Account Based Marketing: o que é e quando é indicado?

Account Based Marketing: o que é e quando é indicado?

Durante os últimos anos, imperou sobre o Marketing a ideia de que a atração de leads deve funcionar como uma rede de pesca: quanto mais peixe, melhor.

Desenvolve-se, então, o conceito de Account Based Marketing: um tipo de marketing voltado para atender contas específicas, onde através de campanhas personalizadas, busca-se captar oportunidades com precisão para então refiná-las e qualificá-las à venda.

Contudo, será que a estratégia funciona para todo mundo? A resposta é não!

Ao contrário do exemplo da rede, existem situações em que o segredo não está no volume, mas na pesca de um peixe com qualidade. Seja por conta de mercados mais enxutos ou por tratar com empresas de amplo fôlego para relações comerciais duradouras, o Account Based Marketing é considerado a alternativa mais adequada.

Neste post, ensinaremos o que é Account Based Marketing e de que forma a produção do conteúdo personalizado pode auxiliar o seu modelo de negócios.

Você vai ler sobre:

  • O que é Account Based Marketing e quais as principais vantagens.
  • A diferença entre ABM e Inbound Marketing
  • Quais são as melhores práticas para um conteúdo personalizado irresistível
  • A partir de que métricas é possível medir o sucesso deste tipo de metodologia.

Vamos lá?

Por que trocar uma rede por uma lança?

Por que Account Base Marketing é mais preciso

Nem sempre o mar está para peixe, certo? Ao menos, não cheio de cardumes volumosos o suficiente para pescá-los na rede. É comum que os maiores peixes sejam mais solitários e nadem por águas menos movimentadas.

Quando este é o caso, pescar com uma rede não dá em nada! A lentidão e a imprecisão do método podem espantar o peixe e deixar você a ver navios. Felizmente, pescar com uma lança é algo rápido e certeiro. Basta treinar a sua pontaria para que os resultados venham à tona.

Com essa metáfora, podemos entender que a quantidade não é tudo! Existem situações em que mais vale atender a contas específicas e trabalhar com campanhas altamente personalizadas. É o caso do Account Based Marketing.

Nesse tipo de marketing, mais adequado a processos de vendas complexas e Enterprise em que há um ticket médio alto e um mercado de leads restrito, personalização é a palavra-chave.

 

O que é Account Based Marketing e quando é indicado?

Literalmente, o termo Account Based Marketing pode ser traduzido em português como Marketing Baseado em Contas. É uma técnica de marketing personalizada, orientada por princípios diferentes do funil de Marketing tradicional.

Na prática, isso significa que o foco deixa de ser o aumento das vendas em escala para tornar-se a melhora na qualidade das oportunidades geradas e, posteriormente, na rentabilidade dos contratos já fechados. 

O ABM pode ser útil em casos onde a empresa lida com produtos de ticket médio alto ou atua em um mercado de nicho, o que limita o número de consumidores em potencial.

Quando o cenário é este, é válido investir em processos comerciais baseados na atração altamente qualificada de novas contas em uma manutenção estratégica da conta, visando contratos de longa duração, revenda, upsell e cross sell.

Vamos entender um pouco melhor comparando esse tipo de abordagem a um velho conhecido nosso: o Inbound Marketing.

Acccount Based Marketing x Inbound Marketing

Ao contrário do Inbound Marketing, que procura atrair uma grande de quantidades de leads no topo de funil, no ABM, o esforço é focado em um universo restrito de empresas, e suas ações, por sua vez, personalizadas para atingir pessoas-chave dentro dessas organizações – tanto numa abordagem de venda inicial, quanto em um segundo momento, visando upsells ou expansão do uso de serviços.

Além da atração muito mais focada em contas estratégias, esse tipo de marketing visa uma relação comercial saudável e duradoura. 

No mercado B2B, essa técnica tem grande potencial, já que existe também o fator de regularidade da compra. Uma empresa raras vezes precisará de uma solução isolada ao longo do seu ciclo de vida. Quando uma necessidade surge dentro do negócio, tende a ser uma parte constituinte do seu modelo operacional.

Consequentemente, as oportunidades de revenda nesse tipo de relação são muitas! Afinal, qual cliente não gostaria de ter o tratamento de suas dores garantido por tempo indeterminado por um parceiro confiável? 

Podemos citar, além do estreitamento da relação entre empresas que fazem ABM e seus clientes, algumas características:

  • Ideal para vendas complexas e mercados de nicho
  • Público-alvo muito específico.
  • Ticket médio alto
  • Potencial de criar conteúdos personalizados, considerando não apenas o negócio, mas cada persona-chave no processo de compra.
  • Alto potencial de upsell e cross-sell.
  • Ciclos de vendas complexos, normalmente com mais de um tomador de decisão
  • Personalização é o foco para impactar as personas.

Como implementar o Account Based Marketing?

É claro que um modelo de negócios baseado em Account Based Marketing exige algumas mudanças no planejamento estratégico e operacional. Podemos observar estas diferenças, na imagem abaixo:

Account Based Marketing e Inbound

Fonte: Drift Conversation Marketing

Nela, podemos identificar a comparação entre o funil do Inbound Marketing e do Account Based Marketing.

Sendo assim, temos, de um lado, a atração e a geração de tráfego como porta de entrada para a estratégia Inbound e, através de um processo de nutrição e relacionamento, a identificação dos leads adequados e prontos para a venda apenas no final do processo – o chamado fundo de funil.

Já no funil do ABM temos a conquista de leads adequados na entrada do funil e, no fundo, a possibilidade de expansão das oportunidades de negócios. A partir de um relacionamento constante e de campanhas altamente personalizadas, vem a busca pela chance de fazer revenda upsell e cross-sell.

O estreitamento que também leva ao upsell só ocorre porque o Account Based Marketing é, muitas vezes, aplicado em vendas enterprise. No qual uma única empresa detém mais de uma marca, software, produto etc. A implementação passar por:

  1. Identificar as empresas alvejadas de modo objetivo;
  2. Engajá-las com campanhas altamente personalizadas;
  3. Investir na comunicação durante todas as etapas da jornada
  4. Gerar oportunidades de venda através de conteúdos exclusivos.

Em suma, quando atua-se com Account Based Marketing, o objetivo é vender à uma persona bem definida.

