Gestor de conteúdo: peça chave para o sucesso de uma estratégia Inbound

Gestor de conteúdo: peça chave para o sucesso de uma estratégia Inbound

A atuação do líder é parte significativa do sucesso de uma equipe. Assim como o diretor de uma peça teatral, o gestor de conteúdo tem a responsabilidade de fazer com que a sua estratégia de marketing brilhe e traga resultados.

Sabemos que estar à frente de outros profissionais pode ser desafiador. Mas acreditamos também que, junto a um direcionamento correto, todos podem desenvolver habilidades e tornar-se versões melhores de si mesmos.

Como todo trabalho necessita de prática e estudo para ser desenvolvido, gestores também precisam se aprimorar para que, dessa forma, aumentem as suas taxas de sucesso. E é exatamente nesse ponto que viemos te dar uma mãozinha!

Neste conteúdo, apresentaremos dicas para otimizar as capacidades gerenciais e fazer de você uma liderança ainda melhor!

Você vai ler sobre:

  • Os maiores diferenciais de um gestor de conteúdo de sucesso
  • As principais técnicas para aprimoramento de gestão especializada
  • Inovação, liderança e criatividade no papel do gestor de conteúdo

Por dentro das funções de um gestor de conteúdo

Conforme a definição de Joe Pulizzi, fundador do Content Marketing Institute, o gestor de conteúdo é quem:

“Supervisiona todas as iniciativas de conteúdo relacionadas ao marketing, sejam internas e externas, em diversas plataformas e formatos. Tudo para impulsionar o reconhecimento da marca, o envolvimento, as vendas, a retenção e outros tantos comportamentos positivos de clientes.”.

Em outras palavras, este profissional deve utilizar de diferentes plataformas (blogs, redes sociais etc) e formatos (ebooks, blogposts etc) para elevar os resultados das vendas. Nesse objetivo, ele dispõe de meios internos e externos, unindo as técnicas de Inbound Marketing próprias com opções de co-Marketing e variantes.

O uso adequado deste leque de possibilidades é o que gera engajamento de leads com a marca e traciona-os ao longo da jornada do consumidor. Para manter a performance em alta, temos algumas sugestões que são resultantes de anos de prática e estudos por parte dos nossos colaboradores.


Competências essenciais ao gestor de conteúdo

As características que listaremos, a seguir, servem como ponto de referência – caso você esteja com algumas dúvidas. Entretanto, é sempre bom lembrar que, no papel do gestor de conteúdo, não existem fórmulas prontas ou soluções milagrosas.

Portanto, não encare estas dicas como um checklist a ser usado integralmente, mas baseie-se nele para ter os seus próprios insights. A gestão de conteúdos exige uma sensibilidade para perceber o seu nicho comercial e avaliar quais são as competências mais importantes neste contexto. Posicionamento é tudo dentro de qualquer estratégia!

 

1- Estruture e documente uma estratégia de Marketing de Conteúdo

Desenvolver processos é fundamental em qualquer empresa. Cada departamento possui a sua própria dinâmica, que deve ser prevista e registrada. Então, o planejamento é a base do sucesso e a documentação serve para replicar processos quando for necessário, além de fazer um acompanhamento regular. Aqui, é preciso registrar informações como:

  • Definição das personas;
  • Princípios e valores norteadores;
  • Objetivos da estratégia de conteúdo;
  • Métodos para avaliação de resultados (KPIs e ferramentas especializadas).

2- Planeje a divulgação dos conteúdos

Todo conteúdo tem o objetivo de chegar até determinado público. Defina e documente como e onde isto acontecerá. Portanto, estabeleça:

  • Canais de veiculação (a exemplo das plataformas);
  • Formatos de comunicação (tom do conteúdo, vocabulário etc).

É muito importante alinhar o discurso em todas as mídias utilizadas, garantindo que este reflita perfeitamente os valores da empresa. Isso significa adequar a linguagem para cada mídia, sem, no entanto, perder a sua essência.

A forma mais eficiente que um gestor tem para garantir este trabalho é criar um manual de redação. Nele, estarão todas as informações que precisam ser levadas em consideração tanto na divulgação, quanto na produção dos materiais.

Essa prática simples acelera a curva de aprendizado de novos profissionais de social media e produção, além de criar um referencial único para orientar a todos os envolvidos no ciclo do conteúdo.

 

3- Estabeleça workflows e ferramentas para gerir o processo de conteúdo

Quanto mais detalhado, melhor! Identifique as necessidades específicas de cada parte do conteúdo e liste todas as atividades a serem executadas. A implementação de tecnologias adequadas para a gestão é uma excelente carta na manga! Vale ainda pesquisar um software que adapte-se às suas necessidades.

Algumas questões que devem ser respondidas, conforme a sua etapa:

Produção

  • Qual é o tema dos conteúdos?
  • Quais são os objetivos?
  • Quais formatos serão utilizados?
  • Quais são os profissionais envolvidos no processo?
  • Qual é o workflow desta etapa?
  • Quais são os Acordos de Nível de Serviço (SLAs) entre cada passo?
  • Quais são as ferramentas e tecnologias utilizadas para gerir a produção?

Distribuição

  • Quais são os canais de veiculação do conteúdo?
  • Quais ferramentas podem ser utilizadas para otimizar a distribuição?

Avaliação dos resultados

  • Quais métricas definem um conteúdo excelente?
  • Quais métricas definem a eficiência da estratégia?
  • Quais métricas avaliam o impacto da distribuição?
  • Quais ferramentas podem auxiliar o processo de coleta e análise de métricas?

