Afinal, como funciona o SEO para Youtube?

Afinal, como funciona o SEO para Youtube?

Com quase 2 bilhões usuários, aproximadamente um terço das pessoas que usam a internet no mundo, o YouTube é hoje o segundo maior site de buscas e pesquisas da rede, perdendo apenas para o Google em número de pesquisas.

Para entender melhor a dimensão que o site alcançou, confira alguns dados abaixo:

  • Mais de 1,9 bilhão de usuários conectados ao YouTube acessam a plataforma todos os meses. (Youtube, 2018)
  • 72 horas de vídeo são carregadas no YouTube a cada minuto (WordStream, 2018);
  • 1 bilhão de horas de vídeo são assistidas no YouTube todos os dias; (Youtube, 2018)
  • Até o final de 2019, vídeos representarão 80% do tráfego na internet. (Cisco, 2018)
  • A produção de vídeos corporativos na plataforma aumentou 99% entre 2016 e 2017. (DealMaker, 2017);

A princípio, os números parecem surpreendentes, não é mesmo?

Porém, ao analisarmos o posicionamento de grandes marcas acerca da produção de vídeos para este canal, vemos o quanto o mercado está se direcionando, cada vez mais, a atender a demanda desta plataforma.

Ao mesmo tempo em que a produção de vídeos para Youtube se populariza, aumentam as responsabilidades dos envolvidos no marketing das empresas.

Um fator importante e muitas vezes ignorado por esses profissionais é o fato de que é possível trabalhar SEO para Youtube afim de obter melhores resultados com a produção de vídeos.

Os benefícios de ter seu vídeo bem colocado na pesquisa do Youtube são muitos. Entre eles, o aumento do alcance gerado para seu canal e, claro, grandes possibilidades de atrair mais visualizações. 

No entanto, diferente dos blogs ou outras redes sociais, o SEO no YouTube possui seus próprios fatores.

Por isso, este conteúdo mostrará:

  • Principais fatores de rankeamento SEO para Youtube
  • Boas práticas de otimização SEO para Youtube

Quais os fatores de rankeamento SEO para Youtube?

Podemos dividir em três categorias os fatores que influenciam o algoritmo do Youtube: valor agregado do conteúdo, uso de palavras-chaves e engajamento do usuário.

 

Alguns elementos considerados pela plataforma e ligados a essas categorias são:

  • tamanho do vídeo;
  • resolução da imagem;
  • visualizações;
  • compartilhamentos;
  • número de assinaturas após visualização;
  • likes e dislikes;
  • comentários;
  • retenção de usuários;
  • informações no título;
  • tags utilizadas;
  • palavras-chave na descrição;

Veja que, diferente do Google, o mecanismo de buscas do YouTube não consegue mostrar ler objetivamente o conteúdo do vídeo. Por outro lado, é capaz de identificar a qualidade e relevância do conteúdo através de métricas ligados ao envolvimento do usuário e recursos textuais atrelados ao vídeo – os metadados.

Então, o que é preciso fazer para subir um vídeo no ranking de pesquisas?

Valor agregado do conteúdo

Para começar, é preciso oferecer vídeos de qualidade.

Um conteúdo de vídeo de baixa qualidade não terá visualizações, reações e nem comentários dos usuários, fazendo com que o algoritmo receba um sinal negativo e faça o seu vídeo despencar na classificação.

Para classificar a qualidade dos vídeos inseridos na plataforma, o algoritmo considera variáveis como:

Tamanho do vídeo:

De acordo com estudo realizado pelo site  Backlinko, vídeos longos tendem a ser melhor ranqueados pelo algoritmo. A média de duração de um vídeo na primeira página do Youtube é de 14 minutos e 50 segundos.

Resolução da imagem:

HD ou nada. Usuários estão cada vez mais exigentes com em relação a qualidade das imagens consumidas. Vídeos em alta resolução representam 68% dos conteúdos na primeira página de buscas do Youtube.

Retenção do usuário:

Outro fator que mede a qualidade do conteúdo pode ser mensurado pelo proprietário no canal através do Youtube Analytics.

Trata-se do campo “Retenção de Público”, que mede quanto tempo um vídeo é capaz de reter o interesse de sua audiência.

Analise os pontos de desistência e procure entender em que ponto seu público deixa de se envolver com o vídeo. Uma ótima opção para melhorar seu conteúdo através de dados claros e assertivos.

