Como Marketing de Conteúdo e Marketing de Influência podem trabalhar juntos?

Como Marketing de Conteúdo e Marketing de Influência podem trabalhar juntos?

Se existe um fenômeno perceptível com a popularização da Internet, este é a ascensão dos digital influencers e seu impacto sobre o mercado consumidor. E é aqui onde nasce a ideia do Marketing de Influência.

Afinal, eles reúnem multidões de seguidores em seus perfis e têm a confiança deles, que os acompanham diariamente e consomem os conteúdos produzidos.

Hoje com forte adesão, o Marketing de Influência tornou-se um diferencial competitivo para marcas que executam campanhas digitais, inclusive aquelas que já trabalham com marketing de conteúdo.

Juntas, as duas táticas têm se mostrado muito efetiva para construção de awareness e autoridade de marca e até mesmo para aumentar o potencial de alcance de conteúdos.

Quer saber como marketing de conteúdo e marketing de podem influência juntos? Leia este conteúdo até o final e surpreenda-se!

Você vai ler sobre:

  • Qual a importância e de que maneira funciona o Marketing de Influência
  • Afinidades entre ações de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo
  • Métodos para utilizar Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo juntos

 

 

Afinal, quanto é preciso investir para uma ação de Marketing de Influência?

Primeiramente, é bom lembrar: o Marketing de Influência existe há um bom tempo – e já foi muito caro. O motivo do alto custo é que, há alguns anos atrás, a técnica era mais focada em personalidades televisivas e da grande mídia.

Hoje, temos uma democratização da voz popular, favorecendo pessoas “comuns” a ganhar visibilidade diante das massas. Para isso, é preciso ter bons equipamentos, ideias criativas e uma dose de magnetismo pessoal, a fim de angariar milhares de admiradores nas redes.

Investir em celebridades da Internet é uma boa forma de obter alcance. Porém, com custos quase sempre menores.

Enquanto um artista consagrado em meios mais tradicionais pode exigir altos cachês para participar de uma campanha, os influenciadores digitais podem, em muitos casos, aceitar produtos e serviços, em troca de artigos ou vídeos divulgando-os e agradecendo à marca que os ofereceu – é a chamada permuta.

O pagamento em dinheiro também é uma opção e varia de acordo com a popularidade do influenciador. Cabe à empresa analisar e escolher qual oferece mais benefícios.

Além de estarem contato com audiências específicas – favorecendo o alcance de nichos –  os influenciadores oferecem a vantagem de abordar os temas de forma natural e descontraída, utilizando a linguagem mais próxima do público que os acompanha.

A naturalidade para lidar com o público é importante, dado que o uso de AdBlockers cresce a cada dia e dificulta ainda mais o trabalho de quem prioriza anúncios pagos. O consumidor está mais resistente a campanhas tradicionais, engajando-se conforme a identificação com os propagadores da marca em questão.

Apenas para exemplificar e deixar claro que não estamos falando de algo irreal, vamos aos números! Pesquisas respeitadas internacionalmente mostram que, a cada 1 dólar investido em Marketing de Influência, há um retorno de U$6,50 para a empresa. Ou seja, aqui há um Retorno Sobre o Investimento (ROI) invejável à qualquer estratégia de crescimento dos negócios.

Portanto, o Marketing de Influência é uma técnica acessível e que traz excelente retorno, justificando rapidamente o investimento feito sobre a estratégia.

 

Como unir as ações de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo?

Se pararmos para pensar, o próprio trabalho dos influenciadores já é baseado em algumas técnicas de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo. Isso porque produzem um conteúdo digital altamente personalizado e voltado para seu público-alvo, divulgando-o em canais de amplo acesso.

O mais comum é a produção de conteúdo audiovisual. Em sua maioria, os vídeos instrutivos e/ou descontraídos arrecadam milhares de reações e inspiram compartilhamentos por quem se identifica. E o mais interessante é a que a grande maioria das pessoas inicia na carreira por conta própria, sem o auxílio de publicitários em um primeiro momento.

É ou não é uma ação de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo muito bem executada? No fundo, o que precisamos é aprender com estes quase colegas de profissão e desenvolver parcerias para um crescimento mútuo. Com este objetivo, podemos:

  • Convidar influenciadores para produzirem guest posts no site da empresa;
  • Produzir conteúdo para o público do influenciador e estabelecer uma parceria, onde ele compartilha o material.

Essa é a idéia por trás da junção destas duas técnicas. Agora, vejamos como implementar isso de uma maneira prática.

Implementando Marketing de Influência dentro da estratégia de conteúdo

Veja algumas ações que podem ser tomadas para adicionar esta técnica ao seu trabalho.

1- Identifique os influenciadores das suas personas

Obviamente, nem todo influenciador é adequado para divulgar o seu produto. Considerando que buscamos a personalização de estratégias de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo, o influenciador precisa ser alguém inspirador e que gere identidade junto ao seu público.