 

Finalmente, a dica de ouro é transformar estes workflows em checklists, dentro do site para gestão de projetos Trello. Isto facilita o processo de acompanhamento e aprovação dos conteúdos.

4- Desenvolva um processo de contratação coerente com suas necessidades

Tenha em mente, com clareza, o perfil de profissional necessário para cada tarefa. Voltando ao exemplo da peça teatral, cada ator deve ser coerente com o papel desempenhado.

Na equipe de Marketing, também! Divulgue estes requisitos já no anúncio de contratação e faça um processo seletivo que evidencie as características buscadas.

 

Liderança é dar exemplos e inspirar resultados

Sobretudo, o importante é entender a dimensão da responsabilidade de um líder e encarar o desafio de maneira séria.

A confiança é um fator essencial, mas sozinha não basta. Em excesso, funciona até como uma armadilha! Um líder não pode dar-se o luxo de confiar cegamente, já que é ele quem deve enxergar e traçar o caminho.

Portanto, sempre volte-se às métricas. Independente do quão geniais você considere suas ideias, submeta-as à prova real dos números. Análise Indicadores-chave de Sucesso (KPIs) fundamentais para cada ação isolada e verifique-os.

Estar embasado em dados confere autoridade diante da equipe e uma postura segura. Tal sensação faz com que o time atue de modo intenso, compartilhando sua visão de sucesso.

Falando nisso, lembre-se de valorizar cada um de seus membros. Todo profissional dispõe de pontos fortes e fracos. É de sua responsabilidade identificá-los e fortalecer o lado bom. Foque no que pode trazer resultados!

Com uma gestão adequada dos talentos que você tem em mãos, é possível compensar as faltas de um com as habilidades do outro. E, desse modo, é possível criar uma equipe que funciona a todo vapor.

Agora, cabe a você assumir esta posição com garra. Afinal, um líder que faz a diferença tem o poder de cultivar e desenvolver potenciais. Essa, certamente, é uma das sensações mais gratificantes que existem!

Por fim, o que fazer com todo este sucesso? Que tal começando a estruturar um processo para sua equipe de conteúdo?

Clique aqui e saiba como definir um processo de conteúdo em agências digitais.

Pós-vendas: como usar conteúdo para fidelizar clientes?

Pós-vendas: como usar conteúdo para fidelizar clientes?

Já pensou em utilizar conteúdo para fidelizar clientes?

Engana-se quem pensa que a venda termina ao assinar o contrato. Um relacionamento saudável e rentável com o cliente vai muito além disso! Por melhor que seja a aceitação da proposta comercial, é na pós-venda que o cliente fideliza-se e torna-se um divulgador da marca.

Atualmente, há várias técnicas e ferramentas disponíveis para aprimorar a comunicação depois de vender. Dentre elas, falaremos especificamente sobre como usar conteúdo para fidelizar clientes.

Nesse post, você irá aprender como inserir informações relevantes na etapa de pós-venda do funil. Para isso, listamos dicas de trabalho com diferentes plataformas: e-mail marketing, ebooks, vídeos e mais.

Portanto, continue a leitura para entender os melhores formatos na utilização de conteúdo para fidelizar clientes. Vamos otimizar juntos seu processo interno?

A importância do conteúdo para fidelizar clientes no Pós-vendas

A prospecção e a atração de clientes demandam investimento em tempo e recursos. Caso você simplesmente descarte alguém que foi fruto de uma longa cadeia de trabalho, estará desperdiçando todos os esforços aplicados até aqui.

Além disso, dados revelam que você possui 14x mais chances de vender para um cliente satisfeito do que ao prospectar um novo. Mas, os benefícios não param por aí: o mercado conversa – principalmente, na era da informação.

Nesse sentido, tanto a boa quanto a má fama serão compartilhadas e, assim, terão efeitos reais sobre os seus negócios. Saiba que 77% dos clientes satisfeitos costumam indicar o serviço para amigos e, consequentemente, atrair novas oportunidades de venda.

Claramente, tais aspectos estão relacionados com a experiência que o lead tem ao longo de seu Lifetime Value (LTV) dentro da empresa. A melhor forma de torná-la positiva é fazer com que o cliente sinta-se especial e em boas mãos.

Inicia-se, aqui, a estratégia de conteúdo para fidelizar clientes! Afinal, enviar conteúdos exclusivos e de qualidade fazem agrega autoridade ao nome da marca. Muitas vezes, um diferencial simples como divulgar informações em primeira mão aos clientes antigos pode gerar impactos à favor do relacionamento.

Estas são ações que precisam ser estudadas pelo departamento de Marketing e colocadas em prática na medida certa para atingir as personas definidas. Quer sugestões para engajar mais na pós-venda? Na próxima sessão, separamos algumas:

Como trabalhar com conteúdo para fidelizar clientes

Vamos àquilo que realmente importa: como isso tudo se aplica no dia a dia do departamento de Marketing, a fim de gerar ainda mais contratos.

Dentre os recursos que podem ser utilizados, opte por:

E-mail marketing

A comunicação via de e-mail é uma realidade. Ela permite enviar uma grande diversidade de tipos de conteúdo para fidelizar clientes, além de respeitar o tempo do consumidor. No momento em que é liberado o acesso à informação, o Marketing é menos invasivo do que estratégias de cold call.

