Final de GoT: 1 palpite, 5 Teorias (erradas) e 5 hacks para vencer batalhas no marketing digital

Final de GoT: 1 palpite, 5 Teorias (erradas) e 5 hacks para vencer batalhas no marketing digital

 

<<< SPOILER ALERT: CUIDADO, ESTE ARTIGO CONTÉM SPOILERS EM POTENCIAL >>>

O inverno finalmente chegou.

Ansioso para a estreia da oitava e última temporada de Game Of Thrones?

Não aguentamos mais esperar, não é mesmo?

Não precisamos nos conter, não estamos sós!

Temporada após temporada, o interesse pela série cresce na medida em que chega a hora H, como revela o Google Trends:

ultimatemporadagameofthrones

Pesquisa pelo termo Game Of Thrones desde 2011

A mania que varre o mundo não torna GoT tão somente a série mais popular, como também aquela com maior audiência e, portanto, de maior faturamento na história recente.

Segundo o “The Hollywood Reporter”, a média de audiência da sétima temporada foi de 31 milhões de norte-americanos, considerando aqueles que assistiram aos episódios no momento da exibição, on demand ou por streaming.

A título de comparação, a segunda série mais assistida, The Big Bang Theory, mal chega aos 20 milhões de espectadores e é transmitida pela CBS, ao contrário da HBO, uma rede aberta de televisão nos EUA.

Portanto, caro leitor, se você é fã da série, faz parte de uma legião formada por centenas de milhões de pessoas, que estão roendo as unhas de ansiedade para conferir o desfecho do conteúdo audiovisual mais relevante da atualidade.

Enquanto conto os dias para a estreia da última temporada de Game of Thrones, escrevi este artigo para você, leitor, que está neste mesmo barco.

Leia este texto até o final se quiser ler sobre:

  • Teorias bafônicas que estão rolando pela Internet e que podem ser spoilers reais sobre o final de GoT.
  • Como essas teorias oferecem exemplos para um profissional de marketing digital alcançar bons resultados.

Pronto? Vamos à primeira teoria.

 

#1 As visões de Daenerys revelam seu fim

 

Voltemos ao final da segunda temporada, quando Daenerys chega em Qarth.

Após uma recepção aparentemente amistosa, Pyat Pree, líder dos Magos da Casa dos Imortais, dá um sumiço nos dragões da nossa Khaleesi, despertando sua ira.

(Um parênteses sobre este acontecimento: vocês PRECISAM conferir este vídeo em que a própria Emilia Clarke repercute a cena.)

Evidentemente, ao descobrir quem foram os mandantes do rapto, ela parte para a Casa dos Imortais na companhia de Sir Jorah.

Lá, Daenerys se perde de Sir Jorah enquanto eles tentavam entrar no edifício que não possuía portas.

Sem explicação, ela percebe que está do lado de dentro, agarra uma tocha e parte em busca de seus “bebês”.

E aí começam as supostas revelações, segundo o usuário do reddit KeDoG3.

Recapitulando: na primeira visão, ela se vê diante de um Trono de Ferro coberto de neve em uma Fortaleza Vermelha destruída.

Na sequência, nossa heroína tem a segunda visão (assim mesmo, ela se vira e papum!). Ao entrar em uma cabana Dothraki ela encontra seu ex-marido e filho, Khal Drogo e Rhaego,  em um momento super família, apesar de ambos estarem mortos há tempos.

É aí que Danny percebe que está delirando (vale lembrar que, no livro, ela curiosamente está sob efeito de alucinógenos, tsc) e decide fugir dali, pois se dá conta de que, por mais que quisesse, aquele momento não era real.

A sequência de visões retratadas na série termina ali, mas em “A Tormenta das Espadas”,  segundo livro da saga, essa passagem é bem mais elaborada.

Para o tal KeDoG3, as cenas são antevisões sobre:

  • A chegada dos nightwalkers.
  • O Trono de Ferro estar predestinado a alguém que virá de Winterfell, pois Norte, neve.
  • A morte da Mãe dos Dragões na batalha contra o Rei da Noite.

Um final chocante e incômodo? Sem dúvida, mas nos daria uma mártir a altura da série, uma verdadeira Joanna D’Arc dos 7 Reinos. Mulherão da P#!@$, mesmo!

De quebra, este desfecho colocaria seu herdeiro por direito, Jon Snow, sentado no Trono de Ferro, o que, na minha opinião, faz todo sentido –  ou alguém imagina Lord Snow/Aegon Targaryen sorridente no final de GoT?

Construí 1 hack para cada teoria que citarei, então vamos lá:

Hack: Não ignore os sinais que as métricas apontam 

Ao contrário da Danny, cujo destino está selado, você ainda pode evitar um final infeliz.

Digo isto porque, muitas vezes, quando lidamos com várias campanhas ao mesmo tempo, descobrimos problemas depois de já termos perdido muito tempo e até mesmo dinheiro investindo em táticas que, no final das contas, nos trazem mais dor de cabeça do que benefícios.

Resumindo, antes de entrar numa bola de neve, crie o hábito de antever os problemas e, consequentemente, obtenha bons resultados.

Vamos a um exemplo claro: outro dia analisava o relatório sobre o nono mês de trabalho com um de nossos clientes de um segmento de venda complexa e  jornada de compra longa.

Atuamos, neste projeto, junto à equipe de marketing da marca, criando conteúdos para o blog e produzindo vídeos para acelerar o processo de decisão de compra.

Após 9 meses de esforços recorrentes seguindo direcionais muito firmes, houve a primeira venda a um lead inbound. 400K em uma tacada só, ROI hiper positivo!

Como isso foi possível?

Construímos um planejamento enxuto, mas consistente. Bimestral e flexível. Este material serviu de fundamento para a execução e era revisto e melhorado on-going, a cada 45 dias, sempre de olho nos kpis.

Observamos diversas métricas de SEO, como o ranqueamento de cada artigo, comparamos com os resultados dos concorrentes e com aqueles alcançados por outros canais.

Monitoramos as interações em cada páginas e criamos materiais que eram atualizados conforme as taxas de conversão e comportamento dos usuários, garantindo relevância para uma audiência que, graças ao dados coletados, foi sendo cada vez mais segmentada.

Portanto, fica a dica: não importa o quão complexa possa parecer uma venda. Se houver um acompanhamento correto dos KPIs e um período de atualização da estratégia que ocorra religiosamente após as análise, as chances de tudo ir por água abaixo são praticamente nulas.

Queria eu que a Khaleesi estivesse mais atenta aos desdobramentos possíveis daquelas visões da segunda temporada!

 

#2 Bran é/foi Bran, O Construtor e enlouqueceu o Rei Aerys

Bran é o Corvo de Três Olhos. OK, isso você lembra da sexta temporada.

Você também lembra que ele tem a capacidade de ver o passado e até interferir (de leve) nos acontecimentos desse passado.

Numa dessas andanças pelo passado, ao voltar a Winterfell, Bran descobre que Hodor era um menino como qualquer outro.

Porém, enquanto ele está imerso nessa “viagem”, a caverna na qual ele treinava com o Corvo de Três Olhos ancião, é atacada pelos white walkers e sua visão é perturbada.

Nesse momento, Bran entra na mente de Hodor e destrói suas faculdades mentais, por que o jovem Hodor experimentou, através da troca-de-pele, como seria sua morte pelas mãos do caminhantes!

Loucura?

Mas foi essa passagem que fomentou outra teoria que está rolando na internet de que ele teria invadido a mente de Bran, O Construtor, empreendendo na construção da Muralha para proteger os 7 Reinos do presente.

Para esses caras, a teoria é reforçada pela amizade de Bran com os homens da floresta, exatamente como O Construtor mantinha.

Da mesma forma, Bran teria invadido a mente do Rei Aerys II para tentar impedi-lo de dar início ao desenrolar de fatos que acabou levando à Guerra dos Tronos e à morte de seu pai, Ned Stark!