É importante que tenha práticas alinhadas com os valores definidos para a sua marca e não esteja envolvido com comportamentos negativos aos olhos das suas personas. Escolher um influenciador errado pode resultar em boicotes e churn aos negócios. Por isso, estude-os muito bem antes de fechar parcerias.

Sob esse filtro, faça um levantamento dos mais atuantes e registre-os em tabela, contendo nome, contato, canal de comunicação, número de seguidores e estratégias de interação.

 

2- Engaje-se com os influenciadores e seus seguidores

Quanto mais engajado(a) estiver com eles, maior será a percepção do público de que você faz parte daquela comunidade. Consequentemente, eles irá sentir-se convidado a interagir com sua marca e terá acesso aos conteúdos com frequência.

Por isso, comente nas postagens dos influenciadores e interaja com os seguidores deles. Siga-os e tente engajá-los dentro de sua própria estratégia de conteúdo. Afinal, vocês têm interesses em comum! Mostre isso.

 

3- Peça que os influenciadores interajam com seus conteúdos

Quando conseguir boas parcerias com digital influencers, certifique-se de acordar que esta atenção seja uma mão dupla. Assim como você interage e aumenta a relevância dele em suas redes, ele também deve aumentar a sua.

Peça aos influenciadores que comentem, compartilhem e promovam os seus conteúdos. Se possível, que utilizem também seus produtos e soluções em público.

Concluindo, os influenciadores digitais são aliados poderosos que devem ser trazidos para perto no mercado. Sempre considere que, caso ele resolva aliar-se ao seu concorrente, isso pode representar problemas.

Fique esperto(a) e seja ágil! Utilize nossas dicas e implemente o Marketing de Influência agora mesmo em seus negócios.

De todo modo, o elemento mais importante continua sendo um conteúdo de qualidade. Por maior que seja o alcance do influenciador, se o conteúdo não for relevante, de nada adianta.

É uma estratégia eficiente, mas não miraculosa! Por isso, não descuide do seu processo de produção de conteúdos e nem terceirize a responsabilidade de gerar bom engajamento. O Marketing de Influência traz visibilidade para conteúdos incríveis.

Quer mais dicas sobre como produzir conteúdos de qualidade? Leia este post e conheça os nossos métodos para garantir um efeito WOW! :O

Como melhorar o engajamento de marca e destacar-se no mercado

Como melhorar o engajamento de marca e destacar-se no mercado

Você não quer ser só mais um(a)! Mas, sim, ser aquela pessoa especial para o(a) outro(a). Seja na vida afetiva ou nas relações comerciais, é dessa forma que queremos ser tratados e percebidos: como únicos. Sendo assim, como melhorar o engajamento?

Independente se você é uma agência de marketing digital ou uma startup de tecnologia, já sabe que de campanhas para atrair novos consumidores o mercado está cheio. No entanto, também entende que o caminho do reconhecimento e do valor percebido pelo seu público-alvo não é tão simples assim.

Afinal, quem não sonha em deixar de ser apenas um contatinho e virar o mozão oficial para curtir almoços de domingo com a família? O que toda marca busca, lá no fundo, é estar em um relacionamento sério com o cliente.

Deixando um pouco de lado as comparações, todo mundo sabe que o sucesso e o crescimento de uma empresa estão diretamente ligados ao engajamento dos usuários. Esse romance acontece mais ou menos assim:

O início se dá em uma experiência positiva com as soluções oferecidas pelo negócio – a qual resulta na confiança em seu trabalho. Junto disso, vem a fidelidade: como o cliente reconhece o valor da marca, sente-se seguro em investir mais vezes. E, por fim, o mesmo irá divulgar o negócio e indicá-lo para os amigos.

Dessa maneira, estabelece-se o ciclo do engajamento de marca.

Por definição, um cliente engajado é aquele que envolve-se profundamente. Ele cria uma identificação com a empresa e sente-se contemplado pelos resultados obtidos.

Apesar de isso não ser novidade, é preciso atualizar a visão de como melhorar o engajamento considerando a evolução no comportamento do consumidor de hoje.

Em tempos de redes sociais, a interação é ainda mais importante! Como bem sabemos, o compartilhamento é uma etapa fundamental em qualquer estratégia de Marketing. Dito isso, é preciso cativar o usuário, a fim de crescer cada vez mais. Chegou a hora de tomarmos algumas medidas para assegurar que a evolução seja real.

A grande questão por trás disso é como melhorar o engajamento de marca em um mercado tão competitivo como o nosso? Nós temos a resposta. Continue a leitura!

 

Antes e depois: como melhorar o engajamento de marca?

Os tempos mudam e, com eles, as técnicas de cortejo também. Sabe como é! Aquelas que seus pais usavam para flertar em bailes dos anos 80, provavelmente, não funcionam mais.

O que você precisa para melhorar o engajamento de marca

Nada de chamar crush de broto!

 

Quando nos referimos a empresas digitais, não é diferente!

Antigamente, o foco da área de Marketing estava sobre o produto e seus diferenciais. Mais do que tudo, o importante foi mostrar o quão “único” era o serviço oferecido e ressaltar as vantagens que ele aplicava no dia-a-dia. Esta é a técnica no auto-elogio. Algo que, nos dias de hoje, jamais faria os olhos de um consumidor brilharem.

