O que é conteúdo evergreen e por que você deveria pensar em criá-lo

O que é conteúdo evergreen e por que você deveria pensar em criá-lo

Evergreen não é a música de Barbra Streisand, mas, assim como a canção, é um tipo de conteúdo que dura – sem prazo de validade. Traduzido do inglês, evergreen significa, literalmente, perene.

Acabamos de responder a provável primeira pergunta sobre esse tema: o que é o conteúdo evergreen? Mas iremos, ainda, elaborar e responder mais algumas questões que irão ajudá-lo com esse tipo de material tão desejado e, ao mesmo tempo, tão essencial.

A nossa intenção é produzir e falar da relevância do conteúdo permanente, que permanece fresco por um longo período de tempo.

Para que não perca o timing, o conteúdo evergreen não inclui informações pontuais como notícias e tendências, por exemplo. Ele pode ser acessado e continuar relevante durante um longo período.

Estamos falando de anos. Por isso, também podemos dizer que eles atraem cliques longos. Muitos conteúdos evergreen são responsáveis pelo tráfego de diversos blogs e websites.

Neste post, você lerá sobre:

  • O que pode ser considerado conteúdo evergreen?
  • Estratégias para produção de conteúdo evergreen;
  • Vantagens do conteúdo evergreen.

O que pode ser considerado conteúdo evergreen?

Se eles não incluem informações factuais, então, podem ser encaixados em conteúdos como:

  • Artigos perenes com dicas ou tutoriais, por exemplo: “o passo a passo da arrumação da mala perfeita”;

 

  • Listas. Você pode criar blogposts como “10 estratégias de marketing atemporais”;

 

  • Ainda pensando em artigos, textos que entreguem dicas para se ter uma vida saudável ou sobre como alterar a rotina para incluir exercícios físicos no dia-a-dia são outra aposta que dá certo;

 

  • Postagens educacionais;

 

  • Glossários.

O ideal é adaptar a proposta da sua marca e os interesses do seu público-alvo para esse tipo de conteúdo.

Se você tem uma revendedora de carros, poderá criar posts que orientem sobre como economizar combustível ou como manter os bancos de couro do veículo com aspecto de novos por mais tempo, por exemplo.

Estratégias para produção de conteúdo evergreen

Ao contrário do que se pode pensar, a produção de conteúdo evergreen não é uma forma de tapar buracos ou de produzir conteúdo irrelevante. Esse tipo de produção é o que pode determinar a conversão de um lead, por exemplo.

Imagine que se passaram dois anos da publicação do seu conteúdo evergreen e, de repente, lá está ele como resultado de uma busca do Google. O usuário encontra o seu blog por causa do assunto que o interessa e, por meio dele, não apenas conhece ou revisita a sua marca, mas pode até mesmo tomar a decisão de compra.

O fornecimento de conteúdo perene não é tão fácil quanto a publicidade direta no curto prazo, mas pode influenciar e direcionar muito tráfego a longo prazo: ao melhorar a classificação nos mecanismos de pesquisa e também apresentar custos menores de manutenção de conteúdo.

Que tal você imaginar quais são as principais dúvidas que seus clientes podem ter em relação aos seus produtos? Que conteúdo você poderia oferecer para sanar as dúvidas de novos clientes que ainda estão se fazendo essas mesmas perguntas?

Aqui, você pode imaginar dois formatos que se encaixam perfeitamente para o tipo de conteúdo que estamos pensando em criar: glossários e listas.

Conseguiu imaginar como seria possível transformar as dúvidas de seus clientes em respostas nesses formatos? Você também pode falar sobre a estrutura do seu negócio, contar a história dele…

Ao contrário do que muitos empreendedores pensam, os bastidores de qualquer processo de produção são muito instigantes e até mesmo decisivos no momento de compra. É muito interessante saber porquê foram adotados tais sistemas de produção e em qual espaço eles são executados.

Por que o conteúdo evergreen não fica desatualizado?

Porque ele entra na categoria atemporal. A história da descoberta do Brasil será sempre a mesma, não é verdade? Ela nunca ficará desatualizada, embora seja antiga.

Esse exemplo serve para você pensar em quais conteúdos pode criar que não sejam fruto do resultado do último mês, mas sim de décadas, e que exatamente por conta disso não perde a validade. Artigos históricos sobre sua empresa, marca ou produto são exemplos de conteúdo evergreen, como falamos acima.

Embora nem todo conteúdo evergreen seja eterno, eles têm sim uma vida muito longa – e é nesse intervalo de tempo que acabam se transformando em ótimas soluções para a sua estratégia de conteúdo.

Conteúdo sazonal e em tempo real

Quais são as plantas mais indicadas para o jardim de inverno? Nem precisamos de muitas explicações para perceber que esse conteúdo pode ser relevante a cada outono – quando pensamos na troca das flores em casa para que durem na estação mais fria do ano.

Esse é um bom exemplo de conteúdo sazonal.

Conteúdos que não estejam relacionados a um período específico do ano, mas sim da vida, também podem ser classificados como sazonais, e neste sentido, “dicas para escolher a casa própria” encaixam-se perfeitamente.

Já o conteúdo real é aquele que perde a validade na mesma velocidade em que as horas passam. Ou seja: hard news, as notícias do dia a dia. O anúncio do acidente que vitimou dezenas de pessoas é real, mas a falha mecânica que foi apontada como causa da batida pode ser uma derivação de um conteúdo real que se perpetuará com uma vida mais longa.

E por que estamos dando esses exemplos? Porque eles podem servir de inspiração para que você produza conteúdo sem prazo de validade até mesmo baseado em conteúdos com vida curta.

Geralmente, o conteúdo evergreen é o oposto do conteúdo viral em termos de durabilidade.

O conteúdo viral pode ser muito bem utilizado para a divulgação de uma marca ou produto, mas ele perde a validade com a mesma velocidade com que se espalha na internet.

É justamente porque tudo passa muito rápido na internet que o conteúdo evergreen é muito relevante: ele continuará sendo pesquisado e interessante hoje, amanhã e daqui a um ano ou mais.

Vantagens do conteúdo evergreen

Outra boa notícia é que, apesar de não expirar o prazo de validade, esse tipo de conteúdo também comporta vídeos e infográficos além de postagens de texto.

E são a melhor forma de engajamento porque podem ser linkados por muito tempo, também. A criatividade na hora da produção e depois, na escolha do formato, é o que faz a diferença na sua estratégia de conteúdo.

E, claro, algumas dicas são sempre bem-vindas!