Na Pós-Vendas, ele pode ser usado de formas distintas:

  • Agradecimento pela compra: Educação nunca é demais. A partir disso, seja cortês e demonstre gratidão ao cliente por ter sido escolhido seu produto e/ou serviço, dentre tantas opções disponíveis no mercado. Essa pequena ação sensibiliza e empodera o cliente, deixando-o mais receptivo para interações futuras.
  • Feedback: Através do e-mail, também é possível criar um canal de feedback para o cliente. Promova pesquisas de opinião e avaliações de serviço. Desse modo, você coleta informações relevantes sobre as personas e identifica pontos fortes ou fracos do processo comercial.
  • Comunicação personalizada: Envio de mensagens/ofertas personalizadas via e-mail também é uma forma de conteúdo para fidelizar clientes. Pode parecer pequeno, mas pesquisas revelam que recados desse tipo possuem 2,5x mais alcance do que as demais. Fora isso, também podem ser eficientes para reativar clientes antigos e lembrá-los de que você é uma boa opção a ser considerada.

Outra dica valiosa é investir em templates simples, bonitos e livres de poluição visual para os e-mails institucionais. Hoje em dia, um bom design é fundamental para performar bem! Alie-se a profissionais d=o mundo digital para ter os melhores resultados.

 

Conteúdo direcionado (e-books, vídeos, webinars etc)

Mais do que personalizar uma mensagem em relação a datas e informações pessoais do seu cliente, você precisa desenvolver algo capaz de atingi-lo em cheio! Uma estratégia de conteúdo para fidelizar clientes precisa ser muito assertiva e deve utilizar da inteligência comercial para tal.

Assim, o primeiro passo é identificar as preferências do seu público-alvo. Pergunte-se:

  • Quais conteúdos são mais acessados?
  • Existem temas em comum entre eles?
  • Quanto tempo, em média, um visitante passa no meu site?

Utilize plataformas de Web Analytics para identificar todas estes dados e gerar relatórios dinâmicos e objetivos. Como o Google Analytics.

Em posse desses aspectos, será mais fácil montar uma estratégia a partir do conteúdo para fidelizar clientes. Baseando-se nestes dados, você irá identificar quais mídias valem o investimento. Dentre os modelos mais populares, estão os e-books, vídeos e webinars.

Os e-books são excelentes, pois transmitem conhecimento rico e de ponta aos possíveis consumidores da marca. Em negócios B2B, as empresas buscam aprimorar-se para crescer cada vez mais. Isso significa que quem lê um conteúdo hoje, certamente estará interessado em mais qualidade amanhã.

Já no caso dos vídeos, menos é mais. A informação deve ser potencial e impactante, porém sucinta. Vídeos mais curtos costumam performam melhor nas plataformas digitais. Por ser uma mídia “moderna”, eles podem ter um toque de humor e leveza para ganhar o visitante em qualquer circunstância.

E, como terceiro exemplo, trouxemos os webinars. Eles são quase uma junção das duas modalidades acima. Afinal, permitem abordar temas de modo mais aprofundado (como um e- book) e utilizam dos recursos de vídeo em seminários online. O grande diferencial é que esse tipo de conteúdo permite interação direta com o lead/cliente.

Contudo, é importante ter em mente que o webinar acontece ao vivo. Portanto, é preciso um trabalho intenso e estratégico de divulgação do evento virtual com antecedência. Ao menos 3 semanas é uma boa margem para destinar a data via e-mail e outros canais escolhidos.

Em síntese, para produzir conteúdos de qualidade em pós-venda, você precisa:

  1. Fazer um levantamento de temas e ideias relevantes;
  2. Definir como será o material e recolher dados de qualidade para referência;
  3. Estabelecer como e quando o conteúdo será produzido;
  4. Produzir um bom briefing contendo toda a informação que será necessária;
  5. Encaminhá-lo para produção textual e/ou de imagem;
  6. Revisá-lo com atenção aos pequenos detalhes;
  7. Diagramá-lo ou editá-lo para que fique mais dinâmico;
  8. Criar uma identidade visual atraente – tanto para o próprio material, quanto para sua divulgação;
  9. Encaminhá-lo aos clientes via e-mail, conforme as áreas de interesse.

Depois, basta monitorar os resultados e replicar os acertos em novos processos.

Gostou destas dicas? Com o uso de inteligência comercial e muita criatividade, você será capaz de gerar um incrível conteúdo para fidelizar clientes.

Apenas tome cuidado para não aplicar a estratégia pela metade, pois qualquer erro pode ser fatal no engajamento de clientes. Nesse caso, não tenha receio ao buscar o auxílio de profissionais experientes que absorvam parte da demanda para desafogar o departamento de Marketing.

A terceirização da produção de conteúdo e peças de design gráfico é comum e pode trazer excelentes resultados. Conte conosco para qualquer necessidade. Volte sempre! 🙂

Content Hacking: como aplicar Growth Hacking ao marketing de conteúdo

Content Hacking: como aplicar Growth Hacking ao marketing de conteúdo

Você já ouviu falar sobre Growth Hacking? Esse conceito está transformando empresas de todos os setores. É a prova real de que pequenas mudanças na forma de operação são capazes de trazer grandes resultados no crescimento de uma empresa. Mas e sobre Growth Hacking no Marketing de Conteúdo? O que é esse tal de “Content Hacking”? Vamos explicar!

O termo “Growth Hacking” foi criado por Sean Ellis e, nas palavras do próprio autor, este significa “marketing orientado a experimentos”. Podemos dizer que o objetivo da técnica é alcançar objetivos rápidos e minuciosos. Para isso, o foco está em encontrar hacks para crescimento.

Com a identificação clara destas oportunidades, é possível criar estratégias adequadas para se chegar aos efeitos desejados.

Entretanto, você já sabe como aplicar os requisitos do Growth Hacking no Marketing de Conteúdo? Afinal, diversas empresas podem se beneficiar deste modelo. E é para te mostrar exatamente como este método funciona que criamos o post de hoje.