O cliente, nesse momento, valoriza outros fatores. Esse assunto é bastante abordado em livros como Marketing 3.0 e Marketing 4.0, de Philip Kotler. A forma de se fazer branding e conquistar as pessoas mudou – e muito.

O consumidor deixou de valorizar só o produto. Agora, a experiência de uso da solução, juntamente aos propósitos representados pela marca e suas ações, têm peso na escolha.

A conscientização levou-o a atribuir mais significado ao modo como a empresa age, suas políticas e visões de mundo.

Mais do que suprir uma necessidade, o cliente busca se ver na marca. Ele quer compartilhar de seus discursos para além do viés puramente comercial.

Por esse motivo, ele apega-se mais ao relacionamento e às interações. Especialmente, pelo fato de que temos muitos meios para isso. Todos estamos presentes nas redes, assim como temos voz ativa para propagar nossas impressões acerca do que vimos e experienciamos.

Isso quer dizer que, seja a experiência negativa ou positiva, ela tende a ser divulgada com facilidade. Desse modo, investir em conteúdos que propiciam uma troca nas mídias sociais performam inquestionavelmente bem.

Não adianta voltar-se apenas para os seus serviços. Você deve conhecer o cliente e falar aquilo que ele espera ouvir. Mais do que isso! Seja um modelo de inspiração e admiração. Assim, o indivíduo irá sentir-se convidado a advogar pela sua marca.

A fórmula de como melhorar o engajamento mudou? Pois, saiba que a resposta dessas novas variáveis estão todas no seu público-alvo. Fique atento(a)!

 

4 dicas sobre como melhorar o engajamento de marca

Salvo as particularidades de cada setor, existem técnicas de sedução que funcionam para (quase) todos. Dentre as possibilidades, selecionamos algumas para você:

 

Experiências de marca mais próximas e verdadeiras

Na era da interatividade, queremos ser verdadeiramente ouvidos. Você já se deparou com exemplos criativos entre perfis institucionais de empresas e seus seguidores, certo?

O atendimento personalizado faz com que o cliente sinta-se especial e percebido em suas necessidades, por exemplo. Se somarmos isso a um toque de bom humor, é possível gerar uma sensação parecida à que temos ao dialogar com nossos amigos.

Quando sabemos que, por trás dos meios de comunicação de uma marca, existem pessoas reais, alcança-se o tão falado rapport.

 

Personalidade de marca autêntica

Outro exemplo de como melhorar o engajamento de marca é fornecendo um novo estilo de vida. Quando o branding é trabalhado no sentido de desenvolver uma identidade, é mais fácil acessar e atrair pessoas que a desejem.

Nesse caso, o produto representa mais do que sua funcionalidade. Ele é um meio de fazer parte de determinado grupo social e um jeito de expressar-se diante dos outros.

 

Valores sólidos e compatíveis com o seu público-alvo.

O consumidor quer saber a posição das empresas referente ao que acontece à sua volta.

Assim, é importante que a marca deixe claro quais são seus valores e sua visão de mundo.

Esta campanha da Dove, por exemplo, repercutiu em todo o mundo ao mostrar de que forma é possível valorizar a própria beleza em detrimento dos padrões de estética impostos às mulheres. E, dessa forma, se posicionou ao lado de uma tendência comportamental cada vez mais adotada por seu público-alvo.

Veja como, para apoiar princípios e ideais, é preciso saber se o seu target possui afinidade com o tema.

Dica: Considere ainda um posicionamento respeitoso do ponto de vista ético e político. Não cometa a gafe de ser lembrando por uma comunicação preconceituosa ou inadequada. Lembre-se de que as redes sociais NÃO perdoam.

Como boa prática, relembre esse case de Branded Content reproduzido inúmeras vezes nas plataformas digitais:

https://www.youtube.com/watch?v=ABups4euCW4

Esse tipo de ação irá atrair aqueles que pensam de modo semelhante e também incentivá-los a contribuir com a marca em prol da perpetuação destas ideias.

 

Propósito de marca

A quarta e última dica sobre como melhorar o engajamento diz respeito ao propósito da empresa. Estamos lidando com consumidores mais informados e disponíveis a interações entre o mercado e a realidade na qual vive.

Consequentemente, as marcas que apoiam causas sociais e tomam ações efetivas fazem com que os clientes sintam-se parte disto. É uma forma de chamá-los para estarem perto.

Por fim, vamos decorar as novas regras para conquistar de vez o seu público. São elas:

1- Não pense somente em você, lembre-se das necessidades e interesses do cliente.

2- Não se iluda: parecer engajado, não significa sê-lo. Fuja das métricas de vaidade!

3- Não fique em cima do muro, o usuário deseja conhecê-lo profundamente.

4- Não ignore-o. Estabeleça políticas e mecanismos institucionais para definir como será a interação, principalmente no pós-venda.

