Campanha de e-mail marketing: táticas para conseguir respostas

Campanha de e-mail marketing: táticas para conseguir respostas

Não tem como performar bem na estratégia de Marketing Digital sem uma boa campanha de e-mail marketing. O e-mail é um dos principais canais de contato de boa parte dos profissionais ao redor de mundo, além de ser uma estratégia menos custosa que outras formas de prospecção ativa.

Contudo, por mais difundido que seja o uso de e-mail como contato profissional e pessoal, muitos e-mails comerciais não são abertos. O que será que acontece para aquela sua campanha de e-mail ser ignorada e enviada direto pra lixeira? Temos algumas suposições!

Justamente por ser uma estratégia muito difundida, os leads também já nutrem alguma resistência quando identificam o e-mail comercial como spam. Ou seja: um conteúdo genérico e autopromocional. O que não agrega qualquer valor para o potencial cliente.

A melhor saída para conseguir respostas na campanha de e-mail marketing é aplicar alguns hacks para deixar o material mais atraente e relevante.

Quer saber como? Então, continue a leitura: ensinaremos algumas táticas para se livrar de vez desse problema e criar e-mails incríveis!

Neste conteúdo, você lerá sobre:

  • O uso de gatilhos mentais na campanha de e-mail Marketing;
  • Como criar uma campanha de e-mail Marketing engajadora;
  • As vantagens que uma campanha de e-mail Marketing oferece para os seus negócios.

Tudo o que você precisa saber para fazer uma boa campanha de e-mail Marketing

Primeiramente, vamos aos fatos: você precisa trabalhar com e-mail Marketing! Afinal, os números não mentem:

  • O ROI médio do e-mail Marketing é de 3800%;
  • Leads são 40x mais propensos a tornarem-se clientes por e-mail do que em redes sociais como Facebook e Twitter;
  • Mensagens são 5x mais prováveis de serem lidas por e-mail do que outros canais;
  • Profissionais do Marketing relatam um aumento de 760% na receita de campanhas de e-mail segmentadas.

*Fonte: BlogReign

São números muito incentivadores, porém, é bom ressaltar: não basta enviar qualquer e-mail para alcançar esses resultados. Eles são fruto de correspondências bem planejadas estrategicamente e altamente personalizadas.

É baseado nos dados de suas personas que você montará os fluxos de e-mails que serão enviados. Os resultados podem ser ainda melhores se você optar por utilizar alguma ferramenta para automação de e-mail Marketing.

Por isso, fique atento às 5 dicas que listamos abaixo e crie a campanha de e-mail Marketing que você merece para crescer ainda mais!

1 – Utilize gatilhos mentais

Ao longo de um dia são inúmeras as decisões que o cérebro precisa tomar. Da roupa que você vestirá até uma decisão complexa como a contratação de um serviço B2B: tudo é gerenciado por ele.

Por isso, nosso cérebro cria alguns atalhos para acelerar esses processos de decisão.

É o que chamamos de gatilhos mentais, que são alguns fatores que influenciam nossas decisões de maneira inconsciente. Quem domina essas técnicas consegue diminuir o ciclo de compra e aumentar as taxas de conversão.

São eles:

  • Gatilho mental do medo da perda:

A sensação de urgência é um grande motivador para decisões humanas. Saber que um produto ou oportunidade está prestes a acabar e pode nunca mais ser oferecida novamente faz com que o lead se sinta pressionado a aceitá-la.

Logo, o segredo é  utilizar palavras como “Expira”, “Só hoje”, “Oferta limitada”, no assunto do e-mail. Já no corpo do e-mail destaque ofertas com tempo limitado, produtos de baixo estoque e condições impressionantes por um curto intervalo.

  • Cores chamativas para a persona:

Quais são as cores favoritas de suas personas? Se você nunca se perguntou isso, é hora de se perguntar: as cores desencadeiam emoções que são fortes influenciadoras de compra. Além disso, segundo a psicologia, cada cor têm suas próprias implicações sobre a percepção humana. Você pode ler mais sobre esse estudo aqui.

  • Imagens escolhidas a dedo:

Seja criterioso na escolha de imagens para a sua campanha de e-mail Marketing. Atualmente, somos muito afetados por imagens. Afinal, elas comunicam um grande volume de informações de modo simples e compacto. Uma imagem chamativa é garantia de mais retenção no e-mail e, consequentemente, mais engajamento.

  • Crie uma relação significativa com o leitor do seu e-mail:

O lead de hoje não quer mais ouvi-lo falar somente do seu produto. Pelo menos não logo de cara. Antes de saber sobre a sua solução, ele precisa falar sobre seu problema – para ter certeza de que o serviço/produto oferecido se encaixa.

Escreva e-mails interativos, fazendo perguntas sobre as dores do lead e se o conteúdo que você está encaminhando é relevante. Segmente a base por grupos de interesse e ofereça somente conteúdo relevante. Assim, o lead confiará em você e fará questão de abrir cada mensagem da sua campanha de e-mail Marketing.

  • Use prova social para mostrar que você vale a pena:

Pessoas acreditam mais em outras pessoas. Quando um lead tem acesso a relatos e provas de que a sua solução funciona para outras pessoas, ele ativa outro gatilho mental. Para tanto, ele precisa apenas se identificar com os protagonistas dos seus cases de sucesso e ter acesso a números que sejam bons indicadores.

 

2 – Aceite respostas

Se o foco está nas suas personas e em conhecê-las melhor, não faz nenhum sentido criar e-mails do tipo “noreply@e-mail.com”. Muito pelo contrário: o objetivo é gerar engajamento e criar canais de interação com o lead.