Outra prova desta teoria, segundo membros do fandom,  seriam passagens da série em que diversos personagens afirmam que o Rei Louco perdeu as estribeiras quando começou a ouvir vozes em sua cabeça…WOW!

 

Hack: Aprender com os erros do passado é fundamental para não repeti-los no futuro

Eu sei, eu sei. Este conselho está em 10 entre 10 livros de autoajuda e em todas as suas sessões de terapia.

Contudo, sugiro que continue a leitura.

Aconselhar sobre a importância de aprender com os erros do passado é fácil, mas vou além. Te explico COMO aprender com o passado através de uma dinâmica de equipe.

Primeiro, liste todos os relatórios, resultados, feedbacks e análises já consolidadas à respeito da estratégia, ao longo do tempo.

Em seguida, distribua essas informações em uma linha do tempo, estabeleça critérios de comparação e, então, tabule os dados.

Agora faça perguntas:

  • O que levou os resultados de março e junho serem piores do que os do restante dos meses?
  • Quais os esforços, entregas, contextos, comuns aos dois meses?
  • Esses pontos já foram sinalizados em algum relatório?
  • Você fez algo a respeito?

Exemplifico: imagine que você tem acompanhado os resultados mensais do instagram do cliente AMORA, para cada mês há um relatório.

AMORA performou bem em janeiro e dezembro. Os relatórios apontam isso.

Agora, cruze as informações em ambos os reports, o que eles têm em comum? AMORA investiu 60% em publieditoriais com influenciadores e 40% em anúncios, ao contrário dos outros meses, quando foram investidos 40% e 60%.

Logo, a sugestão para AMORA bombar nas redes é: aposte com mais frequência em influenciadores.

Esta inteligência é fundamental, de nada adianta voltar ao passado para enxergar um momento fora de contexto, esse movimento pode apenas bagunçar a execução, como Bran pode ter lançado Westeros ao caos – sem querer.

 

#3 Cersei será traída por quem mais confia

Cersei, seu dia está chegando!

De longe, esta é minha teoria sobre o final de Game Of Thrones preferida.

Voltemos ao primeiro episódio da quinta temporada.

Neste episódio, visitamos uma memória da Rainha Louca quando ela era uma criança e visitou uma vidente, Maggy, a Rã.

Maggy permite que Cersei faça três perguntas sobre o futuro e, acredite, ela não gostou nenhum pouco das respostas.

– Quando vou me casar com o príncipe Rhaegar?

– Nunca, mas casará com o rei.

– Mas vou ser rainha?

– Será, mas até chegar outra, mais nova e bela, que te derrubará e levará tudo que você ama.

– O rei e eu teremos filhos?

– Sim, ele 16, você 3. 3 filhos com três coroas e mortalhas de ouro. E quando você se afogar em lágrimas, o Valonqar enrolará as mãos na sua garganta e te estrangulará até a morte.

Arrepiei só de lembrar!

As duas primeiras predições já são realidade e a terceira, em parte, também.

Cersei perdeu os 3 filhos e está insana a beira das lágrimas, no final da sétima temporada.

Valonqar em Alto Valiriano significa irmão mais novo.

Embora Cersei nutra um ódio profundo por Tyrion, seu irmão mais novo, sabemos que Jamie (Jamie!!!) é mais novo que Cersei por alguns minutos.

Logo, dizem os membros do Reddit, justo ele, amante e única pessoa em quem Cersei parece confiar cegamente, farto das loucuras da irmã é quem tirará a vida da tirana.

Muito coerente com o caráter que Jaime vem construindo ao longo das temporadas, não acham?

Na torcida desde já!

Hack: Você não pode confiar cegamente no que sempre deu certo 

Qual a lição que o possível fim de Cersei pode ensinar?

Simples, ainda que uma estratégia ou ferramenta venha dando certo, garantindo retorno, você estará condenado se não ficar atento ao que acontece no mundo, com seus concorrentes e deixar de lado a inovação tecnológica.

Ainda que o seu bom e velho Jamie sempre esteve ao seu lado, emprestando sua eficácia para garantir bons resultados, o mundo muda e com ele a efetividade das soluções.

Acredito que manter as coisas como sempre estiveram é uma péssima estratégia. Repetir as coisas ignorando o entorno, o levará a um fim antecipado.

Fique atento ao que acontece no seu segmento ou na área de atuação de seus clientes. Movimentos como a Transformação Digital vieram para mudar a forma como se fazem as coisas, desde o marketing, passando pelas vendas até a execução ou produção.

Nenhuma empresa pode se dar ao luxo de manter tudo igual.

Como disse Jeff Bezos:

 “É melhor sair da zona de conforto antes de ser incomodado pelos concorrentes. Então, se perceber que as coisas estão mudando, mude – ao invés de resistir”.

Parece uma receita simples, certo?

Mas, acredite, grandes marcas já caíram por ignorá-la.

A Kodak, por exemplo. Apesar de ser dona da primeira patente de câmera digital, datada de 1975, e dado início a uma nova era para a indústria fotográfica, deixou de investir na emergente forma de tirar fotos. Preferiu manter a fórmula que sempre funcionou e trouxe bons resultados: câmeras e filmes tradicionais.

A Kodak decretou falência em 2012, mesmo ano que o Facebook comprou o Instagram.

Nunca antes na história do homem, tantas fotos foram tiradas e publicadas.

fotos tiradas no mundo Kodak case

Enquanto isso, você pode estar lendo e pensando, “mas eu não produzo nada”, “meu mercado é muito tradicional” etc.

A inovação não necessariamente diz respeito à adoção de novas linhas de produção ou refazer o mapa.

Vejamos outro exemplo: André possui uma clínica médica, cuja estratégia de marketing vem trazendo resultados há anos.

André foi pioneiro, surfou na onda do Inbound Marketing quando a Resultados Digitais era uma empresa com menos de 50 funcionários.

Por isso, através de artigos no blog da clínica, contratados de uma grande produtora de conteúdo, ele recebe diversos agendamentos de consulta.

Até o dia em que o concorrente de André, encontra numa pesquisa no Google uma produtora de conteúdo que aposta na originalidade do conteúdo, ao invés de repetir palavras-chave num ritmo industrial.

Esta produtora, que poderia ser a Gummy (risos), cria uma estratégia que além de artigos incríveis prevê um canal do Youtube.

A cada artigo publicado, a produtora de vídeo leva ao ar um conteúdo explicativo cujos protagonistas são os médicos da clínica concorrente.

Em pouco tempo, os conteúdos de André perdem ranqueamento, a audiência despenca e os agendamentos somem.

André teve a chance de vencer, preferiu não mudar.

Um fim triste, mas justo.

Para Cersei e André.

#4 Jon Snow é um guerreiro lendário e vencerá o Rei da Noite

 

Desde o segundo episódio da sexta temporada, quando Melisandre reviveu Jon Snow, cresce entre os usuários do Reddit e na minha cabeça também, a força da teoria de que ele seria o Azor Ahai, o Príncipe Prometido.

Segundo o folclore de Got, há milhares de anos atrá um guerreiro chamado Azor Ahai derrotou os Outros portando uma espada flamejante, a Luminífera, trazendo paz aos Sete Reinos.

A lenda ainda revela que o Guerreiro Prometido voltaria:

 

“Quando a estrela vermelha sangrar e a escuridão aproximar-se, Azor Ahai irá renascer no meio da fumaça e sal e acordará os dragões feitos de pedra.” .

Retrocedamos até o final da quinta temporada.

Quando Snow é assassinado Bonen Marsh chora (sal) e suas feridas fumegavam, em função do frio (fumaça).

Outro indício que corrobora a teoria: Aemon Targaryen havia dito que Azor Ahai deveria ter sangue de dragão.