Engajamento como fator de otimização SEO para Youtube

O próximo passo importante para garantir uma boa otimização SEO no Youtube é o engajamento do usuário. Métricas ligadas a engajamento permitem ao robô do site entender se seu conteúdo é, de fato, relevante, tem qualidade e se deve ou não ser bem ranqueado.

Alguns fatores considerados pelo algoritmo neste quesito são:

  1. Visualizações
  2. Compartilhamentos;
  3. Links
  4. Comentários;
  5. Assinaturas após o View;
  6. Likes e dislikes;

Visualizações e compartilhamentos

 

As visualizações do seu vídeo ajudam a impulsionar o SEO no Youtube. Para aumentar o número de views, é preciso promover seu conteúdo, compartilhando em blogs, redes sociais, sites, entre outros.

O
Youtube mede a qualidade das visualizações, analisando quanto tempo a pessoa passou vendo o vídeo e se o assistiu inteiro. Com citado anteriormente, essa taxa de retenção do espectador pode ser conferida na seção “analytics” da sua conta do YouTube.

Compartilhamentos em redes sociais também são monitorados pelo algoritmo e exercem uma forte influência no rankeamento de vídeos no Youtube. Por isso, lembre-se de sempre incentivar essa ação através dos botões de compartilhamento em redes sociais disponíveis na plataforma.

OBS: Para contar como view, o vídeo precisa ter, no mínimo, 30 segundos de visualização. Por isso, é importante captar a atenção do público logo no início do conteúdo

Links apontado para o Vídeo 

O YouTube está usando links de acesso para vídeos como um fator de classificação, algo parecido com o que o Google faz com os links externos como fator de classificação. Só que no YouTube é preciso construir links tanto para o vídeo que você quer classificar quanto para o seu canal.

A melhor maneira de criar esses links é produzir conteúdos com qualidade, ativando os gatilhos emocionais dos espectadores. Isso é muito percebido quando as pessoas assistem a um vídeo inspirador ou tocante, que é muito compartilhado nas redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp.

 

Comentários no vídeo

 

O fator mais poderoso de engajamento do usuário para o Youtube SEO, pois receber comentários de usuários e vídeos de resposta garante uma grande relevância e sinal de autoridade para a plataforma.

No entanto, não tente enganar o sistema. O Youtube sabe diferenciar comentários genuínos de spams.

Assinaturas após o View

Uma boa notícia para quem está começando um canal no Youtube é que o número de assinaturas em um canal não possui grande influência no posicionamento dos resultados de buscas no site.

Portanto, mesmo canais novos e com poucos assinantes podem acabar bem ranqueados!

Por outro lado, o algoritmo rastreia o número de assinaturas decorrentes da visualização de um vídeo e considera essa métrica de engajamento como um importante diferencial de SEO para Youtube.

Likes e dislikes

Parecidos com o botão like do Facebook, o Youtube tem os botões Thumbs up (polegar para cima) e Thumbs down (polegar para baixo, como se fosse um dislike), que mostram o engajamento do público com o vídeo e se a reação é positiva ou negativa.

Receber um polegar para cima, para baixo ou ter o seu vídeo colocado entre os favoritos sinaliza o envolvimento do usuário.

Não esqueça de pedir aos espectadores dos seus vídeos para curtir, seguir o canal e adicionar o vídeo à lista de favoritos para melhores resultados com SEO para Youtube.

Metadados e uso de palavras-chave.

Finalmente, fatores de otimização de SEO para o YouTube também estão ligados aos metadados atrelados ao vídeo, como: título, descrição, nome do arquivo, tag, transcrição do conteúdo e ao uso de palavras-chaves nesses campos.

Vamos detalhar esses pontos:

Título do vídeo

O título do vídeo afeta muito a sua taxa de cliques (CTR), porque aparece em um lugar destacado na página de resultados de pesquisa. Inserir palavras-chave nos títulos é essencial: você aumenta, assim, as chances de ser visualizado.

Algumas palavras-chave que têm uma boa classificação no Google são:

  • Como fazer;
  • Comentários sobre;
  • Tutoriais;
  • Relacionadas à aptidão (exemplos: “exercícios práticos e simples para fazer em casa”);
  • Videos engraçados, como “gatinhos brincando”.