Não há como criar relações significativas de mão única. Portanto, inclua sempre perguntas e deixe bem claro que o usuário pode entrar em contato a qualquer momento para tirar dúvidas, dar sugestões e conversar.

Depois, só não esqueça de responder cada mensagem. Parece trabalhoso, mas vale a pena.

3 – Pense muito bem nos assuntos

Os assuntos são a grande chamada do e-mail. É a primeira informação a qual o lead tem acesso para decidir se clica ou não na mensagem. Logo, deve ser o ponto mais forte do seu e-mail.

Dados mostram que 69% dos leads que reportam e-mails como spam o fazem baseado apenas na linha de assunto. Cair nessa lista é a morte da campanha de e-mail Marketing.

Por isso, faça um estudo das personas para ver quais palavras chamam mais a atenção delas. Nada de chavões, como: “grátis”, “prêmio”, “dinheiro extra”.

Invista em linhas mais personalizadas, com o nome do lead e frases instigantes. As linhas exibem em média 30 caracteres, então, teste diferentes possibilidades e seja criativo.

4 – Personalize as mensagens

Assim como trazer o nome do lead já no assunto aumenta a taxa de abertura, mensagens personalizadas também engajam mais. Como já dissemos, leads não gostam de mensagens genéricas, pois o cliente de hoje quer se sentir especial.

A campanha de e-mail Marketing deve conter sempre o nome do lead e da empresa e assuntos de interesse pessoal. Atualmente, isso pode ser trackeado com softwares para análise de Marketing – onde você pode ver com quais conteúdos os leads interagem mais e usar esse dado para segmentar a base.

Os softwares de automação para campanha de e-mail Marketing também contam com ferramentas que personalizam um corpo de e-mail base, acrescentando os dados do lead em cada mensagem.

5 – Entregue conteúdo de valor aos clientes

Por fim: seja relevante. Para valer o tempo do seu futuro cliente, o material deve ser muito interessante aos olhos do lead: nada de conteúdos superficiais que ele encontraria em qualquer pesquisa rápida do Google.

Produza conteúdos incríveis e aposte em métodos avançados para promover conteúdos digitais. Assim, o usuário se sentirá à vontade para ler e compartilhar.

Faça com que ele sinta que o material o ajudou de alguma forma a compreender e resolver o seu problema. Isso entrega valor, aumenta sua autoridade e fideliza os leads através da campanha de e-mail Marketing.

Com essas dicas, certamente você será capaz de fazer parte de todas aquelas estatísticas de sucesso que apresentamos no início do post. O investimento terá um retorno satisfatório, com leads mais engajados e uma estratégia de conteúdo que gera clientes de verdade.

Quais são suas estratégias favoritas para campanhas de e-mail Marketing? Comente e compartilhe com a gente!

Sugerimos também a leitura deste post sobre como fazer uma distribuição adequada dos seus conteúdos. Aproveite!


Até mais! [ :)]

 

Produção de conteúdo relevante: mantendo o interesse do início ao fim

Produção de conteúdo relevante: mantendo o interesse do início ao fim

Sabe aquele conteúdo em que você lê o primeiro parágrafo e já sente vontade ir ao banheiro, tomar água, olhar o facebook… Não seja a empresa que o produz! A produção de conteúdo relevante é um desafio que deve ser encarado com competência e precisão.

Atualmente, temos muito material disponível na internet – seja qual for sua área de atuação. Entretanto, quanto disso é realmente engajante e original o suficiente para valer os minutos de atenção do visitante? Muito pouco.

Para os que se contentam em fazer um trabalho mediano, esse dado não quer dizer muito. Entretanto, para você que deseja fazer a diferença com conteúdos verdadeiramente cativantes, é a chance perfeita de sair na frente da concorrência e garantir mais cliques.

Neste conteúdo, listamos as melhores dicas para a produção de um conteúdo relevante. Desse modo, você será capaz de conquistar mais leads, ganhar autoridade no mercado e aumentar as taxas de conversão em vendas.

Você lerá sobre:

  • O que é produção de conteúdo relevante;
  • Como otimizar seus briefings, pautas e estratégia de Marketing Digital;
  • Quando terceirizar a produção de conteúdo para ter melhores resultados?

Como colocar em prática a produção de conteúdo relevante?

Produzir conteúdo de qualidade para Marketing Digital é muito mais do que simplesmente escrever sobre temáticas que sejam de interesse das personas. É uma matemática exata, que precisa ser baseada em dados concretos e planejamento sólido para que seja eficiente.

Mas afinal, o que quer dizer – exatamente – investir na produção de conteúdo relevante? É simples: quer dizer produzir conteúdo fundamentado e direcionado para as personas de maneira inteligente.

O básico é estar atento aos seguintes aspectos para não perder seu público de vista:

  • Conhecimento aprofundado do mercado e das personas:

Na prática, tudo começa com um estudo aprofundado do mercado e das personas-alvo para o seu produto e modelo de negócios.

Descubra exatamente quem é o seu consumidor e avalie os dados para traçar o seu Perfil de Cliente Ideal (ICP). Confira a explicação e dicas da Growth Machine para definir o seu ICP com sucesso:

Como você pode ver, trata-se de descobrir quais são as características em comum entre os clientes de sucesso e buscar um perfil semelhante.

Isso inclui questões como:

  • Dores de mercado enfrentadas e resolvidas com a sua solução;
  • Setor de atuação da empresa do cliente;
  • Características pessoais do decisor de compra (idade, cargo, etc.);
  • Percepções dos clientes atuais sobre sua empresa e solução.

Você terá que investigar sua base atual de clientes para encontrar as informações necessárias. Caso esteja começando, a dica é buscar análises de mercado e características da concorrência para ter um ponto de partida.