E, por fim, a Lenda também conta que o Grande Guerreiro renasceria sob uma estrela de sangue.

Na visão de Bran, na Torre da Alegria, testemunhamos o nascimento do filho de Lyanna Stark e Rhaegar Targaryen, que agora sabemos ser Jon Snow ou Aegon Targaryen.

Aqui você pode conferir a sequência completa:

Na cena (assista acima, vale a pena) ao entrar no aposento do parto, Ned Stark escora uma espada na cama. A arma em questão é a Alvorada, relíquia da Casa Dayne, representada por uma estrela que cai em um campo (abaixo).

O detalhe é que a espada e a cama onde o jovem Ned deposita a arma estavam ensanguentadas, fruto da batalha dele contra Arthur Dayne. Essa, segundo o que especulam no Reddit seria a estrela sangrenta da profecia.

Achou os fatos presentes na série inconclusivos?

Os livros revelam mais dos indícios de que Jon Snow é o Azor Ahai e será decisivo na vitória contra os Caminhantes Brancos:

  • Melisandre reclama que sempre que consulta as chamas para descobrir quem é o Azor Ahai, tudo que vê é neve (SNOW, cara!)
  • Jon Snow tem um sonho em A Dança dos Dragões no qual empunha uma espada em chamas numa batalha na defesa da Muralha contra os Outros.

E, então, convencido? Eu sim!

 

Hack: O patinho-feito de seu mix de marketing digital pode conquistar excelente resultados

Vamos lá, ao final da primeira temporada você arriscaria que o Jon Snow poderia:

  1. se tornar novo maridão da Khaleesi
  2. ser o Azor Ahai, o herói lendário
  3. revelar-se o algoz dos Caminhantes Brancos
  4. sentar no Trono de Ferro como Rei dos Sete Reinos

 

Se você, assim como eu, não considerava que isso tudo poderia acontecer, que o bastardo de Ned Stark seria o protagonista que salvaria o mundo, preste atenção!

Muitas vezes desconsideramos as ferramentas aparentemente mais rudimentares na construção/operacionalização de nossas estratégias de marketing digital e cometemos um grande erro.

Um belo exemplo é o e-mail marketing (não me refiro a spam ou a compra de listas, tá?).

Em 2014 já se discutia sobre a relevância da ferramenta e de lá para cá muita coisa mudou.

Numa profusão de ferramentas e técnicas o email parece ter perdido sua importância.

Só parece! Porque, na verdade, continua sendo um canal extremamente eficiente, segundo matéria recente da Folha de São Paulo, inúmeras grandes empresas estão deixando de investir em anúncios para apostar em recorrência de e-mails.

Automação de marketing, SEO, produção de vídeo etc.

Todas as ferramentas acabam envolvendo a comunicação com os usuários através de e-mail marketing.

Afinal, o que é uma automação senão uma série de e-mails disparados conforme o disparo de gatilhos pré-definidos.

E o que seria da audiência de blogs sem as newsletters?

E ainda, todos sabem que vídeos aumentam tempo de permanência em página e podem ser ferramentas para o fechamento, mas como fazer esse conteúdo audiovisual chegar em quem importa? Dá-lhe email marketing.

É isso aí, pessoal. É fundamental apostar em inovação, adotar novos instrumentos e diversificar seu mix, no entanto, trabalhar com o básico, melhorando e o tornando um diferencial pode ser o segredo para o sucessos de sua estratégia de marketing digital.

 

<<<  ATENÇÃO, POSSÍVEIS SPOILERS PESADOS A PARTIR DAQUI >>>

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#5 Melisandre vai enfrentar o Rei da Noite e QUASE vencer

Na última vez que encontramos Melisandre, ela se despediu de Varys com uma enigmática promessa de retorno:

“Vou voltar querida aranha. Uma última vez. Tenho de morrer neste estranho país. Tal como tu”.

Agora, preste atenção, um usuário do Twitter, Hogwort7, publicou uma série de fotos dos bastidores das gravações da oitava temporada. Após ser questionado sobre a veracidade das fotos, ele deletou o Twitter e reapareceu no Reddit, onde compartilhou com a comunidade que supostamente havia testemunhado a gravação de duas cenas.

Nessas cenas, Melisandre volta de Volantis e decidida a confrontar o Rei da Noite lança um poderoso feitiço para controlar os nightwalkers. Pasme: o feitiço funciona por algum tempo, possivelmente dando uma trégua para outros personagens escaparem e reagrupar forças para o confronto final!

Na minha opinião o vazamento mais plausível de todos!

Se alguém tem esse poder é Melisandre, afinal:

  • ela tem mais de 800 anos
  • ressuscitou o Jon
  • Nao para de falar desde a primeira vez que apareceu sobre os caminhantes brancos e derrotar o Rei da Noite

Parece forçado?

OK, mas outro usuário do Reddit, segundo o canal do Youtube Universo de Gelo e Fogo, garimpou todos os roteiros vazados (sim, foram vários materiais apócrifos divulgados ao longo dos meses), e encontrou um mini-roteiro dos episódios 3 e 5, da oitava temporada, dirigidos por Miguel Sapochnik (especialista em batalhas épicas), e neste material aparece uma sinopse que confirma exatamente isso, entre outros spoilers que eu não gostaria de ter lido.

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Haja coração!

Hack: não existe mágica para obter resultados

Ok, Melisandre usa mágica e QUASE VENCE o Rei da Noite.

Mas ela acaba derrotada.

Se você está trabalhando em uma estratégia de marketing digital e descobre uma ferramenta que promete entregar resultados como que por mágica, desconfie.

A receita básica não deve ser esquecida em detrimento de atalhos.

Você precisa apostar na construção de um site bem feito, na produção de conteúdos relevantes para sua audiência, atraindo convertendo os usuários para, então, estabelecer uma comunicação consistente, monitorar, melhor e, então, vender.

Estes passos são o fundamento de nosso planejamento e todo nosso crescimento (mais de 300% ao ano) é explicado por trabalho duro, recorrente e melhoria constante.

Asseguro a você, comprar listas, oferecer descontos absurdos desvalorizando seu produto ou serviço e investir rios de dinheiro em anúncios pode parecer promissor, mas tudo isso é frágil no médio e longo prazo.

 

1 PALPITE sobre o final de GoT

Eita temporada polêmica, não é mesmo?

Muitas decisões foram tomadas a respeito da trajetórias das personagens. Grande parte delas estão sendo questionadas e achincalhadas por parte da fandom de Game Of Thrones.

Decidi atualizar o artigo, não para tomar posição. Por mais que qualquer um deteste, os showrunners são soberanos para exibir qualquer que seja o desfecho da narrativa e, só então, poderei (poderemos) decidir se gostamos ou não.

Mas não poderia deixar de palpitar a respeito do final da série, agora, com base em tudo que assistimos nesta temporada.

Eis que, Daenerys Targaryen, A Primeira de seu Nome, Nascida da Tormenta, A Não Queimada, Mãe de Dragões, Khaleesi do Grande Mar de Grama, Quebradora de Correntes, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos, dos Roinares e dos Primeiros Homens, Senhora dos Sete Reinos e Protetora do Reino, aparentemente perdeu o juízo.

Eu discordo absolutamente, já dando uma opiniãozinha de leve. Ela foi retratada consistentemente ao longo das oito temporadas como uma personagem temperamental. Ou você não lembra dela assistindo o irmão ser derretido com uma coroa de ouro? Ou mesmo assassinando as mulheres dos mestres em Astapor?

Pois bem, a verdade é que nosso relativismo moral, perdoou a Mãe dos Dragões por concordarmos com o “lado dela” da história.

Certo ou errado, fato é que ela conquistou King’s Landing, ou o que sobrou dela.

E agora se deparará com o último dos desafios, resolver a questão de sucessão e garantir a legitimidade de sua reivindicação ao Trono.