Um bom título precisa ser relevante e descrever bem o vídeo, ajudando o espectador e o algoritmo do YouTube a encontrá-lo.

Uma boa dica é aproveitar o recurso de preenchimento automático da busca para observar quais palavras e frases as pessoas estão pesquisando e tirar ideias para criar o seu título –  que deve ter menos de 50 caracteres para um bom desempenho.

Descrição do vídeo

Depois do título, o algoritmo do Google e os usuários analisarão a descrição do vídeo. Nela, é possível promover outros links do seu canal ou relacionados ao vídeo.

Mas não exagere: o Youtube não aceita o spam de links, embora incentive o usuário a apresentar outros meios de comunicação e direcionar as pessoas ao seu site.

A descrição do seu vídeo no Youtube é o único lugar para mostrar do que ele se trata e seu principal objetivo é aumentar a taxa de cliques, porque os usuários que observarem uma correspondência exata da pesquisa na descrição do vídeo notarão de cara sua relevância.

Aqui, também é importante fazer o uso das palavras-chave, como no título.

As primeiras linhas são fundamentais na classificação do seu vídeo no mecanismo de pesquisa.

Uma boa descrição para SEO deve conter cerca de 300 a 500 palavras. Quanto mais detalhada e descritiva do vídeo, melhor.

Nome do arquivo 

Imagine que seu vídeo está criado e pronto para ser publicado no YouTube.

Agora, procure usar sua palavra-chave também no nome do arquivo, como “palavra_chave.mp4”.

Ao fazer isso, você informa ao algoritmo do mecanismo de pesquisa o que está em seu vídeo, ajudando-o, assim, a obter uma classificação mais alta – uma vez que não é possível “olhar dentro do conteúdo”.

Tags

Outro jeito de informar o YouTube sobre o seu vídeo é usando tags para vídeos no Youtube.

Para começar, use tags mais óbvias. Por exemplo, se o seu vídeo for sobre bebês sorrindo, comece com as tags “bebês” e “bebês sorrindo”.

Em seguida, use o mecanismo de pesquisa de sugestão automática do YouTube. Neste momento, é possível adicionar, por exemplo, “vídeos de bebês sorrindo” e “bebês sorrindo 2019”.

Depois, confira as tags que os vídeos de seus concorrentes com alta classificação estão usando. Por último, é preciso colocar tags de palavras-chave, pois o YouTube permite que você as aplique em um vídeo. Para ter um bom desempenho, o número recomendado é de 31 a 40 tags exclusivas.

Além disso, inclua possíveis erros de ortografia em suas tags e variáveis no singular, como “bebê”, “bebê sorrindo”, “bebe”, “bebe rindo”.

Dica extra: transcrição do vídeo

Por mais poderoso que pareça, o robô do Youtube ainda não consegue entender o que está sendo dito no vídeo publicado.

No entanto, é capaz de entender conteúdos em texto. Por isso, para fazer com que o Youtube saiba exatamente o que você está falando no conteúdo, é recomendado fazer a transcrição do vídeo em texto e inserir legendas.

Além disso, muitas pessoas assistem a vídeos no trabalho e nem sempre possuem aparelhos de reprodução de áudio de boa qualidade. Lembre-se também que pessoas possuem deficiência auditiva e dependem de legendas para consumir o conteúdo.

Embora o  YouTube possua um recurso de transcrição automática para vídeos, ou seja, um registro escrito de cada palavra dita dentro dele, a ferramenta ainda é pouco eficiente o ideal é que o trabalho seja feito manualmente.

Tente transcrever seu vídeo palavra por palavra e faça o upload com um arquivo de texto. Isso pode trará algumas vantagens para otimização SEO para Youtube e valerá o esforço!

Pronto, as dicas estão aí! Agora é hora de colocar a mão na massa, otimizar seu canal no YouTube e potencializar ser resultados com a produção de conteúdo para Youtube.

Para saber mais sobre como gerar resultados com vídeo, não deixe de baixar nosso Ebook “Como gerar resultados com vídeo marketing”, clicando na imagem abaixo

Até a próxima!

 

3 métricas de SEO que você deveria estar monitorando

3 métricas de SEO que você deveria estar monitorando

Sejam quais forem os seus objetivos com a produção de conteúdos digitais, você precisa de um acompanhamento dos KPIs de SEO para validar esforços e adequar-se à realidade.