Desvende os mistérios do Growth Hacking no Marketing de conteúdo e utilize estes princípios no em sua estratégia de crescimento. Leia mais sobre o assunto!

 

Growth Hacking no Marketing de Conteúdo: o que é bom, ainda pode melhorar!

Apesar de ser bastante popularizado, o Growth Hacking no Marketing de Conteúdo ainda gera confusão no entendimento de muitos. Isso acontece pois, muitas vezes, o enxergamos como uma técnica a ser aplicada no estilo “receitas de bolo”. Contudo, não é bem assim.

O Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é mais do que uma fórmula pronta: é uma forma de operação.

Posto que a ferramenta envolve o estabelecimento de um processo de ações, voltadas para alcançar um objetivo determinado, ela casa-se perfeitamente com a estratégia de Inbound Marketing. Uma vez que, quando aplicada, é capaz de aumentar a atração e conversão de leads.

Como podemos ver, não trata-se de desenvolver “uma nova metodologia”. Certamente, o modelo que você já vem aplicando em sua agência traz resultados positivos. Até porque, se tivéssemos de começar tudo do zero, seria uma perda de tempo. Mais do que isso! Um verdadeiro desperdício de todo o trabalho investido para chegarmos até aqui.

A aplicação de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é um upgrade no modelo já implementado, focando em potencializar o que ele tem de melhor.

Trata-se de um estudo detalhado das atividades em relação às metas previstas. Analisando a performance de diferentes materiais e reconhecendo forças que elas têm em comum, é possível chegar a um modelo de sucesso.

Uma vez que profissionais B2B direcionam 28% do seu orçamento total para o Marketing de Conteúdo, é preciso ter certeza de um retorno satisfatório. Todavia, conforme os dados do Content Marketing Institute, apenas 30% dos colaboradores acreditam que os esforços em conteúdo da empresa são eficientes. As pesquisas ainda revelam que 55% não fazem ideia de como uma estratégia bem sucedida deve funcionar.

Claramente, o que falta para as instituições se destacarem em seus nichos de mercado é Growth Hacking no Marketing de Conteúdo. Apenas com testes e informações validadas se torna possível chegar a um modelo seguro e escalável.

Agora, vejamos como implementar este conceito dentro da sua própria agência!

 

Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

O Growth Hacking no Marketing de Conteúdo atua com um procedimento semelhante ao método científico de construção do conhecimento.

Todavia, nem sempre uma agência tem o privilégio de contar com tempo e recursos para investigar hipóteses. Assim como abordagens que utilizam o sistema de tentativa e erro, até encontrar uma forma adequada de reproduzir a tática em questão. Geralmente, as startups precisam fazer o caminho inverso, operando por meio de de indução.

Na prática, isso significa:

  1. Fazer um levantamento dos conteúdos que performam melhor nas redes;
  2. Encontrar similaridades, como o uso de gifs e emojis que costumam performar bem;
  3. Calcular a probabilidade de sucesso do padrão identificado em resultados exatos;
  4. Transformar dados em informação útil, revelando a linguagem que o público aprecia;
  5. Criar testes para colocar suas hipóteses à prova, sendo repetidos e escalados.

Com os resultados desse checklist, você terá em mãos tudo o que precisa. Ao encontrar o modelo correto para sua agência, basta replicá-lo quantas vezes forem necessárias.

 

`Práticas de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

Para finalizar nosso aprendizado, listamos 3 exemplos de práticas de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo. Estes já são amplamente conhecidos por sua eficiência. Veja só:

Headlines

O Marketing de Conteúdo está em um relacionamento sério com as técnicas de SEO. É por esse motivo que cerca de 60% dos profissionais de agências de marketing concordam que a otimização para buscadores deve ser a prioridade de qualquer estratégia Inbound.

Afinal, o Google recebe mais de 100 bilhões de pesquisas por mês! Em meio a quantidade de conteúdos disponíveis, ter o título atraente é um diferencial para garantir seus cliques.

Por conseguinte, invista tempo na criação de boas headlines. Realize testes A/B, a fim de descobrir quais call-to-actions e formas de linguagem funcionam melhor. Algumas empresas chegam a considerar mais de 25 possibilidades antes de tomar sua última decisão.

Quer saber sobre SEO para sites? Clique aqui e descubra os melhores hacks!

Meta Description

Esta é uma pequena descrição do seu site ou conteúdo, que pode atrair o lead diretamente para a página indicada. Como aparece logo abaixo ao título nos resultados, é fundamental que contenha a palavra-chave e seja sedutora para despertar a curiosidade do usuário.

Também é válido lembrar que, recentemente, o Google voltou a alterar o número limite de caracteres para a meta description. Com isso, a medida caiu de 320 para 160. Mantenha-se atento(a) para não ultrapassar a máxima permitida!

Infográficos

Outra ferramenta eficiente para Growth Hacking no Marketing de Conteúdo é o uso de materiais gráficos para divulgar informações.

Infográficos são bastante populares, uma vez que podem ser compartilhados facilmente e permitem uma compreensão mais intuitiva de dados complexos. Não apenas por isso! Um design diferenciado também torna-se atraente aos olhos. E, portanto, rende mais acessos.

Para obter um bom retorno com esse tipo de material, busque dialogar com o público-alvo. Utilize elementos visuais instigantes, crie relações entre os dados apresentados e os fatores relevantes para seu lead.

Dessa forma, ele irá se envolver com o conteúdo, discernir bem a informação e sentir-se motivado a compartilhá-la com seus contatos.