Para isso, ela deverá:

  1. lidar com Aegon Targaryen/Jon Snow;
  2. subjugar os Senhores das casas remanescentes.

Assim, me parece que seus primeiros movimentos serão prender Jon e Tyrion, cuja última traição ou está por vir, ou foi a libertação de Jaime Lannister.

Por quais motivos acredito nisso?

Ela já disse claramente que acredita que Snow a traiu na cena (ótima por sinal!) na qual o destino de Varys foi selado:

Além disso, os olhares de Verme Cinzento para nosso honrado guerreiro (até demais) durante a batalha de Porto Real transparecem desconfiança, como se Danny houvesse pedido “fica de olho nesse rapaz, ele não é confiável”, reparem:

Jon Snow impedindo avanço de suas tropas.

 

Verme Cinzento de olho na reação de Jon Snow.

Posto isso, além da provável revolta de Jon com a desolação causada por Daenerys a Kings Landing somado ao fato de que ele é o próximo na linha de sucessão Targaryen, nada restará a ela além de prendê-lo. Quem sabe julgá-lo. E Tyrion vai ter seu destino amarrado ao dele, afinal, acabaram sendo jogados uns para os braços do outro, após o penúltimo episódio da saga.

Aqui, para mim, reside a esperança de um final que remeta ao julgamento de Ned Stark, no final da primeira temporada. Teremos Jon sendo julgado, um destino sobre o qual Sansa alertou: “Os Starks nunca voltam do Sul” e Arya agora em posição para “fazer alguma coisa”, diferente do que vimos anos atrás, quando ela impotente assistiu ao seu pai ser decaptado.

Neste julgamento, ela poderá resgatar Jon e salvar, mais uma vez, o destino dos 7 Reinos. E o fará. Impedindo que o destino se repita, ela acabará com Daenerys. Imagino uma ótima sequência de flashbacks, quer mais shakespeariano do que isso?

Por fim, ao ponto:

Jon escapa, mas assume o Negro e vai reconstruir a Muralha junto de Bran. Tyrion sobrevive, sim. Danny cairá e levará Arya consigo.

Soberana, Sansa sentará no Trono de Ferro, afinal, dentre as casas nobres mais poderosas, restam apenas 4:

  • Baratheon, aliada à Daenerys, portanto, uma vez eliminada a Rainha, seu direito sobre Ponta Tempestade já era.
  • Arryn, cujo Lord é um doidinho e irrelevante para o desfecho;
  • Lannister, Tyrion governará como Mão e, quem sabe, consorte da Rainha Sansa;
  • Stark, cuja tradição e papel na derrocada de Daenerys legitimará a prerrogativa de Sansa ao Trono de Ferro.

E aí, o que acham?

Faz sentido? Quero saber a opinião de vocês.

 


E é isso, amigos, agora nos cabe esperar pela estreia da última temporada de GoT e aproveitar/relembrar os hacks para multiplicar os resultados em marketing digital.

Lembrando, que eu avisei sobre os spoilers e não quero bad reviews em função deles HAHA.

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Lições de storytelling com os indicados ao Oscar 2019

Lições de storytelling com os indicados ao Oscar 2019

Já comprou seu estoque de pipoca? Consertou a tv quebrada? A maior premiação da indústria cinematográfica está finalmente chegando! E a preparação para a noite de gala começou no dia 22 de janeiro, quando a Academia (de Artes e Ciências cinematográficas dos Estados Unidos) apresentou ao público a lista oficial dos indicados ao Oscar 2019.

gif jared leto Bradley Cooper jennifer lawrence ellen degeneres Meryl Streep channing tatum Julia Roberts brad pitt angelina jolie Kevin Spacey Academy Awards the oscars the academy awards bribooth lupita nyong'o

Diante da magnitude do evento, que está em sua 91ª edição, é fácil compreender a importância da premiação para o mercado. Diferente de outras categorias de entretenimento – como a música – as indicações e os prêmios no Oscar têm impacto profundo no que o público assiste, na carreira dos premiados e nas produções do próximo ano.

Mas não só isso: os nomeados são responsáveis por apresentar tendências para o mercado dos filmes, vídeos e imagem em geral. Seja em questões temáticas, no estilo das narrativas, na escolha dos diretores e atores e até nos quesitos técnicos, como movimentos de câmera, mixagem de som e fotografia. Afinal, os indicados ao Oscar evidenciam o que representa a sociedade no momento em que são lançados – e premiados.

Nos últimos anos, presenciamos questões importantes serem discutidas com movimentos que marcaram a história da premiação, como o #Oscarsowhite, que criticava a ausência de artistas negros entre os indicados, o #Metoo e o #Timesup, que trouxeram à tona os abusos e assédios sexuais da indústria. Mas a gente fica pensando: depois de assuntos tão importantes, ainda temos o que aprender com as indicações desse ano?

 

Temáticas humanas

Um ponto comum e indiscutível dos filmes nomeados nesse e nos últimos anos é: os temas estão cada vez mais centrados nos seres humanos e em suas histórias. As narrativas bibliográficas se fazem mais presentes, os acontecimentos históricos vêm sendo recontados e personagens cada vez mais “normais” são apresentados ao público.

 

Personagens reais

 

Os indicados ao Oscar 2019 evidenciam bem esse fato. Entre os oito nomeados a melhor filme, três produções são sobre pessoas reais. Como é o caso de Bohemian Rapsody, que conta a história do icônico vocalista da banda Queen, Freddie Mercury. Já A Favorita explora a relação de três figuras importantes da monarquia inglesa do século XVIII, centralizada na Rainha Anne. E, por fim, VICE conta a história do período pré presidencial da dupla Dick Cheney e George W. Bush.

Apesar das críticas quanto à representação de Freddie Mercury, os três não pouparam esforços para mostrar o “quê” humano das personagens e o que há de verdade por trás das figuras históricas.

 

Engajamento Social

 

Além da representação da realidade, outros três indicados trazem à tona questões importantes e necessárias a serem discutidas. O excelente Pantera Negra, é, não apenas o primeiro blockbuster de heróis a concorrer como melhor filme, mas o primeiro filme da Marvel que tem como protagonista um herói negro.

Ainda nessa temática, Infiltrados na Klan, conta a história de um policial negro, que no final da década de 70 consegue se infiltrar no Ku Klux Klan, contrariando o extremo racismo da época.

Roma foi indicado tanto a melhor filme, quanto a melhor filme estrangeiro. A história é sobre Cleo, babá e empregada doméstica de uma família de classe média da década de 1970 na Cidade do México. E aborda diversos desafios de seu dia a dia, como diferenças de classe, o papel da mulher na estrutura familiar, gravidez indesejada e a realidade de um país latino.

 

O que o cliente quer

 

Sabendo que os filmes mostram aquilo que acontece de relevante na época em que são feitos, é fácil perceber o que vem sendo contado e o que as pessoas querem ouvir. O público está atrás de verdade, de situações reais e comoventes. E, é claro que, esse anseio por se relacionar com outros seres humanos e suas histórias reais não se aplicaria apenas ao universo dos filmes, certo? Precisamos pensar sobre o que as pessoas querem também em outras áreas: na saúde, no atendimento, na publicidade e, claro, no marketing.

Elas querem se emocionar, querem se reconhecer e querem se sentir representadas. Esse é um fato que as empresas e as marcas não podem mais negar. Se, em um passado distante, o cliente era um mero espectador que recebia as informações e as aceitava de forma pacífica, hoje o cenário é outro.

A internet e a possibilidade de se comunicar mais efetivamente, tanto com seus amigos e seguidores, quanto com as próprias empresas, tornou o cliente mais presente. O consumidor está mais ativo, mais participativo, ele pensa e pondera sobre suas escolhas. Ele quer qualidade e eficiência. Quer se sentir parte do desenvolvimento de um produto e do dia a dia das marcas em que confia. Ele quer ser importante.