O trabalho do Inbound Marketing não está finalizado quando o conteúdo vai ao ar. Afinal, de nada adianta aplicar um método que maximiza o volume de vendas sem certificar-se de que ele funciona.

Neste post, falaremos especialmente dos KPIs de SEO, que são números valiosos para o controle dos resultados de qualquer estratégia Inbound.

Você vai ler sobre:

  • O que é e qual a verdadeira importância das métricas de SEO no Marketing
  • Como realizar o monitoramento SEO em prol dos objetivos de uma agência
  • Lista dos principais KPIs de SEO para que você não caia na superficialidade

Não importa se você está ao lado dos CEOs – que precisam dos KPIs de SEO certos para medir resultados – ou dos gerentes de Marketing – que devem convencer o C-level a aplicar uma cultura de métricas. O conhecimento precede a ação!

Pensando nisso, vamos falar sobre como, quando e porque controlar as métricas de SEO.

Por dentro dos KPIs de SEO e sua aplicação

Vamos começar separando o joio do trigo? Sendo assim, métricas de SEO para um lado e KPIs para o outro. Num primeiro olhar, estes valores parecem semelhantes. Porém, vamos lhe mostrar que a prática é bem diferente.

Por definição, métrica é a medida ou quantificação de qualquer aspecto. Já o KPI, por sua vez, é uma métrica de alta relevância. Ele vai além da métrica comum, pois representa dados que têm impacto profundo nos processos de uma empresa. Através dos KPIs é possível medir se as ações estão realmente atingindo os objetivos do planejamento.

Basta imaginar que somamos o número de curtidas recebidas em uma determinada postagem, ou até mesmo de solicitações de orçamento a partir de um material.

Acontece que, dependendo dos objetivos da estratégia de marketing, cada número pode ter mais ou menos valor.

Dentro dos exemplos anteriores, se você estiver medindo o impacto do conteúdo digital no volume de vendas, as reações que não converteram podem ter sua função minimizada. No que se refere ao engajamento de leads e alcance das postagens, as curtidas já mostram-se métricas de valor. Por outro lado, as solicitações de orçamento são indícios concretos das oportunidades de negócio.

Dito isso, podemos afirmar que todo KPI é uma métrica. Mas, nem toda métrica é um KPI!

Uma métrica torna-se KPI quando seu resultado é crucial para atingir objetivos estratégicos.

Do contrário, são números que não representam muito no processo gerencial, podendo virar métricas de vaidade.

Isso também significa que elas não são as mesmas para todos os modelos de negócios. Há que se estabelecer uma equação entre as necessidades de cada setor e os conhecimentos básicos sobre SEO.

No caso de agências digitais, o foco é mostrar aos seus clientes como os esforços de SEO estão rendendo.

Ou seja, quantificar dados, como o número de visitantes e o nível de autoridade, dentre outras. A pergunta, aqui, é: os conteúdos produzidos estão performando bem? A métrica desses dados nos dará a resposta. Esses mesmos números podem se transformar em KPIs de SEO, pois podem ser constantemente monitorados e sinalizam o sucesso – ou não – da estratégia de atração via busca orgânica.

Já em outros casos, em que usa Inbound com objetivo de aumentar conversão em vendas, o foco é outro. Assim, o objetivo é mostrar como as visitas e os benefícios dos KPIs de SEO impactam no funil de Vendas. A pergunta, aqui, é: quantas vendas a estratégia de marketing de conteúdo gerou?

Ainda está um pouco confuso(a) em relação a quais métricas de SEO são importantes para sua estratégia? No próximo tópico, você encontra algumas sugestões!

 

Principais KPIs de SEO para otimizar resultados

O seu foco é acompanhar os efeitos dos principais KPIs de SEO? Veja quais são eles:

1- Visitas orgânicas

Essas métricas de SEO são consideradas KPIs, uma vez que avaliam o número de visitas direcionadas para o seu site a partir dos mecanismos de busca.

Naturalmente, este é um dos KPIs de SEO mais importantes. Seu crescimento significa que o objetivo de aumentar o consumo dos conteúdos foi atingido. De modo mais simples, mede quantas vezes a sua página recebeu acessos.