Por isso, a necessidade é que tudo seja completamente direcionado à ela. Desde a produção de conteúdo personalizado até o acompanhamento pós-venda próximo e cuidadoso. Parte-se da lógica de que, quanto mais especial o cliente sentir-se, maiores as possibilidades de futuras negociações.

Quais as métricas para medir o sucesso deste tipo de estratégia?

Uma das características do Account Based Marketing é o fato de que seus resultados são imediatos. Podemos até mesmo dizer que é mais um approach do que um simples projeto a ser executado. Exige uma articulação eficiente entre todos os departamentos que estão em contato direto com o consumidor.

Entretanto, isso não significa que seja impossível monitorar o andamento da estratégia e se basear em algumas métricas para avaliar a performance. São exemplos disso:

  • Account Score: Nesse sistema, pontos serão atribuídos por técnicas de gamificação a cada conta, conforme requisitos estabelecidos pela gestão. Assim, a progressão destes números é uma forma de mensurar o impacto da estratégia;
  • Porcentagem de engajamento: Número de contas com as quais o seu negócio está engajado, dentre as alvejadas.
  • Porcentagem de fechamento: Número de contratos fechados com estas empresas, sejam inaugurais do relacionamento comercial ou modalidades de revenda.

Como produzir um conteúdo personalizado?

Você já deve ter percebido que a personalização de conteúdos e abordagens está no centro deste modelo, certo? Então, nada mais justo do que aprendermos sobre como colocar isto em prática. Afinal, 75% dos clientes preferem mensagens e ofertas exclusivas, de acordo com o seu perfil de consumo.

Para produzir conteúdo personalizado, você precisa atentar-se aos seguintes aspectos:

Oriente-se por dados

Estamos na era Data-driven. Hoje, existe infindáveis ferramentas para coletar dados e gerar inteligência de mercado. É possível afirmar, ainda, que esta foi uma das maiores revoluções ocasionadas pelo avanço tecnológico.

Compreender os clientes é imperativo, neste caso. Por isso, identifique nas personas:

  • Características geográficas;
  • Hábitos de consumo;
  • Temas de maior interesse;
  • Mídias favoritas para consumir conteúdos etc.

Escrevemos um blogpost exclusivo sobre as práticas Data-driven na produção de conteúdo personalizado. Clique aqui e acesse!

Fique de olho nas tendências

Compreender o que está em alta entre as personas alvejadas também é fundamental. Cada setor possui suas próprias tendências, acontecimentos e práticas que estão ganhando mais visibilidade a todo momento.

É possível identificá-los em sites de notícias especializados ou de perguntas, fóruns virtuais e até mesmo nos trending topics da rede social Twitter. Por este motivo, é importante estar ativo(a) nas plataformas através das quais o seu público se comunica, a fim de ter um canal  direto e manter-se atualizado(a) em tempo real.

O conhecimento da persona, baseado nos dados do item anterior, revela quais ambientes devem ser monitorados para identificar as principais características do mercado.

Aprenda também como utilizar clusters de conteúdo para aproveitar ao máximo a estratégia! Leia mais sobre o assunto.

No fim das contas, é tudo uma questão de analisar o seu processo comercial e ver que tipo de recurso é mais vantajoso para o momento da empresa. O Account Based Marketing é ideal para quem explora oceanos azuis no mercado B2B e busca acelerar o Retorno Sobre o Investimento (ROI).

Ao mesmo tempo em que o faturamento torna-se mais previsível, a experiência do cliente também é aprimorada. Isso gera defensores da marca que, além de manterem-se fiéis ao produto, ainda poderão indicá-lo aos amigos e ajudar você na expansão das vendas.

Preparado(a) para testar uma abordagem altamente personalizada? Para mais dicas sobre como ampliar os resultados e melhorar a qualidade do atendimento, explore o nosso blog!

E aí, o ABM é para sua empresa? Quer saber que outras táticas de marketing podem colaborar com o crescimento do seu negócio?

Saiba também como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo e aproveite para enriquecer ainda mais seu potencial de vendas!

Processo de produção de conteúdo: como garantir eficiência?

Processo de produção de conteúdo: como garantir eficiência?

Já não é segredo para ninguém o sucesso das estratégias de Marketing de Conteúdo em empresas de todos os setores. É por isso que, segundo o relatório Estado do Inbound 2017 da Hubspot, 53% dos profissionais de agências digitais vêem o processo de produção de conteúdo como sua prioridade.

No entanto, há um dado que contrapõe este de maneira preocupante. Segundo o Content Marketing Institute, apenas 30% dos responsáveis pelas ferramentas B2B estão satisfeitos com os resultados de seu desempenho via Inbound Marketing.

Você se insere nessas estatísticas?

Um dos motivos que causam esta insatisfação é a má gestão de conteúdo.

Por vezes, as marcas deixam de criá-la ou mesmo contratam alguém que a faça. Isso acarreta em uma redução na qualidade das entregas e em materiais que não performam como o esperado.

A seguir, vamos provar como a organização de um workflow planejado para todas as etapas da gestão de conteúdo auxilia no cotidiano e pode garantir a eficácia de uma estratégia.

Você vai ler sobre:

  • Como estruturar um processo de produção de conteúdo assertivo
  • Quais ferramentas otimizam uma estratégia de Inbound Marketing
  • De que forma a gestão de conteúdo pode ser implementada

A importância de um bom processo de produção de conteúdo

Quem tem um processo de produção de conteúdo eficiente, investe menos tempo com refações desnecessárias, execução de tarefas e falhas de comunicação entre suas equipes. Conhece a frase “tempo é dinheiro”?

Logo, a gestão de conteúdo é sinal de economia.

A conta se torna imbatível quando vem junto de um acréscimo nos níveis de qualidade do material produzido e também de satisfação por parte dos clientes e funcionários. Ou seja, no fim das contas, todo mundo sai ganhando.

Agora, vamos à prática!

A criação do processo de produção de conteúdo

Para fazer essa mágica dentro da sua empresa, é preciso seguir algumas etapas. São elas:

Ter pontos de partida e de chegada

Estabeleça o ponto inicial do seu processo de produção de conteúdo e identifique qual é o primeiro passo – o pedido do cliente, a confirmação da primeira parte do pagamento, etc.

Logo após, também é importante definir o ponto final da gestão de conteúdo. Ele pode ser tanto a entrega do material quanto a coleta de um feedback. Assim, tudo depende de como funciona o seu processo comercial.

