiona, inclusive, sobre a aliança entre formadores de opinião – estilistas, bureaus de estilo e editoras de revistas – e blogueiras. Há programas direcionados até mesmo para discutir a importância dos profissionais.

Essa novo tipo de postura reafirma que o lugar da mulher é onde ela quiser! Multifacetada e permitindo se mostrar como realmente é, junto das características próprias, a abordagem feminina trouxe uma mudança importante no discurso. O tom passa a ser inclusivo. Além disso, a aderência do mercado publicitário à representatividade é a prova concreta de que barreiras estão sendo quebradas.

Sobre o feminismo, porém, é preciso deixar claro que as opiniões se dividem em dois polos. De um lado, o tema é visto como novidade, motivo para conversar e refletir.

Enquanto de outro, é percebido como deja vú, um assunto que causa fadiga. A pergunta que não quer calar é: ainda há demanda para a troca de ideias nos meios de comunicação? Como deve se posicionar a mulher na mídia frente à tantos fatores?

Conteúdo sob a nova abordagem feminina

A conexão direta e próxima, estabelecida de modo orgânico e totalmente autêntico com o usuário, é o caminho escolhido pela leva mais recente de comunicadoras. Entender como, de fato, o público dialoga entre si acerca das notícias é fundamental para que haja coerência e identificação. Afinal, qual é a conversa do almoço hoje? O que tira o sono das pessoas que se pretende atingir? Descobrir isso faz parte do papel da mulher na mídia.

É possível observar, até mesmo, como a exposição da vida pessoal e dos assuntos de maior interesse chamam a atenção e aguçam a curiosidade de que busca pelo conteúdo.

Principalmente, quando são feitos links entre as situações, misturando realidade diária com o que é tendência. Na abordagem feminina, trazer os sentimentos e a carga emocional é uma prática que se impõe cada vez mais, gerando resultados satisfatórios.

A campanha da Samsung para anunciar seu recente modelo de smartphone, o Galaxy A8, é um bom exemplo. Em formato de vídeo, a propaganda mostra reações de pessoas ao serem abordadas por uma garota desconhecida.

Enquanto tira fotos, ela diz a cada um o quanto é bonito. A sensibilidade se mistura com as aflições que o público-alvo – ou seja, os millennials – enfrenta de modo constante. São estes a falta de autoestima e o bullying. Veja, a seguir, o resultado dessa ação:

 

Adaptação às novas formas de consumo

A presença da mulher na mídia está sendo revolucionária. Não apenas no que se refere ao ato de compra e/ou venda. Mas, às experiências de consumo que são semeadas através dos veículos de comunicação. Afinal, é correto dizer que as revistas e os jornais perderam espaço para a Internet? As formas analógicas serão extintas?

Pelo contrário! A mídia impressa, atualmente, está ressignificando sua posição no mercado. Apesar de que, devido à facilidade de busca pela informação, as pessoas utilizam mais dos mecanismos via web – em especial, os jovens.

No entanto, quando o foco está na opinião e nas nuances da questão embasada, com análise e imersão, o texto redigido por alguém que tenha autoridade no assunto continua sendo visto como algo notável.

Fatores, assim como a credibilidade no entretenimento, são consequências da abordagem feminina e dos esforços na construção de uma nova linguagem com o consumidor.

A era do anúncio clássico, feito através do marketing tradicional, não tinha a preocupação de conduzir o espectador através de um storytelling. Já o Branded Content, recebe a ajuda da redação para direcionar o peso visual pelo olhar do veículo. Isso faz com que ele se envolva com o discurso e os valores do anunciante, levando à identificação com a marca.

A readaptação das placas tectônicas da comunicação se deve, em grande parte, ao modo como a mulher na mídia vem mostrando seu controle. No caso dos segmentos onde o feminino se faz mais presente, é fácil enxergar como o equilíbrio e a maturidade são pontos que transformam a maneira como um conteúdo pode ser preparado. Exemplos disso, são:

  • a relação entre influenciadores com publiposts e transparência (fim das campanhas);
  • a existência de micro e macroinfluenciadores (reinvenção e geração de milhões, com alto nível de engajamento);
  • a colaboração de formadores de opinião com outras marcas.

E você, o que pensa sobre o novo papel da mulher na mídia? Comente sua opinião!

Branded Content: como adaptar a propaganda na era da informação

Branded Content: como adaptar a propaganda na era da informação

Passar o feed das redes sociais é o novo “zapear” da TV. Com esse ato, é possível decidir em questão de poucos segundos os conteúdos que serão consumidos – ou ignorados – pelo usuário. Quando se trata do público jovem, isso fica ainda mais evidente.

A otimização do tempo para interagir somente com o que desperta curiosidade faz da propaganda na era da informação um grande desafio para os profissionais do mercado.