Porém, lembre-se de que um único usuário pode ser responsável por diversas visitas. Logo, não é o mesmo que medir o alcance de público do site.

O tráfego orgânico pode ser identificado pelo Google Analytics ou softwares especializados.

2- Rankeamento de keywords

Estes KPIs de SEO dedicam-se ao controle do posicionamento nos mecanismos de busca, a partir das keywords utilizadas.

Ainda que haja uma variação de keywords ao longo da produção de conteúdos, há um eixo temático que os une. Nele, algumas palavras ligadas à sua solução podem ser repetidas de modo constante.

Por conseguinte, é preciso fazer o acompanhamento da performance. O objetivo é alcançar o número 1. Mas, isso não é algo fácil, já que são muitos concorrentes. Este é o motivo pelo qual o cuidado com essa métrica lhe permitirá entender melhor o próprio mercado.

Desse modo, é possível identificar quais concorrentes vêm se dando bem e replicar as suas práticas favoráveis.

Todas estas informações podem ser acompanhadas por ferramentas de SEO, como SEM Rush, WebCEO ou ainda outras opções mais simples, as quais permitem uma análise de rankeamento, como a SerpLabs.

3- Backlinks:

Backlinks servem para gerar tráfedo de qualidade para o blog. Tratam-se de links posicionados ao longo do texto para guiar o lead entre conteúdos relevantes para os temas que está pesquisando.

Desse modo, podemos dizer que essa estratégia ajuda na construção de autoridade, ao mesmo tempo que nutre o lead ao longo da jornada de compra.

Eles podem ser internos ou externos, gerando tráfego dentro do seu próprio ambiente virtual ou trazendo leads de sites de terceiros.

Naturalmente, existem diferentes tipos de backlinks, cada um com suas próprias potencialidades e usos. São eles:

  • Link Juice: Links externos que trazem o leitor para artigos ou para a página inicial do seu blog/site. Ajuda a melhorar a autoridade do domínio.
  • Nofollow links: Quando um link tem a tag “nofollow”, a ligação com ele é interrompida. Costuma ser usado para impedir que links em comentários sejam usados como backlinks para sites maliciosos.
  • Dofollow links: O contrário dos nofollows, Estes permitem que os links adicionados funcionem como backlinks ativos.
  • Root Domain Links: é o nome dado ao domínio que tem diversos backlinks que levam ao seu site. Ex: um site que tem 15 links apontando para o seu é considerado um root domain.
  • Low Quality Links: Links de sites penalizados e de baixa qualidades, tais como: sites de spam, sites pornográficos, sites maliciosos, etc. Eles prejudicam os KPIs de SEO, portanto evite-os.
  • Internal Links: Backlinks internos que redirecionam o lead entre conteúdos da sua própria página.
  • Anchor text: Parte do texto que fica grifada, contendo um hiperlink para algum site relacionado com o texto em questão.

O toque de final para se dar bem com os KPIs do SEO é prezar por um site que contenha design intuitivo. Estude a experiência do usuário para avaliar se não existe algum problema nesse sentido, atrapalhando a conversão. Acreditamos que essas 3 métricas de SEO sejam as mais importantes. As demais estão ligadas ao setor de atuação, de modo que exigem um estudo mais personalizado do caso da empresa. Está interessado(a) em fazer um diagnóstico? Entre em contato conosco!

Leia também Como medir a eficiência do Marketing de Conteúdo e aprofunde-se nesse assunto!

O que o mercado B2B pode aprender com a Black Friday?

O que o mercado B2B pode aprender com a Black Friday?

Estamos chegando perto de um dos eventos mais controversos do mercado B2C. Trata-se da Black Friday, famosa por todos os alvoroços causados durante esse período. São lojas com filas quilométricas de clientes, disputando por produtos com descontos generosos.

Por outro lado, é conhecida também por representar boas oportunidades de compra a quem se programa e garante a promoção que tanto espera.

Seja qual for a sua perspectiva, acontece que modelos de negócio B2B sentem-se do lado de fora desta festa – como se não houvesse espaço para eles. Na verdade, é o contrário!

Quer descobrir como a Black Friday funciona para B2B? Continue a leitura que a gente te conta! 🙂

Você vai ler sobre:

  • Quais são as principais táticas de venda B2B para uma estratégia
  • Como fazer uma Black Friday B2B e aproveitar a data para vendas
  • Como inovar e criar ações fantásticas para essa data

O diferencial entre a Black Friday B2B e B2C

Claro que não é tão simples obter os mesmos efeitos de vendas B2C na Black Friday B2B. Afinal, são lógicas distintas que regem estas duas jornadas do consumidor.