Dicas para produção de material evergreen

Veja só:

  • Evite termos técnicos: especialistas geralmente não precisam desse tipo de conteúdo. Escreva para iniciantes;

 

  • Escolha um assunto e desenvolva-o. Depois, outros tópicos podem ser abordados em outros conteúdos;

 

  • Duas respostas são certeiras na hora de produzir conteúdo evergreen. Crie um conteúdo que responde ao “o que é” e “como fazer”. Torne-se a melhor resposta para as suas perguntas;

 

  • Tenha certeza de que o seu conteúdo está completo. Assim, o seu público não precisará fazer outra pesquisa e esquecer do seu conteúdo, marca e produto.

Outra estratégia de Marketing de Conteúdo relacionada ao conteúdo evergreen é que, ao criar postagens com assuntos que se complementam, você sempre pode lembrar de linkar o post ao conteúdo vida longa.

Esperamos que este post sobre conteúdo evergreen tenha ajudado você a compreender porque deveria pensar em criar conteúdos de longa duração.

Se você quiser, pode deixar nos comentários como foi a sua experiência com a leitura. E claro, se preferir, pode continuar navegando conosco  nas possibilidades do Marketing Digital.


Até a próxima!

 

Geração dividida: entenda o “millennial divide” e seu impacto na produção de conteúdo

Geração dividida: entenda o “millennial divide” e seu impacto na produção de conteúdo

Se você tem dúvidas sobre investir em marketing para millennials, preste atenção nesta estatística: a geração do milênio é composta de 75 milhões de indivíduos apenas nos EUA, com um poder de compra de mais de US $ 600 bilhões.

Engana-se quem pensa que os millennials ainda são adolescentes ou, no máximo, jovens que estão seguindo certas tendências de estilo e comportamento. Há muitos casais com filhos que também fazem parte desse grupo.

Consequentemente, estamos falando de uma geração que, em plena idade adulta, está adquirindo cada vez mais poder de compra, consumindo mais e ditando a cara e o tom do mercado.

Sendo assim, seja qual for seu público-alvo, é quase certo que você encontrará tomadores de decisão e influenciadores pertencentes a esta geração. Então por que não entendê-los melhor? Aproveite este conteúdo e leia sobre:

  • O “Millennials divide” e a divisão da Geração Y
  • Marketing para millennials: quem eles pensam que são?
  • O que o conteúdo deve oferecer para fisgar os millennials?

Millennials e o mercado:

Embora boa parte dos C-Level de grandes empresas ainda pertençam à uma geração anterior, é inegável o impacto das empresas modernas (especialmente ligadas à tecnologia) e de seus funcionários cada vez mais jovens em posições de decisão têm criado.

A influência é tamanha que tem causado uma verdadeira revolução na forma como são geridos os espaços de trabalho e os recursos humanos na empresas.

Afinal, quando pensamos em empresas inovadores, você provavelmente associa o pensamento a jovens da Geração Y trabalhando em um espaço bem decorado, com sofá para uma soneca e atributos descolados e divertidos, como mesas de sinuca, videogames e por que não, um tobogã, como na sede do Google em Tel Aviv.

Imagem relacionada

Não há dúvidas, portanto, que o mercado está sendo influenciado pelo comportamento Millennials no que diz respeito à novas formas de inovação.

Millennials divide e as suas subdivisões em categorias

Mas afinal, os Millennials são todos iguais?

Se você pensa isso, acaba que descobrir que a resposta é não!

No mundo há mais de 80 milhões de millennials. Eles começaram a nascer há exatamente 40 anos (a primeira geração é data de 1979 e a última nasceu, de 1995). E quanto mais próximos a esses extremos, maiores as diferenças entre eles.

Para o Google, este fenômeno tem nome. Chama-se Millennial Divide, ou a divisão da geração Y de acordo com a faixa etária.

Para além das quase duas décadas que os distanciam, as mudanças no planeta, é claro, interferem na sua forma de ver o mundo.

Logo, além de entender princípios de marketing para Millennials, o ideal é você saber com qual deles a sua marca anda conversando e, então, entender suas particularidades e reações a diferentes estímulos. 

Old Millennials

Segundo estudo realizado pelo Google, os Millenials se dividem, então, em dois grandes grupos.

De um lado, os “Old Millennials”, cuja idade varia entre 25 e 34 anos. Este grupo é formado por jovens adultos que viveram boa parte da vida sem internet.

Ser parte desta categoria significa ter sido criança nos anos 90, ter tido seu primeiro Smartphone quando já adulto ou adolescente e,  enquanto se divertia com brinquedos analógicos, ter acompanhado a popularização das primeiras versões do Windows, dos computadores Apple além de, claro, dever se lembrar deste barulhinho aqui.

Mesmo não sendo parte desta fatia de mercado, é importante observar alguns padrões situacionais e comportamentais inerentes a ela:

1) A maior parte dos Old Millennials está passando por momentos difíceis e que exigem grande maturidade.

Muitos vivenciam situações complexas como: conseguir um novo emprego, comprar uma casa ou apartamento, morar junto com o(a) companheiro(a), viajar ou morar para fora do país ou ainda o nascimento de um filho.

2) Adulting é uma palavra que você precisa conhecer se quiser entender melhor este público.

O termo, do inglês, é cada vez mais adotado em sociologia quando abordamos a Geração Y.

Segundo o dicionário Cambridge, Adulting é o ato de comportar-se como um adulto responsável e não como uma criança ou adolescente, em especial no que diz respeito a tarefas cotidianas, como comprar comida saudável, limpar a casa ou pagar boletos.

Embora a vida adulta gere muitos aprendizados e inúmeros memes, o fenômeno Adulting é responsável por uma certa sofrência dos Old Millenials, que frequentemente se comparam a seus pais em idade semelhante e enxergam um enorme gap entre os padrões econômicos vividos outrora e os atuais.

Ao mesmo tempo em que não há mais tempo para desfrutar da vida como um jovem descompromissado, ainda há muito o que conquistar para igualar-se às conquistas da geração anterior. Nesse sentido, “ser adulto” ou “adulting” é tão necessário quando doloroso.

Além disso, já era adulto em 2008 pode acompanhar a grande recessão mundial – que foi ditada pela quebra de grandes instituições financeiras. Essas interferências econômicas refletiram em desemprego e inflação e, consequentemente, trouxeram pessimismo.

3) Procuram por elementos que aliviem o “sofrimento” e facilitem suas rotinas,  como hacks e produtos “detox”

Como vimos, viver situações difíceis e tomar decisões adulta sem crise econômica faz com que os Old Millennials precisem esvaziar a cabeça de vez em quando. Eles adoram fazer isso acessando o YouTube, por exemplo.

Assim como consomem vídeos de “hacks” para fazer algo, há um constante sentimento de nostalgia e eles consomem muito conteúdo relacionado aos anos 90. Afinal, eles passaram a infância e início da juventude nessa década.