Decorrente desse processo, a pesquisa por hábitos e costumes desse tipo de consumidor se faz mais necessária do que nunca. Isso porque, numa velocidade rápida e constante, as preferências acerca das formas de adquirir conhecimento e entretenimento estão mudando.

Não há mais espaços para padronização do diálogo! Conforme as transformações no dia a dia dos jovens, o acompanhamento na comunicação deve estar presente.

Uma vez que se estabelece um relacionamento com millennials, é impossível voltar atrás. A geração Z, que praticamente nasceu com os avanços tecnológicos, utiliza cada vez mais as mídias digitais como meio de ocupação em pequenos intervalos.

Para conquistar a atenção dos mais novos, a propaganda na era da informação precisa fazer mais do que apenas entender o momento. Deve entregar valor num formato coerente com a realidade.

Como a propaganda na era da informação tem se adaptado?

Para entender como se dá a propaganda na era da informação, é preciso saber que os millennials não são todos iguais. Lidar com este seleto grupo de uma forma “pré-moldada” não garante satisfação, independente do que está sendo abordado. A divisão desse público ocorre porque, apesar das semelhanças globais, os costumes podem variar de acordo com a facilidade de acesso ao conhecimento e com a visão de mundo.

É cada vez mais difícil para quem atua no setor de Marketing acompanhar as transições de comportamento do público jovem. De acordo com as gerações que vão passando, muito sob a influência de fatores socioculturais, os adventos da tecnologia passam a fazer parte de marcos históricos.

Você sabia que a compra do primeiro celular pode ser considerada como um dos eventos mais importantes na vida de adolescentes? Segundo a pesquisa, esse momento pode ser equivalente à sensação de se formar ou tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Isso se dá pela independência que o acontecimento proporciona àqueles que estão iniciando suas primeiras conquistas pessoais.

Outro dado que vale à pena estar atento(a) é que mais da metade dos entrevistados usa smartphones para atividades como assistir vídeos (72%), trocar mensagens (52%) e mexer nas redes sociais (51%). Para eles, ter inscritos e seguidores em seus perfis nas páginas de relacionamento são aspectos importantes.

Tendo estes recursos como base para dar início ao diálogo, uma marca que está conectada às expectativas do público pode aproximar-se de forma natural do consumidor que pretende atingir.

É identificando os mecanismos com os quais o jovem se engaja que a propaganda na era da informação pode vencer obstáculos e aproximar esforços.

Hoje em dia, os vídeos são responsáveis por converter as melhores taxas de engajamento, sendo assistidos e assimilados de modo eficaz quando o assunto é a propaganda na era da informação. Um exemplo disso são as alternativas de compartilhamento de vídeos em diferentes mídias sociais. Elas vão desde vlogs no YouTube, stories no Instagram, teasers no Facebook e até mesmo gifs no Twitter.

De que forma implementar o Branded Content?

Sabia que, atualmente, passamos cerca de 39 horas semanais consumindo vídeos? É isso o que aponta uma pesquisa feita pelo Think With Google, em 2016.

Independente do meio, uma vez que os jovens são multitela, esse recurso vem ganhando força. Cerca de 90% dos usuários brasileiros relacionam vídeos ao YouTube, sendo que 43% utilizam a plataforma como primeira fonte de busca sobre uma solução.

Quando uma empresa passa a trabalhar com aquilo que, organicamente, vem funcionando como atrativo, o caminho para o Branded Content se torna natural e amigável.

Um case de sucesso sobre propaganda na era da informação é a Brahma, que tem um canal sobre música sertaneja para conversar com o seu público.

Ao mesmo tempo em que dialoga com o público simpatizante da música, a marca se destaca ao patrocinar eventos relativos à cultura popular e à música sertaneja, gerando maior associação do público-alvo com a bebida. Cria-se ligação clara: “cerveja oficial do rodeio”, “cerveja de festa” e assim, ganha-se um potencial ainda maior de atingir essa parcela do mercado.

A ação, que acontece via plataforma YouTube, rende entre 75-80% de visualização.

Dessa forma, reapresentar marcas mais antigas para novos públicos é uma estratégia que vem apresentando bons frutos.

O intuito é passar para o usuário uma imagem criativa, que seja capaz de gerar identificação. A partir de interesses em comum, a empresa oferece algo relevante, construindo uma travessia pela qual nutre o indivíduo até o possível consumo.

O fato de não subestimar a audiência deve ser amplamente levado em conta aqui. Qualquer falha no estabelecimento da comunicação pode ser crucial. Alguém pode se interessar pela marca ou pela solução que ela apresenta e, no meio da jornada de compra, se deparar com aspectos que o desmotivem e o façam desistir da conclusão do processo.

A propaganda na era da informação possui requisitos para que haja uma conversa com qualidade. As promessas feitas pela marca, por exemplo, devem corresponder à audiência em termos de valor. Para isso, é possível trabalhar na intersecção através do conteúdo – também conhecido no Marketing como as etapas do funil.