Ao passo em que o B2C é movido por impulsos mais emotivos e sensações de escassez, causadas por uma oferta extremamente limitada, o B2B atua de maneira diferente.

No Marketing B2B, as vendas são caracterizadas por processos mais longos e complexos. Isso acontece porque a cadeia de decisão envolve profissionais distintos até que a compra seja aprovada.

Além disso, o ticket médio também costuma ser mais alto. Tal fato, por si só, já é bastante preventivo de decisões antecipadas e pouco estratégicas. Quanto maior for o investimento, maior a preocupação em verificar todos os detalhes do fechamento de um negócio.

Baseado nesses dois itens, já dá para saber que a criação da Black Friday B2B não é uma aplicação idêntica à B2C. Entretanto, listamos 5 lições para você aprender com esse evento e utilizar na melhoria das estratégias de Marketing B2B.

5 ações para organizar uma Black Friday no mercado B2B

1- Projete expectativas

A Black Friday não é um evento que acontece da noite para o dia. Pelo contrário, ela possui data fixa no calendário e um histórico de promoções notáveis.

Esses dois fatos aliados são o suficiente para deixar as pessoas na expectativa do evento, permitindo com que elas cultivem a sensação de valor atribuído.Em uma estratégia voltada para as empresas, você pode utilizar dos mesmos princípios para obter resultados similares em sua Black Friday B2B.

Caso sua empresa tenha um nome consagrado no setor e um produto de vendas regulares, estabelecer uma data fixa anual pode ser ótimo. Caso contrário, é preciso preparar o lead através dos fluxos de comunicação e conteúdo.

Envie anúncios via e-mail, divulgando a promoção que ocorrerá em breve. Aplicar banners virtuais no meio dos conteúdos Inbound também é uma forma de divulgá-la.

Naturalmente, isso deve ser feito com uma certa antecedência. Aproximadamente 3 meses é um bom período para que os leads possam organizar suas finanças e criar expectativas sobre o grande evento que está sendo organizado.

2- Estabeleça deadlines

Uma campanha que dura para sempre não é uma promoção – mas, sim, uma diminuição no custo do produto. Apesar de um bom preço ser tentador, sabemos que há gatilhos mentais, que servem para dar um empurrãozinho no momento da venda.

Um deles é o senso de urgência, o qual é despertado quando nos deparamos com uma oferta limitada. Quando sabemos que essa oportunidade é única e não se repetirá tão cedo, sentimo-nos pressionados e motivados a acelerar o processo de decisão.

Em sua estratégia de Marketing B2B, quando estiver mais próximo da data da promoção, acrescente a sua duração. Faltando 1 mês para o evento, já é hora de chamar a atenção do lead, privilegiando esta informação nos conteúdos veiculados.

3- Crie a sensação de escassez

Outro gatilho mental muito utilizado na Black Friday é a escassez. Todos sabem que a oferta é limitada. Por isso, sentem que é necessário agir rápido. É o momento em que estratégias, como as abaixo, funcionam bem:

  • “Oferta especial para as 100 primeiras compras do dia”;
  • “Oferta enquanto durarem os estoques de produtos à pronta entrega”.

As condições tentadoras fazem o lead acreditar que está competindo com os outros – sendo que estes pensam da mesma forma -, impulsionando-os a comprar rapidamente.

4- Ofereça incentivos

A promoção, por si só, já um atrativo. Mas, pode ficar ainda melhor! Uma vez que o cenário é favorável para convencer o lead sobre o fechamento do negócio, oferecer algo a mais é o diferencial que falta.

É comum que as marcas estabeleçam parcerias para eventos como a Black Friday. Estas fazem isso quando oferecem preços mais convidativos, caso o cliente decida por vendas casadas.

Na Black Friday B2B, também é possível fazer o mesmo: buscar parcerias com empresas que ofereçam soluções sincronizadas à sua. É possível fornecer um período promocional de produção de conteúdo digital junto a um software de automação de marketing, por exemplo.

Isso vai com as possibilidades e as relações que você é capaz de criar.