Young Millennials

De outro lado, temos os Young Millennials, a geração que já cresceu com medo de estar perdendo alguma coisa, totalmente acelerado pela cultura da velocidade e do imediatismo.

São considerados Young Millennials aqueles com idade entre 18 e 24 anos.

Ao contrário dos OM, já conheceram o mundo em plena recessão econômica e, por esse motivo, tendem a ser mais realistas e conscientes financeiramente.

Por esse motivo, valorizam o tempo dedicado aos estudos e têm a obtenção de títulos e diplomas como maior objetivo.

São hard users de redes sociais, mas respondem a estímulos específicos: não suportam propaganda e 58% afirma que prefere comprar de marcas com as quais se identificam, ou seja, dialogam com seus interesses.

O contraste na mesma geração

É uma forma de ver o mundo bem diferente de quem nasceu no fim da geração de millennials e passou a infância e adolescência nos anos 2000 – que já cresceu sem dar crédito ao milagre econômico, mas viu o mundo se modificar em um simples toque. A velocidade do touch trouxe inúmeras vantagens e ditou padrões de comportamento sem precedentes.

Para eles, smartphones e redes sociais são regra desde a escola.

Longe da nostalgia, para os young millennials a vida não só é agora, como só se vive uma vez.

Eles também gostam do Youtube, mas não para extravasar: no caso deles, ele é o maior parceiro na hora de aprender, já que o sonho do diploma é mais real para quem nasceu no início da geração de millennials.

Mas o que eles têm em comum? Ou como integrar essas duas gerações?

O acesso à informação é um caminho certeiro para ambas!

Marketing para millennials: quem eles pensam que são?

Para além de colocá-los em um gráfico, é preciso conhecer o que os interessa. Pelo que se apaixonam. Quais são seus dramas e como se comportam.

Essas informações são valiosas para  a sua estratégia de marketing para a geração Y. Vamos lá?

Sem anúncios tradicionais, por favor

Uma das coisas mais específicas que podemos dizer agora e que pode surtir o efeito que você deseja é: se quiser se comunicar com a geração do milênio, abandone a ideia de apenas divulgar uma marca.

Eles não são atraídos por esse tipo de estratégia – a menos que veja muito sentido em fazê-lo. Concentre-se em conteúdos relevantes: anúncios tradicionais não influenciam seu comportamento de compra.

O que o conteúdo deve oferecer para fisgar os millennials?

  • Nem pense em não ser original;
  • Logo, autenticidade é essencial;
  • Imagem é tudo;
  • Sem rodeios, seja direto!
  • Informe, eduque, inspire.

Vamos juntos acompanhar algumas características que podem definir a geração Y. Assim, poderemos desenhar um mapa informativo e bem intuitivo com estratégias de marketing digital para millennials.

O que nós queremos? Conexão!

Novo zapear da tv

É claro que essa geração assiste menos televisão e, se assiste, quase não presta atenção aos anúncios. Então, antes de irmos adiante, esqueça a ideia de produzir esse tipo de conteúdo, ok?

Por outro lado, informe-se sobre branded content na era digital. Você receberá informações de como adaptar a propaganda à nova era da informação. Não é nenhuma novidade que, para eles, passar o feed das redes sociais é o novo zapear da TV.

Você precisará dialogar com o tal “medo de perder algo” que a geração Y carrega. Esse receio foi batizado de Fomo. É ele quem faz com que essa galera cheque constantemente as mídias sociais, mantendo-se constantemente atualizados.

Eles não querem de jeito nenhum perder algum conteúdo.

Logo, una o útil ao agradável: produza conteúdos para que eles se conectem ao que você tem a dizer. Se os millennials sentirem que podem estar perdendo algo ao não acessar o seu conteúdo, você terá acertado o caminho.

Politicamente corretos e muito altruístas

O sistema de valores deles inclui – com muita força – o altruísmo. Não há mais como ignorar que essa nova geração quer fazer contato e manter relações com empresas que estejam engajadas com questões sociais e ambientais.

Não estamos apenas falando de causas que você pode ajudar ou colaborar com o trabalho. Os millennials querem mais do que isso.

Eles precisam compreender qual é o seu histórico como organização: a visão política dos seus executivos, o sistema de trabalho dos seus colaboradores e, ainda, como lida com as questões ambientais. E, acredite, eles querem mesmo saber! Conte tudo ou, melhor do que isso, não esconda nada.

Tente entregar algum valor, mas seja autêntico ao fazer isso. Aproveite, também, para dar ao seu público-alvo uma visão dos bastidores. Como a sua empresa funciona? Onde?

Lembre-se que a comunidade da geração Y é multicultural. Para se conectar efetivamente, não ignore campanhas que abordem várias subculturas étnicas.

Boca a boca online

A geração Y não faz a compra apenas pela sua necessidade. Para efetuar o pedido, eles levam em consideração, por exemplo, as avaliações online.

Também querem feedbacks de amigos e de familiares sobre produtos e marcas – e levam essas trocas muito em conta.

Eles acreditam que o conteúdo gerado por usuários tem mais valor do que aquele gerado pela própria empresa. É o tradicional boca a boca feito de forma eletrônica.

Mais do que isso, feito por meio de dispositivos móveis.

Dados para insights

Aproveite o fato dessa geração permanecer muito tempo online: extraia informações úteis sobre como você pode lançar seu produto ou modelar sua marca conforme a expectativa deles.

A internet também é espaço para a interação da sua empresa. Nas mídias sociais, comentários, dúvidas, reclamações, sugestões, estão todos abertos para quem quiser ver. Comente, agradeça, responda. Comunique-se.

Interação e educação

Se eles gostam mais de conteúdo gerado por meio de vídeos e compartilham mais esse tipo de informação, você já sabe o que fazer.

Eles certamente já não estão mais tão ligados no Facebook. Estão se comunicando com amigos, familiares e personalidades no Snapchat e Instagram. O Youtube também é um dos queridinhos dos millennials.

Lembra que eles adoram conteúdo interativo? Então, abuse de enquetes, infográficos, pesquisas – informações assim podem viralizar em segundos.

Confira nosso artigo sobre como produzir conteúdo para jovens para entender melhor.

Otimize seu conteúdo para vários dispositivos. Smartphone, tablet e laptop! E, claro, não esqueça que a autenticidade combina com todos esses formatos.

Esperamos que este conteúdo sobre marketing para millennials tenha sido útil e sanado todas as suas dúvidas sobre essa geração tão intrigante.

Quer se conectar com a gente? Conte-nos sobre sua experiência com a geração Y nos comentários. Até a próxima!

Como Marketing de Conteúdo e Marketing de Influência podem trabalhar juntos?

Como Marketing de Conteúdo e Marketing de Influência podem trabalhar juntos?