5- Não viva numa bolha, ou pelo menos, demonstre que sua marca também se preocupa com os acontecimentos e com o cotidiano de seu público-alvo.

Preparado(a) para iniciar um relacionamento sério com o seus prospects?

Com esse tutorial de como melhorar o engajamento de marca, esse caminho ficará mais fácil. Portanto, capriche na execução dos mandamentos acima e viva uma verdadeira história de amor.

Bonus track: Seus clientes fazem parte da geração Y? Clique aqui e aprenda como produzir conteúdo direcionado especialmente para o público jovem. Boa leitura!

Guia básico de como se preparar para uma reunião comercial

Guia básico de como se preparar para uma reunião comercial

O coração de todo negócio é a relação entre diferentes pessoas com interesses em comum. Ainda que a tecnologia avance, haverá sempre funcionários ofertando seu conhecimento e fazendo as escolhas mais acertadas em prol da organização a qual pertencem.

Por mais disruptiva e inovadora que possa ser, toda agência deve saber como se preparar para uma reunião comercial e mandar bem no face to face.

saiba como se preparar para uma reunião comercial e conquistar seus clientes

Demonstrar segurança é fundamental

Desenvolver as habilidades necessárias para um discurso claro e atraente é o requisito básico de quem deseja trabalhar com fechamento de contratos. Ademais, isso requer treino e dedicação.

Felizmente, mesmo que você não faça a linha extrovertida, existem técnicas que podem ser utilizadas para desenvolver seu pitch e trazer mais efetividade para o discurso de vendas.

Agora, caso você já seja comunicativo(a) e esteja satisfeito(a) com suas habilidades sociais, imagine o quão longe pode chegar com a aplicação das melhores práticas. Sem dúvidas, você será capaz de fazer com que o cliente se engaje de forma quase natural.

Neste artigo selecionamos alguns dos métodos conhecidos e validados por especialistas.

Eles são capazes de melhorar os resultados de qualquer reunião de agência. Aprenda, em poucos passos, como se preparar para uma reunião comercial e conheça os benefícios de um bom pitch de negócios.

E agora, como se preparar para uma reunião?

 

Passo nº1: Filtre os leads para receber uma proposta comercial

Antes de pensarmos em como se preparar para uma reunião, é preciso analisar qual o perfil de lead que possui mais chances de sucesso no modelo de negócios. Afinal, desde o primeiro contato, a oferta pode ser considerada um investimento:

  • De tempo dos colaboradores responsáveis por participar da reunião de agência;
  • De material demonstrativo (folders, amostras etc) da proposta comercial.

Todavia, a prospecção de leads demanda recursos. Dedicamos produção de conteúdo para Inbound Marketing, fechamos contrato e adentramos no pós-venda. Estes investimentos diversos, para atrair e tracionar até o momento da venda, formam o que chamamos de CAC (Custo de Aquisição por Clientes).

Visto isso, é hora de rever as estratégias para identificar se há possibilidades de minimizar os custos. Conhecer este indicador é um passo importante em direção ao fluxo otimizado. Quando estiver convencido de que este é seu melhor número, você estará pronto(a) para a próxima etapa.

Assim, é chegada a hora de analisar detalhadamente os contratos e identificar os pontos gerais. O intuito é revelar o perfil do cliente de sucesso. Ou seja, identificar os leads que têm mais probabilidade de fechar negócio.

Em posse dessa informação, basta desenvolver os filtros adequados. A fim de sinalizar os leads que mais se aproximam do perfil identificado e priorizá-los ao marcar uma proposta comercial.

Sugerimos o uso de técnicas de qualificação profunda. Como a implementação de uma área de Pré-vendas, para investigar e coletar informações de grande valia sobre características do lead. Desse modo, é possível saber como se preparar para uma reunião ideal.

Outra tática é o uso de lead scoring, estabelecendo uma pontuação para rankeá-los, de acordo com a etapa da jornada de compra na qual se encontram.

É claro que, se você identificar as melhores oportunidades, a taxa de conversão em vendas da reunião de agência será maior. Além disso, informações privilegiadas poupam o sufoco de ficar imaginando como se preparar para uma reunião comercial perfeita. Quando você já sabe do que o lead precisa, é mais fácil fortalecer o pitch e chamar a atenção.

Passo nº2: Adapte-se ao perfil do lead na reunião de agência

Já ouviu falar em rapport? Esse termo, que vem do francês, remete ao ato de estabelecer uma comunicação harmônica e sincronizada. Quando falamos em gerar rapport na reunião de agência, significa criar empatia e outras ferramentas para tornar o diálogo mais fluido.

É importante saber que tudo influencia na qualidade dessa relação: vocabulário, tom de voz, expressão corporal etc. Quando entramos em contato com o outro, passamos por uma série de processos conscientes e inconscientes, na busca de identificação.

Se nosso cérebro é capaz de identificar estas zonas, tornarmo-nos mais empáticos. Numa proposta comercial, inclusive, este fator pode ser decisivo! Por isso, é primordial que haja um estudo minucioso das personas. Buscando, até mesmo na psicologia, as informações necessárias para descobrir quais são as vias de acesso mais fáceis à cada lead.