Reconhecer pessoas envolvidas

Analise todos os profissionais que farão parte do processo, desde o responsável por coletar e fazer as propostas de trabalho até aquele que preza pela felicidade do cliente. Liste-os e busque meios para acompanhar sua produtividade, como softwares de gestão de equipes.

Necessariamente, você deve saber quem e quantos são, fora o que cada um precisa fazer para a garantia de bom andamento do processo de produção de conteúdo.

Manter a informação centralizada

Escolha uma forma de centralizar todo o material relevante e necessária ao processo de produção de conteúdo. Assim, o local deve ser acessível à todos os envolvidos e conter as informações essenciais para cada etapa.

Nesta brainbox, como gostamos de chamar, devem estar contidas:

  • informações sobre o cliente;
  • definições das buyer personas;
  • indicações de manual, referências e briefings.

Isso evita, por exemplo, que perca-se tempo em uma situação onde é preciso desenvolver um blogpost e um vídeo sobre o mesmo tema. Uma vez que a pesquisa é comum a ambas as tarefas, isso poupa trabalho e garante a homogeneidade da informação.

Na Gummy utilizamos táticas de gestão de conhecimento e design thinking para organizar e categorizar informações e dados fornecidos pelos clientes.

Ferramentas de gestão de conhecimento e gestão de projetos podem ser úteis nessa etapa do processo.

Lembre-se: a disciplina é a alma da otimização. Repita isso como um mantra.

 

Aplicar um plano de execução

Descreva objetivamente todas as atividades a serem implementadas do início até o fim do processo de produção de conteúdo. Isso inclui as fases de brifagem, o levantamento de referências, a criação textual, as revisões – sejam elas internas ou externas – e as entregas.

Adicione os prazos a este cronograma e deixe bem clara a relação entre seus conteúdos, facilitando o engajamento do time.

Faça com que esse cronograma seja colaborativo e esteja facilmente visível a todos os envolvidos na execução e entregas.

Instituir um padrão de qualidade

Indique critérios a serem avaliados na hora da aprovação do material. Essa tática é muito relevante na gestão de conteúdo e deve ser levada em conta.

Outra alternativa interessante é estabelecer filtros, a fim de verificar a adequação do texto às orientações do manual do redator. Novamente, a documentação prévia de todas essas atividades será de imensa ajuda.

Afinal, é baseado no que foi estabelecido ao longo do processo de produção de conteúdo que somos capazes de julgar a qualidade esperada.

Inclusive, quando se refere ao atraso das entregas – ou mesmo, o fato de não cumprir com o que acordado -, é melhor que ocorra um adiamento do que oferecer um serviço mal executado.

Apostar nas ferramentas certas

Selecione os instrumentos adequados, com o intuito de que sejam a garantia do sucesso de qualquer estratégia dentro da sua organização.

Nesse sentido, há várias opções disponíveis no mercado que podem auxiliar o seu time em diferentes táticas. Algumas delas são gratuitas, outras pagas. Vale à pena desenvolver uma pesquisa e analisar quais as melhores opções para cada caso.

Embora plataformas de conteúdo possam agilizar processos mais robustos, existem alternativas gratuitas que podem Trello, por exemplo, é uma excelente ferramenta para organizar ideias de modo prático, simples e intuitivo. Além disso, permite o compartilhamento de informações com o restante da equipe, dinamizando o acesso a dados importantes.

Já o Zenkit oferece, além do Kanban, a opção de desenhar processos visuais, incluir cronogramas e calcular o número de horas gasto em cada tarefa do processo, combinando gestão de projeto e gestão de conteúdo.

A verdade é que, no cenário empresarial, todos os recursos necessitam estar sob absoluto controle. A estruturação dos processos dentro de qualquer companhia é a grande sacada que leva as empresas a crescerem de modo programado e rápido. Uma vez que, junto ao controle, vem a escalabilidade.

No que tange especificamente ao conteúdo, aplicando essas táticas, você criará um projeto com vasto potencial para trazer os melhores resultados. Caso seu negócio ainda não tenha condições e/ou disponibilidade de implementá-los a nível operacional, busque parceiros que possam suprir esta demanda. Teste agora mesmo e perceba a diferença!

Para ter certeza de que você não irá mais sofrer com obstáculos a gestão da produção de conteúdo, continue lendo nosso blog e descubra o que há de mais atual sobre marketing de conteúdo. Até mais! 🙂

Princípios de SEO que todo profissional de marketing precisa dominar

Princípios de SEO que todo profissional de marketing precisa dominar

Os princípios de SEO são o feijão com arroz do Marketing de Conteúdo. Nosso trabalho é literalmente ser o resultado favorito dos mecanismos de busca e garantir que os usuários chegarão aos materiais produzidos.

Apesar de não ser um bicho de sete cabeças, também não é das atividades mais simples. Para conquistar bom tráfego e dar alcance ao seu conteúdo, se faz necessário que alguns requisitos estejam a favor.

É o que os profissionais do Marketing têm percebido nos últimos tempos. Dados mostram que 82% deles vêem um aumento na efetividade desse tipo de estratégia e reconhecem as ferramentas de otimização como um potencial crescente.

Afinal, somente o Google recebe mais 67 mil buscas por segundo. É muita coisa! Logo, dominar os princípios de SEO pode ser considerado como o maior diferencial que um especialista na área precisa ter, a fim de ganhar destaque e ampla visibilidade no mercado.

Você está tendo problemas com redatores e/ou pouca busca orgânica em seu site? Hoje, nós trouxemos métodos para instruir as equipes e melhorar a performance. Conheça-os!

O essencial dos princípios de SEO

 

O primeiro passo é relembrar o que significa SEO e de onde veio esse termo, bem como suas práticas.

A sigla SEO (Search Engine Optimization) que, em português, é traduzida como Otimização para Mecanismos de Busca, surgiu no final dos anos 90. A técnica consiste em aplicar uma série de hacks nos textos para responder adequadamente ao funcionamento online.

Um mindset orientado para os princípios de SEO exige estratégia e alinhamento com as táticas planejadas pelo Marketing Digital. A orientação solucionar problemas pressupõe um bom uso de dados relevantes e confiáveis, evitando métricas de vaidade.

É importante lembrar-se de que, mesmo com a presença de máquinas na nossa rotina, a maior parte do trabalho ainda é realizado por humanos. Portanto, valorize o investimento em técnicas de acessibilidade via web. Elas garantem uma experiência de usuário prazerosa e gratificante, pois ele encontrará a informação que precisa de modo prático e intuitivo.