Por isso, não basta mais falar sobre produtos e serviços sem lembrar de quem está por trás daquela compra. As pessoas importam. E, hoje, importam mais do que nunca.

 

A importância do storytelling

Diante dessas mudanças de comportamento e de expectativa, agradar o cliente apresentando o que ele deseja ver é crucial. Um bom storytelling entre nessa história como ponto chave para que essa relação da marca e do cliente seja de sucesso.

 

O que é?

 

Mas, afinal, o que é storytelling e o que ele tem a ver com os indicados ao Oscar 2019, marketing e, principalmente, video marketing?

Storytelling nada mais é, em sua tradução literal, do que o fato de contar histórias! Através de elementos visuais, textuais e sonoros, o público recebe aquilo que queremos que chegue até ele de forma mais receptiva e agradável. Afinal, as pessoas querem ouvir histórias. E contar histórias convence.

 

Marketing e cinema

 

Quem não gosta de sentar para ouvir os amigos contarem sobre as aventuras de uma viagem? De ouvir boas memórias dos avós? Ou até de escutar a fofoca de um vizinho? Nos interessamos pela verdade e por aquilo que nos emociona. E provocar essa emoção é aquilo que um storytelling bem pensado tem poder de fazer.

O cinema é mestre em nos contar boas e interessantes histórias. Afinal, se é digno de estar na tela, deve ser digno de nossa atenção.

Mas, no marketing, a boa história (ou um bom storytelling) tem um poder ainda maior. Conseguimos convencer, conquistar e até mesmo, vender.

Por isso, beber da fonte do cinema e das histórias “de verdade”, com personagens reais, emoções tangíveis e situações comuns pode ser o que falta para uma estratégia de marketing decolar!

Até a próxima!

Como Marketing de Conteúdo e Marketing de Influência podem trabalhar juntos?

Como Marketing de Conteúdo e Marketing de Influência podem trabalhar juntos?

Se existe um fenômeno perceptível com a popularização da Internet, este é a ascensão dos digital influencers e seu impacto sobre o mercado consumidor. E é aqui onde nasce a ideia do Marketing de Influência.

Afinal, eles reúnem multidões de seguidores em seus perfis e têm a confiança deles, que os acompanham diariamente e consomem os conteúdos produzidos.

Hoje com forte adesão, o Marketing de Influência tornou-se um diferencial competitivo para marcas que executam campanhas digitais, inclusive aquelas que já trabalham com marketing de conteúdo.

Juntas, as duas táticas têm se mostrado muito efetiva para construção de awareness e autoridade de marca e até mesmo para aumentar o potencial de alcance de conteúdos.

Quer saber como marketing de conteúdo e marketing de podem influência juntos? Leia este conteúdo até o final e surpreenda-se!

Você vai ler sobre:

  • Qual a importância e de que maneira funciona o Marketing de Influência
  • Afinidades entre ações de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo
  • Métodos para utilizar Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo juntos

 

 

Afinal, quanto é preciso investir para uma ação de Marketing de Influência?

Primeiramente, é bom lembrar: o Marketing de Influência existe há um bom tempo – e já foi muito caro. O motivo do alto custo é que, há alguns anos atrás, a técnica era mais focada em personalidades televisivas e da grande mídia.

Hoje, temos uma democratização da voz popular, favorecendo pessoas “comuns” a ganhar visibilidade diante das massas. Para isso, é preciso ter bons equipamentos, ideias criativas e uma dose de magnetismo pessoal, a fim de angariar milhares de admiradores nas redes.

Investir em celebridades da Internet é uma boa forma de obter alcance. Porém, com custos quase sempre menores.

Enquanto um artista consagrado em meios mais tradicionais pode exigir altos cachês para participar de uma campanha, os influenciadores digitais podem, em muitos casos, aceitar produtos e serviços, em troca de artigos ou vídeos divulgando-os e agradecendo à marca que os ofereceu – é a chamada permuta.

O pagamento em dinheiro também é uma opção e varia de acordo com a popularidade do influenciador. Cabe à empresa analisar e escolher qual oferece mais benefícios.

Além de estarem contato com audiências específicas – favorecendo o alcance de nichos –  os influenciadores oferecem a vantagem de abordar os temas de forma natural e descontraída, utilizando a linguagem mais próxima do público que os acompanha.

A naturalidade para lidar com o público é importante, dado que o uso de AdBlockers cresce a cada dia e dificulta ainda mais o trabalho de quem prioriza anúncios pagos. O consumidor está mais resistente a campanhas tradicionais, engajando-se conforme a identificação com os propagadores da marca em questão.

Apenas para exemplificar e deixar claro que não estamos falando de algo irreal, vamos aos números! Pesquisas respeitadas internacionalmente mostram que, a cada 1 dólar investido em Marketing de Influência, há um retorno de U$6,50 para a empresa. Ou seja, aqui há um Retorno Sobre o Investimento (ROI) invejável à qualquer estratégia de crescimento dos negócios.

Portanto, o Marketing de Influência é uma técnica acessível e que traz excelente retorno, justificando rapidamente o investimento feito sobre a estratégia.

 

Como unir as ações de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo?

Se pararmos para pensar, o próprio trabalho dos influenciadores já é baseado em algumas técnicas de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo. Isso porque produzem um conteúdo digital altamente personalizado e voltado para seu público-alvo, divulgando-o em canais de amplo acesso.

O mais comum é a produção de conteúdo audiovisual. Em sua maioria, os vídeos instrutivos e/ou descontraídos arrecadam milhares de reações e inspiram compartilhamentos por quem se identifica. E o mais interessante é a que a grande maioria das pessoas inicia na carreira por conta própria, sem o auxílio de publicitários em um primeiro momento.

É ou não é uma ação de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo muito bem executada? No fundo, o que precisamos é aprender com estes quase colegas de profissão e desenvolver parcerias para um crescimento mútuo. Com este objetivo, podemos:

  • Convidar influenciadores para produzirem guest posts no site da empresa;
  • Produzir conteúdo para o público do influenciador e estabelecer uma parceria, onde ele compartilha o material.

Essa é a idéia por trás da junção destas duas técnicas. Agora, vejamos como implementar isso de uma maneira prática.

Implementando Marketing de Influência dentro da estratégia de conteúdo

Veja algumas ações que podem ser tomadas para adicionar esta técnica ao seu trabalho.

1- Identifique os influenciadores das suas personas

Obviamente, nem todo influenciador é adequado para divulgar o seu produto. Considerando que buscamos a personalização de estratégias de Marketing de Influência e Marketing de Conteúdo, o influenciador precisa ser alguém inspirador e que gere identidade junto ao seu público.

É importante que tenha práticas alinhadas com os valores definidos para a sua marca e não esteja envolvido com comportamentos negativos aos olhos das suas personas. Escolher um influenciador errado pode resultar em boicotes e churn aos negócios. Por isso, estude-os muito bem antes de fechar parcerias.

Sob esse filtro, faça um levantamento dos mais atuantes e registre-os em tabela, contendo nome, contato, canal de comunicação, número de seguidores e estratégias de interação.

 

2- Engaje-se com os influenciadores e seus seguidores

Quanto mais engajado(a) estiver com eles, maior será a percepção do público de que você faz parte daquela comunidade. Consequentemente, eles irá sentir-se convidado a interagir com sua marca e terá acesso aos conteúdos com frequência.

Por isso, comente nas postagens dos influenciadores e interaja com os seguidores deles. Siga-os e tente engajá-los dentro de sua própria estratégia de conteúdo. Afinal, vocês têm interesses em comum! Mostre isso.

 

3- Peça que os influenciadores interajam com seus conteúdos

Quando conseguir boas parcerias com digital influencers, certifique-se de acordar que esta atenção seja uma mão dupla. Assim como você interage e aumenta a relevância dele em suas redes, ele também deve aumentar a sua.