5- Personalize suas ofertas

O cliente de hoje quer sentir-se especial. Ele têm as suas próprias necessidades e sente-se acolhido por empresas que demonstram conhecê-las profundamente, oferecendo propostas direcionadas nesse sentido.

A personalização de conteúdos e ofertas é uma realidade com o avanço das tecnologias e as estratégias de uso de dados no Marketing.

Hoje, podemos segmentar os leads de formas diversas, o que permite direcionar conteúdos conforme, entre outros fatores:

  • Idade;
  • Faturamento;
  • Dores de mercado;
  • Setor de atuação etc.

Não há limites para as possibilidades de segmentação. Basta conhecer as suas personas e identificar o melhor para cada uma delas.

A Black Friday pode ser uma ótima ocasião para enviar oferta personalizada. Ao contrário da avalanche de e-mail que o lead estará recebendo de fornecedores B2C, nos canais B2B a concorrência pode ser menor. E um approach personalizado pode fazer com que você se diferencie ainda mais. 

Ao invés de nutrir com conteúdos de topo e meio de funil, pense em ofertas diretas. Caso seja possível, entre em contato direto através de um fluxo de e-mail ou cold call 2.0, tomando o cuidado de tornar a cadência ou e-mail o mais pessoal possível.

Seja qual for o serviço ou oferta que deseja faz, o importante é fazer com que o lead não se sinta dentro de uma automação de marketing e sinta com que aquela oferta irresistível foi enviada por alguém que realmente se importa com o seu negócio e conhece a fundo as suas dores.

Assim, você será capaz de criar uma promoção irresistível e dedicada, despertando no lead um senso de responsabilidade em aderir à oferta. Afinal, ela foi feita especialmente para ele!

E aí, já conhecia alguma dessas técnicas? Você faz uso de alguma no seu dia-a-dia? Divida as suas experiências, nos comentários! Queremos saber o que funciona na sua empresa.

Agora que você sabe o que é a Black Friday B2B, falta compreender as melhores práticas para materiais de altíssima qualidade. Leia esse post e aprenda sobre a personalização de conteúdos e outras tendências do Inbound Marketing. Boa leitura!

Cluster de Conteúdo: tudo sobre a nova técnica de SEO

Cluster de Conteúdo: tudo sobre a nova técnica de SEO

Dentre as práticas mais atualizadas para um bom desempenho em SEO, está o Cluster de Conteúdo. Tal estratégia inovadora é capaz de aumentar a relevância do seu site perante o Google. De quebra, o domínio pode se tornar autoridade em determinado tema graças ao conteúdo detalhado e ao modo como é organizado em níveis e blocos, facilitando a leitura e a experiência do usuário.

Com as últimas mudanças nos algoritmos desta plataforma, trabalhar a partir de uma base estruturada em tópicos tem-se mostrado mais eficiente do que apenas com keywords. E é justamente por esse motivo que o Cluster de Conteúdo tornou-se tão popular!

Está curioso(a) para saber como funciona essa nova técnica em SEO? Nesta postagem, ensinaremos a você o básico para agregar esta prática em seu planejamento de Marketing de Conteúdo e brilhar aos olhos do visitante.

Você vai ler sobre:

  • O que é Cluster de Conteúdo e de que forma é possível utilizá-lo
  • Como criar uma estratégia dinâmica de implementação da técnica
  • Dicas de aplicação em 4 passos para otimizar a performance no Google

Acompanhe os próximos tópicos e boa leitura!

O que é Cluster de Conteúdo e como utilizá-lo?

O Cluster de Conteúdo é uma tática de Marketing Digital baseada na construção de diversos materiais, a partir de um tópico em comum. Assim como o próprio termo em inglês, “cluster” significa grupo ou aglomerado.

Metaforicamente, podemos dizer que o Cluster de Conteúdo funciona como uma espécie de teia. Os recursos, sejam eles visuais e/ou textuais, ligam-se uns aos outros conforme a derivação do assunto, com o objetivo de aprimorar as ferramentas de SEO.

No entanto, esta estratégia atua melhor do que as práticas mais tradicionais. Antigamente, a ordem era trabalhar sobre palavras-chave e buscar o máximo possível de backlinks para ser notado pelo Google.