Além disso, os conteúdos devem ser adaptáveis para que o conhecimento seja aplicável a casos semelhantes. Isso ajuda a evitar spam e conteúdos descartáveis, enchendo as redes com material de pouco valor.

Suas técnicas podem ser dividas em on-page e off-page.

No campo on-page, temos:

  • Heading tags;
  • Qualidade do HTML;
  • Segurança do site;
  • Tempo de carregamento da página;
  • Experiência do usuário;
  • Rich snippets.

Além desses, há ainda outros fatores relevantes. Exemplo disso pode ser a construção dos conteúdos com keywords, link building, frases de transição etc.

Já os princípios de SEO off-page estão ligados à links externos direcionados para o seu conteúdo. Quanto maior a autoridade dos sites que apontam para você, maior o impacto no rankeamento no Google.

Com a democratização da Internet, a presença das marcas em conteúdos informativos nos meios virtuais foi tornando-se cada vez mais fundamental. A prática cresceu de tal modo que, hoje, é um item obrigatório para qualquer empresa que deseja se manter no mercado.

Em 2018, estima-se que as organizações de médio porte aloquem 41% de seus orçamentos de Marketing para a versão online, com a perspectiva de que essa taxa aumente para 45% até 2020.

Contudo, vale lembrar que a utilização dos princípios de SEO não limita-se só ao Google. Muitas plataformas digitais, a exemplo dos canais no Youtube e dos perfis em redes sociais também compõem o leque de alternativas que devem ser otimizadas com táticas de sucesso.

Algumas dicas com base em princípios de SEO para bombar seu conteúdo

 

Da teoria à prática, listamos algumas medidas que profissionais como gestores, revisores e redatores de conteúdo podem aplicar imediatamente, a fim de garantir melhores resultados. Acompanhe, a seguir:

Marketing não deixa de ser um jogo

Uma estratégia de Marketing é algo que não pode ser implementado de qualquer jeito. Ela precisa ser muito bem pensada e elaborada para que todas as ações convertam-se em um objetivo maior. Dessa forma, não basta apenas executar conteúdos, sem que haja planos de ação específicos para atingir os possíveis consumidores da sua marca.

É preciso desenvolver uma metodologia robusta, que conte com uma evolução arquitetada entre os conteúdos. A meta é atrair, nutrir e tracionar o lead ao longo da jornada de compra.

Por isso, o funil de Marketing é dividido em 3 etapas – topo, meio e fundo -, sendo que cada uma oferece seus próprios princípios de SEO para alcançar o desempenho cobiçado. Crie boas táticas para cada um destes níveis e monte a estratégia que vencerá a rodada final!

Quem busca informação, têm perguntas: resolva-as

 

 

Apesar de que a curiosidade é o verdadeiro motor das grandes descobertas, muitas vezes, vamos ao Google buscar respostas para questionamentos imediatos em nossas vidas.

Por isso, é necessário que você seja técnico(a) e qualitativo(a). Ao redigir materiais de toda espécie, oriente os redatores para que foquem em solucionar um determinado problema – e jamais percam as dores da buyer persona de vista.

Quanto mais informações de valor forem agregadas ao texto, sem gastar caracteres demais com floreios desnecessários, melhor. Afinal, o Marketing de Conteúdo não é literatura de entretenimento! Sendo assim, tenha como foco a clareza e a objetividade.

Uma boa dica quando se trata deste recurso é descobrir uma pergunta que seu target faria utilizando ferramentas de busca, a partir de palavras-chave com cauda longa.

O conteúdo deve ser evergreen

A expressão Evergreen pode ser traduzida como “sempre verde”. Ou seja, o conhecimento deve ser atemporal e manter-se relevante por tempo indeterminado.

Isso não quer dizer que acompanhar as tendências nos termos de busca do Google Trends seja desnecessário. Mas, pelo contrário, quer dizer que é importante identificar que a tendência não é apenas passageira, e que está realmente ganhando espaço na sua audiência e, portanto, sua estratégia de produção de conteúdo deve ter keywords relacionadas a esse termo.

Por outro lado, é melhor evitar conteúdos muito datados, pois a chance de trazerem leads decisivos para o seu negócio diminui conforme o interesse da audiência do Google se dissipa com o passar tempo.

Por via das dúvidas, crie conteúdos que continuem nutrindo importância e destaque nos mecanismos de busca.

Além disso, conteúdos mais “frios” permitem uma outra tática interessante: o repost, ou reciclagem de conteúdos.

Esta sim é uma tática válida e pode garantir excelentes resultados. É claro que você não deve torná-lo um spam, replicando a mesma notificação 10 vezes ao dia na timeline dos seus seguidores! Por outro lado, compartilhe o informativo novamente uma semana depois. Depois, espere mais um ou dois meses e repita o ciclo sucessivamente.

“Terra à vista!”: a importância da otimização de Landing Pages

 

 

Outro princípio de SEO fundamental para uma boa estratégia de Marketing de Conteúdo é a construção de Landing Pages bem otimizadas. Estas são páginas onde o lead irá “aportar” num primeiro momento, antes de ter acesso a um material rico – e-books, infográficos, checklists etc.

Através delas, é possível coletar os dados necessários para segmentar visitantes. Também funcionam como uma porta de entrada para a sua base de potenciais clientes.

Nesse caso, além de investir em design responsivo e interface otimizada para conversão,  pense em utilizar títulos que contenham palavras-chave estrategicamente interessantes para que sua página seja encontrada pelo Google.

Afinal, o algoritmo também reconhece sua Landing Page com um conteúdo e, portanto, lembre-se de incluir palavras-chave com potencial para serem buscadas por suas personas.

Para isso, basta seguir alguns princípios básicos de SEO, como incluir a palavra-chave foco no título e variações na descrição do material.

Dica de ouro: o Google pode considerar uma landing page como um conteúdo muito raso, e nem sempre a trará entre as primeiras posições. Para obter um maior número de conversões orgânicas, vale investir na produção de um conteúdo de título e temas correlatos muito bem otimizado.

Este último será mais facilmente lido pelo Google e é possível, incluir CTas que direcionarão o visitante à conversão na landing page, cuja oferta funcionará como uma “continuação” do conteúdo lido ou ainda um aprofundamento do tema. Importante não “entregar o ouro” nesse conteúdo e deixar o visitante curioso para saber o que a oferta trará “a mais”.