Depois, conforme for desenvolvendo sua carteira de clientes, basta reavaliar os dados para ajustar a estratégia de produção de conteúdo relevante.

  • Conteúdo adequado às diferentes etapas do funil:

O funil de vendas é composto por três estágios que sintetizam a jornada do consumidor. Ele é dividido entre topo, meio e  fundo. Cada uma deles se refere ao estado de consciência do lead em relação ao seu problema, a necessidade de solução e os benefícios do seu produto.

Resumidamente, eles são definidas como:

  1. Topo: conteúdos instrutivos para atrair a atenção do lead a partir de uma dor específica. A lógica é responder à perguntas que ele possivelmente faria para os mecanismos de busca, sempre de modo objetivo e focado no problema. Jamais fale sobre seu produto nesse estágio! O objetivo é ganhar a confiança do lead e construir autoridade no assunto.
  2. Meio: conteúdos mais aprofundados, porém, ainda voltados para a solução do problema. Geralmente, envolve a produção de e-books que falem mais sobre os desdobramentos do problema e apontem para soluções. Aqui já cabe começar a indicar o caminho para seu próprio produto/serviço, mas sem deixar que esse seja o foco do material.
  3. Fundo: agora sim é o momento para apresentar sua solução e todos os benefícios que ela oferece. Cabe mostrar todas as funcionalidades oferecidas, reforçando as informações com cases de sucesso e demonstrações do produto.

Temos um guia bastante completo sobre o assunto, citando os melhores materiais para a produção de conteúdo relevante em cada etapa do funil. Acesse aqui!

Estando atento para esses três pontos você consegue estruturar uma produção de conteúdo relevante orientada por dados. Isso enriquece o seu planejamento e torna a estratégia Inbound muito mais prática e atrativa.

Fique agora com algumas dicas para ajudá-lo nessa empreitada!

Dicas para produção de conteúdo relevante

Para tornar a produção de conteúdo relevante uma realidade constante dentro de sua empresa, existem algumas práticas que você pode implementar. Conheça nossas dicas e faça o teste você mesmo! Temos certeza de que os resultados serão incríveis.

Veja só:

  • Aplique técnicas de SEO

Esse é o básico da produção de conteúdo. Afinal, de nada adianta investir em uma produção de conteúdo relevante e não ser encontrado pelos usuários.

SEO é a otimização para os mecanismos de busca, baseada em técnicas como:

  • Uso estratégico de palavras-chave;
  • Construção de link building;
  • Inserção de vídeos;
  • Criação de um site responsivo e otimizado para carregar rapidamente.

E outras que você pode ler em nossa postagem contendo os princípios de SEO que todo profissional de Marketing precisa dominar!

  • Distribua nos canais certos

Assim como é importante investir em SEO para ser encontrado por aqueles que buscam informações nos mecanismos, a divulgação também é fundamental. O perfil de sua empresa nas diferentes redes sociais também conta com conexões importantes.

Mais do que isso: quando você produz conteúdos incríveis e joga nas redes o público pode compartilhá-los e aumentar o alcance de forma surpreendente!

Logo, avalie quais são as redes mais utilizadas pelas suas personas e marque presença nelas. Cada uma das redes tem suas particularidades e tipos de conteúdo que performam melhor. Escolha as suas e estude-as a fundo para garantir uma produção de conteúdo relevante.

Temos algumas dicas de como produzir vídeos incríveis para os diferentes canais aqui!

  • Varie os formatos de produção

Por mais que suas personas estejam definidas, existem diferentes indivíduos mesmo dentro desses grupos. E pessoas diferentes são impactadas por formatos diferentes de conteúdo.

A melhor estratégia é variar a produção de modo a atingir o maior público possível!

Há quem goste mais de textos curtos e objetivos. Há quem prefira vídeos animados ou tutoriais. Tudo isso sem contar a galera do e-book, infográficos, etc. Teste diferentes formatos e veja quais têm maior adesão entre o seu público.

Além disso, aumentando seu potencial de atração você também terá mais chances de gerar bons leads e vender mais.

  • Não tenha medo de terceirizar

A última dica é voltada para quem não tem tempo ou requisitos técnicos internamente para realizar uma produção de conteúdo relevante.

Quando a situação for essa, não hesite em contar com a ajuda de profissionais especializados. Trabalhar com uma agência de conteúdo é uma maneira segura de garantir materiais de qualidade e que atendam todas as suas necessidades.

Uma agência pode até auxiliar no planejamento do Inbound e acompanhamento de métricas. Isso libera tempo para que o gestor possa focar em outras atividades que demandam sua atenção.

Essas são as nossas dicas para ajudar você na produção de conteúdo relevante. Aplique-as em sua estratégia de Marketing e veja a diferença na atração e geração de leads pelo processo comercial.

O segredo está em conhecer sua persona e colocá-la no norte de toda a estratégia de Marketing Digital.

Até mais! 🙂

Micro-momentos: o novo cenário da jornada do consumidor

Micro-momentos: o novo cenário da jornada do consumidor

Um momento é o que basta para dizer “sim” ou “não”. Para acertar na trave ou o fazer o gol. Para explodir numa gargalhada. Para fazer um registro… E, também, para entender que está na hora de trocar de computador ou de celular. Ou comprar aquela passagem que dará início a uma viagem muito esperada.

Esses são os momentos da vida. Eles podem ser feitos de começo, de reinício ou serem compostos de fim. Não sabemos em qual momento você decidiu ler este conteúdo, mas foi preciso existir este micro-momento para você decidir acessar a informação.

Neste exato momento, milhares de pessoas em todo o planeta estão fazendo escolhas. E todas essas escolhas são precedidas de um micro-momento.