Peça aos influenciadores que comentem, compartilhem e promovam os seus conteúdos. Se possível, que utilizem também seus produtos e soluções em público.

Concluindo, os influenciadores digitais são aliados poderosos que devem ser trazidos para perto no mercado. Sempre considere que, caso ele resolva aliar-se ao seu concorrente, isso pode representar problemas.

Fique esperto(a) e seja ágil! Utilize nossas dicas e implemente o Marketing de Influência agora mesmo em seus negócios.

De todo modo, o elemento mais importante continua sendo um conteúdo de qualidade. Por maior que seja o alcance do influenciador, se o conteúdo não for relevante, de nada adianta.

É uma estratégia eficiente, mas não miraculosa! Por isso, não descuide do seu processo de produção de conteúdos e nem terceirize a responsabilidade de gerar bom engajamento. O Marketing de Influência traz visibilidade para conteúdos incríveis.

Quer mais dicas sobre como produzir conteúdos de qualidade? Leia este post e conheça os nossos métodos para garantir um efeito WOW! :O

Como melhorar o engajamento de marca e destacar-se no mercado

Como melhorar o engajamento de marca e destacar-se no mercado

Você não quer ser só mais um(a)! Mas, sim, ser aquela pessoa especial para o(a) outro(a). Seja na vida afetiva ou nas relações comerciais, é dessa forma que queremos ser tratados e percebidos: como únicos. Sendo assim, como melhorar o engajamento?

Independente se você é uma agência de marketing digital ou uma startup de tecnologia, já sabe que de campanhas para atrair novos consumidores o mercado está cheio. No entanto, também entende que o caminho do reconhecimento e do valor percebido pelo seu público-alvo não é tão simples assim.

Afinal, quem não sonha em deixar de ser apenas um contatinho e virar o mozão oficial para curtir almoços de domingo com a família? O que toda marca busca, lá no fundo, é estar em um relacionamento sério com o cliente.

Deixando um pouco de lado as comparações, todo mundo sabe que o sucesso e o crescimento de uma empresa estão diretamente ligados ao engajamento dos usuários. Esse romance acontece mais ou menos assim:

O início se dá em uma experiência positiva com as soluções oferecidas pelo negócio – a qual resulta na confiança em seu trabalho. Junto disso, vem a fidelidade: como o cliente reconhece o valor da marca, sente-se seguro em investir mais vezes. E, por fim, o mesmo irá divulgar o negócio e indicá-lo para os amigos.

Dessa maneira, estabelece-se o ciclo do engajamento de marca.

Por definição, um cliente engajado é aquele que envolve-se profundamente. Ele cria uma identificação com a empresa e sente-se contemplado pelos resultados obtidos.

Apesar de isso não ser novidade, é preciso atualizar a visão de como melhorar o engajamento considerando a evolução no comportamento do consumidor de hoje.

Em tempos de redes sociais, a interação é ainda mais importante! Como bem sabemos, o compartilhamento é uma etapa fundamental em qualquer estratégia de Marketing. Dito isso, é preciso cativar o usuário, a fim de crescer cada vez mais. Chegou a hora de tomarmos algumas medidas para assegurar que a evolução seja real.

A grande questão por trás disso é como melhorar o engajamento de marca em um mercado tão competitivo como o nosso? Nós temos a resposta. Continue a leitura!

 

Antes e depois: como melhorar o engajamento de marca?

Os tempos mudam e, com eles, as técnicas de cortejo também. Sabe como é! Aquelas que seus pais usavam para flertar em bailes dos anos 80, provavelmente, não funcionam mais.

O que você precisa para melhorar o engajamento de marca

Nada de chamar crush de broto!

 

Quando nos referimos a empresas digitais, não é diferente!

Antigamente, o foco da área de Marketing estava sobre o produto e seus diferenciais. Mais do que tudo, o importante foi mostrar o quão “único” era o serviço oferecido e ressaltar as vantagens que ele aplicava no dia-a-dia. Esta é a técnica no auto-elogio. Algo que, nos dias de hoje, jamais faria os olhos de um consumidor brilharem.

O cliente, nesse momento, valoriza outros fatores. Esse assunto é bastante abordado em livros como Marketing 3.0 e Marketing 4.0, de Philip Kotler. A forma de se fazer branding e conquistar as pessoas mudou – e muito.

O consumidor deixou de valorizar só o produto. Agora, a experiência de uso da solução, juntamente aos propósitos representados pela marca e suas ações, têm peso na escolha.

A conscientização levou-o a atribuir mais significado ao modo como a empresa age, suas políticas e visões de mundo.

Mais do que suprir uma necessidade, o cliente busca se ver na marca. Ele quer compartilhar de seus discursos para além do viés puramente comercial.

Por esse motivo, ele apega-se mais ao relacionamento e às interações. Especialmente, pelo fato de que temos muitos meios para isso. Todos estamos presentes nas redes, assim como temos voz ativa para propagar nossas impressões acerca do que vimos e experienciamos.

Isso quer dizer que, seja a experiência negativa ou positiva, ela tende a ser divulgada com facilidade. Desse modo, investir em conteúdos que propiciam uma troca nas mídias sociais performam inquestionavelmente bem.

Não adianta voltar-se apenas para os seus serviços. Você deve conhecer o cliente e falar aquilo que ele espera ouvir. Mais do que isso! Seja um modelo de inspiração e admiração. Assim, o indivíduo irá sentir-se convidado a advogar pela sua marca.

A fórmula de como melhorar o engajamento mudou? Pois, saiba que a resposta dessas novas variáveis estão todas no seu público-alvo. Fique atento(a)!

 

4 dicas sobre como melhorar o engajamento de marca

Salvo as particularidades de cada setor, existem técnicas de sedução que funcionam para (quase) todos. Dentre as possibilidades, selecionamos algumas para você:

 

Experiências de marca mais próximas e verdadeiras

Na era da interatividade, queremos ser verdadeiramente ouvidos. Você já se deparou com exemplos criativos entre perfis institucionais de empresas e seus seguidores, certo?

O atendimento personalizado faz com que o cliente sinta-se especial e percebido em suas necessidades, por exemplo. Se somarmos isso a um toque de bom humor, é possível gerar uma sensação parecida à que temos ao dialogar com nossos amigos.

Quando sabemos que, por trás dos meios de comunicação de uma marca, existem pessoas reais, alcança-se o tão falado rapport.

 

Personalidade de marca autêntica

Outro exemplo de como melhorar o engajamento de marca é fornecendo um novo estilo de vida. Quando o branding é trabalhado no sentido de desenvolver uma identidade, é mais fácil acessar e atrair pessoas que a desejem.

Nesse caso, o produto representa mais do que sua funcionalidade. Ele é um meio de fazer parte de determinado grupo social e um jeito de expressar-se diante dos outros.

 

Valores sólidos e compatíveis com o seu público-alvo.

O consumidor quer saber a posição das empresas referente ao que acontece à sua volta.

Assim, é importante que a marca deixe claro quais são seus valores e sua visão de mundo.

Esta campanha da Dove, por exemplo, repercutiu em todo o mundo ao mostrar de que forma é possível valorizar a própria beleza em detrimento dos padrões de estética impostos às mulheres. E, dessa forma, se posicionou ao lado de uma tendência comportamental cada vez mais adotada por seu público-alvo.

Veja como, para apoiar princípios e ideais, é preciso saber se o seu target possui afinidade com o tema.

Dica: Considere ainda um posicionamento respeitoso do ponto de vista ético e político. Não cometa a gafe de ser lembrando por uma comunicação preconceituosa ou inadequada. Lembre-se de que as redes sociais NÃO perdoam.