 

Palavras-chave adequadas aos princípios de SEO

 

Que é importante fazer um bom uso das palavras-chave e conservar sua densidade, todos já sabem. Agora, como escolhê-las para disputar o melhor posicionamento no ranking?

Há diversas formas. No entanto, todas partem de um estudo detalhado das personas e dos termos utilizados para pesquisa do tema. Após o brainstorming, é hora de avaliar em quais keywords (de cauda curta e longa) vale à pena investir.

Para selecionar as palavras-chave, utilize de análises semânticas para chamar a atenção. Além da expressão principal, é interessante aplicar outras que possuam concordância com esta. Isso desenvolve um contexto positivo aos mecanismos de busca, uma vez que garante maior abrangência do texto de acordo com as formas que o lead emprega para buscá-lo.

Por exemplo: ao elaborar um conteúdo sobre dicas de marketing, uma palavra-chave que pode ser vinculada é “mídia social”. Apesar de não estarem diretamente ligadas em seu sentido, na prática, elas andam juntas. O que leva as ferramentas e os usuários a fazerem esta associação em suas pesquisas.

De todo modo, é importante acrescentar a palavra-chave em todas as partes da estrutura do seu blogpost. Elas podem ser classificadas como:

  • Meta título: uma versão do título do blog, que deve conter de 50 a 60 caracteres;
  • URL: o “endereço” direto da página, também chamado de link;
  • Meta descrição: a breve descrição que aparece embaixo do título no resultado de uma busca – deve atrair cliques e aumentar a densidade;
  • Título/H1-H3: as manchetes e os cabeçalhos do conteúdo, onde há a palavra-chave para gerar maior relevância nos princípios de SEO;
  • Imagem alt tags: as legendas servem para auxiliar mecanismos de busca a entender o que está presente na imagem – uma boa oportunidade de rankear;
  • Nomes de arquivos: a nomenclatura otimizada, desde o momento em que é salva no seu computador, faz com que o buscador reconheça-a e aproveite-se disto;
  • Links internos: o guia do lead para outros conteúdos do seu blog, a fim de prolongar seu tempo de estadia no site com informações relevantes e combinadas.

Uma boa pedida é aplicar ferramentas claras e práticas, como o próprio Google Adwords. Ele mostra a concorrência sobre os trechos buscados e diversas possibilidades de insights fortes. Como você provavelmente estará otimizando seu conteúdo para o mecanismo, nada mais eficiente do que implementar a solução oferecida pela mesma empresa.

Assim como estas, outras dicas e instrumentos podem fazer a diferença na otimização, de acordo com os princípios de SEO. Vale a pesquisa e o teste de quaisquer metodologias, para decidir qual melhor se adapta à sua estratégia de Marketing.

Fora isso, ainda temos hacks com princípios de SEO para sites, neste post. Não pare por aqui! Descubra técnicas para galgar as posições mais altas do Google e aumente o fluxo de conversão do seu negócio.

Gostou deste assunto? Compartilhe com seus amigos e envie-nos suas dúvidas para que possamos ajudá-lo(a). Até a próxima! 🙂

Pós-vendas: como usar conteúdo para fidelizar clientes?

Pós-vendas: como usar conteúdo para fidelizar clientes?

Já pensou em utilizar conteúdo para fidelizar clientes?

Engana-se quem pensa que a venda termina ao assinar o contrato. Um relacionamento saudável e rentável com o cliente vai muito além disso! Por melhor que seja a aceitação da proposta comercial, é na pós-venda que o cliente fideliza-se e torna-se um divulgador da marca.

Atualmente, há várias técnicas e ferramentas disponíveis para aprimorar a comunicação depois de vender. Dentre elas, falaremos especificamente sobre como usar conteúdo para fidelizar clientes.

Nesse post, você irá aprender como inserir informações relevantes na etapa de pós-venda do funil. Para isso, listamos dicas de trabalho com diferentes plataformas: e-mail marketing, ebooks, vídeos e mais.

Portanto, continue a leitura para entender os melhores formatos na utilização de conteúdo para fidelizar clientes. Vamos otimizar juntos seu processo interno?

A importância do conteúdo para fidelizar clientes no Pós-vendas

A prospecção e a atração de clientes demandam investimento em tempo e recursos. Caso você simplesmente descarte alguém que foi fruto de uma longa cadeia de trabalho, estará desperdiçando todos os esforços aplicados até aqui.

Além disso, dados revelam que você possui 14x mais chances de vender para um cliente satisfeito do que ao prospectar um novo. Mas, os benefícios não param por aí: o mercado conversa – principalmente, na era da informação.

Nesse sentido, tanto a boa quanto a má fama serão compartilhadas e, assim, terão efeitos reais sobre os seus negócios. Saiba que 77% dos clientes satisfeitos costumam indicar o serviço para amigos e, consequentemente, atrair novas oportunidades de venda.

Claramente, tais aspectos estão relacionados com a experiência que o lead tem ao longo de seu Lifetime Value (LTV) dentro da empresa. A melhor forma de torná-la positiva é fazer com que o cliente sinta-se especial e em boas mãos.

Inicia-se, aqui, a estratégia de conteúdo para fidelizar clientes! Afinal, enviar conteúdos exclusivos e de qualidade fazem agrega autoridade ao nome da marca. Muitas vezes, um diferencial simples como divulgar informações em primeira mão aos clientes antigos pode gerar impactos à favor do relacionamento.

Estas são ações que precisam ser estudadas pelo departamento de Marketing e colocadas em prática na medida certa para atingir as personas definidas. Quer sugestões para engajar mais na pós-venda? Na próxima sessão, separamos algumas:

Como trabalhar com conteúdo para fidelizar clientes

Vamos àquilo que realmente importa: como isso tudo se aplica no dia a dia do departamento de Marketing, a fim de gerar ainda mais contratos.

Dentre os recursos que podem ser utilizados, opte por:

E-mail marketing

A comunicação via de e-mail é uma realidade. Ela permite enviar uma grande diversidade de tipos de conteúdo para fidelizar clientes, além de respeitar o tempo do consumidor. No momento em que é liberado o acesso à informação, o Marketing é menos invasivo do que estratégias de cold call.