Se existe um fenômeno perceptível com a popularização da Internet, este é a ascensão dos digital influencers e seu impacto sobre o mercado consumidor. E é aqui onde nasce a ideia do Marketing de Influência.

Afinal, eles reúnem multidões de seguidores em seus perfis e têm a confiança deles, que os acompanham diariamente e consomem os conteúdos produzidos.

Hoje com forte adesão, o Marketing de Influência tornou-se um diferencial competitivo para marcas que executam campanhas digitais, inclusive aquelas que já trabalham com marketing de conteúdo.

Juntas, as duas táticas têm se mostrado muito efetiva para construção de awareness e autoridade de marca e até mesmo para aumentar o potencial de alcance de conteúdos.

Quer saber como marketing de conteúdo e marketing de podem influência juntos? Leia este conteúdo até o final e surpreenda-se!

Você vai ler sobre:

  • Qual a importância e de que maneira funciona o Marketing de Influência
  • Afinidades entre ações de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo
  • Métodos para utilizar Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo juntos

 

 

Afinal, quanto é preciso investir para uma ação de Marketing de Influência?

Primeiramente, é bom lembrar: o Marketing de Influência existe há um bom tempo – e já foi muito caro. O motivo do alto custo é que, há alguns anos atrás, a técnica era mais focada em personalidades televisivas e da grande mídia.

Hoje, temos uma democratização da voz popular, favorecendo pessoas “comuns” a ganhar visibilidade diante das massas. Para isso, é preciso ter bons equipamentos, ideias criativas e uma dose de magnetismo pessoal, a fim de angariar milhares de admiradores nas redes.

Investir em celebridades da Internet é uma boa forma de obter alcance. Porém, com custos quase sempre menores.

Enquanto um artista consagrado em meios mais tradicionais pode exigir altos cachês para participar de uma campanha, os influenciadores digitais podem, em muitos casos, aceitar produtos e serviços, em troca de artigos ou vídeos divulgando-os e agradecendo à marca que os ofereceu – é a chamada permuta.

O pagamento em dinheiro também é uma opção e varia de acordo com a popularidade do influenciador. Cabe à empresa analisar e escolher qual oferece mais benefícios.

Além de estarem contato com audiências específicas – favorecendo o alcance de nichos –  os influenciadores oferecem a vantagem de abordar os temas de forma natural e descontraída, utilizando a linguagem mais próxima do público que os acompanha.

A naturalidade para lidar com o público é importante, dado que o uso de AdBlockers cresce a cada dia e dificulta ainda mais o trabalho de quem prioriza anúncios pagos. O consumidor está mais resistente a campanhas tradicionais, engajando-se conforme a identificação com os propagadores da marca em questão.

Apenas para exemplificar e deixar claro que não estamos falando de algo irreal, vamos aos números! Pesquisas respeitadas internacionalmente mostram que, a cada 1 dólar investido em Marketing de Influência, há um retorno de U$6,50 para a empresa. Ou seja, aqui há um Retorno Sobre o Investimento (ROI) invejável à qualquer estratégia de crescimento dos negócios.

Portanto, o Marketing de Influência é uma técnica acessível e que traz excelente retorno, justificando rapidamente o investimento feito sobre a estratégia.

 

Como unir as ações de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo?

Se pararmos para pensar, o próprio trabalho dos influenciadores já é baseado em algumas técnicas de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo. Isso porque produzem um conteúdo digital altamente personalizado e voltado para seu público-alvo, divulgando-o em canais de amplo acesso.

O mais comum é a produção de conteúdo audiovisual. Em sua maioria, os vídeos instrutivos e/ou descontraídos arrecadam milhares de reações e inspiram compartilhamentos por quem se identifica. E o mais interessante é a que a grande maioria das pessoas inicia na carreira por conta própria, sem o auxílio de publicitários em um primeiro momento.

É ou não é uma ação de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo muito bem executada? No fundo, o que precisamos é aprender com estes quase colegas de profissão e desenvolver parcerias para um crescimento mútuo. Com este objetivo, podemos:

  • Convidar influenciadores para produzirem guest posts no site da empresa;
  • Produzir conteúdo para o público do influenciador e estabelecer uma parceria, onde ele compartilha o material.

Essa é a idéia por trás da junção destas duas técnicas. Agora, vejamos como implementar isso de uma maneira prática.

Implementando Marketing de Influência dentro da estratégia de conteúdo

Veja algumas ações que podem ser tomadas para adicionar esta técnica ao seu trabalho.

1- Identifique os influenciadores das suas personas

Obviamente, nem todo influenciador é adequado para divulgar o seu produto. Considerando que buscamos a personalização de estratégias de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo, o influenciador precisa ser alguém inspirador e que gere identidade junto ao seu público.

É importante que tenha práticas alinhadas com os valores definidos para a sua marca e não esteja envolvido com comportamentos negativos aos olhos das suas personas. Escolher um influenciador errado pode resultar em boicotes e churn aos negócios. Por isso, estude-os muito bem antes de fechar parcerias.

Sob esse filtro, faça um levantamento dos mais atuantes e registre-os em tabela, contendo nome, contato, canal de comunicação, número de seguidores e estratégias de interação.

 

2- Engaje-se com os influenciadores e seus seguidores

Quanto mais engajado(a) estiver com eles, maior será a percepção do público de que você faz parte daquela comunidade. Consequentemente, eles irá sentir-se convidado a interagir com sua marca e terá acesso aos conteúdos com frequência.

Por isso, comente nas postagens dos influenciadores e interaja com os seguidores deles. Siga-os e tente engajá-los dentro de sua própria estratégia de conteúdo. Afinal, vocês têm interesses em comum! Mostre isso.

 

3- Peça que os influenciadores interajam com seus conteúdos

Quando conseguir boas parcerias com digital influencers, certifique-se de acordar que esta atenção seja uma mão dupla. Assim como você interage e aumenta a relevância dele em suas redes, ele também deve aumentar a sua.

Peça aos influenciadores que comentem, compartilhem e promovam os seus conteúdos. Se possível, que utilizem também seus produtos e soluções em público.

Concluindo, os influenciadores digitais são aliados poderosos que devem ser trazidos para perto no mercado. Sempre considere que, caso ele resolva aliar-se ao seu concorrente, isso pode representar problemas.

Fique esperto(a) e seja ágil! Utilize nossas dicas e implemente o Marketing de Influência agora mesmo em seus negócios.

De todo modo, o elemento mais importante continua sendo um conteúdo de qualidade. Por maior que seja o alcance do influenciador, se o conteúdo não for relevante, de nada adianta.

É uma estratégia eficiente, mas não miraculosa! Por isso, não descuide do seu processo de produção de conteúdos e nem terceirize a responsabilidade de gerar bom engajamento. O Marketing de Influência traz visibilidade para conteúdos incríveis.