Você não conversa com um senhor de 55 anos, que empreende desde os tempos de mídia tradicional; do mesmo modo que dialoga com o CEO de uma startup inovadora, no auge de seus 25 anos.

Dessa forma, condicione o time de Vendas para ter a versatilidade de cobrir todo o espectro de perfis admitido. Assim, eles saberão como se preparar para a reunião de fechamento.

 

Passo nº3: Treine o pitch de vendas

Ter um discurso sucinto e atraente é a cartada final sobre como se preparar para uma reunião comercial. Os colaboradores ou sócios devem ganhar o lead nos primeiros minutos. Pois, de outro modo, dificilmente conseguirão ter um novo contrato em mãos.

Nesse momento, é preciso contar com profissionais já versados nas técnicas de venda para a eficiência das ações implementadas. Caso sua empresa, por diversos motivos, não puder trabalhar padrões, é hora de superar as dificuldades e desenvolver seu lado vendedor.

É comum que o CEO tenha dificuldades em trabalhar na área comercial, especialmente por estar focado em atividades de gestão. No entanto, mesmo não seja seu forte, você precisa defender as suas ideias e promover o seu produto.

Nunca se esqueça que oportunidades de negócio podem surgir de encontros rápidos, como na participação em eventos e atividades do setor. Assim, a melhor tática é preparar-se para ter respostas na ponta da língua ao impressionar alguém.

Por isso, avalie diversos modos de comunicar a informação. Pensando, sempre, em como ressaltar as qualidades da solução no menor tempo possível.

O segredo é treinar! Conheça e ensaie seu discurso quantas vezes precisar. Peça ajuda aos seus colegas para que lhe digam se o texto está dinâmico e potente. A prática do elevator pitch também é ótima para desenvolver esta alternativa.

 

Passo nº4: Capriche na hora da apresentação

Enfim, o último passo do nosso guia é arrasar na apresentação da proposta comercial. Após aquela reunião de agência bem-sucedida, seguindo os passos anteriores, você precisará enviar um e-mail formalizando a proposta de trabalho.

No entanto, ninguém se sente impactado(a) ao receber um orçamento simples via e-mail, sem qualquer tipo de formatação e/ou identidade. A proposta comercial torna-se muito mais atraente se você investir na aparência e no teor deste material.

Com efeito de ganhar de vez o seu cliente, tenha certeza de enviar uma proposta sedutora – e não estamos falando apenas de números. Afinal, uma proposta convincente é aquela que:

  • Aplica uma identidade visual e textual coerente com sua marca;
  • Utiliza um template organizado e profissional para adicionar valor;
  • Inclui informações institucionais breves, que ajudem a reforçar os principais pontos de diferenciação do negócio;
  • Apresenta o valor do orçamento, contendo o descritivo de todos os entregáveis ao longo do período de possível contratação.

Desse modo, você passará mais credibilidade e despertará a vontade de fechar o contrato.

 

Agora que você já sabe como se preparar para uma reunião…

É hora de botar em prática. No fundo, assim como qualquer outra reunião, uma reunião comercial é resultado de tática e preparo prévio.

Como a prática leva à perfeição, logo você terá conhecimento o suficiente sobre o assunto. Para gerar inteligência comercial, mas lembre-se de registrar todas as impressões das equipes após cada contato a fim e coletar dados relevantes que possam ser utilizados no futuro.

Gostou deste conteúdo? Leia mais sobre o processo de vendas em agências digitais, aqui!

Branded Content: como adaptar a propaganda na era da informação

Branded Content: como adaptar a propaganda na era da informação

Passar o feed das redes sociais é o novo “zapear” da TV. Com esse ato, é possível decidir em questão de poucos segundos os conteúdos que serão consumidos – ou ignorados – pelo usuário. Quando se trata do público jovem, isso fica ainda mais evidente.

A otimização do tempo para interagir somente com o que desperta curiosidade faz da propaganda na era da informação um grande desafio para os profissionais do mercado.

Decorrente desse processo, a pesquisa por hábitos e costumes desse tipo de consumidor se faz mais necessária do que nunca. Isso porque, numa velocidade rápida e constante, as preferências acerca das formas de adquirir conhecimento e entretenimento estão mudando.

Não há mais espaços para padronização do diálogo! Conforme as transformações no dia a dia dos jovens, o acompanhamento na comunicação deve estar presente.

Uma vez que se estabelece um relacionamento com millennials, é impossível voltar atrás. A geração Z, que praticamente nasceu com os avanços tecnológicos, utiliza cada vez mais as mídias digitais como meio de ocupação em pequenos intervalos.

Para conquistar a atenção dos mais novos, a propaganda na era da informação precisa fazer mais do que apenas entender o momento. Deve entregar valor num formato coerente com a realidade.

Como a propaganda na era da informação tem se adaptado?