Na Pós-Vendas, ele pode ser usado de formas distintas:

  • Agradecimento pela compra: Educação nunca é demais. A partir disso, seja cortês e demonstre gratidão ao cliente por ter sido escolhido seu produto e/ou serviço, dentre tantas opções disponíveis no mercado. Essa pequena ação sensibiliza e empodera o cliente, deixando-o mais receptivo para interações futuras.
  • Feedback: Através do e-mail, também é possível criar um canal de feedback para o cliente. Promova pesquisas de opinião e avaliações de serviço. Desse modo, você coleta informações relevantes sobre as personas e identifica pontos fortes ou fracos do processo comercial.
  • Comunicação personalizada: Envio de mensagens/ofertas personalizadas via e-mail também é uma forma de conteúdo para fidelizar clientes. Pode parecer pequeno, mas pesquisas revelam que recados desse tipo possuem 2,5x mais alcance do que as demais. Fora isso, também podem ser eficientes para reativar clientes antigos e lembrá-los de que você é uma boa opção a ser considerada.

Outra dica valiosa é investir em templates simples, bonitos e livres de poluição visual para os e-mails institucionais. Hoje em dia, um bom design é fundamental para performar bem! Alie-se a profissionais d=o mundo digital para ter os melhores resultados.

 

Conteúdo direcionado (e-books, vídeos, webinars etc)

Mais do que personalizar uma mensagem em relação a datas e informações pessoais do seu cliente, você precisa desenvolver algo capaz de atingi-lo em cheio! Uma estratégia de conteúdo para fidelizar clientes precisa ser muito assertiva e deve utilizar da inteligência comercial para tal.

Assim, o primeiro passo é identificar as preferências do seu público-alvo. Pergunte-se:

  • Quais conteúdos são mais acessados?
  • Existem temas em comum entre eles?
  • Quanto tempo, em média, um visitante passa no meu site?

Utilize plataformas de Web Analytics para identificar todas estes dados e gerar relatórios dinâmicos e objetivos. Como o Google Analytics.

Em posse desses aspectos, será mais fácil montar uma estratégia a partir do conteúdo para fidelizar clientes. Baseando-se nestes dados, você irá identificar quais mídias valem o investimento. Dentre os modelos mais populares, estão os e-books, vídeos e webinars.

Os e-books são excelentes, pois transmitem conhecimento rico e de ponta aos possíveis consumidores da marca. Em negócios B2B, as empresas buscam aprimorar-se para crescer cada vez mais. Isso significa que quem lê um conteúdo hoje, certamente estará interessado em mais qualidade amanhã.

Já no caso dos vídeos, menos é mais. A informação deve ser potencial e impactante, porém sucinta. Vídeos mais curtos costumam performam melhor nas plataformas digitais. Por ser uma mídia “moderna”, eles podem ter um toque de humor e leveza para ganhar o visitante em qualquer circunstância.

E, como terceiro exemplo, trouxemos os webinars. Eles são quase uma junção das duas modalidades acima. Afinal, permitem abordar temas de modo mais aprofundado (como um e- book) e utilizam dos recursos de vídeo em seminários online. O grande diferencial é que esse tipo de conteúdo permite interação direta com o lead/cliente.

Contudo, é importante ter em mente que o webinar acontece ao vivo. Portanto, é preciso um trabalho intenso e estratégico de divulgação do evento virtual com antecedência. Ao menos 3 semanas é uma boa margem para destinar a data via e-mail e outros canais escolhidos.

Em síntese, para produzir conteúdos de qualidade em pós-venda, você precisa:

  1. Fazer um levantamento de temas e ideias relevantes;
  2. Definir como será o material e recolher dados de qualidade para referência;
  3. Estabelecer como e quando o conteúdo será produzido;
  4. Produzir um bom briefing contendo toda a informação que será necessária;
  5. Encaminhá-lo para produção textual e/ou de imagem;
  6. Revisá-lo com atenção aos pequenos detalhes;
  7. Diagramá-lo ou editá-lo para que fique mais dinâmico;
  8. Criar uma identidade visual atraente – tanto para o próprio material, quanto para sua divulgação;
  9. Encaminhá-lo aos clientes via e-mail, conforme as áreas de interesse.

Depois, basta monitorar os resultados e replicar os acertos em novos processos.

Gostou destas dicas? Com o uso de inteligência comercial e muita criatividade, você será capaz de gerar um incrível conteúdo para fidelizar clientes.

Apenas tome cuidado para não aplicar a estratégia pela metade, pois qualquer erro pode ser fatal no engajamento de clientes. Nesse caso, não tenha receio ao buscar o auxílio de profissionais experientes que absorvam parte da demanda para desafogar o departamento de Marketing.

A terceirização da produção de conteúdo e peças de design gráfico é comum e pode trazer excelentes resultados. Conte conosco para qualquer necessidade. Volte sempre! 🙂

Os principais desafios da qualificação de leads e como enfrentá-los

Os principais desafios da qualificação de leads e como enfrentá-los

Quem trabalha com Inbound já deve saber o quão desafiador pode ser qualificar os leads gerados com a estratégia. Embora a tendência seja achar que volume deve ser o foco principal, basta um pouco de bom senso para entender que, na prática, não é bem assim. Você pode ter conseguidos um bom número de conversões através do Inbound Marketing. Mas diante de uma vasta lista de contatos, o que fazer? 

Existe um fato inegável no mundo dos negócios: toda ação exige investimento.

Isso significa que, desde o momento no qual a empresa investe em atração de leads, está gastando dinheiro. No entanto, apenas gerar oportunidades não basta. Até porque trabalhar com eles dentro do funil de vendas consome tempo e recursos da empresa.

Aqui, começa o dilema do volume. Todavia, a lógica é simples: quanto mais leads existirem na base, mais trabalho é necessário para convertê-los em clientes. Certo? Portanto, isso acarreta em mais esforços gastos na tentativa de realizar a aproximação.

Se grande parte deles fecharem um contrato, ótimo! Agora, o problema é quando a maioria destes leads não tem fit para negócios.

Talvez não estejam em momento de compra ou seja apenas um concorrente analisando seu material, dentre outras possibilidades. O fato é que cada lead trabalhado e não convertido representa um desperdício.

Qualificar os leads gerados também é necessário para obter uma venda mais assertiva. Para isso, porém, é necessário estabelecer alguns filtros. Os mesmos servem para verificar quais leads estão mais “quentes”. Antes de encaminhá-los para que o time de Vendas inicie as ligações ou demais formas de comunicação.