Basta um instante – ou um micro-momento – para você ganhar ou perder um cliente. Atualmente, a batalha não é apenas para colocar um produto à venda: é para conquistar corações em meio à tanta informação e oferta e ganhar o impulso da tomada de decisão – e, assim, converter um lead.

É sobre essa quase fração de segundos que pode mudar tudo que vamos falar neste conteúdo.

Você lerá sobre:

  • Os micro-momentos e a sua estratégia de Marketing;
  • As quatro categorias de micro-momentos de acordo com o Google;
  • As vantagens que o estudo dos micro-momentos proporciona.

Os micro-momentos e a sua estratégia de Marketing Digital

É num micro-momento que milhares de pessoas pelo mundo procuram alguma informação na internet a partir de seus smartphones. Essa constatação até pode parecer banal e evidentemente corriqueira, mas é esse é o “x” da questão.

Para o Marketing Digital, os micro-momentos tem a ver exatamente com essa conexão crescente com os aparelhos móveis. Muitos profissionais ainda não se deram conta que esse fenômeno precisa ser observado com uma lupa. Compreendido e, então, precedido de uma ação.

No Marketing Digital ou de Conteúdo, esses instantes sobre os quais tanto falamos estão revolucionando as regras. Os micro-momentos caracterizam o comportamento do consumidor. E por isso que é tão importante compreendê-los.

Usuários estão mais objetivos no mundo digital. Logo, estão aumentando a taxa de conversão mobile – que é quando se efetua a compra por meio de um dispositivo móvel. É preciso acompanhar essa tendência, oferecendo o que fato está sendo solicitado.

Para captar esse micro-momento de decisão, é fundamental aperfeiçoar a experiência do consumidor por meio da otimização dos sites em que ele navega. Uma pesquisa é feita no Google, ao mesmo tempo em que uma mensagem é enviada, que se checa o horário, que se faz uma foto, que se publica em uma rede social…

Os micro-momentos não são atos isolados, eles acompanham a tendência dos dias atuais. E tudo isso pode estar acontecendo em muitos lugares. Na rua, em casa, no shopping, na escola, no trabalho. Mas, sempre a partir dos smartphones – ou na grande maioria das vezes.

Podemos dizer que essa tendência é um diferencial para as estratégias de Marketing. Profissionais da área tem a nobre missão de captar qual é o micro-momento em que os consumidores estão mais receptivos.

O fato é que existe um micro-momento em que os consumidores sentem a necessidade de fazer uma pesquisa para encontrar alguma informação ou produto. É o momento das marcas causarem – ou não – um impacto positivo. Quem consegue satisfazer essa dúvida ou necessidade, acerta o alvo.

As quatro categorias de micro-momentos de acordo com o Google

Esse assunto é tão crucial que o Google dividiu os micro-momentos em quatro categorias. Essas etapas ajudam a esclarecer a jornada de compra. Veja só:

  • Momento “eu quero saber”;

 

  • Momento “eu quero ir”;

 

  • Momento “eu quero fazer”;

 

  • Momento “eu quero comprar”.

 

Vamos entender, a seguir, o significado de cada um deles.

1 – Eu quero saber

Aqui o usuário ainda não tem a percepção da necessidade de compra. Ele utilizou um mecanismo de busca como o Google para fazer uma pesquisa e o que ele procura é uma informação.

Ele quer saber mais sobre determinada marca, produto ou serviço. Talvez tenha sido atraído por conta do que ouviu a respeito, ou tenha gostado de algum anúncio ou conteúdo relacionado na internet – ou em algum outro meio de comunicação. Logo, ele quer e precisa saber mais!

2 – Eu quero ir

Quem quer ir já sabe que tem um destino. É preciso apenas encontrar o caminho para chegar onde se quer. Muitas vezes, essa decisão é tomada depois de buscar a localização.

É o micro-momento em que o usuário pesquisa no Google quais são os restaurantes, por exemplo, mais próximos de onde está. A intenção é clara: chegar a algum lugar.

Nesse sentido, todas as estratégias de Marketing local são bem-vindas.

3 –  Eu quero fazer

Toda a vontade aqui é de colocar a mão na massa. Quem quer fazer, geralmente pesquisa como fazer.

Soluções simples, porém explicativas, e que contenham as explicações mais completas são as preferidas: elas atendem exatamente ao que o usuário deseja.

Vídeos que explicam como fazer são tudo o que o usuário quer nesse micro-momento.

4 – Eu quero comprar

A intenção de compra é clara. Pode-se perceber a intensidade da decisão de compra do usuário através do que ele digita no Google. Se pesquisar por um produto “x” ou por uma marca específica em detalhes, já está com a compra praticamente garantida.

Pesquisar por “pisos para a cozinha” é diferente de fazer uma busca por porcelanato ou laminado de madeira, por exemplo.

É hora de entregar o produto.

As vantagens que o estudo dos micro-momentos proporciona

Agora que já sabemos quais são os quatro tipos de micro-momentos e já percebemos que eles podem ser decisivos, você pode estar se perguntando: por que eles são tão importantes?

A resposta é simples: apesar de serem decisivos para impactar na decisão dos consumidores, são ótimos pretextos para que as marcas entreguem as respostas certas para cada micro-momento. É uma forma perfeita para se aproximar de um cliente ou de um lead.

E para que essa aproximação aconteça, como já dissemos neste conteúdo, nada melhor do que oferecer as respostas certas nos momentos certos para os usuários.

Ser útil para a audiência

A outra possível pergunta que você pode estar se fazendo é: como é possível?

Analisando o comportamento do consumidor. Basta estudar com atenção quais foram os termos de busca para os quais as suas páginas aparecem nos resultados do Google. Utilize a ferramenta Google Search Console e procure pelos padrões.