Para entender como se dá a propaganda na era da informação, é preciso saber que os millennials não são todos iguais. Lidar com este seleto grupo de uma forma “pré-moldada” não garante satisfação, independente do que está sendo abordado. A divisão desse público ocorre porque, apesar das semelhanças globais, os costumes podem variar de acordo com a facilidade de acesso ao conhecimento e com a visão de mundo.

É cada vez mais difícil para quem atua no setor de Marketing acompanhar as transições de comportamento do público jovem. De acordo com as gerações que vão passando, muito sob a influência de fatores socioculturais, os adventos da tecnologia passam a fazer parte de marcos históricos.

Você sabia que a compra do primeiro celular pode ser considerada como um dos eventos mais importantes na vida de adolescentes? Segundo a pesquisa, esse momento pode ser equivalente à sensação de se formar ou tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Isso se dá pela independência que o acontecimento proporciona àqueles que estão iniciando suas primeiras conquistas pessoais.

Outro dado que vale à pena estar atento(a) é que mais da metade dos entrevistados usa smartphones para atividades como assistir vídeos (72%), trocar mensagens (52%) e mexer nas redes sociais (51%). Para eles, ter inscritos e seguidores em seus perfis nas páginas de relacionamento são aspectos importantes.

Tendo estes recursos como base para dar início ao diálogo, uma marca que está conectada às expectativas do público pode aproximar-se de forma natural do consumidor que pretende atingir.

É identificando os mecanismos com os quais o jovem se engaja que a propaganda na era da informação pode vencer obstáculos e aproximar esforços.

Hoje em dia, os vídeos são responsáveis por converter as melhores taxas de engajamento, sendo assistidos e assimilados de modo eficaz quando o assunto é a propaganda na era da informação. Um exemplo disso são as alternativas de compartilhamento de vídeos em diferentes mídias sociais. Elas vão desde vlogs no YouTube, stories no Instagram, teasers no Facebook e até mesmo gifs no Twitter.

De que forma implementar o Branded Content?

Sabia que, atualmente, passamos cerca de 39 horas semanais consumindo vídeos? É isso o que aponta uma pesquisa feita pelo Think With Google, em 2016.

Independente do meio, uma vez que os jovens são multitela, esse recurso vem ganhando força. Cerca de 90% dos usuários brasileiros relacionam vídeos ao YouTube, sendo que 43% utilizam a plataforma como primeira fonte de busca sobre uma solução.

Quando uma empresa passa a trabalhar com aquilo que, organicamente, vem funcionando como atrativo, o caminho para o Branded Content se torna natural e amigável.

Um case de sucesso sobre propaganda na era da informação é a Brahma, que tem um canal sobre música sertaneja para conversar com o seu público.

Ao mesmo tempo em que dialoga com o público simpatizante da música, a marca se destaca ao patrocinar eventos relativos à cultura popular e à música sertaneja, gerando maior associação do público-alvo com a bebida. Cria-se ligação clara: “cerveja oficial do rodeio”, “cerveja de festa” e assim, ganha-se um potencial ainda maior de atingir essa parcela do mercado.

A ação, que acontece via plataforma YouTube, rende entre 75-80% de visualização.

Dessa forma, reapresentar marcas mais antigas para novos públicos é uma estratégia que vem apresentando bons frutos.

O intuito é passar para o usuário uma imagem criativa, que seja capaz de gerar identificação. A partir de interesses em comum, a empresa oferece algo relevante, construindo uma travessia pela qual nutre o indivíduo até o possível consumo.

O fato de não subestimar a audiência deve ser amplamente levado em conta aqui. Qualquer falha no estabelecimento da comunicação pode ser crucial. Alguém pode se interessar pela marca ou pela solução que ela apresenta e, no meio da jornada de compra, se deparar com aspectos que o desmotivem e o façam desistir da conclusão do processo.

A propaganda na era da informação possui requisitos para que haja uma conversa com qualidade. As promessas feitas pela marca, por exemplo, devem corresponder à audiência em termos de valor. Para isso, é possível trabalhar na intersecção através do conteúdo – também conhecido no Marketing como as etapas do funil.

A propaganda na era da informação na prática

Para as marcas, sem olhar porte ou dimensão da fatia de mercado, nunca foi tão necessário ser relevante e construir uma relação sólida com o público jovem.

Isso porque a mídia tem o papel não só de suportar, mas de qualificar a audiência pelo discurso do conteúdo. Assim, a propaganda na era da informação conta com o apoio de materiais que possam educar os mais novos para o momento da compra.

Lembre-se de que a empresa tem o target, mas precisa focar no publisher. Ou seja, aquele que corresponde aos esforços de marketing, encaminhando-se para o momento da venda. A fim de atingir o objetivo final, concretizando o processo, deve ser tomadas medidas como:

  • Construir campanhas em torno do conteúdo, e não o inverso;
  • Ter cuidado com o que é publicado, independente do tempo de decisão;
  • Revisar constantemente a estratégia inclusiva, já que se pode bloquear anúncios.

E você, em que momento vai aplicar Branded Content na estratégia comercial? Saiba como produzir conteúdo para jovens e use a propaganda na era da informação a seu favor!