Quer mais dicas sobre como produzir conteúdos de qualidade? Leia este post e conheça os nossos métodos para garantir um efeito WOW! :O

7 métodos avançados para promover conteúdo digital

7 métodos avançados para promover conteúdo digital

De que adianta produzir artigos excelentes sem uma boa estratégia para para promover conteúdo digital?

No marketing digital, raramente quantidade e qualidade possuem os mesmos valores dentro de uma estratégia. Por isso, nem sempre atingir o maior número de pessoas é uma estratégia interessante.

Afinal, quando criamos  conteúdos para Marketing Digital, estamos produzindo para pessoas específicas – representadas pela sua persona.  

Pensando nisso, é preciso direcionar esforços em impactar o maior número possível de usuários com esse perfil e, neste momento, entender quais são as melhores práticas de divulgação de conteúdo torna-se essencial para o sucesso de qualquer estratégia.

Afinal, você está divulgando nos canais certos. Divulgar em seus canais propriteários não está trazendo o resultado esperado

Não fique frustrado com a falta de likes!

Saiba que existem diversas ações a fim de promover conteúdo digital e escalar resultados com uma velocidade surpreendente.

Compartilharemos com você, agora, 7 métodos avançados para promover conteúdo digital que fazem parte do cartilha dos maiores profissionais da área. Todos testados e aprovados pela prática, com dicas que irão auxiliar você a aplicá-los em sua própria empresa.

Você vai ler sobre:

  • A implementação de métodos avançados para promover conteúdo digital
  • Como é possível gerar mais qualidade nas estratégias de Marketing Digital
  • As ferramentas que auxiliam no alcance de metas por Inbound Marketing  


Vamos lá:

As melhores formas de promover conteúdo digital

Quem tem o ofício de promover conteúdo digital, pode divulgar informações de qualidade e fazer a diferença no dia a dia dos mais diversos tipos de profissionais.

Mas, para que isso aconteça, é preciso pavimentar o caminho, a fim de que cumpra o seu fluxo e chegue até os olhos dos usuários certos.

Se esse é seu objetivo, confira esses 7 métodos avançados para promover conteúdo digital com muito mais alcance (depois é só aproveitar os resultados):

 

1- Faça testes A/B

Os testes A/B são uma forma simples e rápida de melhorar as taxas de conversão. Servem para aprofundar conhecimentos sobre as personas e geram inteligência comercial.

Trata-se de dividir o fluxo de acessos a uma determinada página e verificar qual performa mais. Naturalmente, os resultados mostram as preferências do seu público-alvo. Dominá-las é grande parte do sucesso ao promover conteúdo digital.

Ao fazer estes testes, experimente modificar:

  • Títulos dos conteúdos;
  • Citações em snippets;
  • Textos com publicação em redes sociais.

Você consegue programar testes A/B através de plataformas, tais como o Google Optimize.

 

2- Busque citações de influenciadores

Cada área possui aquelas personalidades em que todos estão ligados. Pela sua relevância no setor, ditam tendências e são capazes de mover grande parte do mercado com dicas e sugestões.

O contato direto com estas pessoas é um passo significativo a fim de promover conteúdo digital. Crie relações via redes sociais, tais como Twitter ou LinkedIn.

Uma vez chamada a atenção dos influenciadores, encaminhe mensagens personalizadas, questionando os mesmos sobre o seu ponto de vista em relação a determinados assuntos. Com as respostas em mãos, pergunte se pode citá-las em seus conteúdos e direcione links para as páginas deles.

Estas falas poderão ser utilizadas para trazer autoridade ao conteúdo. E, além disso, como uma forma de atração nos snippets e chamadas de redes sociais.

Apenas lembre-se de manter o tom cortês e elogioso, mostrando que a opinião é relevante para o segmento e agrega valor. Os benefícios disso serão colhidos por ambas as partes.

 

3- Convide influenciadores a consumir

Fora utilizar a experiência destas pessoas em prol da sua página, conforme a dica anterior, estabelecer o contato com os grandes nomes da área também é uma forma de divulgação do seu conteúdo para leitores altamente especializados.

Traz uma certa pressão submeter os seus materiais ao olhar dos maiores especialistas, não é mesmo? Contudo, uma vez produzidos com qualidade o suficiente para chamar a atenção dos influenciadores, você estará em uma ótima posição!

É a aprovação necessária para ter certeza de que está indo no caminho certo. Melhor ainda será ganhá-los de tal modo que lhe ajudem a promover conteúdo digital.

Com certeza, a indicação destas pessoas é garantia de um fluxo de visitantes qualificados em suas páginas. Objetivando este resultado, novamente encaminhe mensagens diretas.

Dedique-se a convencer o leitor de que seu conteúdo merece o consumo. Não esqueça de indicar o compartilhamento, já que isto aumenta as chances de divulgação orgânica.

 

4- Encaminhe e-mails para promover conteúdo digital

Dificilmente estaremos produzindo conteúdos 100% originais ou pesquisas inéditas dentro do Marketing Digital, pois este tipo de redação costuma estar mais ligado à busca de referências externas do que à pesquisa científica.

Além disso, o departamento de Marketing raramente terá o orçamento para contratar um pesquisador especialista em cada assunto abordado. Nesse caso, trabalha-se com um ou  mais redatores que dominam a escrita.

Assim, é feita a pesquisa de referências confiáveis e se extrai aquilo que é necessário para promover conteúdo digital.

Portanto, o que fazemos é condensar informações de qualidade e torná-las acessíveis a um determinado público, de forma rápida e eficiente.

Consequentemente, isso passa por coletas em fontes distintas, que nos ajudam a embasar os dados veiculados.

Uma vez que estamos no mesmo barco, por quê não aproximar-se das suas referências e convidá-las a visualizar o material?

Isso gera mais tráfego e resulta em parcerias importantes para promover conteúdo digital.

Esta rede de contatos pode oportunizar guestposts, troca de links ou mesmo uma promoção espontânea entre as partes.

 

5- Entre em contato com compartilhamentos similares

É parte do planejamento estratégico conhecer a concorrência. Assim, mantê-la por perto é uma prática saudável e que ajuda a promover conteúdo digital.

Mesmo que você não tenha utilizado tal pessoa ou site como uma fonte direta, ainda pode conquistar boas parcerias e indicações.

Por isso, aproveite o fluxo de e-mail e entre em contato com quem produz conteúdo similar. Estas pessoas, certamente, terão interesse em saber o que está sendo dito e até auxiliar na divulgação de seus materiais.

Na verdade, como podemos ver, o contato é a base de todas as estratégias para promover conteúdo digital.

Atualmente, os e-mails têm sido uma excelente forma de estabelecer o relacionamento constante, direto, prático e de baixo custo.