Estes são apenas alguns dentre tantos exemplos que poderíamos citar. É válido pesquisar, também, estratégias de Growth Hacking no Marketing de Conteúdo que obtiveram êxito. Mas, principalmente, encontre seu próprio caminho!

Aplique o método indutivo, reconheça sua força e mostre para o que veio. Temos certeza que você é capaz de alcançar objetivos ainda maiores. Depois, conte para nós quais foram os resultados!

 

Ficou interessado em saber mais?

Sabemos que o assunto rende muito. Então, em parceria com a Growth Office e a Content Hackers, resolvemos lançar um E-book só sobre “Como Aplicar Growth Marketing no Conteúdo”.

Baixe agora nosso e-book “Content Hacking: como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo” e descubra como utilizar táticas de Growth para potencializar seus resultados com estratégias Inbound.

Como aplicar Growth Hacking no Marketing de Conteúdo

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Por que adotar uma ferramenta para gestão de equipes em agências de conteúdo?

Por que adotar uma ferramenta para gestão de equipes em agências de conteúdo?

A utilização de softwares no dia a dia de uma empresa pode trazer benefícios importantes. Um bom exemplo é a adoção de uma ferramenta para gestão de equipes em agências de conteúdo. Esse tipo de iniciativa tem um impacto positivo nos resultados individuais e coletivos.

Líderes de agências devem considerar a incorporação de softwares, que ajudam a elevar a qualidade do trabalho. De quebra, isso se reflete na satisfação dos clientes e prospecção de novos.

Uma ferramenta para gestão de equipes está entre as soluções mais eficazes no atual cenário das agências de conteúdo. Por isso, em um mercado tão competitivo, recorrer a um software como esse é um grande diferencial.

A seguir, você vai entender por que a adoção de um software de gestão de equipes pode ser determinante para o sucesso de uma agência.

 

Aumento de produtividade

O primeiro grande trunfo de um software de gestão de equipes é auxiliar no aumento da produtividade dos colaboradores. A simples organização de tarefas já contribui para que o tempo seja utilizado com mais inteligência.

Os usuários da ferramenta podem montar sua programação de atividades para que elas não se sobreponham. Esse aspecto é relevante para a produtividade, pois evita a multitarefa. Embora muitos acreditem que são capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo, a multitarefa é uma vilã da produtividade.

 

Delegação de tarefas

A gestão de equipes fica comprometida quando o líder não consegue delegar tarefas adequadamente. Por vezes, a pessoa designada para determinada atividade não é a mais apta a realizá-la, o que provoca perda de tempo e de qualidade.

Já uma ferramenta própria para a gestão de equipes aprimora a delegação de tarefas. Por meio do software, o gestor pode direcionar as atividades para os colaboradores certos. Em outras palavras, ele consegue passar tarefas para quem não está ocupado com outros afazeres. Vale destacar que a própria ferramenta indica quando o profissional está com alguma tarefa em andamento.

 

Planejamento mais sólido

Quando gestores conseguem delegar com eficiência, é natural que o planejamento geral seja aperfeiçoado. Os projetos tendem a caminhar sem grandes percalços e saem de acordo com o que foi acordado com os clientes.

E mais: a maior solidez no planejamento traz mais segurança para líderes, colaboradores e clientes da agência. Todos ficam confiantes quando sabem que as atividades prosseguem de acordo com o esperado.

 

Maior autonomia para os gestores

Tarefas delegadas com inteligência e planejamento nos trilhos são a receita para desafogar os gestores de equipes. Essa soma de fatores evita que os líderes tenham de apagar incêndios a todo momento.

Com maior autonomia em sua rotina, os gestores podem se dedicar a atividades que vão gerar valor à agência. Dois bons exemplos são o desenvolvimento de novos projetos e a prospecção de novos clientes.

 

Cumprimento de prazos

Uma das grandes dores de agências de conteúdo é a dificuldade em cumprir prazos. Isso nem sempre acontece por desorganização interna, mas por demandas complexas dos clientes. De repente, o que era para o fim do mês tem de ser antecipado em duas semanas.

É evidente que uma ferramenta de gestão de equipes não faz mágica. Mudanças drásticas exigidas por clientes nem sempre podem ser acatadas. Porém, um planejamento bem azeitado dá uma margem maior para enfrentar esses imprevistos e possibilita adequações pontuais. E, em situações normais, o prazo determinado no início do job tem muito mais chances de ser cumprido sem estresse.

 

Aumento na motivação dos profissionais

O ânimo dos colaboradores tem de ser levado em conta por gestores de equipes. Profissionais desanimados não rendem e deixam o ambiente de trabalho mais carregado.

A partir do momento em que o trabalho passa a caminhar melhor, todos ganham uma carga extra de motivação. Além disso, o bom andamento dos projetos faz com que as pessoas se sintam parte de um time de sucesso. Isso cria um ciclo virtuoso em que os colaboradores se predispõem a entregar resultados cada vez melhores.

 

Surgimento de novos líderes

Outro reflexo positivo do uso de ferramentas para gestão de equipes é a possibilidade de surgirem novos líderes. O aumento no rendimento e na produtividade faz com que algumas pessoas sobressaiam e despontem como potenciais lideranças para a agência.

Esse aspecto é fundamental para uma empresa que deseja reter talentos. Conforme alguns profissionais se destacam, os gestores podem promovê-los e elevar a qualidade do trabalho desenvolvido.

 

Reuniões mais produtivas

Empresas de todos os segmentos estão sujeitas a reuniões improdutivas. São aqueles encontros, muitas vezes longos, em que vários colaboradores participam e há pouco resultado prático. Em resumo, o trabalho da agência fica desacelerado e perde a fluidez.