Se for preciso, é fundamental otimizar o conteúdo.

A grande sacada é conseguir a conexão com o consumidor nos micro-momentos em que ele se encontra. Conseguir fazer essa aproximação exata e entregar a informação ou o produto que ele precisa na hora e no lugar desejados. Ou, melhor do que isso, independentemente da hora e do lugar.

É preciso compreender qual é o conteúdo que deve ser entregue. Até por que, de uma coisa já temos certeza: ele precisará chegar por meio dos dispositivos móveis. E para que isso seja possível, seu site ou blog precisa estar otimizado para aparelhos mobile.

Um micro-momento é uma preciosidade. Acertar na entrega de conteúdo para cada micro momento também.

Se você se interessou por esse conteúdo, continue conosco: talvez possa gostar de saber também como produzir conteúdos extremamente relevantes para o seu público.

Esperamos que o micro-momento de decisão para esta leitura tenha se convertido numa excelente experiência de aprendizado sobre Marketing Digital. Até a próxima!

3 exemplos de storytelling para impulsionar seu Marketing de Conteúdo

3 exemplos de storytelling para impulsionar seu Marketing de Conteúdo

Você já conheceu uma pessoa que não gostasse de ouvir, ler ou assistir histórias? Seja em filmes, livros ou, mais recentemente, podcasts e plataformas de streaming, o ser humano se encanta e se prende por boas narrativas. E uma estratégia de marketing incrível leva esse nosso interesse natural em conta. Por isso, no artigo de hoje vamos dar alguns exemplos de storytelling para transformar o seu Marketing de Conteúdo!

Neste conteúdo, você lerá sobre:

  • Por que investir no storytelling?
  • Como usar o storytelling no Marketing de Conteúdo?
  • Exemplos de storytelling para marcas

Por que investir no storytelling?

Histórias são utilizadas há milênios para explicar regras, leis e aprendizados. É só pensar nas parábolas da Bíblia, nas lendas do Folclore ou nas fábulas de Esopo. A maioria delas conta com uma moral, algum ensinamento que você pode tirar depois que elas acabam.

Isso serve também para o Marketing Digital. Com uma boa narrativa, você pode educar seu público com conteúdos informativos, aumentar sua autoridade de marca contando sobre a história do seu negócio ou, então, utilizar gatilhos emocionais para fazê-lo tomar uma decisão de forma mais rápida.

Mas, atenção: storytelling não significa dar uma volta nos seus leitores. Pelo contrário, quanto mais verdade e transparência você passar em seus conteúdos, mais engajamento eles podem conseguir.

E, atualmente, quando as pessoas querem cada vez mais interação e diálogo com as marcas, tudo isso faz muita diferença!

Ou seja, storytelling não significa inventar uma história da carochinha, mas sim utilizar algumas técnicas para produzir materiais mais interessantes e que solucionem as dores das suas personas.

Além disso, está cada vez mais simples conseguir informação objetiva. O próprio Google tem otimizações que permitem que o usuário encontre suas respostas sem nem ao menos precisar entrar em uma página específica.

Por isso, é importante oferecer um diferencial, algo que conecte quem está escrevendo com as pessoas que estão lendo. E aí, obviamente, entram as histórias: que emocionam, guiam e fazem rir.

Como usar o storytelling no Marketing de Conteúdo?

Ok, você já entendeu que narrativas são importantes. Só que parece o tipo de coisa que exige o conhecimento de um publicitário genial ou, então, de um roteirista de cinema? Calma!

Storytelling parece algo muito complexo, mas a verdade é que a maioria de nós já tem a estrutura de uma história praticamente decorada. Basta alguns exercícios para conseguir perceber isso e colocar em prática nos conteúdos para marketing digital da sua empresa.

Para começar, é importante lembrar que o storytelling é baseado em uma fórmula. Contamos histórias há tanto tempo que a maioria delas segue a mesma jornada.

Já temos vários exemplos de storytelling no dia a dia. Veja só:

Engajamento

No começo da história, você precisa dar o contexto dela e envolver o leitor. É o famoso “era uma vez”. Aqui, entra a apresentação do personagem, o lugar onde tudo se passa e as demais amarras da história.

Exemplo: Natália é uma gerente de marketing em uma empresa de tecnologia. Ela tem 33 anos e trabalha na área há mais de 10. Sua vida e seu trabalho se confundem, mas ela gosta muito do que faz.

No Marketing de Conteúdo, essa é a parte que gera a identificação do leitor. Logo, tente adequar o seu personagem ou narrativa para que ela seja o mais parecida com o seu público-alvo em termos de contexto de vida, idade, área de trabalho, entre outros.

A criação de personas ajudará muito nesse exercício. Então, se a sua empresa ainda não fez isso, é um dos primeiros passos para aproveitar as técnicas de storytelling!

Conflito

Depois da parte inicial, vem a hora do conflito, o primeiro momento em que “algo acontece” na história. É um novo desafio na vida do personagem, algo que o faz questionar o que vinha fazendo até então.

Exemplo: o time de Natália é pequeno e consegue apenas atuar em ações de rotina, sem olhar para a estratégia de maneira mais ampla. Isso está impactando nos resultados da empresa e ela está ficando preocupada.

Se você já trabalha com personas, percebeu que essa é a parte em que a dor delas aparece. No Marketing de Conteúdo, o conflito pode ilustrar algo que já aconteceu com seus possíveis clientes ou que eles temem que aconteça.

Tensão

A tensão é o clímax da história, algo que serve de gatilho emocional e faz o leitor continuar atento. É como se fosse o desenrolar do conflito.