São mensagens facilmente personalizáveis e que podem ser automatizadas para melhorar a eficiência. Por exemplo:

“Olá, [Nome do titular do e-mail]!

Espero que esteja tudo certo com você e [nome da empresa que ele representa].

Publiquei um novo [tipo de conteúdo] e acredito que você pode gostar! Nele, falamos sobre [assunto]. Gostaria muito que lesse e, se gostar, compartilhe! 🙂

Muito obrigado/a,
[Seu nome].”

 

6- Explore diferentes mídias e formatos

Hoje, a gama de formatos para veicular o conhecimento é imensa! Podemos trabalhar com vídeos, podcasts, blogposts, ebooks e por aí vai. A lista é longa! E, o melhor: não é preciso escolher apenas um!

Produzir Cluster de Conteúdo com diferentes mídias e abordagens acerca de uma temática é tendência forte. Além de ajudar nas estratégias de SEO, permite atingir também uma base maior de leads, conforme suas preferências.

Há quem goste de conteúdos mais dinâmicos e visuais, tais como vídeos instrutivos. Assim como há aqueles que aprovam o bom e velho texto corrido, para ler em seu próprio tempo e assimilar novas informações.

Explore o assunto de cada conteúdo ao máximo! Opte por um tópico pertinente e:

  1. Faça um vídeo resumido;
  2. Prepare um webinar aprofundado;
  3. Crie um blogpost informativo;
  4. Escreva um e-book para download em pdf;
  5. Entreviste especialistas e produza um podcast;
  6. Transcreva a conversa e prepare outro conteúdo.

Estas são algumas sugestões de como promover conteúdo digital. De qualquer modo, o céu é o limite! Utilize a sua criatividade e veja o quanto é possível fazer partindo de uma boa ideia central.

7- Promova seus próprios conteúdos com links internos

O último método para promover conteúdo digital é uma estratégia interna de link building.

Utilizando de softwares especializados para gestão de conteúdos e análise de performance – tais como Contentools e RD Station, respectivamente -, é possível identificar quais páginas apresentam maior tráfego.

Com isso, você aproveitar a popularidade destes conteúdos e direciona uma parte àqueles que deseja impulsionar.

Insira Call To Actions (CTAs), formulários e links que encaminham o leitor a outras páginas do seu próprio site, a fim de engajá-los.

Sendo assim, promover conteúdo digital é mais do que somente divulgá-lo. É estruturar mecanismos que garantam um desempenho positiva, trazendo resultados concretos para o departamento de Marketing.

A promoção do conteúdo acontece quando, além de conquistar a atenção do usuário, é capaz de deixá-lo sedento por mais.

Dessa forma, ele entra no processo de Inbound Marketing, buscando conteúdos mais aprofundados e chegando até as soluções para suas dores.

Que mecanismos você utiliza para promover conteúdo digital? Deixe seu comentário para nós! Ficaremos alegres em conhecer quais destas sugestões você aplicou em sua empresa – além, é claro, do resultado obtido.

Como ir somente pelo rumo mais óbvio não é o suficiente, preparamos este conteúdo aqui! Nele, você encontra informações sobre como aplicar canais não-convencionais na geração de tráfego em sua página.

Estas são algumas sugestões de como promover conteúdo digital. De qualquer modo, o céu é o limite! Utilize a sua criatividade e veja o quanto é possível fazer partindo de uma boa ideia central.

Se gostou do texto, não esquece de assinar nossa newsletter e continue recebendo nossos conteúdo. Até a próxima!  🙂

 

Conteúdo data-driven: como produzir materiais orientados por dados

Conteúdo data-driven: como produzir materiais orientados por dados

Em plena revolução tecnológica, o conteúdo data-driven é aquilo que há de mais eficiente e atualizado em seus diversos usos. O aumento na capacidade das máquinas para gerar, armazenar e processar informações abriu as portas para uma nova forma de Marketing Digital.

Hoje em dia, só anda no escuro quem quer! Após o surgimento de avanços, como o uso de Big Data Analytics, é possível ter uma percepção do mercado mais assertiva do que nunca.

Consequentemente, o futuro dos negócios é o data-driven! Leia este blogpost para entender mais sobre o uso de Data-driven Marketing na produção de conteúdos, a fim de acertar em cheio o lead.

Você vai ler sobre:

  • Como aplicar o conteúdo data-driven no processo de produção da empresa
  • Quais ferramentas devem ser utilizadas para a coleta e a análise de dados
  • De que forma os dados impactam a performance do Marketing Digital

Afinal, o que é Data-driven Marketing?

Por definição, o Data-driven Marketing é uma prática orientada por dados.

Devido à clareza e melhora no posicionamento das estratégias de Marketing com conteúdo data-driven, sua eficiência já é comprovada. Afinal, os dados coletados auxiliam tanto na compreensão dos leads, quanto em um futuro alinhamento às expectativas dele.

É o que a Econsultancy & IBM revela: 33% dos profissionais de Marketing possuem tecnologia para coletar dados de seus clientes.

Conforme as informações levantadas pela Ascend2, os principais objetivos do Data-driven Marketing são:

  • Análise de dados para tomada de decisões (51%);
  • Aquisição de novos clientes (45%);
  • Integração de dados através de plataformas (43%);
  • Enriquecimento da qualidade e completude dos dados (37%).

E o melhor de tudo é que a matéria prima de sua estratégia é praticamente inesgotável! Isso porque, todos os dias, 2,5 quintilhões de data bytes são gerados. Estes podem ser fonte de insights poderosos para atrair as buyer personas.

Certamente, utilizando deste método, você será capaz de gerar um conteúdo data-driven relevante. O que fará com que os leads cheguem até sua base mais quentes e dispostos a adquirir a solução oferecida.

Como é possível orientar a produção de conteúdo data-driven?

Era uma vez, um lead curioso vagando pela Internet em busca de meios para resolver os seus problemas. Durante o trajeto, depara-se com uma imensidão de conteúdos disponíveis – como um pomar cheio de frutas de todos os formatos e sabores.

Agora, ele precisa apenas decidir qual opção o apetece mais e/ou será capaz de matar sua fome por respostas. Nesse momento da história, entram em cena os gestores de Marketing, que precisam desenhar uma estratégia assertiva para atraí-lo.

Pensando bem, esta tarefa não seria mais fácil caso nossos personagens o conhecessem melhor? Ao identificar seus gostos e preferências, é mais fácil organizar o pomar – de modo a torná-lo irresistível.

Essa metáfora representa a base do mindset necessário para uma estratégia de conteúdo data-driven: o conhecimento das personas. Portanto, o primeiro passo é utilizar dos dados que temos em mãos. Assim, somos capazes de verificar o máximo possível de informações acerca do perfil do público-alvo de cada solução.