Nessa situação, uma ferramenta para gestão de equipes pode reduzir – e até eliminar – as reuniões improdutivas. Isso porque, quando cada colaborador controla suas tarefas por meio do software, seu tempo passa a ser mais valioso e, consequentemente, ele fica mais produtivo. A tendência é que os encontros sejam mais breves e focados no assunto em pauta.

 

Mais meios para gerenciar crises

A gestão de crise é um outro desafio de líderes de agências de conteúdo. Há situações em que um erro individual compromete o resultado coletivo e pode minar o resultado de um grande projeto. Mas quando se adota uma ferramenta para gestão de equipes o impacto pode ser menor.

Isso acontece porque o líder passa a ter um panorama de todas as atividades e projetos em andamento. Se, por exemplo, alguma tarefa “travar”, o sistema mostra isso ao gestor, que pode rapidamente designar um colaborador para ajudar nessa tarefa problemática. Ou o próprio gestor intervém e soluciona a questão, participando da atividade ou contatando o cliente.

 

Custo acessível

A décima vantagem de ferramentas para gestão de equipes é seu custo de implementação e manutenção. Embora apresente inúmeros benefícios, esse tipo de software tem um valor acessível para agências de conteúdo.

Existem diferentes planos disponíveis, por isso os líderes optam por aquele que melhor se encaixa em seu orçamento. Se tiver interesse em saber mais sobre ferramentas para gestão de equipes, não deixe de seguir o blog Gestão de Equipes.

*Este blogpost foi escrito por Natacha Negrão, Analista de Marketing da Neotriad

Por que definir um processo de vendas para agências digitais?

Por que definir um processo de vendas para agências digitais?

Quem trabalha com processo de vendas em agências de marketing entende, na prática, como funciona a geração de leads e as oportunidades de negócios. Entretanto, quando chega o momento de convertê-las, a coisa muda de figura!

Por mais que sejamos ótimos comunicadores, manter a empresa ativa exige uma série de outros conhecimentos e habilidades. Apesar de os processos estarem relacionados, estes precisam ser entendidos e planejados isoladamente.

Sendo assim, o CEO de uma agência digital deve confiar as atividades cabíveis nas mãos de profissionais adequados. Somente a partir desta ordem será possível garantir que cada etapa do processo de aquisição de clientes receba a atenção devida.

Você sabia que 64% dos empreendedores não dedicam tempo suficiente para atividades de gestão?

Ainda que quase 40% reconheça a necessidade de reverter essa prática. É importante que, ao tomar consciência deste fato, os mesmos não percam mais tempo com vícios de gestão. Quando o CEO se envolve nas atividades operacionais, ele tende a “ir no automático” e não criar métodos que tornem mais eficiente o trabalho de todos.

Com isso, desenvolver um processo de vendas adequado para o seu modelo de negócio é a forma de solucionar essa questão. Ele deve ser compreendido, repetido e transmitido para aqueles que fazem parte da equipe comercial.

Você já possui um processo de vendas estruturado ou ainda é do tipo que constrói o avião em pleno voo? Caso seja a última opção, temos algumas sugestões que vão tornar sua vida mais fácil e sua viagem mais segura.

 

Afinal, do que se trata um processo de vendas em agências digitais?

Todo processo é marcado por uma série de ações. Sendo que estas devem ser executadas ordenadamente, a fim de obter determinado resultado. Quando reproduzidas na sequência correta, levam a objetivos previsíveis – o que é fundamental para qualquer negócio!

Segundo o guru das Vendas Aaron Ross, na obra Receita Previsível, a intenção é gerar mais dinheiro com tranquilidade. Empresas que fazem isso acontecer, geralmente, caem em um desses métodos:

1) melhoram a geração de leads, que pode incluir prospecção Outbound;

2) especializam os papéis de cada colaborador do time de Vendas;

3) param de culpar os vendedores por fazerem o sistema falhar.

É bom ouvir os conselhos deste grande empreendedor. Isso porque sua gestão foi capaz de levar empresas – como a Salesforce – a um salto de $100 milhões na receita com vendas B2B. Não é à toa que a importância desses processos se tornou uma unanimidade entre gestores no mundo inteiro.

Já em nosso segmento, não é diferente! Um processo de vendas em agências digitais é formado por ações voltadas a otimizar o momento de fechamento do negócio e garantir que suas metas serão batidas.

Naturalmente, quando bem executado, é capaz de aumentar os níveis de produtividade, assegurando entregas constantes e de qualidade.

Essas ações são primordiais, uma vez que constituem a forma mais viável de agregar valor ao serviço. Com a estruturação do processo bem feita, você tem uma base para cobrar o valor correto pelo seu trabalho.

Você sabia que, em empresas iniciantes e sem processo de vendas definido, é comum os contratos terminarem fechados muito abaixo de um preço justo? Isso ocorre porque, muitas vezes, há receio em cobrar o valor adequado e perder clientes.

Mas, quando não há procedimentos claros, não existem argumentos para provar ao cliente se as oportunidades são vantajosas.

Inclusive, a ausência de um processo de vendas em agências digitais transforma o trabalho em mero produto isolado. Ao invés de um serviço completo, que gere experiência de consumo diferenciada.

Quando o assunto é otimização do processo comercial, se faz necessário compreender a realidade de cada lead e avaliar as possibilidades de avançarem na jornada. Até porque nem todos os que entram pelo funil estão prontos – ou mesmo, valem à pena.