Exemplo: na última semana, a diretoria avisou que a geração de leads vem caindo e a equipe de Marketing precisa pensar em ações para conquistar mais oportunidades urgentemente.

Para o Marketing de Conteúdo, esse é o momento de mostrar o que pode acontecer caso a dor do leitor não seja sanada de maneira eficaz.

Resolução e fechamento  

Na parte final da sua história, o personagem encontra as respostas para as questões que apareceram nos atos anteriores. O leitor, depois de acompanhar ansiosamente a jornada do nosso herói, finalmente pode respirar um pouco mais aliviado.

Exemplo: depois de muita pesquisa, Natália percebeu que precisa investir em novas formas de produzir conteúdo, além de colocar sua equipe para executar as tarefas de maneira mais estratégica. Ela passou a utilizar técnicas mais eficazes nos seus materiais ricos, redes sociais e no site – o que fez a geração de leads dar um salto!

Se você está usando o storytelling para vender um produto ou serviço, é nesse momento que a sua empresa pode aparecer. Aqui, você pode surgir com uma solução para os problemas do leitor, uma ajuda para superar os desafios e obter sucesso!

Essa fórmula pode ser aplicada em blogposts, eBooks, infográficos, cases de sucesso, vídeos animados, entre outros formatos. Basta ter criatividade e muito conhecimento sobre quem são seus atuais e futuros clientes.

Exemplos de storytelling para marcas

Quer entender melhor como isso funciona na prática para as empresas?

Confira alguns exemplos de storytelling de marcas famosas que aplicaram os conhecimentos citados acima em suas campanhas de maneira muito inteligente!

1 – Always: Tipo Menina

Uma das campanhas mais famosas da empresa Always desconstrói a maioria dos comerciais de absorvente ao questionar a forma como as mulheres são vistas pela sociedade. Ela é surpreendente e utiliza elementos que passam veracidade para emocionar e gerar reflexão. Tudo isso associada à mensagem da marca!

2 – Nextel: #NãoAoRótulo

Outra empresa que conseguiu criar uma campanha surpreendente foi a Nextel. Ao reunir diversas personalidades famosas falando sobre suas dores na televisão e na internet, a empresa conseguiu fisgar a atenção do público.

Gerou engajamento e empatia, ao mesmo tempo em que reforçou um desejo da Nextel: se aproximar mais das pessoas físicas, já que a empresa geralmente é lembrada como uma prestadora de serviço para pessoas jurídicas.

3 – Google Search: Reunion

Essa é uma campanha do Google na Índia que você pode assistir com legendas em inglês. Vale a pena: nela, a neta de um senhor de idade usa a ferramenta de pesquisa para encontrar um amigo de infância do avô.

O Google aparece de forma natural, em contextos comuns, mas serve como a resolução de um conflito de anos. É uma maneira inteligente de inserir sua marca em campanhas sem precisar falar dela o tempo todo – e pode nos ensinar muito para aplicar no Marketing de Conteúdo!

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Gostou dos nossos exemplos de storytelling? Eles são de grandes empresas, mas você não precisa ter um orçamento milionário para aplicar essas técnicas no seu Marketing Digital.

Além do Marketing de Conteúdo, é possível construir branded content usando os stories do Instagram, threads no Twitter e tantas outras plataformas…O importante é engajar o seu público com a marca, agregando valor aos seus serviços e reforçando a autoridade da empresa na área!

Se você já aplicou exemplos de storytelling na sua estratégia digital, compartilhe com a gente nos comentários! Vamos adorar ter novas referências para mostrar aos nossos leitores.

Obrigada e até a próxima!

 

Como criar um calendário editorial para marketing digital em 4 passos

Como criar um calendário editorial para marketing digital em 4 passos

Quem já quis começar um blog pessoal provavelmente percebeu que publicar com regularidade é um desafio. Sempre aparecem demandas urgentes e outras coisas mais importantes para resolver – o que faz seus textos demorarem semanas e, às vezes, até meses para irem ao ar.

No blog de uma empresa, não é diferente. Criar um calendário editorial perfeito depende de organização e estratégia.

Ele definirá a sua agenda de publicações de conteúdos e poderá ser usado para organizar as publicações do seu blog, a criação de eBooks e seus posts em redes sociais, entre outros formatos de material que sua empresa produz.

Esse tipo de organização é fundamental para garantir que a sua estratégia de Marketing de Conteúdo será efetiva. Afinal, não basta publicar apenas por publicar: a regularidade é fundamental para garantir um bom rankeamento no Google e reforçar a autoridade da sua marca nos temas tratados.

Neste conteúdo, você lerá sobre:

  • O que é um calendário editorial?
  • Por que criar um calendário editorial?
  • Como montar o calendário editorial perfeito?

O que é um calendário editorial para marketing digital?

Como você já viu aqui, o calendário editorial reúne todas os conteúdos de sua empresa.  

Ele pode ser criado em formato de planilha, em aplicativos como o Google Agenda ou até em plataformas de gerenciamento de tarefas, como o Trello e a Asana.

 

Por que criar um calendário editorial?

O Marketing de Conteúdo é uma excelente maneira de ampliar a visibilidade online da sua empresa. Mas, para isso, você precisa de artigos realmente interessantes, além de materiais ricos e outros formatos engajantes, como podcasts e vídeos.

Para colocar tudo isso em prática, a organização é fundamental. Não basta definir os temas ao acaso: eles precisam ser pensados de maneira ampla para ajudarem no alcance dos objetivos da empresa – sejam eles de reforçar sua autoridade no mercado, conquistar mais leads ou chegar a um público mais qualificado.

Para isso, você precisa ter um controle de quais palavras-chave já utilizou, quantos conteúdos produziu sobre cada assunto e quais blogposts foram direcionados para determinadas personas.