Busque as métricas adequadas para definir, principalmente:

Quais tópicos ou assuntos interessam mais ao lead?

Uma boa forma de observar assuntos relevantes para as personas é através dos grupos e das comunidades que elas frequentam. Caso estejam relacionados à sua solução ou até ao perfil de leads, são um ótimo começo! Vasculhe em Facebook, Yahoo Respostas, Quora, Linkedin e outras redes que sejam fundamentais para o seu público-alvo.

Outra alternativa é entrevistar os clientes com formulários simples, a fim de descobrir mais informações sobre as preferências. Disponibilizamos um material gratuito, contendo alguns roteiros para entrevistas de pós-venda.

Que tipo de conteúdo data-driven o lead consome?

Para definir essa característica, dados vindos de análises de tráfego são essenciais. Entre as opções disponíveis, gostamos de testar a performance de diferentes tipos de conteúdo e avaliá-la a partir de softwares de gestão de Marketing Digital.

Nesse sentido, há métricas que podem ser úteis, tais como: tempo de permanência; Click-Through Rate (CTR); compartilhamentos e reações; entre outras.

Baseando-se nestas respostas, você já tem material para desenhar uma estratégia de conteúdo data-driven eficiente.

Tal investigação servirá para compreender o que o lead pretende consumir e como atingi-lo em cheio. Uma boa dica é embasar os conteúdos em dados concretos, advindos de buscas por referências que tenham credibilidade sobre a temática.

Mapeie e catalogue informações

Sempre que possível, use informações relativas ao mercado e mostre ao lead números que comprovem a veracidade por trás de suas palavras. Isso ajuda a construir autoridade e tornar-se a primeira opção no momento de decisão de compra.

Portanto, aproximar-se do cliente também mostra-se eficaz.

Mantenha em funcionamento boas práticas de Customer Success para ter um canal de feedback constante com quem já confia na sua marca. Quanto mais os leads sentirem-se próximos da empresa, maiores as chances de retorno na estratégia de Data-driven Marketing.

Assim, incentive-os a lhe enviarem mensagens com dúvidas acerca do seu segmento de atuação. Dessa forma, o próprio lead estará lhe contando suas dores em tempo real, para que a estratégia de marketing permaneça atualizada.

As empresas que estão em dia com o uso da ferramenta adaptaram técnicas para entrar em acordo com a nova aposta. No último ano, 44% dos profissionais da área já utilizavam de Data-driven Marketing e 33% estavam planejando implementá-lo. Isso resultou em um orçamento voltado para o uso de dados em grandes empresas, consistindo em 20% de todo o financeiro do setor. É bastante coisa, não é mesmo?

E você? Já está pronto(a) para aderir a esta tendência? Com essas dicas, temos certeza de que está mais próximo disso do que nunca.

A informação está disponível, agora é com você! Mas, se precisar daquela mãozinha, entre em contato conosco. Temos experiência em Marketing de Conteúdo e podemos auxiliá-lo a ter resultados ainda melhores.

Leia também este post e aprenda mais sobre produção de conteúdo para sites e blogs. Boa leitura! 🙂

Produção de conteúdo para sites e blogs: mudanças que você precisa acompanhar

Produção de conteúdo para sites e blogs: mudanças que você precisa acompanhar

Por mais que alguns tentem dizer o contrário, o Marketing de Conteúdo está vivo e passa muito bem. Sua importância é tamanha, que o renomado especialista Seth Godin chegou a considerá-lo como o único tipo de marketing restante. Daí a produção de conteúdo para sites e blogs e o motivo pelo qual ignorá-la pode trazer consequências severas para o sucesso de um negócio no ambiente virtual.

Mesmo com tanta informação, troca de ideias e crescente adoção do Marketing de Conteúdo, porém, algumas empresas apresentam dificuldades em colher os frutos da produção de conteúdo para blogs e sites.

Grande parte delas vêm contando meses de investimento e ainda não estão obtendo os resultados desejados. Este é o seu caso?

Por que será?

Antes de jogar tudo para o alto e desistir, pense bem: você não está fazendo Inbound como em 2013?

Afinal, foi-se o tempo em que a produção de conteúdo para blogs e sites era apenas baseada em volume e palavras-chave.

Assim como tudo o que há no campo digital, as ferramentas web evoluíram nos últimos tempos. Junto disso, os mecanismos de busca também tornaram-se mais eficientes e com múltiplas funcionalidades.

Até porque as exigências para o sucesso do Marketing de Conteúdo atualizam-se constantemente. Por isso, selecionamos novidades que você precisa conhecer desde já. Não fique para trás!

Neste material, você vai ler sobre:

  • Principais tendências na produção de conteúdo para sites e blogs;
  • Mudanças nos formatos de pesquisa em mecanismos de busca;
  • Avanços nos parâmetros de Search Engine Optimization (SEO).

Continue acompanhando e boa leitura!

 

Mas, o que mudou na produção de conteúdo para sites e blogs?

Não é preciso ir muito longe.

Temos certeza de que você já vivenciou algumas das grandes mudanças tecnológicas ao longo de sua vida. Há anos atrás, utilizamos a Internet discada e nosso telefones imensos serviam para pouco além de ligações e mensagens de texto.

produção de conteúdo para sites e blogs

Porém, hoje em dia, existem smartphones com processadores mais potentes até do que computadores, os quais podem ser aplicados em quase todas as nossas tarefas diárias.

Ao passo em que as tecnologias evoluem, é notável seu impacto na experiência do ser humano e seus hábitos de vida.

Consequentemente, o Marketing e seus profissionais têm o desafio de se posicionarem para melhor explorar esses avanços.

Vamos falar de algo que tornou-se indispensável em qualquer estratégia digital: as versões mobile. Além de um design responsivo, a produção de conteúdo para sites e blogs deste tipo sofrem novas exigências.

Como as atualizações no mercado podem impactar a produção?

Um exemplo é o crescimento das pesquisas por voz. Em 2016, o CEO do Google já havia revelado: 20% das consultas são feitas deste modo. É interessante observar que esse fato significa também uma mudança no vocabulário utilizado em buscas: ou seja, mais atenção ao SEO!

Se antes os leads pesquisavam “restaurantes São Paulo”, é mais comum o uso de algo como “quais restaurantes estão abertos perto de mim agora?” atualmente. Note ainda outra metodologia entra em cena: o uso da localização nas pesquisas digitais.

Produção de conteúdo para sites e blogs. O que mudou e a nova tendencia cauda longa.

Fonte: Pesquisa da Ahrefs

 

Do ponto de vista do Marketing de Conteúdo, o impacto está no fato de haver um aumento significativo no uso de palavras-chave de cauda longa. Veja este gráfico comparativo!