 

Passos fundamentais para estruturar um processo de vendas

Vamos supor que um lead chegue até sua agência, no primeiro cenário. Ele tem problemas com taxas de conversão – apesar de possuir um bom volume de entradas no funil Inbound.

Por não conhecer suas próprias dores, acredita que investir em produção de conteúdo vai aumentar a tração. Entretanto, a solução é outra: o que falta é qualidade, não volume!

Caso a empresa aceite o trabalho sem considerar as dores do cliente, o resultado será uma experiência negativa. Ele não só deixará de atingir a meta, como terá a sensação de que o conteúdo não performa bem.

Agora, imagine se você toma uma postura diferente. Devido ao conhecimento que o time de Vendas tem sobre os processos comerciais, foi identificada a dor do lead e/ou sugerida uma ideia mais adequada. Como, por exemplo, investir em métodos para qualificação profunda.

Desse modo, sua equipe passa a ter um quê mais consultivo, indicando o caminho certo e oferecendo um serviço próprio – que agregue à estratégia.

Além disso, produzir materiais ricos que possam ser utilizados pelo time de Pré-vendas para ganhar autoridade é uma opção interessante. Você não apenas fecha um novo contrato, como ganha a confiança de um cliente satisfeito pelo atendimento diferenciado.

Esta é uma forma clara de mostrar como o processo de vendas em agências digitais pode ser a diferença. Portanto, verifique os modelos já existes e decida qual melhor se encaixa no seu negócio. Assim como as situações que expomos acima, a sua agência também pode se beneficiar tanto do Inbound Marketing quanto do Outbound Marketing.

Feito isso, identifique as particularidades do seu próprio funil de Vendas, dividindo-as em 4 fases.

Sendo que cada uma delas têm suas funções específicas, dominar a segmentação de leads é o coração de um processo otimizado.

Você deve avaliar quais fatores influenciam no processo de vendas em agências digitais da sua empresa. Por isso:

  • Faça uma análise de mercado para entender as dores do público-alvo, seus hábitos de consumo e outros dados relevantes;
  • Conheça os modelos existentes e escolha aqueles que são mais viáveis para a sua realidade – como Inside Sales;
  • Considere o tempo de duração do ciclo de vendas em relação a suas necessidades e previsões orçamentárias;
  • Eduque o mercado com conteúdo revelador das potencialidades da sua solução.

Também adicione quaisquer outros detalhes que possam ser válidos para o posicionamento comercial, sempre buscando o máximo de detalhes possível.

Ao fim, você estará pronto(a) para estruturar o processo de vendas e criar um padrão de qualidade a ser respeitado na passagem de bastão. Com isso, somente leads adequados irão avançar no fluxo do seu negócio.

O último passo é enxugar e tornar o caminho mais simples, descartando etapas que forem desnecessárias. Desse modo, você já tem tudo o que precisa para fazer sucesso!

Convencido(a) da importância do processo de vendas em agências digitais? Estruturação é tudo para empresas que desejam crescer.

Sabemos que você quer ir ainda mais longe! Por isso, temos um breve tutorial de 6 passos para ajudar sua agência a crescer. Aproveite o embalo e não pare por aqui! Até logo 🙂

Guia básico de como se preparar para uma reunião comercial

Guia básico de como se preparar para uma reunião comercial

O coração de todo negócio é a relação entre diferentes pessoas com interesses em comum. Ainda que a tecnologia avance, haverá sempre funcionários ofertando seu conhecimento e fazendo as escolhas mais acertadas em prol da organização a qual pertencem.

Por mais disruptiva e inovadora que possa ser, toda agência deve saber como se preparar para uma reunião comercial e mandar bem no face to face.

saiba como se preparar para uma reunião comercial e conquistar seus clientes

Demonstrar segurança é fundamental

Desenvolver as habilidades necessárias para um discurso claro e atraente é o requisito básico de quem deseja trabalhar com fechamento de contratos. Ademais, isso requer treino e dedicação.

Felizmente, mesmo que você não faça a linha extrovertida, existem técnicas que podem ser utilizadas para desenvolver seu pitch e trazer mais efetividade para o discurso de vendas.

Agora, caso você já seja comunicativo(a) e esteja satisfeito(a) com suas habilidades sociais, imagine o quão longe pode chegar com a aplicação das melhores práticas. Sem dúvidas, você será capaz de fazer com que o cliente se engaje de forma quase natural.

Neste artigo selecionamos alguns dos métodos conhecidos e validados por especialistas.

Eles são capazes de melhorar os resultados de qualquer reunião de agência. Aprenda, em poucos passos, como se preparar para uma reunião comercial e conheça os benefícios de um bom pitch de negócios.

E agora, como se preparar para uma reunião?

 

Passo nº1: Filtre os leads para receber uma proposta comercial

Antes de pensarmos em como se preparar para uma reunião, é preciso analisar qual o perfil de lead que possui mais chances de sucesso no modelo de negócios. Afinal, desde o primeiro contato, a oferta pode ser considerada um investimento:

  • De tempo dos colaboradores responsáveis por participar da reunião de agência;
  • De material demonstrativo (folders, amostras etc) da proposta comercial.

Todavia, a prospecção de leads demanda recursos. Dedicamos produção de conteúdo para Inbound Marketing, fechamos contrato e adentramos no pós-venda. Estes investimentos diversos, para atrair e tracionar até o momento da venda, formam o que chamamos de CAC (Custo de Aquisição por Clientes).

Visto isso, é hora de rever as estratégias para identificar se há possibilidades de minimizar os custos. Conhecer este indicador é um passo importante em direção ao fluxo otimizado. Quando estiver convencido de que este é seu melhor número, você estará pronto(a) para a próxima etapa.