Nesse post, falaremos sobre a importância de aliar estratégias de Inbound Marketing com outras ações dentro da agência. Também explicaremos melhor as definições do segmento de mercado, tais como MQL, SQL e outros.

Curioso(a) para aprender mais? Siga com a gente!

A importância de cada detalhe para qualificar os leads gerados.

É relevante falar sobre os detalhes, uma vez que devemos pensar no processo num âmbito geral. Tudo começa com o bom exercício do Inbound Marketing. Afinal, os desafios da qualificação de leads só existem porque há oportunidades a serem trabalhadas.

Nesse sentido, produzir materiais de qualidade é o primeiro passo. Também é primordial que eles gerem um bom volume de leads. Obviamente, ter muitas possibilidades de negócio aumenta as chances de vendas.

Entretanto, há algumas medidas que podem ser tomadas para que isso torne-se realidade. Primeiramente, para qualificar os leads gerados, o segredo está na compreensão do público-alvo – desde a metodologia aplicada.

Apesar de concordamos que volume, sem qualidade, é mau negócio; precisamos dele para implementar a estratégia comercial. Com a finalidade de resolver esse cálculo, a saída do método Inbound é especializar-se no perfil de sucesso do seu cliente.

Cada empresa deve fazer uma pesquisa sólida para mapear os interesses dos seus leads. Uma forma de chegar a estes dados é analisar a interação destes com diferentes conteúdos do seu site, observando especialmente aqueles que resultaram em contatos diretos (levantadas de mão).

Com o passar do tempo, você será capaz de identificar pontos em comum entre os perfis. Dessa forma, aos poucos, ficará mais claro o tipo ou o formato de material que os agrada mais. Bem como características pessoais que se repetem – idade, cargo etc.

Baseado nesses critérios, produza notícias que sejam atraentes para estas personas. Agora que elas já estão definidas, todo o trabalho subsequente será beneficiado.

Posteriormente, utilize das informações coletadas para facilitar a qualificação dos leads gerados.

Ao invés de abordar a todos, sem que haja discrição, aplique o perfil de sucesso para priorizar as chances mais favoráveis.

Desse modo, somente leads prontos e que respondem a determinados requisitos chegarão até o time de Vendas. Isso aumenta exponencialmente a probabilidade de fechamento.

É possível, inclusive, automatizar a forma como qualifica os leads gerados através de ferramentas de pontuação (leadscoring) que permite que, após um determinado número de interações e conversões, o lead seja diretamente enviado ao CRM da equipe de vendas.

Mas atenção: ao filtrar os leads, nunca descarte os leads frios!

Encaminhe-os para o fluxo de nutrição e continue alimentando-o com conteúdos instrutivos para que, no futuro, ele possa tornar-se um cliente também.

Perceba como a otimização começa em mudanças simples na ponta da cadeia e termina por aprimorar o processo comercial inteiro.

Adotando os procedimentos corretos, no final, é possível diminuir o Custo de Aquisição por Cliente (CAC) e o potencializar as entradas de receita.

Seria o seu sonho?

Confira, na próxima seção, dicas para os principais desafios da qualificação de leads.

Dúvidas comuns ao qualificar os leads gerados.

Entendo o processo, vamos solucionar alguns dos principais desafios na hora de qualificar os leads gerados.  Certamente, você já está familiarizado(a) com algumas destas dúvidas.

São elas:

1- Como qualificar o lead para a venda?

Uma das formas mais eficientes de qualificar os leads gerados é com o uso de técnicas de Pré-venda.

Antes de tudo, é preciso segmentar os MQLs para decidir quais devem ser priorizados. A dica é começar sempre pelos leads mais quentes. Feito isso, é hora de usar do trabalho dos pré-vendedores para definir os SQLs.

Nessa modalidade, a qualificação acontece de maneira ativa, a partir do pré-vendedor com os leads escolhidos. Sua função é verificar se o MQL atende aos critérios estabelecidos pela agência.

Com esse objetivo, o profissional de Pré-vendas tem um roteiro a seguir. O intuito, aqui, é responder todas as questões e ainda coletar outras informações que possam ser úteis. Ao término do processo, é necessário investir na passagem de bastão para garantir os dados não se percam entre os desafios da qualificação de leads.

2- O que são MQLs e SQLs?

A sigla MQL significa Marketing Qualified Leads. Ou seja, são os leads que preenchem os requisitos determinados pelo Marketing para se tornarem leads.

Isso significa que ele pode ter interagido com o material disponibilizado, preenchido um levante de mão e, ainda, que está de acordo com as diretrizes necessárias para  Que, por sua vez, é um formulário no qual o usuário deixa informações para contato. Sinalizando alguma dor a ser tratada pela sua solução.

Esse é o maior dos desafios da qualificação de leads, pois dados comprovam que 60% das pessoas mentem suas respostas. Além disso, não é possível coletar dados relevantes com um mecanismo tão impessoal.

Chega, então, a hora de transformar esses leads em SQLs (Sales Qualified Leads).

Os SQLs passam pela aprovação dos pré-vendedores, de acordo com requisitos já citados acima. Além disso, eles reconhecem quando há problemas e buscam por soluções, como o agendamento de uma reunião para receber a proposta comercial.

Daí em diante, é com o time de Vendas e a capacidade de fechar novos contratos. Porém, munido de informações valiosas que foram coletadas anteriormente.

3- O que é passagem de bastão?

A passagem de bastão é o momento transitório entre os diferentes setores envolvidos no tratamento do lead. Como o trabalho de uma área está diretamente relacionado com os resultados obtidos na etapa que o antecede, é fundamental que haja um nível mínimo de qualidade estabelecido.

É o que chamamos de SLA (Service Level Agreement). Um acordo entre departamentos para garantir que será respeitado um padrão, de modo que o trabalho de todos torne-se viável em sua melhor execução.

Assim, estabelecer SLAs entre os times de Marketing e Vendas é primordial para garantir que estejam atuando em sintonia. Com o objetivo de bater metas de produtividade juntos.

Conseguimos sanar todas as suas dúvidas sobre como qualificar os leads gerados? Esperamos que sim! Porém, se ainda estiver com questionamentos restantes, deixe aqui nos comentários que nós respondemos para você.