Facebook e a cobrança de assinaturas por criadores de conteúdo: a nova TV digital?

Facebook e a cobrança de assinaturas por criadores de conteúdo: a nova TV digital?

Grandes empresas digitais estão mudando o futuro do conteúdo. A gigante Facebook é um exemplo disso. A cada novidade lançada pela empresa, surgem novas especulações sobre mudanças na forma de consumir conteúdo. No último dia 19 de Março, a notícia divulgada foi de que os criadores de conteúdo poderão usar a rede social como uma plataforma de assinaturas de vídeos, podendo cobrar mensalidades para os seus seguidores.

Essa novidade deve começar a partir da segunda quinzena de Abril para alguns criadores selecionados, mas ainda em fase de testes. Só que muitas discussões já estão surgindo pela internet.

Seria esse o fim da democratização dos conteúdos nas redes sociais? Ou será o início da verdadeira forma de TV digital por assinatura? Vamos trazer um panorama mais amplo sobre essa novidade para discutir essa nova ideia.

Como vai funcionar as assinaturas de vídeo pelo Facebook?

A plataforma de assinatura de vídeos vai funcionar de maneira parecida com outras que já conhecemos pela internet: um valor será pago para o produtor de conteúdo (a partir de US$ 5 mensais) que fornecerá aos seus assinantes o acesso direto a conteúdos exclusivos, além de outras vantagens.

Muitos foram pegos de surpresa com esse anúncio, mas se voltarmos até Junho de 2017, tivemos a divulgação de uma notícia que falava sobre como a empresa que é dona das publicações dos jornais americanos “New York Times” e “Wall Street Journal”, além do inglês “The Times”, já vinha tratando com o Facebook sobre a possibilidade das assinaturas online dessas publicações.

Agora já temos uma visão clara de que a rede social de Mark Zuckerberg foi além, partindo para os vídeos, onde já possui uma disputa acirrada com o YouTube.

Qual a vantagem para produtores de conteúdo?

Ao que tudo indica, essa nova iniciativa do Facebook é uma forma de atrair novos produtores de conteúdo para competir ainda mais com a plataforma de vídeos da Google.

A principal vantagem para quem produz conteúdo é realmente ter um retorno monetário em cima dos vídeos baseado no valor de cobrança que estabelecer, já que, segundo as informações divulgadas até então, a rede social não vai reter nenhum valor sobre os ganhos desses produtores. Apenas as lojas de aplicativos poderão receber um percentual.

O que vamos observar caso a nova ideia e os testes funcionem é cada vez mais uma onda de segmentação por parte do público. Mas essa questão também pode abrir margem para outras dúvidas.

Qual será o impacto nas redes sociais?

Essa nova forma de disponibilizar conteúdo usando a maior rede social do planeta pode causar diversos impactos. Hoje o consenso geral é que deve existir sim uma disponibilização gratuita dos conteúdos, para que cada vez mais pessoas possam ter acesso. Os rendimentos podem vir através da publicidade e de outras parcerias.

Com essa nova possibilidade proposta pelo Facebook, haverá uma limitação do acesso aos conteúdos apenas para quem estiver disposto a pagar por isso, diferentemente do YouTube, que conseguiu encontrar meios de remunerar os produtores de conteúdo sem cobrar nada.

Por outro lado, talvez estejamos perto de presenciar a criação da verdadeira forma que pensamos sobre a TV Digital. Afinal de contas, se é preciso pagar para ter esse conteúdo, que seja o conteúdo relevante para cada usuário.

A certeza que temos é que essa discussão ainda vai durar por bastante tempo. mas e para você, essa notícia é positiva mesmo para os produtores de conteúdo? Ou acha que vai impactar negativamente? Deixe o seu comentário abaixo com a sua visão sobre o tema. Até a próxima!

Millennials: os jovens e a transição para o digital

Millennials: os jovens e a transição para o digital

Apesar de muito falarmos sobre eles em ambientes corporativos, pouco ainda se aplica na prática quando o assunto é a comunicação. Os jovens de hoje estão focados em interesses e gostos próprios, de modo que nada além dos aspectos com os quais eles se identificam se converterá em alcance. Estes são os millennials, também conhecidos como a geração Y – nascidos entre os anos 1980 e 1990.

Com a popularização da Internet, a era do conhecimento marcou a transição para o digital. Dessa forma, o analógico caiu em desuso e precisou se ressignificar, ao mesmo tempo em que assistia o mundo virtual evoluir. Mas, como atingir um público acostumado à tecnologia com recursos ativos e veiculados em massa?

 

Millennials: autoimagem e autocrítica

A geração do milênio valoriza aspectos referente a si própria e às suas opiniões acerca do que acontece no mundo. Estes pareceres podem ser consequência de experiências vividas ou mesmo da afirmativa de influenciadores. A tomada de decisão por parte desse público varia conforme tais fatores interferem no seu posicionamento.