Guardar esse tipo de informação apenas na memória pode ser um tiro no pé caso a sua equipe de marketing de conteúdo mude ou a sua produção cresça exponencialmente (o que a gente quer que aconteça, né?).

Além disso, você precisa se preparar com antecedência para poder medir os esforços que investirá. Escolher, por exemplo, se produzirá os artigos internamente ou se terceirizará a produção de conteúdo.

Como montar o calendário editorial perfeito?

 

1. Defina a frequência de publicação

Uma das primeiras etapas para criar o calendário editorial perfeito é definir quantas vezes por mês você publicará no seu blog. Essa é uma escolha que deve levar em conta diversos fatores, mas o principal deles é manter a regularidade.

Cuidado para não ser ambicioso demais e acabar desenhando uma escala que você não conseguirá cumprir. É melhor publicar um conteúdo por semana, por exemplo, do que publicar quatro na primeira semana do mês e mais nenhum por muito tempo.

A regularidade de publicação ajudará seu blog a melhorar o desempenho em SEO, além de “treinar” a sua audiência – que começará a saber quando deve procurar por novas atualizações.

2. Planeje os conteúdos

Após definir a frequência das suas publicações, é o momento de planejar os conteúdos em si.

Aqui entram definições como:

  • Tema e palavra-chave;
  • Formato (se será um blogpost, um eBook, um vídeo, etc.);
  • Formas de divulgação (e-mail, redes sociais, entre outras);
  • Profissionais responsáveis pela produção e pela revisão;
  • Persona na qual o conteúdo focará;
  • Etapa do funil (topo, meio e fundo).

Se você ainda não tem clareza sobre algum desses itens, como as etapas do funil de vendas ou a criação de personas, vale estudar um pouco na hora de desenvolver o seu calendário editorial.

Isso porque saber para quem você está escrevendo e qual o objetivo daquele conteúdo é fundamental para criar materiais assertivos e obter resultados incríveis.

3. Inclua os conteúdos no calendário

Pronto: conteúdos planejados. Agora, você precisa distribuí-los ao longo das datas. Como comentamos, existem muitas plataformas disponíveis para montar o calendário editorial perfeito mas, nesse momento, o ideal é olhar de fato para o calendário.

Para começar, verifique se existem datas comemorativas relacionadas ao seu negócio nos próximos meses ou eventos que possam interferir nas suas publicações.

Fique atento também aos feriados: para algumas empresas, eles significam mais tráfego mas, para a maioria, eles tendem a atrapalhar a divulgação de novos materiais.

Depois, elimine essas datas e distribua os seus conteúdos planejados nas que restaram. Tente variar entre etapa do funil e persona, para não atrapalhar as métricas de resultados no futuro (a menos que você esteja, de fato, fazendo testes e acompanhando isso).

Com tudo definido, é possível que você tenha pelo menos um mês planejado pela frente. Não existe um número mágico de artigos que você precisa pensar antecipadamente, mas é bom ter alguma flexibilidade caso seja necessário. Tanto por conta de questões com a equipe, como mudanças necessárias para que a sua estratégia funcione bem.

4. Use o calendário editorial de maneira inteligente

Depois de montar seu calendário editorial na plataforma escolhida, você precisa inseri-lo na rotina do time, por meio de processos bem definidos.

Além dos conteúdos futuros, o calendário pode registrar um histórico das suas publicações, com posts antigos. Por isso, o ideal é utilizar uma ferramenta escalável e de fácil acesso na nuvem.

Aproveite o histórico para acompanhar as métricas de conteúdo do seu blog, fazer otimizações em conteúdos antigos que não estão performando muito bem e investir na divulgação daqueles que têm bons resultados.

Assim, além de organizar as publicações, o seu calendário serve também como um guia geral de toda a estratégia de Marketing de Conteúdo.

Construir um calendário editorial perfeito facilita o acompanhamento do conteúdo e a agenda do blog, bem como auxilia na programação dos outros canais de marketing – como redes sociais e e-mail -, além de ajudar na hora de mensurar resultados e produzir materiais de resultados!

Se a sua empresa não consegue manter uma regularidade nas publicações, você pode considerar buscar uma produtora de conteúdo que ajude neste processo. Assim, o seu time tem mais tempo para organizar a sua estratégia e investir em otimização! É mais dedicação para entender seus possíveis clientes, criar personas e saber o que elas querem ler.

Até a próxima!

Como identificar plágio no marketing de conteúdo

Como identificar plágio no marketing de conteúdo

Se existe um fantasma que assombra todos os gestores de Marketing que optam por terceirizar a produção Inbound é o plágio no Marketing de Conteúdo.

Infelizmente, essa péssima prática ainda é muito comum. Afinal, o Google está aí para fornecer textos sobre todos os temas, em todas as línguas, a hora que você quiser.

Seja por preguiça ou incompetência, muitos “profissionais” apelam para esse recurso criminoso e trazem problemas para coordenadores desprevenidos. Chato, não é? [emoji triste :/]

Isso pode colocar todo o seu trabalho à perder: planejamento, briefagem, execução… Vai tudo por água abaixo! Uma vez que os próprios mecanismos de busca penalizam seu site, diminuindo os acessos.

E você? Também anda sendo assombrado por esse fantasminha nada camarada ou já encontrou formas eficientes para mantê-lo bem longe?

Caso esteja tendo problemas com plágio no Marketing de Conteúdo, podemos ajudar você!

Neste conteúdo, falaremos sobre cuidados que os gestores podem tomar para terceirizar a produção com segurança e sem riscos.

Você vai ler sobre:

  • Os diferentes tipos de plágio no Marketing de Conteúdo;
  • Ferramentas para identificar plágio no Marketing de Conteúdo;
  • Como terceirizar a produção e evitar o plágio no Marketing de Conteúdo.