Como boa prática, relembre esse case de Branded Content reproduzido inúmeras vezes nas plataformas digitais:

https://www.youtube.com/watch?v=ABups4euCW4

Esse tipo de ação irá atrair aqueles que pensam de modo semelhante e também incentivá-los a contribuir com a marca em prol da perpetuação destas ideias.

 

Propósito de marca

A quarta e última dica sobre como melhorar o engajamento diz respeito ao propósito da empresa. Estamos lidando com consumidores mais informados e disponíveis a interações entre o mercado e a realidade na qual vive.

Consequentemente, as marcas que apoiam causas sociais e tomam ações efetivas fazem com que os clientes sintam-se parte disto. É uma forma de chamá-los para estarem perto.

Por fim, vamos decorar as novas regras para conquistar de vez o seu público. São elas:

1- Não pense somente em você, lembre-se das necessidades e interesses do cliente.

2- Não se iluda: parecer engajado, não significa sê-lo. Fuja das métricas de vaidade!

3- Não fique em cima do muro, o usuário deseja conhecê-lo profundamente.

4- Não ignore-o. Estabeleça políticas e mecanismos institucionais para definir como será a interação, principalmente no pós-venda.

5- Não viva numa bolha, ou pelo menos, demonstre que sua marca também se preocupa com os acontecimentos e com o cotidiano de seu público-alvo.

Preparado(a) para iniciar um relacionamento sério com o seus prospects?

Com esse tutorial de como melhorar o engajamento de marca, esse caminho ficará mais fácil. Portanto, capriche na execução dos mandamentos acima e viva uma verdadeira história de amor.

Bonus track: Seus clientes fazem parte da geração Y? Clique aqui e aprenda como produzir conteúdo direcionado especialmente para o público jovem. Boa leitura!

Guia básico de como se preparar para uma reunião comercial

Guia básico de como se preparar para uma reunião comercial

O coração de todo negócio é a relação entre diferentes pessoas com interesses em comum. Ainda que a tecnologia avance, haverá sempre funcionários ofertando seu conhecimento e fazendo as escolhas mais acertadas em prol da organização a qual pertencem.

Por mais disruptiva e inovadora que possa ser, toda agência deve saber como se preparar para uma reunião comercial e mandar bem no face to face.

saiba como se preparar para uma reunião comercial e conquistar seus clientes

Demonstrar segurança é fundamental

Desenvolver as habilidades necessárias para um discurso claro e atraente é o requisito básico de quem deseja trabalhar com fechamento de contratos. Ademais, isso requer treino e dedicação.

Felizmente, mesmo que você não faça a linha extrovertida, existem técnicas que podem ser utilizadas para desenvolver seu pitch e trazer mais efetividade para o discurso de vendas.

Agora, caso você já seja comunicativo(a) e esteja satisfeito(a) com suas habilidades sociais, imagine o quão longe pode chegar com a aplicação das melhores práticas. Sem dúvidas, você será capaz de fazer com que o cliente se engaje de forma quase natural.

Neste artigo selecionamos alguns dos métodos conhecidos e validados por especialistas.

Eles são capazes de melhorar os resultados de qualquer reunião de agência. Aprenda, em poucos passos, como se preparar para uma reunião comercial e conheça os benefícios de um bom pitch de negócios.

E agora, como se preparar para uma reunião?

 

Passo nº1: Filtre os leads para receber uma proposta comercial

Antes de pensarmos em como se preparar para uma reunião, é preciso analisar qual o perfil de lead que possui mais chances de sucesso no modelo de negócios. Afinal, desde o primeiro contato, a oferta pode ser considerada um investimento:

  • De tempo dos colaboradores responsáveis por participar da reunião de agência;
  • De material demonstrativo (folders, amostras etc) da proposta comercial.

Todavia, a prospecção de leads demanda recursos. Dedicamos produção de conteúdo para Inbound Marketing, fechamos contrato e adentramos no pós-venda. Estes investimentos diversos, para atrair e tracionar até o momento da venda, formam o que chamamos de CAC (Custo de Aquisição por Clientes).

Visto isso, é hora de rever as estratégias para identificar se há possibilidades de minimizar os custos. Conhecer este indicador é um passo importante em direção ao fluxo otimizado. Quando estiver convencido de que este é seu melhor número, você estará pronto(a) para a próxima etapa.

Assim, é chegada a hora de analisar detalhadamente os contratos e identificar os pontos gerais. O intuito é revelar o perfil do cliente de sucesso. Ou seja, identificar os leads que têm mais probabilidade de fechar negócio.

Em posse dessa informação, basta desenvolver os filtros adequados. A fim de sinalizar os leads que mais se aproximam do perfil identificado e priorizá-los ao marcar uma proposta comercial.

Sugerimos o uso de técnicas de qualificação profunda. Como a implementação de uma área de Pré-vendas, para investigar e coletar informações de grande valia sobre características do lead. Desse modo, é possível saber como se preparar para uma reunião ideal.

Outra tática é o uso de lead scoring, estabelecendo uma pontuação para rankeá-los, de acordo com a etapa da jornada de compra na qual se encontram.

É claro que, se você identificar as melhores oportunidades, a taxa de conversão em vendas da reunião de agência será maior. Além disso, informações privilegiadas poupam o sufoco de ficar imaginando como se preparar para uma reunião comercial perfeita. Quando você já sabe do que o lead precisa, é mais fácil fortalecer o pitch e chamar a atenção.

Passo nº2: Adapte-se ao perfil do lead na reunião de agência

Já ouviu falar em rapport? Esse termo, que vem do francês, remete ao ato de estabelecer uma comunicação harmônica e sincronizada. Quando falamos em gerar rapport na reunião de agência, significa criar empatia e outras ferramentas para tornar o diálogo mais fluido.

É importante saber que tudo influencia na qualidade dessa relação: vocabulário, tom de voz, expressão corporal etc. Quando entramos em contato com o outro, passamos por uma série de processos conscientes e inconscientes, na busca de identificação.

Se nosso cérebro é capaz de identificar estas zonas, tornarmo-nos mais empáticos. Numa proposta comercial, inclusive, este fator pode ser decisivo! Por isso, é primordial que haja um estudo minucioso das personas. Buscando, até mesmo na psicologia, as informações necessárias para descobrir quais são as vias de acesso mais fáceis à cada lead.

Você não conversa com um senhor de 55 anos, que empreende desde os tempos de mídia tradicional; do mesmo modo que dialoga com o CEO de uma startup inovadora, no auge de seus 25 anos.

Dessa forma, condicione o time de Vendas para ter a versatilidade de cobrir todo o espectro de perfis admitido. Assim, eles saberão como se preparar para a reunião de fechamento.

 

Passo nº3: Treine o pitch de vendas

Ter um discurso sucinto e atraente é a cartada final sobre como se preparar para uma reunião comercial. Os colaboradores ou sócios devem ganhar o lead nos primeiros minutos. Pois, de outro modo, dificilmente conseguirão ter um novo contrato em mãos.

Nesse momento, é preciso contar com profissionais já versados nas técnicas de venda para a eficiência das ações implementadas. Caso sua empresa, por diversos motivos, não puder trabalhar padrões, é hora de superar as dificuldades e desenvolver seu lado vendedor.

É comum que o CEO tenha dificuldades em trabalhar na área comercial, especialmente por estar focado em atividades de gestão. No entanto, mesmo não seja seu forte, você precisa defender as suas ideias e promover o seu produto.

Nunca se esqueça que oportunidades de negócio podem surgir de encontros rápidos, como na participação em eventos e atividades do setor. Assim, a melhor tática é preparar-se para ter respostas na ponta da língua ao impressionar alguém.

Por isso, avalie diversos modos de comunicar a informação. Pensando, sempre, em como ressaltar as qualidades da solução no menor tempo possível.

O segredo é treinar! Conheça e ensaie seu discurso quantas vezes precisar. Peça ajuda aos seus colegas para que lhe digam se o texto está dinâmico e potente. A prática do elevator pitch também é ótima para desenvolver esta alternativa.