Como podemos observar, há uma predominância de 41,7% das buscas com 5 ou até mais palavras.

Isso revela que os leads querem respostas para perguntas concretas, o que exige objetividade na produção de conteúdo para sites e blogs.

Paralelamente, temos as mudanças nos próprios mecanismos. Uma vez que o Google detém 90% do mercado de pesquisas, focaremos nas suas atividades.

 

Quais algoritmos foram atualizados pelo Google?

Para otimizar o serviço em meio ao crescente volume de materiais produzidos na Internet, o site atualizou alguns de seus algoritmos. Os mais importantes para a criação de conteúdo, são:

 

Algoritmo Penguin

O recurso desenvolve a maior condenação das táticas de spam nos mecanismos de busca. De forma resumida, o Google penaliza duramente qualquer transgressão executada contra suas guidelines. Estas são as chamadas práticas Black Hat, protagonistas de uma baixa impactante na autoridade das plataformas.

Graças ao uso indevido de palavras-chave e outras formas de webspam, este algoritmo de busca foi aprimorado para penalizar o uso de técnicas irregulares. Agora, o Google penaliza o uso excessivo de keywords e links.

COMO AGIR: Para não ser penalizado, tenha em mente que o uso regular da palavra-chave é mais importante do que volume. E no que tange aos links, utilize somente aqueles para boas referências – sejam internos ou externas. Desse modo, você garante tráfego no próprio site ao mesmo tempo em que se beneficia da pontuação daqueles linkados junto ao Google.

 

Algoritmo Hummingbird

Este algoritmo é voltado a uma percepção semântica das buscas online. Ao invés de você pesquisar por cada palavra separadamente, o Google identifica a relação entre as mesmas e os resultados mais adequados.

COMO AGIR: A busca por voz já transformou o modo como perguntamos ao Google. Isso significa que as pesquisas assemelham-se a uma conversa real. Sendo assim, adequar o vocabulário na produção de conteúdo para sites e blogs e dividi-lo em tópicos é o melhor caminho.

Algoritmo RankBrain

Ele funciona quase como um complemento ao algoritmo acima. Com o uso de Inteligência Artificial, o Google é capaz de aprender com as buscas já realizadas e ainda sugerir novos resultados. Logo, ele poderá encontrar páginas que não correspondem exatamente àquilo digitado na busca, mas que estão diretamente conectadas.

COMO AGIR: Crie uma estratégia abrangente, de modo que os leads possam encontrar seu conteúdo mesmo que não procurem as palavras-chave ideais.

Isso porque executar a produção de conteúdo para sites e blogs a partir das regras delimitadas por esses algoritmos é a nova tendência. Não adianta investir em métodos ultrapassados e ser penalizado pelo próprio Google no desempenho de seus materiais, por exemplo. Então, modernize o seu processo e mostre a todos que você entende do assunto!

Leia também: Hacks de SEO para sites, tirando melhor proveito dos mecanismos de busca.

As principais tendências na produção de conteúdo

Já conhecemos as principais alterações nas ferramentas de pesquisa e demais tecnologias que impactaram o Marketing nos últimos anos. Agora, o próximo passo é entender algumas das maiores tendências na produção de conteúdo.

Por isso, atente-se a estas dicas e não perca tempo para dar aquele upgrade na sua estratégia atual:

1) Remarketing

Sabe quando você está navegando na Internet e, de repente, começa a enxergar anúncios de um site que visitou há pouco tempo? Este é o chamado remarketing. Atualmente, ele é uma das formas mais lucrativas de Marketing Digital.

Da mesma forma, quando o lead depara-se com suas Call To Actions (CTAs) muitas vezes, as oportunidades de conversão são maiores. Isso porque o crescente interesse gerado por essa técnica age inconscientemente, familiarizando o usuário com seu material e deixando a marca gravada em sua memória.

COMO APLICAR: A fim de aderir à esta tendência na produção de conteúdo para sites e blogs, é preciso compartilhar de algumas skills. Com isso, o mais importante é ter em mãos dados prévios sobre o comportamento de seus leads.

Conforme estes índices, você trabalhará com diferentes anúncios para atrair o lead a um conteúdo. Por exemplo: uma campanha específica para o Facebook, com ofertas especiais direcionadas a quem já acessou o site e não concluiu sua compra.

Quanto às ferramentas, há opções específicas do Google e do Facebook. Respectivamente, o Google Ads e o Facebook Ads tem funções ativas para trabalhar com este recurso.

 

2) Linguagem coloquial

O uso menos formal da língua também é visto como uma tendência. Lembrando que escrita coloquial não significa algo desleixado, mas a consideração da fala dos perfis de sucesso na produção de conteúdo para sites e blogs.

Como vimos, a pesquisa por voz já está crescendo. E é bom que você esteja preparado(a) para recebê-la de braços abertos!

COMO APLICAR: Desenvolva um manual de redação orientando os profissionais a respeito do tom que deseja atribuir aos conteúdos. Além disso, apresente alguns exemplos claros sobre a forma de se comunicar com as personas. Ao invés de focar apenas nas keywords, tenha como objetivo responder às questões. Afinal, o lead pode estar interagindo diretamente com o seu celular!

3) Diversifique a criação de conteúdo

Acredita que investindo somente em blogposts já está fazendo muito? Você se enganou! Eles ainda funcionam como um pilar essencial na estratégia Inbound. Contudo, é importante abrir os horizontes e descobrir o que seus leads realmente querem ver.

Cada um possui seus adeptos e nichos onde funcionam melhor. Há inúmeras plataformas e mídias para criação de conteúdo, tais como:

  • whitepapers;
  • checklists;
  • webinars;
  • memes;
  • infográficos;
  • cases de estudo;
  • gifs;
  • social media;
  • podcasts etc.

COMO APLICAR: A primeira coisa que você deve excluir é a ideia de que um único profissional responsabiliza-se por todo o conteúdo. É preciso uma equipe diversificada ou, pelo menos, uma produtora com acesso a colaboradores bem qualificados. Produzir para as diferentes mídias exige competências multifacetadas. Uma vez que você pode contar com as pessoas certas, basta uma análise das personas para verificar do que elas gostam e mãos à obra!

Com essas tendências, já possuímos material o suficiente para revolucionar uma estratégia enferrujada. Inicie aplicando nossas dicas e, aos poucos, descubra o que mais pode trazer resultados satisfatórios para o seu negócio.

Clique aqui e aproveite para descobrir como outra forte aposta, o Growth Hacking, otimiza seus conteúdos.

Você conhece outra novidade que vale à pena compartilhar? Escreva nos comentários e divida com a gente! Divulgue este post em suas redes sociais, a fim de que mais pessoas tenham acesso – ele pode ser útil para seus amigos e parceiros.

Página 1 de 512345

Contato