O aprendizado dos millennials se dá por um mecanismo de repetição e assimilação. Hábitos e costumes viram uma verdade incontestável na medida em que são praticados. Estas pessoas são preparadas para lidar com o mundo quântico. Ciência e informação, futuro e realidade. O contraste anda lado a lado do progresso e da transformação contínua.

Para se comunicar com o público que pensa e age desta forma, é preciso uma audiência de participação ativa. A vontade de mostrar sua força e de ter sua voz ouvida é essencial para que haja o diálogo.

O filtro do conteúdo que chega até ele também é uma questão de extrema importância. Por se reservar num universo próprio, a dificuldade de atravessar tal barreira só pode ser vencida de uma forma. Identificando os desejos e necessidades dos jovens que vivem a transição para o digital.

É preciso identificar como você se junta e trabalha a favor de uma conversa com os jovens. Com uma mensagem profunda e de modo mais imediatista, pode-se chegar até os mais novos. As redes sociais são uma grande prova disso. Onde a interação e o modo como se constrói um relacionamento é aberto e participativo. Afinal, somente assim pode ocorrer a transformação de um usuário em um consumidor.

A mudança estrutural para melhor compreender as vontades do jovem deve acontecer de dentro para fora da organização. Há que entender: a dinâmica do mundo mudou, e com ela as formas de se expressar.

A transição para o digital acarreta em diversas mudanças, inclusive no estabelecimento de relações. Dito isto, de que modo podemos fazer com que o público juvenil estabeleça uma conexão com a marca? Como criar conteúdos de qualidade para atingir e fidelizar pessoas com um senso tão forte de opinião?

 

Como engajar millennials por meio de conteúdos

Reportar a cultura jovem do dia-a-dia, mostrando as transformações e validando isso nas marcas, é uma forma bastante eficaz de interagir. Já que este público se interessa, de forma ampla, por tudo o que diz respeito à sua própria geração. Ou seja, este é um ponto comum. A partir dele, é possível encontrar sinais de identificação e compartilhamento de ideias.

O conteúdo direcionado aos millennials deve ser feito por quem o consome. Aqui, vale dar oportunidades para quem está começando. Pessoas que estão cheias de vontade de criar, com a cabeça fresca e ideias a todo vapor. Exemplo são os estagiários, que desempenham muito bem esse papel. Mas, atenção! Por mais interessante que seja trazer o novo, deve-se manter os responsáveis pela comunicação sempre atualizados.

Além disso, para explorar a relação com os jovens, é preciso estimular a inquietação e fazê-los se questionarem de que forma o mundo funciona. A partir desses fatores, o próprio engajamento em relação ao conteúdo é outro. Os millennials tomam as dores para si e vão atrás de possíveis soluções. É aqui onde entra o papel das marcas: mostrar para eles que têm as mesmas preocupações. Que ambos estão do mesmo lado.

 

Consumo de mídia no sentido pragmático

Para entender como se dá a interação dos millennials com a geração de conteúdos digitais, é necessário observar a partir de reações. Sim, elas mesmas! As famosas expressões da rede social Facebook. Mas, somente essa ferramenta não é o bastante. As visualizações, curtidas e comentários também são capazes de dizer muito sobre a forma como o usuário se expressa e constrói vínculos com notícias na transição para o digital.

Entretanto, um paradigma entre observação e feeling x métricas e dados analíticos é visto hoje nas empresas de diversos setores. Não importa qual seja o ramo. Lidar com o jovem como buyer persona do negócio implica em uma série de pesquisas detalhadas. Estas podem partir da experiência de quem já convive e entende a forma dos millennials de pensar e agir. Mas, também podem ser advindas de mecanismos que servem de base para o acompanhamento constante das conversas estabelecidas.

Os jovens assimilam o conhecimento com rapidez e desejam obter uma troca saudável na construção do vínculo. É isso que faz a relação com eles ser tão difícil – e, por outro lado, tão rica. Manter a comunicação acontecendo e estar aberto ao diálogo são requisitos fundamentais para que haja experiências benéficas. Isso porque alguém sempre irá trazer algo de relevante, convertendo num insight colaborativo.

Por isso, estimular a criatividade nas pequenas coisas é tão importante ao longo desse processo. Quanto marca, é preciso conhecer o seu público mais a fundo. Afinal, o que está se consumindo de legal em mídia pelos jovens? Explore a visão dos estagiários sobre o universo do qual eles fazem parte. Eles sentem na pele as mesmas dores, compartilham dos mesmos ideais. São opiniões que, se forem levadas em conta, podem nortear esforços importantes na comunicação.

Ainda existem muitas pessoas offline, que estão em pleno processo de transição para o digital. Por esse motivo, é preciso olhar além da bolha. Online e offline precisam caminhar juntos, definindo cada um seus papéis e devidas relevâncias. Estar presente na conversa, onde o público está circulando, deve ser o maior objetivo de toda e qualquer empresa. É hora de apostar na ressignificação das coisas.

Gostou do nosso artigo sobre millennials e sua jornada pela transição para o digital? Então, acompanhe nossa série de posts que aborda as vantagens e dificuldades dessa geração. Tudo isso, é claro, no blog da Gummy!

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