Só não pode ficar parado(a)! Para fazer a sua agência crescer, será preciso conhecimento e trabalho duro. Conheça os 6 passos para o crescimento de agências digitais e mostre para o que veio. Até mais 🙂

Gestão de agências digitais: a importância de um processo bem definido

Gestão de agências digitais: a importância de um processo bem definido

Sabemos que a otimização do fluxo e distribuição de tarefas sem sempre ocorrem de maneira azeitada em agências jovens. O crescente número demandas e o consequente aumento no número de colaboradores pode acabar gerando desorganização, refações e uma boa dose de stress, além dificuldades para metrificar e gerenciar o trabalho por trás dos entregáveis Por esse motivo, definir um processo para agência de marketing digital é um passo obrigatório para quem quer evoluir de maneira saudável e escalável.

Certo, mas como definir um processo para minha agência?

Primeiramente: pense em um processo escalável – que permita a delegação de funções específicas para cada colaborador e garanta que a equipe possa crescer de maneira organizada mesmo que a quantidade de clientes dobre, triplique ou quadruplique. É isso que você quer, não é mesmo?

Vamos entender melhor:

Como definir um processo para agência de marketing digital?

A setorização do trabalho, a contratação de uma equipe qualificada e o desenvolvimento de um processo para agência de marketing digital são as bases para prosperar no mercado.

Isso significa que é preciso estabelecer um fluxo de gestão adequado para cada etapa do trabalho na agência.

Desse modo, você deve atentar-se às necessidades específicas de cada departamento, criando um:

  • Plano de negócios: focado na instrumentalização das atividades, a fim de cumprir o modelo adotado;
  • Processo organizacional: focado na estrutura da equipe e suas funções, otimizando a utilização dos recursos e qualidade dos entregáveis;
  • Processo comercial: focado na evolução da venda e nas técnicas de prospecção;
  • Processo de gestão de conteúdo: focado no padrão de qualidade dos materiais produzidos dentro da agência, antes que cheguem até o cliente.

Segundo o panorama Agências Digitais Brasil 2018, existem inúmeros desafios para o desenvolvimento e o progresso de uma agência digital:

  • 56% consideram a organização do processo gerencial como sua maior dificuldade;
  • 48,5% veem como problema mais grave a sobrecarga de tarefas dos sócios;
  • 36,1% encontram dificuldades na hora de contratar profissionais qualificados.

Se analisarmos bem, é fácil perceber que todos estes problemas estão interligados. Uma vez que há falta de colaboradores especializados e o envolvimento indevido do C-Level com a demanda de atividades. Assim, é criado um gap e uma série de problemas onde deveria haver a definição de um processo para a agência.

Sem um processo estabelecido, os profissionais podem acabar encontrando dificuldades na realização das entregas e os serviços podem ter uma sensível queda de qualidade.

Pensar em um processo garantirá as organização as atribuições e os fluxos de comunicação externa e interna para otimizar os entregáveis.

Além disso, com um processo bem definido, o C-level tem a tranquilidade que precisa para focar na gestão tática e estratégica e “sair” do operacional sem que a agência desande.

Caso você tenha dúvidas sobre a natureza processual da sua empresa, preparamos uma lista para facilitar o diagnóstico. Saiba mais no próximo tópico!

Consequências da falta de processo

A ausência de um processo definido pode prejudicar de inúmeras maneiras a execução de seu projetos. Primeiramente, para que você realize o diagnóstico em seu próprio processo para agência de marketing digital, criamos uma lista com alguns exemplos de sintomas:

  • Falha na comunicação com clientes;
  • Excessivas refações de tarefas;
  • Falta de alinhamento entre as equipes;
  • Baixa qualidade na produção.

Fique atento(a) para solucionar essas questões o mais rápido possível. Já que são indícios fortes a serem revistos no modo como você organiza o processo interno de sua empresa.

Mas, como introduzi-lo com atribuições e tarefas claras entre sua equipe? Veremos a seguir!

De que forma estruturar um processo interno?

Ao montar um processo gerencial, a primeira regra é: um time bem estruturado é capaz de entregar mais rápido e com melhor qualidade.

Por isso, pense no fluxo estratégico, em que as etapas de trabalho avancem de maneira colaborativa. Contando com a:

  • Setorização do processo conforme as etapas necessárias ao modelo de negócios de cada agência (Vendas, Marketing, Sucesso do Cliente etc);
  • Divisão clara de atribuições a cada um dos membros das equipes;
  • Definição dos perfis adequados para cada profissional integrado;
  • Estruturação do processo de seleção de talentos.

É hora de ilustrar como isso acontece. Você se lembra da Caverna do Dragão?

processo de agência de marketing digital

Equipe unida até nos perrengues.

Na história da série, 6 amigos acabavam presos em um mundo paralelo, após um passeio de montanha-russa. A fim de fugir da situação na qual se encontravam, os personagens passam por desafios bem inusitados.

Pois bem, a animação pode nos ensinar algo a respeito da montagem de equipes. Como já sabemos, é difícil alguém ser bom em absolutamente tudo. Porém, cada pessoa tem uma habilidade em potencial a ser desenvolvida.

No desenho, temos o cavaleiro Eric. Com seu escudo, ele proteje os amigos contra todos os tipos de ataque. Para confrontos diretos, há também o jovem bárbaro Bobby – com sua força bruta – e a acrobata Diana – com golpes rápidos e precisos.

Na retaguarda, o guardião Hank e o mago Presto são responsáveis pela defesa a distância. Por fim, Scheila é a ladina responsável pelas ações furtivas da equipe.

Ou seja: com um processo e um fluxo de gestão bem definidos, eles possuem tudo o que precisam para vencer qualquer desafio.

processo de agencia

Superando desafios com skills individuais

Mas, e o seu time? Deve agir da mesma forma!

Portanto, na hora de montar um quadro de colaboradores, procure:

    • Contratar profissionais com perfil de liderança e autonomia;
  • Verificar skills complementares entre os membros da sua equipe;
  • Deixar claro as limitações do exercício e da função de cada um.

Além disso, tenha objetivos claros. Eles servem de norte para a definição das etapas de um processo para o seu negócio. Assim como garantem que os resultados sejam mais efetivos.

Conclusão: a moral da história

Um método bem estruturado pode garantir a qualidade nas entregas, a gestão assertiva e o bom relacionamento com clientes. A implementação de um processo permite o crescimento escalável, definição de metas por setor, a aplicação de métricas e, a partir disso, e extração de insights assertivos para crescimento da agência e expansão dos resultados.

O funciona melhor para a sua empresa? Conte nos comentários! Ainda temos mais dicas sobre processo para agência de marketing digital neste post. Dá um check! )

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