A propaganda na era da informação na prática

Para as marcas, sem olhar porte ou dimensão da fatia de mercado, nunca foi tão necessário ser relevante e construir uma relação sólida com o público jovem.

Isso porque a mídia tem o papel não só de suportar, mas de qualificar a audiência pelo discurso do conteúdo. Assim, a propaganda na era da informação conta com o apoio de materiais que possam educar os mais novos para o momento da compra.

Lembre-se de que a empresa tem o target, mas precisa focar no publisher. Ou seja, aquele que corresponde aos esforços de marketing, encaminhando-se para o momento da venda. A fim de atingir o objetivo final, concretizando o processo, deve ser tomadas medidas como:

  • Construir campanhas em torno do conteúdo, e não o inverso;
  • Ter cuidado com o que é publicado, independente do tempo de decisão;
  • Revisar constantemente a estratégia inclusiva, já que se pode bloquear anúncios.

E você, em que momento vai aplicar Branded Content na estratégia comercial? Saiba como produzir conteúdo para jovens e use a propaganda na era da informação a seu favor!

Facebook e a cobrança de assinaturas por criadores de conteúdo: a nova TV digital?

Facebook e a cobrança de assinaturas por criadores de conteúdo: a nova TV digital?

Grandes empresas digitais estão mudando o futuro do conteúdo. A gigante Facebook é um exemplo disso. A cada novidade lançada pela empresa, surgem novas especulações sobre mudanças na forma de consumir conteúdo. No último dia 19 de Março, a notícia divulgada foi de que os criadores de conteúdo poderão usar a rede social como uma plataforma de assinaturas de vídeos, podendo cobrar mensalidades para os seus seguidores.

Essa novidade deve começar a partir da segunda quinzena de Abril para alguns criadores selecionados, mas ainda em fase de testes. Só que muitas discussões já estão surgindo pela internet.

Seria esse o fim da democratização dos conteúdos nas redes sociais? Ou será o início da verdadeira forma de TV digital por assinatura? Vamos trazer um panorama mais amplo sobre essa novidade para discutir essa nova ideia.

Como vai funcionar as assinaturas de vídeo pelo Facebook?

A plataforma de assinatura de vídeos vai funcionar de maneira parecida com outras que já conhecemos pela internet: um valor será pago para o produtor de conteúdo (a partir de US$ 5 mensais) que fornecerá aos seus assinantes o acesso direto a conteúdos exclusivos, além de outras vantagens.

Muitos foram pegos de surpresa com esse anúncio, mas se voltarmos até Junho de 2017, tivemos a divulgação de uma notícia que falava sobre como a empresa que é dona das publicações dos jornais americanos “New York Times” e “Wall Street Journal”, além do inglês “The Times”, já vinha tratando com o Facebook sobre a possibilidade das assinaturas online dessas publicações.

Agora já temos uma visão clara de que a rede social de Mark Zuckerberg foi além, partindo para os vídeos, onde já possui uma disputa acirrada com o YouTube.

Qual a vantagem para produtores de conteúdo?

Ao que tudo indica, essa nova iniciativa do Facebook é uma forma de atrair novos produtores de conteúdo para competir ainda mais com a plataforma de vídeos da Google.

A principal vantagem para quem produz conteúdo é realmente ter um retorno monetário em cima dos vídeos baseado no valor de cobrança que estabelecer, já que, segundo as informações divulgadas até então, a rede social não vai reter nenhum valor sobre os ganhos desses produtores. Apenas as lojas de aplicativos poderão receber um percentual.

O que vamos observar caso a nova ideia e os testes funcionem é cada vez mais uma onda de segmentação por parte do público. Mas essa questão também pode abrir margem para outras dúvidas.

Qual será o impacto nas redes sociais?

Essa nova forma de disponibilizar conteúdo usando a maior rede social do planeta pode causar diversos impactos. Hoje o consenso geral é que deve existir sim uma disponibilização gratuita dos conteúdos, para que cada vez mais pessoas possam ter acesso. Os rendimentos podem vir através da publicidade e de outras parcerias.

Com essa nova possibilidade proposta pelo Facebook, haverá uma limitação do acesso aos conteúdos apenas para quem estiver disposto a pagar por isso, diferentemente do YouTube, que conseguiu encontrar meios de remunerar os produtores de conteúdo sem cobrar nada.

Por outro lado, talvez estejamos perto de presenciar a criação da verdadeira forma que pensamos sobre a TV Digital. Afinal de contas, se é preciso pagar para ter esse conteúdo, que seja o conteúdo relevante para cada usuário.

A certeza que temos é que essa discussão ainda vai durar por bastante tempo. mas e para você, essa notícia é positiva mesmo para os produtores de conteúdo? Ou acha que vai impactar negativamente? Deixe o seu comentário abaixo com a sua visão sobre o tema. Até a próxima!

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