Assim, é chegada a hora de analisar detalhadamente os contratos e identificar os pontos gerais. O intuito é revelar o perfil do cliente de sucesso. Ou seja, identificar os leads que têm mais probabilidade de fechar negócio.

Em posse dessa informação, basta desenvolver os filtros adequados. A fim de sinalizar os leads que mais se aproximam do perfil identificado e priorizá-los ao marcar uma proposta comercial.

Sugerimos o uso de técnicas de qualificação profunda. Como a implementação de uma área de Pré-vendas, para investigar e coletar informações de grande valia sobre características do lead. Desse modo, é possível saber como se preparar para uma reunião ideal.

Outra tática é o uso de lead scoring, estabelecendo uma pontuação para rankeá-los, de acordo com a etapa da jornada de compra na qual se encontram.

É claro que, se você identificar as melhores oportunidades, a taxa de conversão em vendas da reunião de agência será maior. Além disso, informações privilegiadas poupam o sufoco de ficar imaginando como se preparar para uma reunião comercial perfeita. Quando você já sabe do que o lead precisa, é mais fácil fortalecer o pitch e chamar a atenção.

Passo nº2: Adapte-se ao perfil do lead na reunião de agência

Já ouviu falar em rapport? Esse termo, que vem do francês, remete ao ato de estabelecer uma comunicação harmônica e sincronizada. Quando falamos em gerar rapport na reunião de agência, significa criar empatia e outras ferramentas para tornar o diálogo mais fluido.

É importante saber que tudo influencia na qualidade dessa relação: vocabulário, tom de voz, expressão corporal etc. Quando entramos em contato com o outro, passamos por uma série de processos conscientes e inconscientes, na busca de identificação.

Se nosso cérebro é capaz de identificar estas zonas, tornarmo-nos mais empáticos. Numa proposta comercial, inclusive, este fator pode ser decisivo! Por isso, é primordial que haja um estudo minucioso das personas. Buscando, até mesmo na psicologia, as informações necessárias para descobrir quais são as vias de acesso mais fáceis à cada lead.

Você não conversa com um senhor de 55 anos, que empreende desde os tempos de mídia tradicional; do mesmo modo que dialoga com o CEO de uma startup inovadora, no auge de seus 25 anos.

Dessa forma, condicione o time de Vendas para ter a versatilidade de cobrir todo o espectro de perfis admitido. Assim, eles saberão como se preparar para a reunião de fechamento.

 

Passo nº3: Treine o pitch de vendas

Ter um discurso sucinto e atraente é a cartada final sobre como se preparar para uma reunião comercial. Os colaboradores ou sócios devem ganhar o lead nos primeiros minutos. Pois, de outro modo, dificilmente conseguirão ter um novo contrato em mãos.

Nesse momento, é preciso contar com profissionais já versados nas técnicas de venda para a eficiência das ações implementadas. Caso sua empresa, por diversos motivos, não puder trabalhar padrões, é hora de superar as dificuldades e desenvolver seu lado vendedor.

É comum que o CEO tenha dificuldades em trabalhar na área comercial, especialmente por estar focado em atividades de gestão. No entanto, mesmo não seja seu forte, você precisa defender as suas ideias e promover o seu produto.

Nunca se esqueça que oportunidades de negócio podem surgir de encontros rápidos, como na participação em eventos e atividades do setor. Assim, a melhor tática é preparar-se para ter respostas na ponta da língua ao impressionar alguém.

Por isso, avalie diversos modos de comunicar a informação. Pensando, sempre, em como ressaltar as qualidades da solução no menor tempo possível.

O segredo é treinar! Conheça e ensaie seu discurso quantas vezes precisar. Peça ajuda aos seus colegas para que lhe digam se o texto está dinâmico e potente. A prática do elevator pitch também é ótima para desenvolver esta alternativa.

 

Passo nº4: Capriche na hora da apresentação

Enfim, o último passo do nosso guia é arrasar na apresentação da proposta comercial. Após aquela reunião de agência bem-sucedida, seguindo os passos anteriores, você precisará enviar um e-mail formalizando a proposta de trabalho.

No entanto, ninguém se sente impactado(a) ao receber um orçamento simples via e-mail, sem qualquer tipo de formatação e/ou identidade. A proposta comercial torna-se muito mais atraente se você investir na aparência e no teor deste material.

Com efeito de ganhar de vez o seu cliente, tenha certeza de enviar uma proposta sedutora – e não estamos falando apenas de números. Afinal, uma proposta convincente é aquela que:

  • Aplica uma identidade visual e textual coerente com sua marca;
  • Utiliza um template organizado e profissional para adicionar valor;
  • Inclui informações institucionais breves, que ajudem a reforçar os principais pontos de diferenciação do negócio;
  • Apresenta o valor do orçamento, contendo o descritivo de todos os entregáveis ao longo do período de possível contratação.

Desse modo, você passará mais credibilidade e despertará a vontade de fechar o contrato.

 

Agora que você já sabe como se preparar para uma reunião…

É hora de botar em prática. No fundo, assim como qualquer outra reunião, uma reunião comercial é resultado de tática e preparo prévio.

Como a prática leva à perfeição, logo você terá conhecimento o suficiente sobre o assunto. Para gerar inteligência comercial, mas lembre-se de registrar todas as impressões das equipes após cada contato a fim e coletar dados relevantes que possam ser utilizados no futuro.

Gostou deste conteúdo? Leia mais sobre o processo de vendas em agências digitais, aqui!

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