 

Passo nº4: Capriche na hora da apresentação

Enfim, o último passo do nosso guia é arrasar na apresentação da proposta comercial. Após aquela reunião de agência bem-sucedida, seguindo os passos anteriores, você precisará enviar um e-mail formalizando a proposta de trabalho.

No entanto, ninguém se sente impactado(a) ao receber um orçamento simples via e-mail, sem qualquer tipo de formatação e/ou identidade. A proposta comercial torna-se muito mais atraente se você investir na aparência e no teor deste material.

Com efeito de ganhar de vez o seu cliente, tenha certeza de enviar uma proposta sedutora – e não estamos falando apenas de números. Afinal, uma proposta convincente é aquela que:

  • Aplica uma identidade visual e textual coerente com sua marca;
  • Utiliza um template organizado e profissional para adicionar valor;
  • Inclui informações institucionais breves, que ajudem a reforçar os principais pontos de diferenciação do negócio;
  • Apresenta o valor do orçamento, contendo o descritivo de todos os entregáveis ao longo do período de possível contratação.

Desse modo, você passará mais credibilidade e despertará a vontade de fechar o contrato.

 

Agora que você já sabe como se preparar para uma reunião…

É hora de botar em prática. No fundo, assim como qualquer outra reunião, uma reunião comercial é resultado de tática e preparo prévio.

Como a prática leva à perfeição, logo você terá conhecimento o suficiente sobre o assunto. Para gerar inteligência comercial, mas lembre-se de registrar todas as impressões das equipes após cada contato a fim e coletar dados relevantes que possam ser utilizados no futuro.

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Branded Content: como adaptar a propaganda na era da informação

Branded Content: como adaptar a propaganda na era da informação

Passar o feed das redes sociais é o novo “zapear” da TV. Com esse ato, é possível decidir em questão de poucos segundos os conteúdos que serão consumidos – ou ignorados – pelo usuário. Quando se trata do público jovem, isso fica ainda mais evidente.

A otimização do tempo para interagir somente com o que desperta curiosidade faz da propaganda na era da informação um grande desafio para os profissionais do mercado.

Decorrente desse processo, a pesquisa por hábitos e costumes desse tipo de consumidor se faz mais necessária do que nunca. Isso porque, numa velocidade rápida e constante, as preferências acerca das formas de adquirir conhecimento e lazer estão mudando.

Não há mais espaços para padronização do diálogo! Conforme as transformações no dia a dia dos jovens, o acompanhamento na comunicação deve estar presente.

Uma vez que se estabelece um relacionamento com millennials, é impossível voltar atrás. A geração Z, que nasceu com os avanços tecnológicos, utiliza cada vez mais as mídias digitais como meio de ocupação em pequenos intervalos.

Para conquistar a atenção dos mais novos, a propaganda na era da informação precisa fazer mais do que apenas entender o momento. Deve entregar valor num formato coerente com a realidade.

Como a propaganda na era da informação tem se adaptado?

Para entender como se dá a propaganda na era da informação, é preciso saber que os millennials não são todos iguais. Lidar com este seleto grupo de uma forma “pré-moldada” não garante satisfação, independente do que está sendo abordado. A divisão desse público ocorre porque, apesar das semelhanças globais, os costumes podem variar de acordo com a facilidade de acesso ao conhecimento e com a visão de mundo.

É cada vez mais difícil para quem atua no setor de Marketing acompanhar as transições de comportamento do público jovem. De acordo com as gerações que vão passando, os adventos da tecnologia passam a fazer parte de marcos históricos. Muito, sob a influência de fatores socioculturais.

Você sabia que a compra do primeiro celular pode ser considerada como um dos eventos mais importantes na vida de adolescentes? Segundo a pesquisa, esse momento pode ser equivalente à sensação de se formar ou tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Isso se dá pela independência que o acontecimento proporciona àqueles que estão iniciando suas primeiras conquistas pessoais.

Outro dado que vale à pena estar atento(a) é que mais da metade dos entrevistados usa smartphones para atividades como assistir vídeos (72%), trocar mensagens (52%) e mexer nas redes sociais (51%). Para eles, ter inscritos e seguidores em seus perfis nas páginas de relacionamento são aspectos importantes.

Tendo estes recursos como base, uma marca que está conectada às expectativas do público pode aproximar-se de forma natural do consumidor-alvo.

É identificando os mecanismos com os quais o jovem se engaja que a propaganda na era da informação pode vencer obstáculos e aproximar esforços.

Hoje em dia, os vídeos são responsáveis por converter as melhores taxas de engajamento. Sendo assistidos e assimilados de modo eficaz quando o assunto é a propaganda na era da informação. Um exemplo disso são as alternativas de compartilhamento de vídeos em diferentes mídias sociais. Elas vão desde vlogs no YouTube, stories no Instagram, teasers no Facebook e até mesmo gifs no Twitter.

De que forma implementar o Branded Content?

Sabia que, atualmente, passamos cerca de 39 horas semanais consumindo vídeos? É isso o que aponta uma pesquisa feita pelo Think With Google, em 2016.

Independente do meio, uma vez que os jovens são multitela, esse recurso vem ganhando força. Cerca de 90% dos usuários brasileiros relacionam vídeos ao YouTube. Sendo que 43% utilizam a plataforma como primeira fonte de busca sobre uma solução.

Quando uma empresa passa a trabalhar com o que vem funcionando como atrativo, o caminho para o Branded Content se torna natural e amigável.

Um case de sucesso sobre propaganda na era da informação é a Brahma, que tem um canal sobre música sertaneja para conversar com o seu público.

A marca dialoga com o público simpatizante da música. E, ao mesmo tempo, se destaca ao patrocinar eventos relativos à cultura popular e ao estilo sertanejo. Assim, gerando maior associação do público-alvo com a bebida.

A ação, que acontece via plataforma YouTube, rende entre 75-80% de visualização.

Dessa forma, reapresentar marcas mais antigas para novos públicos é uma estratégia que vem apresentando bons frutos.

O intuito é passar para o usuário uma imagem criativa, que seja capaz de gerar identificação. A partir de interesses em comum, a empresa oferece algo relevante, construindo uma travessia pela qual nutre o indivíduo até o possível consumo.

O fato de não subestimar a audiência deve ser amplamente levado em conta aqui. Qualquer falha no estabelecimento da comunicação pode ser crucial. Alguém pode se interessar pela marca ou solução que apresenta e, no meio da jornada, se deparar com aspectos que desmotivem a compra.

A propaganda na era da informação possui requisitos para que haja uma conversa com qualidade. As promessas feitas pela marca, por exemplo, devem corresponder à audiência em termos de valor. Para isso, é possível trabalhar na intersecção através do conteúdo – também conhecido no Marketing como as etapas do funil.

A propaganda na era da informação na prática

Para as marcas, nunca foi tão necessário ser relevante e construir uma relação sólida com o público jovem.

Isso porque a mídia tem o papel não só de suportar, mas de qualificar a audiência pelo discurso do conteúdo. Assim, a propaganda na era da informação conta com o apoio de materiais que possam educar os mais novos para o momento da compra.

Lembre-se de que a empresa tem o target, mas precisa focar no publisher. Ou seja, aquele que corresponde aos esforços de marketing, encaminhando-se para o momento da venda. A fim de atingir o objetivo final, concretizando o processo, deve ser tomadas medidas como:

  • Construir campanhas em torno do conteúdo, e não o inverso;
  • Ter cuidado com o que é publicado, independente do tempo de decisão;
  • Revisar constantemente a estratégia inclusiva, já que se pode bloquear anúncios.

E você, em que momento vai aplicar Branded Content na estratégia comercial? Saiba como produzir conteúdo para jovens e use a propaganda na era da informação a seu favor!

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