Na contramão destes métodos, a plataforma verificou um novo perfil de comportamento entre os usuários. Dessa forma, aprimorou sua tecnologia, reciclando algoritmos para ser mais assertivo nas respostas e entender aquilo que o internauta realmente quer.

Ou seja, tornou-se capaz de reconhecer o contexto no qual as palavras estão inseridas, além de buscá-las isoladamente.

Por consequência, é necessário mudar de recursos para a conquista das posições mais altas no buscador. O intuito é acompanhar um eixo temático e também desenvolver conteúdos que se retroalimentam. Isto fará com que o SEO reconheça seu material como confiável.

Aprenda, agora, como pôr este conhecimento em prática e fazer as pazes com o Google.

Colocando em prática a nova técnica em SEO

Vamos começar ilustrando um exemplo concreto. Digamos que você queria produzir conteúdos sobre música erudita a partir de uma visão contemporânea. Ao invés de simplesmente ir direto ao assunto, você irá derivá-lo em possíveis temas secundários que relacionam-se a este. Como:

  • Os benefícios de escutar música erudita todos os dias;
  • A música erudita te deixa mais inteligente: entenda o porquê;
  • Conheça as obras de música erudita mais aclamadas.

Criados todos estes materiais, a próxima etapa consiste em linká-los uns aos outros para gerar uma rede de informações sobre o tema. Um modo de fazer isso, conforme o exemplo utilizado, seria direcionar para o post “A música erudita te deixa mais inteligente: entenda o porquê” dentro de um link building sobre inteligência em “Os benefícios de escutar música erudita todos os dias”.

Por último – e não menos importante -, escolha uma página à qual dar mais relevância e torne-a um conteúdo fundamental. Ou seja, todas as outras devem possuir links para esta e vice-versa. Finalizando com o exemplo da música erudita, o conteúdo fundamental poderia ser “O melhor da música erudita contemporânea que você precisa conhecer”.

A Hubspot sintetizou este conhecimento em um gráfico de fácil compreensão. Observe:

cluster de contendo pela hubspot

Fonte: https://research.hubspot.com/charts/topic-clusters

 

 

 

 

 

A seguir, vamos sintetizar em 5 passos a implementação da técnica nos seus negócios.

4 passos para aplicar Cluster de Conteúdo

 

1- Faça uma boa pesquisa de palavras-chave

Identifique quais são as palavras relacionadas ao produto e/ou serviço. Uma vez que você conhece suas personas e sabe o que precisa divulgar, pesquise em ferramentas adequadas quais são os termos mais buscados dentro desse nicho.

Dentre as opções disponíveis, o Google Trends é uma excelente alternativa.

 

2- Selecione o tema do Cluster de Conteúdo

A partir do item anterior, basta ver qual grande temática abrange melhor as palavras-chave selecionadas. O mais importante é escolher algo que gere um bom número de conteúdos a seu respeito.

 

3- Produza os conteúdos necessários

Com o tema e as palavras-chave alvejadas em mãos, é hora de pôr a mão na massa. Para isso, estabeleça uma ordem de prioridade aos diferentes artigos. O mais relevante será o conteúdo fundamental – ele deve ser mais extenso e aprofundado.

Por conseguinte, os demais devem ser produzidos a fim de que remetam a este. Lembre-se sempre de utilizar as palavras-chave no título para otimizar o SEO.

Vale ressaltar que o desenvolvimento de um Cluster de Conteúdo não limita-se apenas a blogposts. Outros formatos de mídia também podem ser incluídos para somar à importância do seu site.

 

4- Linke os materiais entre si

Além de gerar tráfego interno, os links ajudam o Google a entender sobre o que trata-se cada conteúdo. O segredo é escolher bem os textos âncora que serão utilizados. Ou seja, aquela parte que fica sublinhada em azul, contendo um link para outra página.

Dito isso, é essencial que o texto esteja relacionado ao conteúdo e possua boa notoriedade. Quanto melhor a pontuação, mais alto o rankeamento do material nas buscas.

Com essas práticas, você consegue obter o melhor da estratégia Inbound Marketing. Afinal, o tráfego é o caminho para engajar novos usuários e convertê-los em oportunidades reais.

Na Gummy, temos experiência e profissionais qualificados para desenvolvermos juntos uma estratégia de Marketing de Conteúdo assertiva. Entre em contato para ter uma experiência WOW! :O

Contato