A diferença entre referência e plágio no Marketing de Conteúdo

É comum ouvirmos o famoso dito popular: “nada se cria, tudo se copia”.

Por mais que essa afirmação tenha um fundo de verdade, quando levada ao pé da letra, ela acabar com toda a credibilidade de sua marca em um piscar de olhos.

A verdade por trás do dito é o fato de que (quase) todas as ideias já estão aí! São anos de pesquisas somados à democratização da produção de conteúdos com a revolução digital.

O resultado disso é que as pessoas já escreveram muitos dados e continuam produzindo novidades em uma velocidade nunca vista.

Sendo assim, “copiar” significa aprender com o que já está produzido, pegar referências e elaborar seu próprio conteúdo. Lembrando sempre de citar os autores, quando utilizar suas ideias ou partes do conteúdo original.

Quando um redator se apropria de um conteúdo indevidamente e não dá créditos, é o caso de um plágio.

O plágio no Marketing de Conteúdo é uma violação dos direitos autorais e pode gerar multas, além da desmoralização diante do mercado profissional.

No entanto, nem todo plágio é igual. Isso porque existem algumas diferenças básicas que você precisa conhecer, como:

Plágio direto

Este é o mais grave dos plágios. Acontece quando o redator copia o texto na íntegra e assina como se fosse seu.

Assim, é muito fácil detectar esse tipo de plágio no Marketing de Conteúdo. Basta copiar uma frase e jogar no Google ou outros softwares, conforme mostraremos mais adiante.

Plágio indireto

Já esta é uma cópia parcial. Acontece quando o texto é de outro autor, mas foi reproduzido somente em partes ou com outras palavras. É um tipo mais difícil de ser detectado, mas que também gera problemas.

Por mais que o redator esteja repetindo ideias de outras pessoas, é mais ético e inteligente citar a fonte.

Plágio de tradução

Ainda que o texto esteja em outra língua, postar a tradução como se fosse um texto original é errado.

Os mecanismos de busca e tradução já contam, atualmente, com tecnologia para “memorizar” textos e identificar quando isso acontece.

Em todos esses casos, é aplicada uma penalização que prejudica o ranqueamento da sua página. Assim, os mecanismos acabam sinalizando-a como conteúdo não confiável e diminuindo a autoridade do site.

Portanto, não caia nessa armadilha! Previna-se já do plágio no Marketing de conteúdo por meio de boas práticas e ferramentas adequadas para isso.

Ferramentas para identificar o plágio no Marketing de conteúdo

Primeiramente, indicamos escolher algumas ferramentas para identificar o plágio. Afinal, você precisa detectá-lo antes de acabar postando o conteúdo.

Por isso, como coordenador de Marketing, jamais aprove um conteúdo e coloque-o no ar sem fazer a checagem nos mecanismos adequados.

Dessa forma, existem muitas alternativas que comparam o conteúdo escrito com outros textos publicados na internet.

A primeira opção é o próprio Google. Com ele, se você pesquisar por fragmentos do texto entre aspas, encontrará materiais que contenham as mesmas palavras.

Ainda assim, não confie somente nisso para ter certeza. Há também outras ferramentas gratuitas especializadas em detecção de plágios.

Confira algumas:

Pode ser válido investir em ferramentas pagas, caso  esteja desconfiado de que essas não estão dando conta do reconhecimento.

Como evitar o plágio no Marketing de Conteúdo?

As ferramentas são um recurso de segurança, mas como diz outro ditado: é melhor prevenir do que remediar. Logo, melhor do que correr riscos de plágio no Marketing de Conteúdo é criar processos para evitá-lo.

Alguns que funcionam muito bem, são:

Capriche nos briefings

Nem toda a responsabilidade sobre a qualidade do conteúdo está nas costas dos redatores. Os briefings são fundamentais para que eles possam desenvolver um bom trabalho.

Assim, quando o briefing está bem estruturado, com boas referências e clareza na proposta, as chances de plágio são menores.

Esteja à disposição dos redatores para tirar dúvidas e acompanhar seu trabalho

Marcar presença também ajuda, pois deixa o redator mais atento ao saber que você está acompanhando o seu trabalho.

Mostre-se solícito para tirar dúvidas que ele possa ter ao longo da produção e responda rapidamente para que ele possa dar continuidade ao serviço.

Trabalhe com revisores

Por mais qualificado que um redator seja, alguma coisa sempre escapa. Erros de digitação, links errados, defeitos estruturais… São todos problemas que podem surgir na produção.

Tendo um revisor para analisar os conteúdos você evita os erros citados acima e já tem um profissional responsável por fazer a checagem do plágio nas ferramentas escolhidas.

Contrate produtores de confiança

Por último, mas não menos importante, a principal forma de evitar o plágio no Marketing de Conteúdo: trabalhar com pessoas de confiança.  

É vantajoso contratar agências especializadas. Elas já contam com uma base de redatores selecionados e possuem seus próprios processos internos para evitar o plágio a todo custo.

Ao terceirizar a produção de conteúdo com empresas já consolidadas no mercado, você garante a qualidade e se livra do incômodo de acabar tendo de lidar com um profissional inexperiente ou mal intencionado.

E aí, nossas dicas deixaram você mais tranquilo em relação ao plágio no Marketing de Conteúdo?

Esperamos que sim! É um problema recorrente do setor, mas agora você poderá passar longe dessa dor de cabeça.

Aproveite e confira também nosso post sobre curadoria de conteúdo digital. Afinal, esse é um recurso importante para garantir a qualidade e relevância da produção de conteúdos.

Até a próxima!

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